terça-feira, 19 de março de 2019

O Atentado de Christchurch - A Conexão Sionista




«New Zealand: The Unraveling of an Israeli Mass Murder?»


Assim que eu tive conhecimento do atentado de Christchurch na Nova Zelândia, ocorrido no passado dia 15 de Março, eu tive de imediato a sensação de que algo pura e simplesmente não batia certo. Toda a tragédia, desde o primeiro momento, apresentou traços típicos do modus operandi das agências secretas que regularmente levam a cabo operações de bandeira falsa com vista a servir objectivos obscuros.

No momento em que eu escrevo estas palavras, não sabemos ainda se o atentado de Christchurch foi o resultado de uma operação isolada da Mossad, ou se foi o resultado de um esforço conjunto de várias agências de serviços secretos ao serviço do Sionismo Internacional e do Império Anglo-Sionista. É até bem possível que a Mossad não tenha tido nada a ver com o assunto em questão, pois é preciso ter em conta que Israel possui inúmeras agências dedicadas ao "trabalho sujo" e faz uso recorrente de serviços de informações e grupos de operações especiais de outros países, de forma a conseguir atingir os seus sinistros objectivos.

Apesar de não se saber qual foi exactamente a agência governamental secreta que organizou e executou o atentado de Christchurch, temos para já a certeza de uma coisa: o ataque em questão foi uma operação de bandeira falsa e a única entidade que beneficia com o mesmo é o cartel globalista, que é inteiramente dirigido e controlado pelo Sionismo Internacional organizado. A judiaria internacional tem uma extrema habilidade para conseguir gerar confusão, porém, é extremamente inábil a conseguir ocultar as suas impressões digitais e por norma, deixa um rasto de morte e destruição por onde passa que aponta directamente a Telavive...

Neste momento, sabemos já que um dos suspeitos do atentado de Christchurch conseguiu fugir para o Estado de Israel. Entretanto, já veio a público que por "mera coincidência" a polícia neozelandesa estava num exercício de treino quando o atentado ocorreu. Nada disto seria estranho, não fosse o facto de estes "ataques terroristas" com marca kosher, ocorrerem normalmente quando estão a decorrer exercícios das forças de segurança. Foi assim nos ataques de Paris em Novembro de 2015 e foi assim no 11 de Setembro de 2001. Who wins? Israel of course! E já agora, por falar em 11 de Setembro, não se esqueçam também de que o "sistema" quer que vocês acreditem que por "mera coincidência" o passaporte de um dos piratas do ar que voou contra as Torres Gémeas, conseguiu sobreviver ao inferno de fogo que todos já vimos a ser repetido na televisão centenas de vezes e que também por "mera coincidência", esse mesmo passaporte foi encontrado numa das ruas de Nova Iorque, em estado quase perfeito. Sim, eles, os supremacistas judeus que comandam o "sistema", julgam que nós somos todos muito estúpidos e por isso mesmo é que eles insistem nestas mentiras que não têm ponta por onde se lhe pegue!

A somar-se aos indícios que são mais do que muitos e que provam de forma inquestionável e irrefutável que o atentado de Christchurch foi perpetrado pela entidade sionista, temos ainda o passado muito nublado de "Brendon Tarrant", um homem que tanto quanto se sabe não era de família abastada, nem possuía bons recursos económicos, mas que, no entanto, conseguiu inexplicavelmente arranjar dinheiro suficiente para andar a viajar pelo Mundo durante anos a fio. Sobre estas tais viagens, não se sabe também quase nada e ao que parece, não há sequer fotografias das mesmas. Estranho, não acham?... Não é preciso ser-se muito inteligente para se perceber que há imensa coisa que não encaixa na "versão oficial" que os media nos querem impingir sobre o atentado de Christchurch.

Qual é o objectivo deste tipo de ataques? Pessoalmente e para concluir, só posso considerar que este tipo de operações de bandeira falsa servem principalmente três objectivos, a saber:

  • Provocar uma guerra civil entre os muçulmanos e o Ocidente. Desde há muito que Judeia quer envenenar a mente dos ocidentais contra o Islão e vice-versa. Aliás, não é ao acaso que o Estado de Israel apoia o Wahabismo radical da Arábia Saudita, ao passo que diaboliza o Islão Xiita que é praticado pela maioria dos iranianos. Aos israelitas não lhes interessa um Islão moderado e pacífico como o da República Islâmica do Irão, pois tal não serve os interesses geopolíticos do Sionismo Internacional. O que Israel quer é mais terrorismo islâmico e tarados wahabitas a berrarem insanidades em mesquitas, precisamente para que Israel possa ter um pretexto para atacar os muçulmanos e espalhar o caos por todo o Médio Oriente. A titulo de exemplo, é exactamente neste contexto que Israel fornece armamento e cuidados médicos aos terroristas wahabitas que têm destruído a Síria ao longo dos últimos anos. 

  • A diabolização dos nacionalistas no Ocidente. A Estrutura de Controlo Sionista sabe que os nacionalistas são hoje a última barreira que resta ao avanço da Nova Ordem Mundial e à consequente instauração de um governo mundial totalitário e é precisamente por este motivo que a sinistra entidade sionista tudo faz para nos destruir e descredibilizar junto da população. Ataques como o de Christchurch servem apenas para sujar a imagem dos nacionalistas, que não tardam a ser colectivamente descritos como "terroristas" e "radicais de extrema-direita" pelos corruptos media que estão ao serviço do "sistema". 

  •  A desculpa perfeita para desarmar a população. Logo no rescaldo do atentado de Christchurch, a Primeira-Ministra da Nova Zelândia anunciou que tinha intenções de reforçar as leis de acesso às armas no seu País e ao que parece, tal projecto parece estar já em andamento. Uma população desarmada, é uma população indefesa e incapaz de opor qualquer espécie de resistência séria ao governo mundial totalitário que a entidade sionista tem preparado para nós. Não é ao acaso que são precisamente supremacistas judeus que têm estado por detrás dos projectos de lei para travar o acesso dos cidadãos às armas nos Estados Unidos, porém, para Israel esses mesmos supremacistas judeus defendem a total liberdade de uso e porte de arma. 

Nada do que se está a passar no Mundo acontece ao "acaso" ou por "mera coincidência". Nada.


João José Horta Nobre
18 de Março de 2019

domingo, 24 de fevereiro de 2019

23 de Fevereiro Foi o Dia em Que a Judiaria Internacional Foi Exposta ao Ridículo na Venezuela




"Não conseguiremos atingir uma Nova Ordem Mundial sem pagar por isso em sangue e também em palavras e dinheiro." - Arthur M. Schlesinger, Jr (1917 - 2007)

Após semanas a ameaçar a Venezuela e o regime chavista, o tão badalado "23 de Fevereiro" acabou por se finar numa humilhação para o Império Anglo-Sionista e a judiaria internacional, que está aos comandos do cartel globalista.

A derrota é de tal forma humilhante e pesada, que até a própria imprensa do "sistema" já reconhece o fracasso patente em que se está rapidamente a transformar a última tentativa de "regime change" na Venezuela. Os números falam por si. Para começar, não mais do que 20,000 pessoas atenderam o evento organizado pelo globalista milionário Richard Branson. A imprensa do "sistema" falava em 200,000 mil participantes, porém, como a mentira sempre teve perna curta, a verdade sobre o que realmente se passou não tardou a vir ao de cima.

No que a deserções diz respeito, o máximo que os anglo-sionistas conseguiram obter foi a patética deserção de 23 militares e pelo caminho, vários camiões da tal "ajuda humanitária" anglo-sionista (ahahahahhahah, deixem-me rir!) ainda acabaram incendiados por apoiantes do Presidente Nicolás Maduro.

Os nacionalistas têm hoje o dever moral de apoiar o regime chavista pelo simples facto de que o inimigo do regime chavista, é também o nosso inimigo mortal. Quem está indubitavelmente por detrás de toda a campanha internacional para derrubar Maduro e destruir o regime chavista, é a judiaria internacional e os seus respectivos lacaios políticos e mediáticos.

A judiaria internacional nunca perdoou o apoio que Hugo Chávez concedeu à causa palestiniana e não tolera as boas relações que o regime chavista mantém com a República Islâmica do Irão, entre outros inimigos declarados do Império Anglo-Sionista. Pior ainda, para a judiaria internacional é inadmissível que a Venezuela tenha um regime que ousou passar ao lado do dólar e começar a realizar transacções de petróleo usando o petroyuan, ao passo que dava as boas vindas a uma potencial base aérea russa em território venezuelano, ou seja, mesmo às portas do Império Anglo-Sionista.

Mas afinal de que se queixam os anglo-sionistas? Acaso não foram eles que começaram por abrir bases militares na Europa de Leste, mesmo debaixo das barbas da Federação Russa e com a clara intenção de ameaçar e conter esta? Se os anglo-sionistas e a NATO não querem a Rússia na Venezuela, então eles que façam as malas e desandem primeiro da Polónia, da Ucrânia e dos países bálticos.

A judiaria internacional bem que pode fazer a sua choradeira do costume sobre o Holocausto e o terrível "anti-semitismo" do raio que a parta, que isso não a iliba dos seus crimes que são muitos e muito graves.

Eu não tenho a mais pequena dúvida de que o Império Anglo-Sionista e os seus comparsas são responsáveis pelos piores crimes que alguma vez se cometeram na história da Humanidade. Esta gente, este gangue de criminosos sedentos de sangue, é directamente responsável por milhões de mortos em dezenas de países. A Venezuela é apenas mais um alvo na lista de abate da judiaria internacional, que não irá parar de espalhar morte e sofrimento até que a mesma seja obrigada a tal.

Os Estados Unidos e as tais "democracias" luminosas da União Europeia, entre as quais se conta Portugal, estão completamente dominadas pelo poder da judiaria internacional, que para além de controlar os nossos governos, controla também os media e influencia directa ou indirectamente a justiça, por via de sociedades secretas como a maçonaria. No que ao dinheiro diz respeito, a "mão invisível" de Adam Smith, é na realidade a "mão invisível" da judiaria internacional, pois é esta que de facto controla a Reserva Federal Americana, controla Wall Street, controla o Banco de Compensações Internacionais, controla o Banco Central Europeu, controla o Banco de Inglaterra e controla os bancos da City de Londres.Toda a máquina monetária do Ocidente está nas mãos da judiaria internacional e quem vos disser o contrário disto está a mentir com todos os dentes que tem na boca.

A "democracia" para a judiaria internacional é apenas um meio para se atingir um fim e este fim, sem sombra de dúvida, é a destruição das nações e a consequente instauração de um governo mundial totalitário. A guerra que está neste momento a ser travada contra o cartel globalista é uma guerra contra o poder e a eterna perversão e maldade que são oriundas de Judeia. A batalha da Venezuela é neste contexto apenas mais um capítulo nesta épica luta que está em curso desde 70, o ano em que o Segundo Templo de Jerusalém foi destruído pela tropa romana às ordens do Imperador Tito e do General Tibério Júlio Alexandre.

Não há lugar para "neutros" nesta guerra. Quem não está connosco, quem não defende neste momento o regime chavista, não pode defender a causa das nações. No fim, admito que até poderemos perder a Venezuela, há ainda essa possibilidade, porém, isso não significará de forma alguma a derrota dos nacionalistas na grande guerra anti-globalista que está em curso. 

Por fim e em jeito de conclusão, desejo apenas deixar uma breve nótula sobre a Igreja Católica e o seu apoio semi-declarado ao traidor Juan Guaidó. Quero frisar que tal comportamento da parte da Igreja não me surpreende minimamente, pois a Igreja sempre foi a prostituta de serviço dos globalistas e sempre fez causa comum com a judiaria internacional. Como tal e porque a Igreja tem um ódio de morte aos nacionalistas que já nem sequer tenta ocultar, não há portanto nada de novo na postura da Igreja relativamente à crise venezuelana.

João José Horta Nobre
24 de Fevereiro de 2019


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Que Mal é Que a Venezuela Fez a Portugal?




"Aquilo que conta verdadeiramente não é a verdade, mas sim, aquilo que é percebido como sendo a verdade." - Henry Kissinger (1923 - )

Depois de Portugal, à margem do direito internacional em vigor, ter reconhecido esta semana o traidor Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela, ontem, alegadamente, foi a vez de Portugal entrar também na guerra económico-financeira que está em curso contra a Venezuela e por via do Novo Banco, suspender uma transferência de fundos do governo legítimo da Venezuela para bancos no Uruguai.

Entretanto, o sonsinho que ocupa o cargo de Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, sua excelência refinada, Augusto Santos Silva, veio afirmar hipocritamente depois de reconhecer ilegalmente Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela, que a crise na Venezuela não se deve resolver "pela intervenção externa"! Ora esta, então o que Portugal, em conjunto com o lixo político da União Europeia, tem feito ao longo dos últimos dias, se não é "intervenção externa", é o quê?! A sorte desta gente, realmente, é a de que o ridículo não mata...

Gostava de saber que mal é que a Venezuela fez a Portugal? Que crime ou ofensa é que o governo de Nicolás Maduro cometeu contra Portugal, que justifique este despudorado ataque da parte do governo e de entidades bancárias portuguesas contra a Venezuela? Vão-me dizer o quê? Que isto é retaliação diplomática pelo facto de o governo venezuelano ter acusado Portugal de sabotar a importação de pernil de porco no Natal de 2017?!?

Adiante...

Dizem as luminárias da nossa Pátria que a Venezuela não é uma "democracia" e que Maduro é um "ditador" e que, portanto, isto só por si justifica o assalto em curso contra a República Bolivariana da Venezuela. Curioso, curioso mesmo, é que o actual regime português que assim ataca a Venezuela, é o mesmo regime que foi implantado à força de um golpe de Estado nos idos de 1974 e que legalmente, tem por base uma Constituição que até hoje nunca foi sujeita a referendo por uma única vez!

Tenho ouvido muito os "democratas" de plantão e ao serviço da escumalha do costume, falarem da "ameaça nacionalista" e inventarem estórias fantásticas sobre como nós nacionalistas somos uma ameaça à paz, aos "direitos humanos" e sei lá mais o quê. No entanto, não é difícil de se reparar em como são precisamente estes mesmos "democratas" que sistematicamente fazem bullying sobre países mais fracos e incapazes de se defenderem sem auxílio externo. Pior ainda, os "democratas" que agora querem trazer a luminosa "democracia" à Venezuela, são exactamente o mesmo gangue que ao longo das últimas décadas tem espalhado terror e morte um pouco por todo o Mundo e a cassete que se repete é sempre a mesma de cada vez que se regista mais uma "humanitária" operação de "regime change".




Não foram nacionalistas, nem "neonazis" ou "fascistas pavorosos" que destruíram a Líbia, o Iraque, a Síria e têm promovido golpes de Estado e guerras sucessivas por toda a América Latina, África e Médio Oriente ao longo das últimas décadas. Quem tem sido responsável por toda esta obra "humanitária" são "democratas" ao serviço de interesses obscuros e agendas ocultas. 

Espero sinceramente que a Venezuela e o legítimo governo da Venezuela tenham o mínimo de dignidade e façam transmitir ao governo de Portugal que ou este volta atrás e deixa de reconhecer Juan Guaidó como Presidente interino, ou não restará outra escolha ao governo da Venezuela que não seja a de pura e simplesmente cortar relações diplomáticas com Portugal e expulsar o embaixador português em Caracas. A Venezuela não se deve deixar enxovalhar desta forma por um regime de merda como o é o da Terceira República Portuguesa, que há 44 anos saqueia o povo português e o mantém sequestrado numa teia de mentiras e enganos ao serviço do Sionismo Internacional organizado. O regime criminoso e altamente corrupto que governa Portugal, não tem moral para dar lições seja sobre o que for, seja a quem for.

Nicolás Maduro é o legítimo Presidente da Venezuela e vai continuar a ser o  legítimo Presidente da Venezuela, independentemente daquilo que os globalistas digam ou façam. Aliás, já estão à vista os primeiros sinais do falhanço desta última tentativa de provocar uma "revolução colorida" na Venezuela. Pouco a pouco, é cada vez mais evidente como Washington não está a conseguir nem provocar uma revolta popular contra o regime de Maduro, nem um levantamento militar pró-Guaidó. As Forças Armadas Venezuelanas não são estúpidas e sabem perfeitamente bem que Juan Guaidó não passa de uma marioneta nas mãos do Império Anglo-Sionista

O que os globalistas querem não é a "democracia" na Venezuela, mas sim, o ouro e o petróleo da Venezuela, a par do afastamento da Venezuela da esfera de influência russo-chinesa. É que sabem, o regime chavista cometeu o "pecado" capital de deixar de receber e enviar pagamentos em dólar em transações relacionadas à venda de petróleo bruto. A Venezuela nos últimos anos tomou medidas no sentido de se livrar de vez do dólar e foi por isso que os comerciantes petrolíferos venezuelanos começaram a converter as suas faturas em euros e a preparar a transição para o petroyuan, de forma a transformar progressivamente o dólar numa moeda irrelevante para a economia venezuelana. Os media do "sistema", que tanto têm "analisado" a situação na Venezuela ao longo dos últimos dias, parece que se têm "esquecido" de referir estes factos, mas lá está, depois o "anti-democrata" e "propagandista ao serviço de Putin" sou eu e os apoiantes de Nicolás Maduro. 

João José Horta Nobre
6 de Fevereiro de 2019


sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Está Neste Momento em Curso Uma Revolução Colorida na Venezuela




«EL PRESIDENTE JUAN “CIA” GUIADÓ TAKES CHARGE OF THE LATIN SAUDI ARABIA»


Está neste momento em curso uma Revolução Colorida na Venezuela (mais uma...), que tem como objectivo derrubar o regime Chavista. A mão invisível que está por detrás desta última tentativa de "regime change" é a do Sionismo Internacional e os seus lacaios do Império Anglo-Sionista, em conjunto com as prostitutas imundas da União Europeia. 

Nada do que se está a passar na Venezuela é novo, ou deve surpreender seja quem for. Pelo contrário, desde que os chavistas tomaram o poder em 1998, que o Império Anglo-Sionista os quer arrancar do poder e humilhar, custe o que custar

O auto-proclamado "Presidente" Juan Guaidó, que é apoiado pelos trafulhas do costume, não passa de um traidor e de um lacaio sem honra ao serviço da judiaria internacional organizada. Maduro deve agir com a máxima repressão e terror sobre este canalha e os seus apoiantes, antes que seja tarde demais para o seu regime e acima de tudo, para a Venezuela.[1] Na Síria, a situação nunca teria chegado ao que chegou, se o regime de Bashar al-Assad tivesse agido logo de início com a máxima impiedade e força contra as manifestações ditas "democráticas", que rapidamente se transformaram numa sublevação armada e alimentada a partir do exterior pela Arábia Saudita, em conluio com Israel e os Estados Unidos. 

É uma velha táctica dos sionistas fazer da "democracia" e dos "direitos humanos" um pretexto para impor a sua vontade a terceiros. Quando um dado regime ou sistema político não convém a esta gentalha, toca de berrarem "democracia" e "direitos humanos" ad infintum nos media controlados por eles mesmos. Aliás, não sei se já repararam, mas desde que começou esta última tentativa de Revolução Colorida na Venezuela, é notório como os media do "sistema" estão a agir todos em uníssono, de forma claramente concertada. O motivo para isto, para este comportamento da parte da lügenpresse, deve-se ao facto de a mesma estar directa ou indirectamente toda sob o controlo da judiaria internacional. Desde o século XIX que o alto capital judaico tem demonstrado uma grande preocupação em adquirir e dominar os media, pois Sião sabe que o controlo da mente das populações é um passo essencial na sua rota para a conquista da Humanidade, e a consequente sujeição da mesma a um futuro governo mundial totalitário gerido a partir de Jerusalém.

Eu não tenho, nem nunca tive, qualquer interesse pessoal em apoiar o regime chavista. No entanto e do ponto de vista meramente estratégico, é essencial para os nacionalistas que as garras do Império Anglo-Sionista se mantenham bem longe da Venezuela. Por este mesmo motivo é que eu reitero e subscrevo integralmente o que escrevi por ocasião da última tentativa de "regime change" na Venezuela, em Agosto de 2017:




 
 
Um dos grandes paradoxos da luta global que está neste momento a ser travada contra a Nova Ordem Mundial, é a de que ocasionalmente, os nacionalistas são obrigados a fazer alianças com forças políticas teoricamente anti-nacionais, de forma a travar males maiores. O apoio de muitos nacionalistas como eu ao regime chavista e até mesmo ao regime norte-coreano, deve-se exactamente a este factor. 

A única coisa que eu desejo é ver o projecto globalista e as forças do Sionismo Internacional que estão directamente por detrás do mesmo, totalmente derrotadas e enfiadas de uma vez por todas no célebre "caixote de lixo da história". Se necessário for, podem ter a certeza de que até o próprio Diabo eu irei apoiar para ver este objectivo atingido. Pode levar ainda muito tempo mas podem ter a certeza, o objectivo em causa, custe o que custar, será atingido e a cabala globalista, eventualmente, será destruída de uma vez por todas.

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Nota:
[1] Maduro deve também, sem demora, reconhecer que o seu regime errou no plano económico, pedir desculpa publicamente ao povo venezuelano pelos seus erros e deixar-se de uma vez por todas de tentar construir a irrealizável utopia socialista na Venezuela. De seguida, deve deixar quem percebe realmente de economia, tratar de recuperar a desgraça a que o seu regime reduziu a economia venezuelana.

João José Horta Nobre
25 de Janeiro de 2018


quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A Solução Para o Problema do Gueto do Jamaica é Simples



 «Devemos aprender a odiar os nossos inimigos.» - Josef Estaline (1879 - 1953)

Convenhamos que a solução para o problema do gueto do Jamaica é simples, só precisa é de haver vontade revolucionária. Assim sendo e porque eu sou um fascista sem escrúpulos, desenvolvi um plano de acção absolutamente imoral e assente em três pontos que, decerto, se aplicados de forma científica, permitirão resolver todos os nossos problemas sem demora.


1º - O camarada Mário Machado deve de ser promovido a Intendente-Geral da Polícia com efeitos imediatos. Após uma análise cuidadosa e aprofundada do currículo e da obra do camarada Mário, fiquei com a certeza absoluta de que o camarada Mário é o homem certo para ser o grande chefe do policiamento da Pátria.


2º - Há que construir pelo menos um campo de concentração em cada distrito e mandar para lá os responsáveis pela situação a que o País chegou, a saber: os comunistas, os padres, os liberais, os maçons, os banqueiros, os deputados, os jornalistas, os professores universitários, os oficiais inúteis das forças armadas, os traidores de toda espécie e mais a tralha do lobby gay. 


3º - Os guetos e os bairros problemáticos devem de ser sujeitos a um ultimato, isto é, ou os respectivos habitantes dos mesmos se rendem e entregam todas as armas e a droga, ou serão metralhados na hora pelas forças da ordem. Pensando bem, creio até que quando a polícia é forçada a operar em determinados bairros dominados por gangues de "jovens", ao invés de usar gás lacrimogéneo, devia era de disparar gás sarin e napalm para ver se o bicho morre logo todo de uma só vez.

Ámen!


João José Horta Nobre[1]
23 de Janeiro de 2019

Nota:[1]O autor desta pérola ultra-reaccionária é o militante Nº53496 do Partido Fascista Português (PFP) e assume-se como anti-cristão, anti-semita, islamófobo, homofóbico, racista, xenófobo, machista e nazi pró-russo nas horas vagas. Também é membro da Sociedade Portuguesa dos Amigos do Hezbollah (SPAH) e desde 2013 que ocupa o cargo de Vice-Presidente da Frente Nacional-Socialista dos Trabalhadores Portugueses (FNSTP).

E agora, para desanuviar, Toffee e o Gorilla:

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

O Eixo Anti-Sionista Nunca Foi Tão Forte Como Hoje



«Há-de chegar o dia em que todas as mentiras colapsarão sob o seu próprio peso e a verdade triunfará de novo.» - Joseph Goebbels (1897 - 1945)

A guerra que o Império Anglo-Sionista lançou em 2011 contra a Síria, levou ao aprofundamento das relações e alianças entre vários países, que não tardarão a fazer Israel e os sionistas pagarem os olhos da cara pela sua arrogância criminosa.

Vejamos, a Síria hoje possui mísseis com capacidade e precisão para atingir qualquer edifício ou instalação militar em Israel. A somar a isto, Bashar al-Assad conta hoje com um sistema integrado de defesa anti-aérea que é inúmeras vezes superior e mais capaz do que aquilo que o seu regime possuía em 2011. As defesas anti-aéreas da Síria em 2011 estavam reduzidas a antigos sistemas de origem soviética, que pouco ou nada conseguiam fazer contra a moderníssima Força Aérea Israelita. Hoje, muito por culpa da sua arrogância que os levou inclusive a provocar o abate de um avião militar russo em Setembro passado, os caças israelitas que se atreverem a penetrar no espaço aéreo da Síria, irão ver-se confrontados com todo um conjunto de novas tecnologias anti-aéreas, que vão desde os modernizados Buk M1 e M2 aos extremamente capazes S-300 e Pantsir S-1. A somar-se a todo este arsenal que já não é pouco, os sírios contam ainda com poderosos meios de guerra electrónica com os quais apenas podiam sonhar em 2011.

Por sua vez, o Hezbollah (Oi vey!) tem hoje preparadas bases subterrâneas em zonas montanhosas onde armazena um incalculável número de mísseis de médio e longo alcance que possuem um elevado grau de precisão. Os generais israelitas sabem que o Hezbollah nunca foi tão forte como hoje e que em caso de uma nova guerra no Líbano, não haverá uma única cidade israelita que consiga escapar à ira bélica do movimento xiita libanês. A guerra na Síria criou um laço de irmandade entre o Hezbollah, a Síria e o Irão, que teria sido impossível de forjar sem o conflito. Mais do que nunca, o eixo anti-israel que se estende de Teerão a Beirute, (passando discretamente por Moscovo...), está determinado em acabar de vez com o regime de terror judaico-sionista que há décadas só faz é trazer guerra e sofrimento ao Médio Oriente.

O Iraque, em tempos governado pelo sunita Saddam, está hoje sob o controlo firme de um regime xiita e naturalmente aliado do Irão. A guerra contra o Estado Islâmico veio apenas reforçar os laços entre os sírios e os iraquianos que sabem perfeitamente bem que quem esteve directamente por detrás da invasão do Iraque em 2003, da Primavera Árabe, da suposta "revolução democrática" na Síria e da criação do Estado Islâmico, foi a "mão invisível" do Sionismo Internacional. A aliança dos sírios com os iraquianos criou uma situação inédita em que pela primeira vez na história, a Força Aérea Iraquiana tem liberdade total para bombardear alvos do Estado Islâmico em solo sírio e o Exército Iraquiano pode entrar na Síria para combater o jihadismo em qualquer momento que julgue oportuno fazê-lo e sem necessitar de autorização prévia da parte do regime de Bashar al-Assad.

Israel está hoje a perder em todas as frentes e pouca ou nenhuma margem de manobra resta aos sionistas para inverter o rumo da grave situação que eles próprios criaram. A judiaria internacional bem que pode aplicar todas as sanções e mais algumas contra o Irão, a Síria e a Rússia, que isso não irá alterar nem um pouco a realidade da situação no terreno. Trump, e agora o aventureiro Bolsonaro, podem igualmente mudar as embaixadas que quiserem para Jerusalém, numa vã tentativa de apaziguar o lobby sionista que tanto temem[1], que nada disto irá também alterar qualquer aspecto da crua realidade que se está a concretizar no Levante. O facto é que o eixo anti-sionista nunca foi tão forte como hoje. Este foi o resultado directo da guerra que o Império Anglo-Sionista lançou contra a Síria em 2011.

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Notas:
[1] No caso de Bolsonaro, o que ele teme principalmente é o lobby evangélico que, por sua vez, não passa de uma correia de transmissão dos interesses sionistas.

João José Horta Nobre
07 de Janeiro de 2019


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O Fascismo e a Religião - Parte I



«O nosso dever é continuarmos a segurar a posição perdida, sem esperança, sem salvamento, tal como aquele soldado Romano cujos ossos foram encontrados em frente a uma porta em Pompeia, porque, durante a erupção de Vesúvio se esqueceram de o render e por isso o mesmo morreu no seu posto.» - Oswald Spengler (1880 - 1936)

Quando Mussolini escreveu o panfleto anti-religioso que dá pelo título de Deus Não Existe, em 1904, o mesmo era ainda um activo e destacado militante de extrema-esquerda e por esse motivo, o texto deve ser lido tendo em conta esse mesmo factor. No entanto, parece-me inegável que este ateísmo declarado por parte do "pai do Fascismo", é uma peça essencial para se perceber mais a fundo a própria ideologia fascista, que, diga-se de passagem, nunca deve ser analisada sem se estudar primeiro o Futurismo, movimento cultural este, que foi o verdadeiro pai ideológico do Fascismo em termos de estética, linguagem e estilo.

Pode-se dizer que todo o fenómeno político-ideológico fascista emerge directamente a partir do Futurismo e uma leitura do Manifesto Futurista de Filippo Marinetti pode confirmar isto mesmo. O culto da violência, da agressividade revolucionária e da acção bruta, elementos essenciais do Fascismo ortodoxo politicamente organizado, foi uma das marcas de todos os regimes fascistas ou para-fascistas. Este culto e apelo à violência como meio de transformação radical da sociedade, ao contrário do que muitos hoje julgam, não foi algo "copiado" aos marxistas, mas foi introduzido pelo Manifesto Futurista de Marinetti. Deixo-vos aqui algumas passagens do referido manifesto, só para que tenham uma mínima noção daquilo de que estamos aqui a falar:

«Nós [os futuristas] queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.»

«Não há mais beleza, a não ser na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças desconhecidas, para obrigá-las a prostrar-se diante do homem.»

«Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher.»

«Nós queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de toda natureza, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.»

«É da Itália, que nós lançamos pelo mundo este nosso manifesto de violência arrebatadora e incendiária, com o qual fundamos hoje o "Futurismo", porque queremos libertar este país da sua fétida gangrena de professores, de arqueólogos, de cicerones e de antiquários. Já é tempo de a Itália deixar de ser um mercado de belchiores. Nós queremos libertá-la dos inúmeros museus que a cobrem toda de inúmeros cemitérios.»

Julgo que o que ficou transcrito acima, basta para se perceber a "massa" de que eram feitos os futuristas. Foram estes mesmos futuristas, com Marinetti à cabeça, que vieram posteriormente a ser os verdadeiros fundadores da doutrina fascista. Sem Futurismo não haveria Fascismo e é também inegável que sem Marinetti, provavelmente também nunca teria havido Mussolini. Escusado será dizer que do ponto de vista religioso e em termos gerais, os futuristas eram bastante avessos ao Cristianismo e viam mesmo a Igreja Católica como sendo apenas mais um "museu" que tinha de ser abatida a todo o custo, através da tal "violência arrebatadora e incendiária", que os mesmos tanto apregoavam.

Constitui, naturalmente, um desafio para a mente entender a admiração que homens como Franco e Salazar - que todos sabemos terem sido profundamente católicos - tiveram por Mussolini e pelo Fascismo. Vale a pena reflectir um pouco sobre esta estranha relação que inúmeros católicos e cristãos mantiveram com o Fascismo, que era de raiz uma ideologia tão ou até ainda mais anti-cristã do que o próprio Marxismo. 

A meu ver, creio que a aproximação da Igreja aos regimes fascistas e vice-versa foi meramente uma aliança de conveniência, impulsionada pelas circunstâncias sociais da época. Isto é, muitos católicos das décadas de 1920 e 1930 viram nos Camisas Negras de Mussolini uma guarda que os poderia proteger dos avanços do Marxismo e os Camisas Negras, por sua vez, ficaram felizes por ter a Igreja assim do seu lado, sendo que passava a ser menos um inimigo que teriam de enfrentar. Esta "trégua" com a Igreja foi algo que aliviou a pressão sobre o movimento fascista e permitiu que o mesmo se concentrasse exclusivamente no combate contra o Comunismo e a Democracia Liberal, que eram e ainda são, de longe, os dois grandes némesis ideológicos do Fascismo. 

Por outro lado, controlar os púlpitos das igrejas também era estrategicamente muito importante para os fascistas, pois assim passavam a ter um imenso poder de propaganda sobre a população. Cada padre era um potencial propagandista do regime fascista e um enaltecedor das virtudes do Duce. Esta aliança de conveniência entre fascistas e católicos era, portanto, "ouro sobre azul" e também não foi ao acaso que, posteriormente, durante a Segunda Guerra Mundial e à medida que os desastres militares italianos se acumulavam, aumentava também na mesma proporção a proximidade do regime fascista italiano para com a Igreja.

No caso muito específico de Portugal, é legítimo perguntar se o Professor Salazar[1] e muitos dos católicos que por cá admiravam Mussolini e o Fascismo, alguma vez tiveram uma noção correcta do nível do desprezo que muitos fascistas italianos nutriam pela religião e por tudo aquilo que "cheirasse" a passado?[2] Creio que não...  

O Fascismo, na sua fórmula ideológica original, advoga o culto da violência pela violência e a guerra pela guerra. Isto são, obviamente, conceitos absolutamente incompatíveis com a doutrina cristã. Ao passo que a filosofia de Cristo nos ensina que "quem vive pela espada, morre pela espada", a doutrina do Fascismo - que bebe directamente do Futurismo - ensina-nos que o tal "viver pela espada" é não apenas uma virtude, como também uma forma de se preservar a necessária "higiene" social.

O Fascismo é, no fundo, uma antítese do Cristianismo. À "moleza humanitária dos sermões de Cristo" como o nosso Ricardo Reis os descreveu, o Fascismo contrapôs a acção violenta como meio de transformação do homem e da sociedade. No entanto, o Fascismo não é, nem nunca foi anti-humanitário. Aquilo que o Fascismo advoga é algo que pode ser descrito como um "humanitarismo belicista" em que o homem e a Civilização são esculpidos e aperfeiçoados pela guerra e pela violência, que são encaradas pela doutrina fascista não como algo maligno ou inerentmente mau, mas sim, como elementos necessários para se conseguir atingir e preservar a "pureza" e "higiene social".

Julgo que não é muito difícil de se entender porque é que o Fascismo, que é sob todos os pontos de vista a mais espartana de todas as ideologias, seduziu a juventude italiana em massa e criou raízes por toda a Europa que duram até aos dias de hoje.

Muito há ainda por se dizer sobre a estranha relação que os fascistas tiveram com a religião e as inúmeras tendências religiosas que existaram dentro do movimento fascista, desde os adeptos de um renascimento neopagão/esotérico, aos ultra-católicos, de tudo houve no seio ideológico dos fascismos. Quando a minha paciência (e o tempo...) assim o permitir, espero de voltar a este tema deveras interessante. Por ora, fico-me por aqui.  

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Notas:
[1] Salazar não foi um fascista ortodoxo, mas teve, especialmente durante as décadas de 1920 e 1930, uma clara admiração e proximidade para com a ideologia fascista que durou pelo menos até ao fim da Segunda Guerra Mundial, ponto a partir do qual se afastou definitvamente do Fascismo italiano.
[2] De há uns anos a esta parte, soma e segue por aí uma ideia falsa de que os fascistas eram "tradicionalistas", no entanto, só profere tamanha asneira quem não conhece minimamente a ideologia fascista por dentro e desconhece as raízes futuristas da mesma. Que fique bem claro que o Futurismo é uma antítese do Tradicionalismo e por isso mesmo, o Fascismo na sua fórmula ideológica original nunca quis recuperar nenhuma utopia passada, mas sim, reinventar a própria Nação e o Nacionalismo de forma violenta e radical. Por este mesmo motivo o Fascismo não é, nem nunca foi tradicionalista.

João José Horta Nobre
26 de Dezembro de 2018
 
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