quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Russia Insider Decidiu Finalmente Entrar no Clube Daqueles Que Contra Ventos e Marés Falam a Verdade, Custe o que Custar e Doa a Quem Doer




«Eles pensavam poder abafar e vencer a verdade, que é sempre vitoriosa, ignorando que a própria essência da verdade é que quanto mais quisermos comprimi-la mais ela cresce e se eleva.» - Jan Hus (1369 - 1415)

Parece que o Russia Insider decidiu finalmente entrar no clube daqueles que contra ventos e marés falam a verdade, custe o que custar e doa a quem doer. Charles Bausman, o editor-chefe do Russia Insider, está obviamente de parabéns pela sua franqueza que não podia ser mais directa e clara quanto ao assunto de que estamos aqui a falar: 




Nada disto acontece ao acaso ou por mera coincidência, antes pelo contrário, quem está atento aos media russos e à propaganda que o Kremlin dispara diariamente na direcção do Ocidente, não pode deixar de notar que de há um ano a esta parte, tem aumentado gradualmente a quantidade de notícias e reportagens que denunciam o papel da Judiaria Internacional na actual catástrofe geopolítica que tomou conta de grande parte do Mundo. 

A Sputnik e a RT - órgãos de informação directamente ligados ao Kremlin - não se têm cansado ultimamente de emitir conteúdos que indirectamente apontam o dedo ao lobby israelita que manda em Washington. Entretanto, há cerca de dois meses, reabriu-se novamente na Rússia a investigação em torno do assassinato da família real russa, que se suspeita ter sido um "assassinato ritual" levado a cabo por bolcheviques judeus. Por fim, temos agora o editor-chefe do Russia Insider a afirmar frontalmente que a partir de agora nada será como dantes e que a sua publicação irá passar a publicar reportagens que denunciam abertamente a responsabilidade das elites judaicas em muitos dos problemas que actualmente grassam no Mundo. Como eu escrevi mais acima, nada disto acontece ao acaso ou por mera coincidência....

O Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, sabe perfeitamente bem que quem está por detrás da tremenda campanha internacional contra a Rússia, são as elites judaicas e o lobby israelita que basicamente controla a Casa Branca e reduziu os Estados Unidos a uma colónia de Israel. Charles Bausman, o editor-chefe do Russia Insider, também sabe disto e é exactamente isso que o mesmo afirma sem reservas ou pudor.




Com este golpe de mestre, um verdadeiro mata-leão no Mundo da guerra da informação e contra-informação actualmente em curso, Charles Bausman acaba de enfiar uma valente bofetada em todos aqueles que se recusam a nomear o inimigo pelo nome, mesmo quando sabem perfeitamente bem quem é esse mesmo inimigo. Claro que o medo de se perder o emprego ou ser prejudicado socialmente por "falar demais", explicam em grande medida esta postura cobarde da parte de muitos jornalistas e intelectuais, no entanto, nós já não estamos na década de 1990, mas sim, em 2018. Actualmente e graças à Internet, o debate é muito mais livre e aberto do que era há vinte anos atrás. Apesar dos esforços continuados das elites judaicas para censurar e controlar o que se diz e publica na Internet, apesar disto e mesmo assim, a Internet continua a ser um Mundo bastante livre e é hoje uma ferramenta essencial para se desmontar a narrativa oficial do "sistema", isto é, das elites judaicas que dominam quase por completo aquilo que se designa comummente por mainstream media

No seu essay de 5000 palavras que eu aconselho todos a lerem com extrema atenção, Charles Bausman não apenas denuncia a forma como as elites judaicas controlam jornais e revistas de grande influencia como o New York Times, o The Atlantic, a Newsweek, o The New Republic, o NY Review of Books, o New Yorker e a Economist (esta última directamente detida pela família Rothschild), mas também aborda a forma como a Revolução Bolchevique foi comprovadamente liderada e organizada nos bastidores por judeus sedentos de vingança, assunto este que David Duke já abordou em grande pormenor no seu excelente livro The Secret Behind Communism. O professor Antony C. Sutton também escreveu um livro - Wall Street And The Bolshevik Revolution - que apesar de não denunciar directamente o papel das elites judaicas na Revolução Bolchevique, aborda e denuncia a forma como o apoio dos banqueiros (judeus...) de Wall Street foi absolutamente crucial para que a Revolução Bolchevique tivesse conseguido triunfar

Devo também destacar o elogio que Charles Bausman faz à Alt-Right e aos esforços desta, que é de longe actualmente a única força político-social com algum relevo em todo o Ocidente, que ainda opõe alguma resistência à Nova Ordem Mundial e denuncia às elites judaicas que estão directamente por detrás da mesma:




Agradeço muito sinceramente estas palavras simpáticas de Charles Bausman. A Alt-Right nunca foi, nem é, um "movimento neonazi" como muitas vezes tem sido descrita pelos "lying media". Antes pelo contrário, a Alt-Right é, isto sim, a única força político-social no Ocidente que hoje resiste e luta contra a tirania sionista e é exactamente por este motivo que os media controlados pela judiaria internacional nos atacam e difamam 24/7 numa guerra sem quartel. Não há mais ninguém que faça o que nós fazemos. Ninguém. Nenhuma organização. Nenhuma religião. Nenhum movimento político ou social. A Alt-Right está totalmente isolada neste ponto e no Ocidente ela é a ÚNICA força político-social que ainda consegue opor alguma resistência minimamente séria às elites judaicas e ao seu mais do que óbvio plano para de mansinho e pouco a pouco, desmantelarem as nações e erguerem no seu lugar um governo mundial totalitário. É contra esta tirania e apenas contra esta tirania que nós lutamos e vamos continuar a lutar. Quem quiser juntar-se a nós e à nossa causa, será sempre bem vindo. 

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Notas:
[1] BAUSMAN, Charles - It's Time to Drop The Jew Taboo. Russia Insider, 15 de Janeiro de 2018. Link: http://russia-insider.com/en/its-time-drop-jew-taboo/ri22186 
[2] BAUSMAN, Charles - It's Time to Drop The Jew Taboo. Russia Insider, 15 de Janeiro de 2018. Link: http://russia-insider.com/en/its-time-drop-jew-taboo/ri22186 

João José Horta Nobre
17 de Janeiro de 2018


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Um Ano Depois da Inauguração de Trump



"Sejam eles os CEO's de Silicon Valley em busca de mão-de-obra estrangeira a baixo preço ou snowflakes universitários aos gritos, os inimigos de Trump têm todos o mesmo objectivo: a destruição da Presidência Trump, a brutalização do Presidente e a continuação da corrupção globalista que beneficia a elite e agride o americano comum, tudo isto escondido por detrás de uma cortina de idiotice politicamente correcta e a tirania da tolerância." - Ray Starmann

Cumpre-se no próximo dia 20 de Janeiro, exactamente um ano desde que Donald Trump tomou posse como o 45º presidente dos Estados Unidos da América. Por esta mesma altura, há igualmente um ano, eu e muitos outros "trumpistas" que apoiaram a campanha presidencial de Donald Trump, estávamos ainda jubilantes e a celebrar a vitória do mesmo na corrida à Casa Branca. Nunca escondi, nem vou esconder o facto de eu ter apoiado abertamente Donald Trump e fi-lo, única e exclusivamente porque Trump foi o primeiro candidato presidencial desde Andrew Jackson, que teve a coragem de literalmente "espetar o dedo na ferida" durante a sua campanha e denunciar o "sistema" e as elites que dominam o mesmo.

Ainda hoje, quem não tem memória curta poderá recordar certamente como Trump foi atacado e difamado de forma visceral por todo o Establishment como nunca nenhum candidato à presidência dos Estados Unidos o havia sido antes. Desde a Igreja Católica à extrema-esquerda, passando pelas forças políticas ligadas à maçonaria a aos meios liberais, não houve praticamente nenhuma figura de destaque que não condenasse Trump e desse apoio àquela criatura falsa e sonsa chamada Hillary Clinton.

Por momentos, ainda que algo breves, houve a esperança genuína de que Trump iria conseguir quebrar ou pelo menos ferir de morte a estrutura de controlo sionista que há demasiado tempo domina o povo estado-unidense. Durante algum tempo pareceu até que o senhor Trump poderia vir mesmo a ser um novo Andrew Jackson e que à semelhança deste último, também ele iria conseguir enfrentar e derrotar com sucesso a máfia judaica que controla a Reserva Federal (Fed), passo este que é absolutamente essencial não só para se poder quebrar a "coluna dorsal" da estrutura de controlo sionista, mas também, para provocar em última análise o desmoronamento total da Zio Matrix.

Infelizmente, porém, não foi preciso esperar-se muito tempo até Trump cair por completo nas malhas da judiaria internacional. Acredito genuinamente que tal ocorreu por via de muita chantagem e ameaça da parte das forças sinistras do Deep State para com Donald Trump. Pode também dar-se o caso de Trump ter sido uma farsa desde o início. No entanto, não excluindo nunca esta última hipótese, eu pessoalmente creio mesmo que Trump realmente quis e tentou fazer frente ao "sistema" numa fase inicial, porém, acabou facilmente neutralizado pelo mesmo. Nem Trump, nem a esmagadora maioria dos seus apoiantes, tinham seriamente qualquer noção da verdadeira capacidade de resistência e contra-ataque da estrutura de controlo sionista. É um facto que o "sistema" é brutalmente forte e está totalmente "blindado" contra tentativas de mudança como a que Trump ingenuamente ousou tentar. 

O Deep State e a máfia sionista que chafurda em Washington ameaçaram que iriam destruir por completo a vida de Trump. Ameaçaram que não só o derrubariam por via de um impeachment, como ainda lhe destruiriam todos os seus negócios e trariam a ruína total à sua família. Não bastando isto, ainda lançaram contra o mesmo inúmeras ameaças de morte e fabricaram toda a espécie de falsidades e poucas-vergonhas sobre o mesmo. Por isto tudo é que eu arrisco dizer que o Presidente Trump é possivelmente a seguir a Adolf Hitler, o homem mais atacado e difamado pelos media nos últimos cem anos. E porquê? Porquê todo este ódio fanático da lügenpresse contra a figura de Trump? Pois bem, o ódio deve-se simplesmente ao facto de Trump ter tido a coragem de "chamar os bois pelos nomes" e acima de tudo (aqui é que "a porca torce o rabo"...), ter ousado afirmar que pretendia terminar com as políticas de imigração em massa e de "fronteiras abertas" que, como está mais do que provado e demonstrado, são uma receita para o desastre e a guerra civil no Ocidente a médio/longo prazo

De forma a tentar aliviar os ataques sem fim contra si e em última análise um impeachment humilhante, Trump começou a rodear-se da pior espécie de gente que se pode imaginar. Pouco a pouco, os neocons regressaram à Casa Branca e com eles a mais agressiva e perigosa variante do Sionismo. Trump está neste momento literalmente "preso entre a espada e a parede" e não possui qualquer espaço de manobra. Se ele tentar novamente fazer frente ao "sistema", vai sem dúvida ser destruído pelo mesmo. Por outro lado, se ele continuar a obedecer aos "conselhos" dos supremacistas judeus que o cercam, a sua presidência ficará reduzida à infâmia. De uma forma ou de outra, eu acredito que mais tarde, ou mais cedo, o Deep State (que nunca esquece ou perdoa...) vai tentar forçar um impeachment de Trump, independentemente do que ele faça para tentar apaziguar a judiaria internacional. 

O apaziguamento das elites judaicas é uma velha estratégia falhada pelo simples motivo de que as pessoas com que estamos aqui a lidar, não se contentam com nada menos do que a mais total e absoluta subserviência de nós em relação a eles. Marine Le Pen em França também tentou fazer uso desta estratégia e o que ganhou foi uma guerra movida pela banca em relação à Frente Nacional, com a clara intenção de asfixiar financeiramente este partido e estancar assim o ressurgimento nacionalista em França. 

O ano de 2018 começa assim da pior forma que se podia imaginar. O "nosso" Presidente, o homem que eu apoiei abertamente e que havia prometido "drenar o pântano" em Washington, acabou ele próprio afogado nesse mesmo pântano de corrupção, traição e podridão moral sem limites.

Pessoalmente, não acredito que haja já qualquer possibilidade de se poder salvar a presidência de Trump. O fiasco monumental em que se transformou o "Trumpismo", derrotou de vez a minha esperança de alguma ver um Presidente americano a conseguir libertar o meu país-irmão das garras da tirania israelita. O Império Anglo-Sionista é neste momento um monstro que está fora de controlo e a única esperança que resta é que a China e a Rússia se saibam manter unidas e em acção coordenada, de forma a que se possa conter este mesmo monstro antes que seja tarde demais. 

João José Horta Nobre
11 de Janeiro de 2018


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

A Igreja Católica, Por Motivos de Doutrina, Sempre Odiou e Desprezou as Nações



"O homem precisa daquilo que em si há de pior se pretende alcançar o que nele existe de melhor." - Friedrich Nietzsche (1844 - 1900)

O triste episódio em causa ocorreu no passado dia 1 de Janeiro, aquando da celebração da primeira Eucaristia de 2018 pelo Papa Francisco. De forma indirecta, sua "santidade" decidiu disparar uma "boca" contra os movimentos nacionalistas, afirmando alto e bom som na Basílica de São Pedro que todos aqueles "que fomentam o medo aos imigrantes, em ocasiões com fins políticos, em vez de construir a paz, semeiam violência, discriminação racial e xenofobia, que são fonte de grande preocupação para todos aqueles que levam a sério a proteção de cada ser humano".

Como é óbvio, as palavras do Papa acima citadas entre parêntesis, são claramente dirigidas aos movimentos nacionalistas e fazem parte da gigantesca campanha internacional, que a Igreja Católica há décadas empreende contra tudo aquilo que lhe cheire a Nacionalismo. Fica pois mais uma vez claro como eu nunca estive errado ou exagerei nas investidas que tenho desde há vários anos levado a cabo contra a Igreja Católica e todas as restantes igrejas cristãs.

A Igreja Católica, por motivos de doutrina, sempre odiou e desprezou as nações e todos aqueles que defendem as mesmas. Interesseira, sonsa e falsa como sempre foi, apenas pontualmente é que estendeu a mão aos nacionalistas, quando precisou dos mesmos para combater inimigos externos que na sua óptica, eram ainda mais perigosos para a Igreja do que a pretensa "ameaça" nacionalista, que nas palavras do próprio Papa Francisco constitui uma "fonte de grande preocupação para todos aqueles que levam a sério a proteção de cada ser humano".

Os nacionalistas, sejam eles de que cor forem, não devem de ficar silenciosos ou baixar a cabeça perante a autêntica campanha de difamação que a Igreja Católica - financiada por George Soros e quejandos - está  a levar a cabo contra nós. Antes pelo contrário, os nacionalistas devem de expor a Igreja e devem de denuncia-la sem qualquer piedade. Acima de tudo, devem de empreender um boycott total contra a Igreja e todas as empresas e associações que colaboram com a mesma. Quem faz negócios com a Igreja, deve de ficar a saber que não irá fazer negócios connosco e muito menos nos terá como clientes ou fornecedores seja do que for.

A Igreja Católica, a seu tempo, há-de acabar completamente destruída e é exactamente isso que ela merece que lhe aconteça. Idealmente, o Cristianismo deve ser mesmo ilegalizado no futuro, pois tal como o Comunismo, a doutrina do judeu de Nazaré é uma doutrina internacionalista, anti-nacionalista e derrotista. 

Onde quer que o Cristianismo se instale e germine, tarde ou cedo, segue-se a destruição da sociedade por via do excessivo humanismo, tolerância e piedade que o modo de vida cristão inevitavelmente acarreta consigo. Tal foi o que ocorreu por todo o Médio Oriente, onde as comunidades cristãs foram já praticamente todas eliminadas pela expansionista e agressiva religião islâmica e tal será o que vai acontecer por toda a Europa Ocidental, se os europeus continuarem embalados nas cantigas utópicas de paz e amor universal que os idiotas úteis ao serviço das várias Igrejas cristãs apregoam.

João José Horta Nobre
5 de Janeiro de 2018

"Os que fomentam o medo aos imigrantes, em ocasiões com fins políticos, em vez de construir a paz, semeiam violência, discriminação racial e xenofobia, que são fonte de grande preocupação para todos aqueles que levam a sério a proteção de cada ser humano"

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/papa-pede-uma-igreja-humilde-em-dia-dedicado-a-refugiados-e-imigrantes?Ref=DET_noticiascecca

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Que Mal Fez o Deus Saturno Para Merecer Ser Substituído Por um Judeu?

Uma representação artística de Saturno, o antigo Deus romano da agricultura, abundância, riqueza e libertação. Numa fase posterior, Saturno transformou-se também no Deus do tempo, sendo por isso que muitas vezes surge retratado junto de objectos que servem para contar o tempo como é o caso na ilustração acima. 


«A memória é o perfume da alma.» - George Sand (1804 - 1876)

Tradicionalmente, celebrava-se por esta altura o antigo festival religioso em honra do Deus Saturno e que dava pelo nome de Saturnália:

















Não é preciso ser-se muito inteligente para perceber que os cristãos usurparam literal e descaradamente a Saturnália e transformaram a mesma naquilo que hoje se designa por "Natal", festa em honra do judeu de Nazaré. Resta, no entanto, saber que mal terá feito o Deus Saturno para merecer ser substituído por um judeu?

Não há como negar que o Cristianismo foi, de longe, o primeiro grande assalto que os judeus levaram a cabo contra o Ocidente. Mais ainda do que uma vingança judaica contra o Império Romano, a disseminação do Cristianismo em solo europeu, representou um autêntico genocídio cultural que não só conseguiu erradicar em larga medida a antiga identidade politeísta dos povos indo-europeus, como conseguiu também eficazmente lavar a cabeça das populações com uma tremenda montanha de mentiras judaicas, que tinham tanto a ver com a identidade mitológico-religiosa dos nossos antigos, como uma formiga tem a ver com um elefante...

Desde o tempo do Império Romano que os povos indo-europeus estão em guerra contra os semitas. Directa ou indirectamente, quer queiram ou não, esta guerra dura desde pelo menos o ano de 63 a.C., ano em que o general Pompeu Magno conquistou e anexou a Judeia ao domínio romano. No entanto, estou em crer que as raízes do ódio ao Ocidente já advêm certamente da ocupação Selêucida, que tentou sem sucesso helenizar os judeus da região em causa à força.

Há um claro e nítido padrão no permanente ataque dos semitas, que ao longo dos milénios tem sempre visado antes de mais, a destruição da memória histórica europeia, especialmente a que diz respeito ao período da Antiguidade Clássica. Desde o campo do ensino onde a Antiguidade é cada vez mais desprezada, até à cidade de Palmyra onde as ruínas romanas foram recentemente alvo da ira dos rapazes do Estado Islâmico de patrocínio israelita, é inegável que há um padrão de ataque contínuo da parte dos semitas contra o legado clássico Greco-Romano. A disseminação do Cristianismo na Europa e a substituição das nossas antigas divindades religiosas, por figuras mitológicas judaicas, foi apenas mais uma forma de atacar e humilhar o Império Romano e o seu legado. Não há como fugir a esta evidência. O Cristianismo é uma religião de semitas, inimiga da Europa e que deve ser combatida em todas as frentes e por todos os meios ao dispor. Idem para as restantes religiões abraâmicas.

Esta gente não vai parar. Garanto-vos isto. As elites judaicas que estão por detrás desta loucura, não irão parar enquanto restar pedra sobre pedra na Europa. Não é ao acaso que há uma "mão invisível" judaica por detrás da imigração terceiro-mundista em massa para dentro da Europa e a seu tempo, quando a situação tiver "fermentado" o suficiente, podem ter todos a certeza de que vai ser a mesma "mão invisível" que irá estar por detrás das guerras civis que inevitavelmente devastarão a Europa Ocidental a seu tempo. O grande plano para a destruição do Ocidente já foi escrito há muito tempo e pouco a pouco, vai sendo implementado por via de mentiras e enganos sucessivos da população que, iludida pela utopia "democrática", vai votando alegremente na sua própria destruição e consequente extermínio físico e cultural. 

A "fanáticos" como eu, resta-nos ir resistindo a este cataclisma civilizacional de proporções épicas da melhor forma que conseguirmos e tentar manter viva a chama de uma Europa que já existiu e quem sabe, talvez ainda possa ressurgir...

João José Horta Nobre
19 de Dezembro de 2017


 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Jerusalém




«Se algum dia o planeta implodir, vai ficar a devê-lo a Israel e à dependência política do establishment americano relativamente ao lobby israelita dos Estados Unidos.» - Miguel Sousa Tavares (1950 - )

A violentíssima disputa sobre Jerusalém, sobre a qual se tem falado tanto ao longo dos últimos dias, é apenas a última e mais recente confirmação de como eu sempre estive certo na minha feroz condenação das sanguinárias religiões abraâmicas/ideologias semitas.

Os lunáticos varridos que hoje lutam por Jerusalém, sejam eles judeus, cristãos ou maometanos, estão apenas a dar continuidade a uma guerra religiosa inter-abraâmica que perdura desde a Idade Média e que tem como base ideológico-religiosa o Judaísmo e a crença no tresloucado Deus dos judeus. O resultado de todo este fanatismo religioso foram até agora cerca de dois milhões de mortos em nome dos "sagrados" Talmudes, Bíblias e Alcorões. O mais ridículo nisto tudo é que estes dois milhões de pessoas morreram não por algo em concreto dentro do campo da racionalidade, mas sim, pela crença irracional numa estúpida abstracção divina inventada pelos semitas.

A Humanidade corre neste preciso momento o risco de ser completamente obliterada, precisamente por causa destas religiões insanas que foram paridas no Médio Oriente. As pessoas que controlam actualmente o Império Anglo-Sionista, têm como ideologia base não o Liberalismo ou o Conservadorismo, mas sim, o Judaísmo. É o vil Judaísmo que sob a capa de outras ideologias controla directamente a Casa Branca. Reparem bem o perigo que constitui para toda a Humanidade o facto de termos hoje fanáticos religiosos com mentalidade apocalíptica ao comando dos arsenais nucleares dos Estados Unidos. Misturem agora este bando de loucos refinados com o bando de loucos que são os ayatollahs do Irão, mais os sádicos wahabitas da Arábia Saudita, mais os paquistaneses que já possuem armas nucleares e ainda a cambada de "cristãos sionistas" que soma e segue por aí a enganar desesperados e a fazer campanha pelo lobby israelita et voilà!... Têm aqui o "caldinho" perfeito para uma situação religiosa que pode a qualquer momento "escorregar" para uma guerra nuclear total. A "cereja no topo do bolo" será provavelmente o facto de Jared Kushner pertencer à seita Chabad Lubavitch, que é basicamente um culto apocalíptico constituído por supremacistas judeus e que crê que é necessário despoletar um holocausto nuclear, de forma a cumprir as profecias religiosas em que acreditam.

As religiões abraâmicas são um autêntico cancro sobre a Terra que precisa de ser abolido. Que ninguém tenha dúvidas de que se a Humanidade não acabar com as religiões abraâmicas, mais dia, menos dia, vão ser as religiões abraâmicas a acabar com a Humanidade. 

João José Horta Nobre
11 de Dezembro de 2017


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

José Milhazes, o Supremacismo Judaico e a Nova Ordem Mundial




«Os judeus são chamados de seres humanos, mas os gentios não são humanos. São bestas.» - Talmude: Baba Mezia, 114b

O cronista e historiador português José Milhazes, publicou no Observador no passado dia 30 de Novembro, uma crónica intitulada A Culpa é Outra Vez Dos Judeus?. No escrito em causa, José Milhazes tenta ilibar os judeus da sua responsabilidade histórica não apenas no assassinato da família real russa, mas também como principais responsáveis pela Revolução Bolchevique e toda a orgia de barbaridades associadas à mesma.

Em abono da verdade, José Milhazes tem uma razão parcial, pois de facto, não é justo colocar-se as responsabilidades pelo sucedido na Revolução Bolchevique, em cima de todos os judeus. É exactamente por este motivo que se deve sempre "separar o trigo do joio", ou seja, deve-se fazer a distinção essencial entre judeus e supremacistas judeus (a judiaria internacional e internacionalista).

"A culpa" - sobre a qual José Milhazes nem sequer tocou na sua crónica em causa - é essencialmente do Supremacismo Judaico.[1] Se quisermos ir às raízes desta culpa, então aí sim, temos de ir ao Judaísmo e ao Talmude, que é de longe uma das obras mais racistas e intolerantes alguma vez escritas e que constitui a "fonte" ideológica onde os supremacistas judeus vão buscar a esmagadora maioria do seu fel. Escusado será dizer que tanto o Cristianismo, como o Islão, são derivados directos deste lixo religioso médio-oriental e é precisamente por eu saber disto, que eu quero estar o mais longe possível destas seitas do mal que só fazem é trazer destruição, morte e sofrimento a todo e qualquer lugar onde se instalam.

Aquilo que os supremacistas judeus fazem é nada mais, nada menos, do que aplicar à realidade os ensinamentos racistas do Talmude, que lhes ensina que os judeus são o "povo eleito" do Deus único em que eles acreditam e que estes estão predestinados não apenas a governar o Mundo, mas também a terem os goyim à sua disposição como escravos.

Pouco a pouco e principalmente por via da sua influência no Mundo da alta finança, os supremacistas judeus foram tomando conta de praticamente todos os instrumentos de poder no Ocidente. Neste momento, a situação chegou já a um ponto tal que se pode mesmo dizer que os Estados Unidos são uma colónia de Israel e a União Europeia se já não é também uma colónia dos sionistas, para lá caminha a passos largos, sendo que a implementação bem sucedida do Plano Kalergi, garantirá dentro de poucas décadas o fim definitivo da Europa Ocidental, ao passo que criará um modelo de conquista e domínio a aplicar ao resto do Mundo, começando pela Rússia e China que serão certamente os próximos alvos na "lista de abate" do Sionismo Rothschild

Por isso sim, meu caro José Milhazes, a culpa se não é dos judeus, será certamente da religião judaica que, como eu já expliquei acima, constitui a "fonte" à qual os supremacistas judeus vão buscar todo o seu ódio, arrogância e megalomania delirante.

É também e precisamente por saberem muito bem o mal que andam a praticar no Mundo, que o "sistema" nos quer proibir de falar daquilo que outrora se designava pela "questão judaica". É que a judiaria internacional sabe, ela sabe muito, muito bem que é ela que está verdadeiramente por detrás das rédeas do poder no Mundo Ocidental.

É a judiaria internacional que controla os media:


É a judiaria internacional que está por detrás da maioria das guerras no Mundo:


É a judiaria internacional que controla o sistema financeiro e bancário:


É a judiaria internacional que controla a indústria do entretenimento:


Foi a judiaria internacional que inventou o Comunismo:


Foi a judiaria internacional que inventou o Feminismo para destruir a família tradicional:


É a judiaria internacional que está por detrás das políticas de imigração em massa:



Simplesmente não há volta a dar, para onde quer que olhem, a sinistra mão do Sionismo Rothschild está implicada em todas as desgraças do Mundo actual. A Nova Ordem Mundial está sendo "progressivamente" amassada mesmo debaixo dos nossos narizes e só não vê o que se está a passar, quem não quer. Tenho dito.

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Notas:
[1] DUKE, David - Jewish Supremacism: My Awakening to The Jewish Question. Free Speech Press, 2002. Link: http://ia802609.us.archive.org/12/items/JewishSupremacismByDavidDuke/jewish-supremacism-david-duke.pdf

João José Horta Nobre
5 de Dezembro de 2017


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