quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Que Mal é Que a Venezuela Fez a Portugal?




"Aquilo que conta verdadeiramente não é a verdade, mas sim, aquilo que é percebido como sendo a verdade." - Henry Kissinger (1923 - )

Depois de Portugal, à margem do direito internacional em vigor, ter reconhecido esta semana o traidor Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela, ontem, alegadamente, foi a vez de Portugal entrar também na guerra económico-financeira que está em curso contra a Venezuela e por via do Novo Banco, suspender uma transferência de fundos do governo legítimo da Venezuela para bancos no Uruguai.

Entretanto, o sonsinho que ocupa o cargo de Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, sua excelência refinada, Augusto Santos Silva, veio afirmar hipocritamente depois de reconhecer ilegalmente Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela, que a crise na Venezuela não se deve resolver "pela intervenção externa"! Ora esta, então o que Portugal, em conjunto com o lixo político da União Europeia, tem feito ao longo dos últimos dias, se não é "intervenção externa", é o quê?! A sorte desta gente, realmente, é a de que o ridículo não mata...

Gostava de saber que mal é que a Venezuela fez a Portugal? Que crime ou ofensa é que o governo de Nicolás Maduro cometeu contra Portugal, que justifique este despudorado ataque da parte do governo e de entidades bancárias portuguesas contra a Venezuela? Vão-me dizer o quê? Que isto é retaliação diplomática pelo facto de o governo venezuelano ter acusado Portugal de sabotar a importação de pernil de porco no Natal de 2017?!?

Adiante...

Dizem as luminárias da nossa Pátria que a Venezuela não é uma "democracia" e que Maduro é um "ditador" e que, portanto, isto só por si justifica o assalto em curso contra a República Bolivariana da Venezuela. Curioso, curioso mesmo, é que o actual regime português que assim ataca a Venezuela, é o mesmo regime que foi implantado à força de um golpe de Estado nos idos de 1974 e que legalmente, tem por base uma Constituição que até hoje nunca foi sujeita a referendo por uma única vez!

Tenho ouvido muito os "democratas" de plantão e ao serviço da escumalha do costume, falarem da "ameaça nacionalista" e inventarem estórias fantásticas sobre como nós nacionalistas somos uma ameaça à paz, aos "direitos humanos" e sei lá mais o quê. No entanto, não é difícil de se reparar em como são precisamente estes mesmos "democratas" que sistematicamente fazem bullying sobre países mais fracos e incapazes de se defenderem sem auxílio externo. Pior ainda, os "democratas" que agora querem trazer a luminosa "democracia" à Venezuela, são exactamente o mesmo gangue que ao longo das últimas décadas tem espalhado terror e morte um pouco por todo o Mundo e a cassete que se repete é sempre a mesma de cada vez que se regista mais uma "humanitária" operação de "regime change".




Não foram nacionalistas, nem "neonazis" ou "fascistas pavorosos" que destruíram a Líbia, o Iraque, a Síria e têm promovido golpes de Estado e guerras sucessivas por toda a América Latina, África e Médio Oriente ao longo das últimas décadas. Quem tem sido responsável por toda esta obra "humanitária" são "democratas" ao serviço de interesses obscuros e agendas ocultas. 

Espero sinceramente que a Venezuela e o legítimo governo da Venezuela tenham o mínimo de dignidade e façam transmitir ao governo de Portugal que ou este volta atrás e deixa de reconhecer Juan Guaidó como Presidente interino, ou não restará outra escolha ao governo da Venezuela que não seja a de pura e simplesmente cortar relações diplomáticas com Portugal e expulsar o embaixador português em Caracas. A Venezuela não se deve deixar enxovalhar desta forma por um regime de merda como o é o da Terceira República Portuguesa, que há 44 anos saqueia o povo português e o mantém sequestrado numa teia de mentiras e enganos ao serviço do Sionismo Internacional organizado. O regime criminoso e altamente corrupto que governa Portugal, não tem moral para dar lições seja sobre o que for, seja a quem for.

Nicolás Maduro é o legítimo Presidente da Venezuela e vai continuar a ser o  legítimo Presidente da Venezuela, independentemente daquilo que os globalistas digam ou façam. Aliás, já estão à vista os primeiros sinais do falhanço desta última tentativa de provocar uma "revolução colorida" na Venezuela. Pouco a pouco, é cada vez mais evidente como Washington não está a conseguir nem provocar uma revolta popular contra o regime de Maduro, nem um levantamento militar pró-Guaidó. As Forças Armadas Venezuelanas não são estúpidas e sabem perfeitamente bem que Juan Guaidó não passa de uma marioneta nas mãos do Império Anglo-Sionista

O que os globalistas querem não é a "democracia" na Venezuela, mas sim, o ouro e o petróleo da Venezuela, a par do afastamento da Venezuela da esfera de influência russo-chinesa. É que sabem, o regime chavista cometeu o "pecado" capital de deixar de receber e enviar pagamentos em dólar em transações relacionadas à venda de petróleo bruto. A Venezuela nos últimos anos tomou medidas no sentido de se livrar de vez do dólar e foi por isso que os comerciantes petrolíferos venezuelanos começaram a converter as suas faturas em euros e a preparar a transição para o petroyuan, de forma a transformar progressivamente o dólar numa moeda irrelevante para a economia venezuelana. Os media do "sistema", que tanto têm "analisado" a situação na Venezuela ao longo dos últimos dias, parece que se têm "esquecido" de referir estes factos, mas lá está, depois o "anti-democrata" e "propagandista ao serviço de Putin" sou eu e os apoiantes de Nicolás Maduro. 

João José Horta Nobre
6 de Fevereiro de 2019


sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Está Neste Momento em Curso Uma Revolução Colorida na Venezuela




«EL PRESIDENTE JUAN “CIA” GUIADÓ TAKES CHARGE OF THE LATIN SAUDI ARABIA»


Está neste momento em curso uma Revolução Colorida na Venezuela (mais uma...), que tem como objectivo derrubar o regime Chavista. A mão invisível que está por detrás desta última tentativa de "regime change" é a do Sionismo Internacional e os seus lacaios do Império Anglo-Sionista, em conjunto com as prostitutas imundas da União Europeia. 

Nada do que se está a passar na Venezuela é novo, ou deve surpreender seja quem for. Pelo contrário, desde que os chavistas tomaram o poder em 1998, que o Império Anglo-Sionista os quer arrancar do poder e humilhar, custe o que custar

O auto-proclamado "Presidente" Juan Guaidó, que é apoiado pelos trafulhas do costume, não passa de um traidor e de um lacaio sem honra ao serviço da judiaria internacional organizada. Maduro deve agir com a máxima repressão e terror sobre este canalha e os seus apoiantes, antes que seja tarde demais para o seu regime e acima de tudo, para a Venezuela.[1] Na Síria, a situação nunca teria chegado ao que chegou, se o regime de Bashar al-Assad tivesse agido logo de início com a máxima impiedade e força contra as manifestações ditas "democráticas", que rapidamente se transformaram numa sublevação armada e alimentada a partir do exterior pela Arábia Saudita, em conluio com Israel e os Estados Unidos. 

É uma velha táctica dos sionistas fazer da "democracia" e dos "direitos humanos" um pretexto para impor a sua vontade a terceiros. Quando um dado regime ou sistema político não convém a esta gentalha, toca de berrarem "democracia" e "direitos humanos" ad infintum nos media controlados por eles mesmos. Aliás, não sei se já repararam, mas desde que começou esta última tentativa de Revolução Colorida na Venezuela, é notório como os media do "sistema" estão a agir todos em uníssono, de forma claramente concertada. O motivo para isto, para este comportamento da parte da lügenpresse, deve-se ao facto de a mesma estar directa ou indirectamente toda sob o controlo da judiaria internacional. Desde o século XIX que o alto capital judaico tem demonstrado uma grande preocupação em adquirir e dominar os media, pois Sião sabe que o controlo da mente das populações é um passo essencial na sua rota para a conquista da Humanidade, e a consequente sujeição da mesma a um futuro governo mundial totalitário gerido a partir de Jerusalém.

Eu não tenho, nem nunca tive, qualquer interesse pessoal em apoiar o regime chavista. No entanto e do ponto de vista meramente estratégico, é essencial para os nacionalistas que as garras do Império Anglo-Sionista se mantenham bem longe da Venezuela. Por este mesmo motivo é que eu reitero e subscrevo integralmente o que escrevi por ocasião da última tentativa de "regime change" na Venezuela, em Agosto de 2017:




 
 
Um dos grandes paradoxos da luta global que está neste momento a ser travada contra a Nova Ordem Mundial, é a de que ocasionalmente, os nacionalistas são obrigados a fazer alianças com forças políticas teoricamente anti-nacionais, de forma a travar males maiores. O apoio de muitos nacionalistas como eu ao regime chavista e até mesmo ao regime norte-coreano, deve-se exactamente a este factor. 

A única coisa que eu desejo é ver o projecto globalista e as forças do Sionismo Internacional que estão directamente por detrás do mesmo, totalmente derrotadas e enfiadas de uma vez por todas no célebre "caixote de lixo da história". Se necessário for, podem ter a certeza de que até o próprio Diabo eu irei apoiar para ver este objectivo atingido. Pode levar ainda muito tempo mas podem ter a certeza, o objectivo em causa, custe o que custar, será atingido e a cabala globalista, eventualmente, será destruída de uma vez por todas.

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Nota:
[1] Maduro deve também, sem demora, reconhecer que o seu regime errou no plano económico, pedir desculpa publicamente ao povo venezuelano pelos seus erros e deixar-se de uma vez por todas de tentar construir a irrealizável utopia socialista na Venezuela. De seguida, deve deixar quem percebe realmente de economia, tratar de recuperar a desgraça a que o seu regime reduziu a economia venezuelana.

João José Horta Nobre
25 de Janeiro de 2018


quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A Solução Para o Problema do Gueto do Jamaica é Simples



 «Devemos aprender a odiar os nossos inimigos.» - Josef Estaline (1879 - 1953)

Convenhamos que a solução para o problema do gueto do Jamaica é simples, só precisa é de haver vontade revolucionária. Assim sendo e porque eu sou um fascista sem escrúpulos, desenvolvi um plano de acção absolutamente imoral e assente em três pontos que, decerto, se aplicados de forma científica, permitirão resolver todos os nossos problemas sem demora.


1º - O camarada Mário Machado deve de ser promovido a Intendente-Geral da Polícia com efeitos imediatos. Após uma análise cuidadosa e aprofundada do currículo e da obra do camarada Mário, fiquei com a certeza absoluta de que o camarada Mário é o homem certo para ser o grande chefe do policiamento da Pátria.


2º - Há que construir pelo menos um campo de concentração em cada distrito e mandar para lá os responsáveis pela situação a que o País chegou, a saber: os comunistas, os padres, os liberais, os maçons, os banqueiros, os deputados, os jornalistas, os professores universitários, os oficiais inúteis das forças armadas, os traidores de toda espécie e mais a tralha do lobby gay. 


3º - Os guetos e os bairros problemáticos devem de ser sujeitos a um ultimato, isto é, ou os respectivos habitantes dos mesmos se rendem e entregam todas as armas e a droga, ou serão metralhados na hora pelas forças da ordem. Pensando bem, creio até que quando a polícia é forçada a operar em determinados bairros dominados por gangues de "jovens", ao invés de usar gás lacrimogéneo, devia era de disparar gás sarin e napalm para ver se o bicho morre logo todo de uma só vez.

Ámen!


João José Horta Nobre[1]
23 de Janeiro de 2019

Nota:[1]O autor desta pérola ultra-reaccionária é o militante Nº53496 do Partido Fascista Português (PFP) e assume-se como anti-cristão, anti-semita, islamófobo, homofóbico, racista, xenófobo, machista e nazi pró-russo nas horas vagas. Também é membro da Sociedade Portuguesa dos Amigos do Hezbollah (SPAH) e desde 2013 que ocupa o cargo de Vice-Presidente da Frente Nacional-Socialista dos Trabalhadores Portugueses (FNSTP).

E agora, para desanuviar, Toffee e o Gorilla:

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

O Eixo Anti-Sionista Nunca Foi Tão Forte Como Hoje



«Há-de chegar o dia em que todas as mentiras colapsarão sob o seu próprio peso e a verdade triunfará de novo.» - Joseph Goebbels (1897 - 1945)

A guerra que o Império Anglo-Sionista lançou em 2011 contra a Síria, levou ao aprofundamento das relações e alianças entre vários países, que não tardarão a fazer Israel e os sionistas pagarem os olhos da cara pela sua arrogância criminosa.

Vejamos, a Síria hoje possui mísseis com capacidade e precisão para atingir qualquer edifício ou instalação militar em Israel. A somar a isto, Bashar al-Assad conta hoje com um sistema integrado de defesa anti-aérea que é inúmeras vezes superior e mais capaz do que aquilo que o seu regime possuía em 2011. As defesas anti-aéreas da Síria em 2011 estavam reduzidas a antigos sistemas de origem soviética, que pouco ou nada conseguiam fazer contra a moderníssima Força Aérea Israelita. Hoje, muito por culpa da sua arrogância que os levou inclusive a provocar o abate de um avião militar russo em Setembro passado, os caças israelitas que se atreverem a penetrar no espaço aéreo da Síria, irão ver-se confrontados com todo um conjunto de novas tecnologias anti-aéreas, que vão desde os modernizados Buk M1 e M2 aos extremamente capazes S-300 e Pantsir S-1. A somar-se a todo este arsenal que já não é pouco, os sírios contam ainda com poderosos meios de guerra electrónica com os quais apenas podiam sonhar em 2011.

Por sua vez, o Hezbollah (Oi vey!) tem hoje preparadas bases subterrâneas em zonas montanhosas onde armazena um incalculável número de mísseis de médio e longo alcance que possuem um elevado grau de precisão. Os generais israelitas sabem que o Hezbollah nunca foi tão forte como hoje e que em caso de uma nova guerra no Líbano, não haverá uma única cidade israelita que consiga escapar à ira bélica do movimento xiita libanês. A guerra na Síria criou um laço de irmandade entre o Hezbollah, a Síria e o Irão, que teria sido impossível de forjar sem o conflito. Mais do que nunca, o eixo anti-israel que se estende de Teerão a Beirute, (passando discretamente por Moscovo...), está determinado em acabar de vez com o regime de terror judaico-sionista que há décadas só faz é trazer guerra e sofrimento ao Médio Oriente.

O Iraque, em tempos governado pelo sunita Saddam, está hoje sob o controlo firme de um regime xiita e naturalmente aliado do Irão. A guerra contra o Estado Islâmico veio apenas reforçar os laços entre os sírios e os iraquianos que sabem perfeitamente bem que quem esteve directamente por detrás da invasão do Iraque em 2003, da Primavera Árabe, da suposta "revolução democrática" na Síria e da criação do Estado Islâmico, foi a "mão invisível" do Sionismo Internacional. A aliança dos sírios com os iraquianos criou uma situação inédita em que pela primeira vez na história, a Força Aérea Iraquiana tem liberdade total para bombardear alvos do Estado Islâmico em solo sírio e o Exército Iraquiano pode entrar na Síria para combater o jihadismo em qualquer momento que julgue oportuno fazê-lo e sem necessitar de autorização prévia da parte do regime de Bashar al-Assad.

Israel está hoje a perder em todas as frentes e pouca ou nenhuma margem de manobra resta aos sionistas para inverter o rumo da grave situação que eles próprios criaram. A judiaria internacional bem que pode aplicar todas as sanções e mais algumas contra o Irão, a Síria e a Rússia, que isso não irá alterar nem um pouco a realidade da situação no terreno. Trump, e agora o aventureiro Bolsonaro, podem igualmente mudar as embaixadas que quiserem para Jerusalém, numa vã tentativa de apaziguar o lobby sionista que tanto temem[1], que nada disto irá também alterar qualquer aspecto da crua realidade que se está a concretizar no Levante. O facto é que o eixo anti-sionista nunca foi tão forte como hoje. Este foi o resultado directo da guerra que o Império Anglo-Sionista lançou contra a Síria em 2011.

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Notas:
[1] No caso de Bolsonaro, o que ele teme principalmente é o lobby evangélico que, por sua vez, não passa de uma correia de transmissão dos interesses sionistas.

João José Horta Nobre
07 de Janeiro de 2019


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O Fascismo e a Religião - Parte I



«O nosso dever é continuarmos a segurar a posição perdida, sem esperança, sem salvamento, tal como aquele soldado Romano cujos ossos foram encontrados em frente a uma porta em Pompeia, porque, durante a erupção de Vesúvio se esqueceram de o render e por isso o mesmo morreu no seu posto.» - Oswald Spengler (1880 - 1936)

Quando Mussolini escreveu o panfleto anti-religioso que dá pelo título de Deus Não Existe, em 1904, o mesmo era ainda um activo e destacado militante de extrema-esquerda e por esse motivo, o texto deve ser lido tendo em conta esse mesmo factor. No entanto, parece-me inegável que este ateísmo declarado por parte do "pai do Fascismo", é uma peça essencial para se perceber mais a fundo a própria ideologia fascista, que, diga-se de passagem, nunca deve ser analisada sem se estudar primeiro o Futurismo, movimento cultural este, que foi o verdadeiro pai ideológico do Fascismo em termos de estética, linguagem e estilo.

Pode-se dizer que todo o fenómeno político-ideológico fascista emerge directamente a partir do Futurismo e uma leitura do Manifesto Futurista de Filippo Marinetti pode confirmar isto mesmo. O culto da violência, da agressividade revolucionária e da acção bruta, elementos essenciais do Fascismo ortodoxo politicamente organizado, foi uma das marcas de todos os regimes fascistas ou para-fascistas. Este culto e apelo à violência como meio de transformação radical da sociedade, ao contrário do que muitos hoje julgam, não foi algo "copiado" aos marxistas, mas foi introduzido pelo Manifesto Futurista de Marinetti. Deixo-vos aqui algumas passagens do referido manifesto, só para que tenham uma mínima noção daquilo de que estamos aqui a falar:

«Nós [os futuristas] queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.»

«Não há mais beleza, a não ser na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças desconhecidas, para obrigá-las a prostrar-se diante do homem.»

«Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher.»

«Nós queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de toda natureza, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.»

«É da Itália, que nós lançamos pelo mundo este nosso manifesto de violência arrebatadora e incendiária, com o qual fundamos hoje o "Futurismo", porque queremos libertar este país da sua fétida gangrena de professores, de arqueólogos, de cicerones e de antiquários. Já é tempo de a Itália deixar de ser um mercado de belchiores. Nós queremos libertá-la dos inúmeros museus que a cobrem toda de inúmeros cemitérios.»

Julgo que o que ficou transcrito acima, basta para se perceber a "massa" de que eram feitos os futuristas. Foram estes mesmos futuristas, com Marinetti à cabeça, que vieram posteriormente a ser os verdadeiros fundadores da doutrina fascista. Sem Futurismo não haveria Fascismo e é também inegável que sem Marinetti, provavelmente também nunca teria havido Mussolini. Escusado será dizer que do ponto de vista religioso e em termos gerais, os futuristas eram bastante avessos ao Cristianismo e viam mesmo a Igreja Católica como sendo apenas mais um "museu" que tinha de ser abatida a todo o custo, através da tal "violência arrebatadora e incendiária", que os mesmos tanto apregoavam.

Constitui, naturalmente, um desafio para a mente entender a admiração que homens como Franco e Salazar - que todos sabemos terem sido profundamente católicos - tiveram por Mussolini e pelo Fascismo. Vale a pena reflectir um pouco sobre esta estranha relação que inúmeros católicos e cristãos mantiveram com o Fascismo, que era de raiz uma ideologia tão ou até ainda mais anti-cristã do que o próprio Marxismo. 

A meu ver, creio que a aproximação da Igreja aos regimes fascistas e vice-versa foi meramente uma aliança de conveniência, impulsionada pelas circunstâncias sociais da época. Isto é, muitos católicos das décadas de 1920 e 1930 viram nos Camisas Negras de Mussolini uma guarda que os poderia proteger dos avanços do Marxismo e os Camisas Negras, por sua vez, ficaram felizes por ter a Igreja assim do seu lado, sendo que passava a ser menos um inimigo que teriam de enfrentar. Esta "trégua" com a Igreja foi algo que aliviou a pressão sobre o movimento fascista e permitiu que o mesmo se concentrasse exclusivamente no combate contra o Comunismo e a Democracia Liberal, que eram e ainda são, de longe, os dois grandes némesis ideológicos do Fascismo. 

Por outro lado, controlar os púlpitos das igrejas também era estrategicamente muito importante para os fascistas, pois assim passavam a ter um imenso poder de propaganda sobre a população. Cada padre era um potencial propagandista do regime fascista e um enaltecedor das virtudes do Duce. Esta aliança de conveniência entre fascistas e católicos era, portanto, "ouro sobre azul" e também não foi ao acaso que, posteriormente, durante a Segunda Guerra Mundial e à medida que os desastres militares italianos se acumulavam, aumentava também na mesma proporção a proximidade do regime fascista italiano para com a Igreja.

No caso muito específico de Portugal, é legítimo perguntar se o Professor Salazar[1] e muitos dos católicos que por cá admiravam Mussolini e o Fascismo, alguma vez tiveram uma noção correcta do nível do desprezo que muitos fascistas italianos nutriam pela religião e por tudo aquilo que "cheirasse" a passado?[2] Creio que não...  

O Fascismo, na sua fórmula ideológica original, advoga o culto da violência pela violência e a guerra pela guerra. Isto são, obviamente, conceitos absolutamente incompatíveis com a doutrina cristã. Ao passo que a filosofia de Cristo nos ensina que "quem vive pela espada, morre pela espada", a doutrina do Fascismo - que bebe directamente do Futurismo - ensina-nos que o tal "viver pela espada" é não apenas uma virtude, como também uma forma de se preservar a necessária "higiene" social.

O Fascismo é, no fundo, uma antítese do Cristianismo. À "moleza humanitária dos sermões de Cristo" como o nosso Ricardo Reis os descreveu, o Fascismo contrapôs a acção violenta como meio de transformação do homem e da sociedade. No entanto, o Fascismo não é, nem nunca foi anti-humanitário. Aquilo que o Fascismo advoga é algo que pode ser descrito como um "humanitarismo belicista" em que o homem e a Civilização são esculpidos e aperfeiçoados pela guerra e pela violência, que são encaradas pela doutrina fascista não como algo maligno ou inerentmente mau, mas sim, como elementos necessários para se conseguir atingir e preservar a "pureza" e "higiene social".

Julgo que não é muito difícil de se entender porque é que o Fascismo, que é sob todos os pontos de vista a mais espartana de todas as ideologias, seduziu a juventude italiana em massa e criou raízes por toda a Europa que duram até aos dias de hoje.

Muito há ainda por se dizer sobre a estranha relação que os fascistas tiveram com a religião e as inúmeras tendências religiosas que existaram dentro do movimento fascista, desde os adeptos de um renascimento neopagão/esotérico, aos ultra-católicos, de tudo houve no seio ideológico dos fascismos. Quando a minha paciência (e o tempo...) assim o permitir, espero de voltar a este tema deveras interessante. Por ora, fico-me por aqui.  

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Notas:
[1] Salazar não foi um fascista ortodoxo, mas teve, especialmente durante as décadas de 1920 e 1930, uma clara admiração e proximidade para com a ideologia fascista que durou pelo menos até ao fim da Segunda Guerra Mundial, ponto a partir do qual se afastou definitvamente do Fascismo italiano.
[2] De há uns anos a esta parte, soma e segue por aí uma ideia falsa de que os fascistas eram "tradicionalistas", no entanto, só profere tamanha asneira quem não conhece minimamente a ideologia fascista por dentro e desconhece as raízes futuristas da mesma. Que fique bem claro que o Futurismo é uma antítese do Tradicionalismo e por isso mesmo, o Fascismo na sua fórmula ideológica original nunca quis recuperar nenhuma utopia passada, mas sim, reinventar a própria Nação e o Nacionalismo de forma violenta e radical. Por este mesmo motivo o Fascismo não é, nem nunca foi tradicionalista.

João José Horta Nobre
26 de Dezembro de 2018
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Sim, o Nacionalismo Está Vivo e Recomenda-se




"Nenhum Rothschild é Inglês... Nenhum Baruch, Morgenthau, Cohen, Lehman, Warburg, Kuhn, Kahn, Schiff, Sieff ou Solomon alguma vez nasceu Anglo-saxão. No entanto, é por este lixo imundo que vocês lutam. É por este lixo imundo que vocês assassinaram o vosso Império. É este lixo imundo que escolhe e elege os vossos políticos." - Ezra Pound (1885 - 1972)

O "sistema", para além de já ter perdido a noção do ridículo, está neste momento desesperado para travar a emergente onda nacionalista que está a varrer a Europa e o Mundo Ocidental. As poderosíssimas forças ao serviço do Sionismo Rothschild que comanda o cartel globalista/mundialista, possuem o apoio descarado dos media que já nem sequer se dão ao trabalho de esconder a sua parcialidade. No entanto e apesar de toda a imensa campanha que o "sistema" tem levado a cabo no sentido de asfixiar e matar o renascimento nacionalista à nascença, apesar disto, os nacionalistas têm-se mantido firmes e recusam-se a recuar.

Os traidores, tanto à esquerda, como à direita, que estão aliados aos parasitas da Civilização que nos fazem a guerra, terão a seu tempo a justiça devidamente servida.

A direita "conservadora", monárquica ou não, sempre teve pavor dos nacionalistas e aliada à Igreja Católica, sempre nos quis destruir. Esta canalha pseudo-conservadora é discretamente sustentada por uma certa "mão invisível" e serve única e exclusivamente para criar confusão e espalhar o engano por entre a população.  

Ainda há poucos dias a Igreja Católica, organização que é directamente financiada pela judiaria internacional, criticou publicamente o governo italiano por este rejeitar o pacto sobre as migrações. Ninguém deve por isso ficar surpreendido com a hostilidade demonstrada pela Igreja em relação aos partidos e movimentos nacionalistas, pois a Igreja está apenas a fazer aquilo que sempre fez, ou seja, perseguir, denegrir e difamar toda e qualquer oposição ao "sistema" e às forças do "sistema". Este último ponto permite perceber porque é que a Igreja regularmente ataca os nacionalistas mas, ao invés, muito raramente ataca a esquerda ou a direita que estão ao serviço do "sistema".

O facto de o Nacionalismo e os nacionalistas serem alvo de um ódio contínuo tanto da parte da Igreja, como de todas as forças do "sistema", sejam elas de direita ou de esquerda, é o principal argumento contra a categorização do Nacionalismo como uma ideologia de esquerda ou de direita. Os nacionalistas não são, nem nunca foram de esquerda ou de direita. Pelo contrário, os nacionalistas são apenas isto mesmo... nacionalistas!

O facto de o Nacionalismo não se encaixar nem no campo da direita, nem da esquerda, deve ser motivo de orgulho para todos os nacionalistas, pois é isto que nos torna diferentes de todos os outros. O "sistema" bem que pode berrar na imprensa por si controlada que nós somos de "extrema-direita" ou de "ultra-direita", ou o raio que os parta, que isso só ajuda a provar aquilo que os nacionalistas dizem há muito, ou seja, que nós estamos a ser alvo de permanente perseguição por parte das forças do "sistema", porque nós somos simplesmente a única força que realmente incomoda, ameaça e combate o "sistema" de forma séria.

A canalha globalista está hoje a tentar destruir a Civilização Ocidental por via da imigração maciça e descontrolada que, nos seus sinistros cálculos, deverá levar à natural diluição das identidades nacionais, das fronteiras, do género humano e por fim, das próprias nações. O Nacionalismo e não tenham a mínima dúvida sobre isto, é a única doutrina que pode derrotar este maquiavélico plano e o "sistema" sabe disto, aliás, é exactamente e principalmente por este mesmo motivo que o "sistema" empenha tantos recursos para nos destruir. É que o "sistema", ou seja, a Estrutura de Controlo Sionista, sabe que no dia em que os nacionalistas tomarem o poder será game over não só para o cartel globalista, mas para toda a máfia internacionalista, seja ela de direita ou de esquerda.

Os ventos da mudança rumo ao despontar de uma nova alvorada, após décadas de hipnose, estão progressivamente a varrer o Mundo Ocidental e inevitavelmente, acabarão por chegar também a Portugal. A "nossa" elite, tanto a da direita liberal e católica, como a da esquerda internacionalista, pode ter a certeza de que tem os seus dias contados e nada neste Mundo a poderá salvar da "limpeza" a fundo que está para vir. 

João José Horta Nobre
12 de Dezembro de 2018


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Hitler Tinha Razão: O Sionismo Internacional e a Derrota Alemã na Primeira Guerra Mundial



"Escutem - não existe nenhuma guerra que acabe com todas as guerras." - Haruki Murakami (1949 - )

Comemorou-se no passado dia 11 de Novembro o centenário da assinatura do Armistício que colocou fim ao banho de sangue que ficou conhecido na historiografia como a "Primeira Guerra Mundial". Como já é costume nestas situações, repetem-se os velhos argumentos e são lançados nos grandes media controlados pelo "sistema", inúmeros documentários e reportagens de toda a espécie que analisam, sem ir verdadeiramente ao fundo da questão, o que se passou há cem anos. Digamos que, há uma "versão oficial" da história da Primeira Guerra Mundial e esta versão historiográfica, politicamente correcta e muito chique, de forma a estar de acordo com os parâmetros daquilo que é permitido pela Nova Ordem Mundial, entra directamente em contradição com aquilo que os caros leitores irão ler de seguida, isto é, claro, se desejarem conhecer o lado oculto daquilo que verdadeiramente se passou durante a Primeira Guerra Mundial, ao invés de continuarem a acreditar na estória oficial colocada em circulação pela imprensa e pelas academias sob a influência e controlo do Sionismo Internacional.

A Primeira Guerra Mundial foi uma guerra desprovida de qualquer espécie de sentido ou causa pela qual valia verdadeiramente lutar e muito menos morrer. Este simples facto, torna ainda mais incompreensível todo o horror e sofrimento provocado por este conflito, pois não se vislumbra no campo da racionalidade um único argumento válido que justifique a barbárie que durante quatro longos anos atirou europeus contra europeus, num massacre inútil que apenas serviu os interesses da judiaria internacional organizada, que tem sido, desde o tempo do Império Romano, o mais terrível, capaz e audaz inimigo com que a Europa já se defrontou. Aliás, não foi ao acaso que o próprio Hitler descreveu o povo judaico no Mein Kampf como sendo uma "super-raça"...

Foi em finais de 1917, o ano mais determinante da Primeira Guerra Mundial, que o Secretário de Estado Para os Assuntos Estrangeiros do Reino Unido, Arthur Balfour, escreveu uma carta ao Barão Walter Rothschild, que era então o principal líder do Sionismo Internacional organizado.[1] Na carta em questão, que ficaria conhecida como a famosa Declaração Balfour, era prometida a entrega da Palestina aos sionistas em troca de determinados favores da parte do imenso poder económico-financeiro judaico e foi assim que se lançou a primeira pedra na criação do futuro Estado de Israel.

Antes de pedirem a concessão da Palestina à parte britânica, os sionistas tinham já feito o mesmo pedido ao Kaiser da Alemanha, Wilhelm II e em troca prometeram ao mesmo que o ajudariam a vencer a guerra, caso este auxiliasse a causa sionista. O Kaiser, apesar dos seus muitos defeitos, era um homem honrado e de palavra e por isso mesmo explicou aos sionistas que não poderia dar-lhes a Palestina, pois tal território pertencia ao Império Otomano que era à época um fiel e bom aliado da Alemanha. Os sionistas, certamente furiosos com o Kaiser, juraram vingança contra a Alemanha por esta se recusar a trair um aliado e foram fazer aos britânicos a mesma proposta que haviam feito aos alemães.

Foi apenas devido ao compromisso que selaram com os sionistas através da infame Declaração Balfour, que os britânicos enviaram para o Médio Oriente um dos seus mais capazes generais, o general Edmund Allenby, para a partir do Egipto organizar uma força expedicionária, cujo único verdadeiro objectivo era roubar a Palestina ao Império Otomano e cumprir assim a promessa britânica de entregar a Palestina nas mãos do Sionismo Internacional. Não fazia qualquer sentido, do ponto de vista militar, que os britânicos alocassem tantos recursos para conquistar a Palestina numa altura em que a frente europeia estava desesperadamente a precisar de mais homens e armas, de forma a que os aliados conseguissem manter o esforço de guerra contra a Alemanha. Porém, da perspectiva sionista, tudo isto fazia não apenas sentido, como era logicamente o mais correcto a fazer, pois permitia não apenas um alastrar da guerra ao Médio Oriente, com o consequente enfraquecimento do Império Otomano, como permitia também garantir que a Palestina passaria a estar sob o controlo sionista assim que o triunfo britânico sobre a coligação germano-otomana estivesse garantida.

Previamente à chegada do General Allenby ao Médio Oriente, os únicos combates relevantes que os britânicos tinham levado a cabo neste teatro de operações limitavam-se a terem rechaçado uma ofensiva otomana no deserto do Sinai e a uma desastrosa ofensiva do Exercito Britânico-Indiano no Iraque, que terminou com o humilhante Cerco de Kut Al Amara e a captura da totalidade das forças britânico-indianas por parte dos otomanos. Os britânicos, aproveitando-se das históricas rivalidades e divisões entre árabes e turcos, lançaram ainda as sementes da revolta árabe contra o Império Otomano por via de um agente secreto que acabaria por ficar mundialmente conhecido como o Lawrence da Arábia. Como se percebe facilmente, todo o esforço militar britânico no Médio Oriente que precede a promessa de Balfour de entregar a Palestina aos sionistas, limitava-se a algumas escaramuças de baixa intensidade com os otomanos e a ataques à bomba contra a Linha Ferroviária do Hejaz, projecto último este em que Lawrence da Arábia se especializou.




A Declaração Balfour veio alterar radicalmente a postura britânica em relação ao Médio Oriente, que passou assim a ter uma importância muito maior, pois era vital que os britânicos assegurassem a Palestina para os sionistas, se desejavam em contrapartida não apenas vencer a Primeira Guerra Mundial, mas também derrotar e humilhar totalmente a Alemanha, algo que só era possível de se fazer com o auxílio crucial do tremendo poder económico-financeiro judaico.

A entrada do general Allenby no Médio Oriente levou, como já foi explicado, a um incremento imediato dos recursos militares para a região e isto teve consequências directas para a Revolta Árabe que Lawrence da Arábia estava a tentar fazer alastrar a todo o custo pelo Império Otomano adentro. Quase de um momento para o outro, os árabes que eram apoiados pelos ingleses passaram a dispor de imensos recursos em termos de armas e munições e isto, como é óbvio, teve pesadas consequências para os otomanos que se viram assim acossados por forças inimigas tanto a partir do exterior, como do interior do seu Império. 

Apesar de enfraquecido, o Império Otomano ainda continuava a ser em 1915 uma força militar relevante e capaz de resistir muito mais do que aquilo que os ingleses alguma vez julgaram ser possível. Depois de terem sido batidos pelos otomanos na fracassada Campanha dos Dardanelos, os britânicos decidiram concentrar as forças que lhes restavam no Médio Oriente e empenhar as mesmas na Campanha do Sinai e da Palestina, de forma a cumprir o que haviam prometido aos sionistas na Declaração Balfour. O general Allenby levou até ao fim de 1918 para conseguir conquistar Jerusalém e posteriormente entrar em Damasco, cidade onde foi decidido que era altura de travar a ofensiva, pois o objectivo de assegurar a Palestina para os sionistas havia sido atingido com sucesso.

O Sionismo Internacional, de forma a honrar a sua parte do acordo com os britânicos e assegurar assim que a Alemanha perdia a Primeira Guerra Mundial, colocou então em marcha o seu programa de destruição do Império Alemão. Tendo em conta que o Sionismo Internacional gozava de um insano poder e influência na área das finanças, economia e banca, com tentáculos espalhados por todo o globo terrestre, não terá sido muito difícil para o mesmo assegurar o embargo total contra a Alemanha que visava impedir a mesma de importar matérias-primas e alimentos. Não bastando isto, a judiaria internacional não descansou enquanto não arrastou os Estados Unidos para a guerra contra a Alemanha. A cabala sionista estava em marcha a todo o vapor contra o Império Alemão.

É necessário que se tenha em conta que a Alemanha só tinha conseguido manter o esforço de guerra até 1916-1917 sem grandes problemas de maior, porque tinha acesso quase ilimitado a todos os recursos de que necessitava para armar, alimentar e vestir as suas Forças Armadas. A tropa alemã era alimentada com carne importada, as fardas eram fabricadas por fábricas alemãs, sim, mas com têxteis importados e a sua indústria militar precisava de importar os químicos necessários para fabricar munições. Toda esta dependência em mercados externos constituía um terrível "calcanhar de Aquiles" para o Império Alemão, pois bastava um embargo mais severo contra o mesmo e este ficaria incapaz de aguentar um esforço de guerra prolongado contra grandes potências como a França e o Reino Unido.

Anteriormente à entrada em vigor do embargo total contra a Alemanha empreendido pelas forças organizadas do Sionismo Internacional, já existia um bloqueio dos portos alemães por parte da British Royal Navy, que reduziu à insignificância económica os portos de Hamburgo e Kiel. Apesar destas aparentes dificuldades para importar aquilo de que necessitava, o Império Alemão conseguia contornar este embargo através da utilização de navios com bandeira neutra ou até mesmo com bandeira britânica, que descarregavam a sua carga em países neutros como a Suécia, a Holanda e a Dinamarca. Posteriormente, esta carga era transportada por via terrestre até chegar ao interior do Império Alemão. Foi desta forma que os alemães conseguiram aguentar o esforço de guerra até 1917 sem quaisquer problemas de maior. Não restam dúvidas de que a Alemanha poderia ter continuado a guerra muito para lá de 1918, se não fosse o embargo total que o Sionismo Internacional lançou contra a mesma.

Um dos principais argumentos dos nacionais-socialistas sempre foi o de que a Alemanha havia perdido a Primeira Guerra Mundial, porque esta tinha sido cobardemente "esfaqueada nas costas" pela judiaria internacional. As forças do "sistema" têm empenhado imensos recursos para desmentir esta acusação que oficialmente dizem ser apenas um "mito". Segundo a tal estória oficial da "Carochinha e do João Ratão" que é propagandeada nas academias pelos Rosas e Pimentelas da nossa vida, a acusação de que foi o Sionismo Internacional que verdadeiramente provocou a derrota e humilhação da Alemanha em 1918, não passa de um "mito" e "propaganda nazi" desprovida de escrúpulos. Ora, este argumento até seria aceitável se não fosse o facto de a história registada, ou seja, os FACTOS registados, demonstrarem claramente que o Sionismo Internacional organizado conspirou no sentido de em troca do empreendimento de um embargo total contra a Alemanha e a entrada dos Estados Unidos na guerra, os britânicos entregarem a Palestina nas mãos da judiaria internacional. Toda esta cabala contra o povo alemão foi denunciada e com razão pelos nacionais-socialistas e é por isso que só é justo reconhecer-se que Hitler tinha toda a razão quando o mesmo acusava a judiaria internacional e internacionalista organizada, de ter dado uma "facada nas costas" da Alemanha e assim ter forçado a mesma a aceitar um Armistício absolutamente humilhante, aquando da sua capitulação a 11 de Novembro de 1918. 

Até 1917 a Alemanha havia-se mantido firme perante o assalto continuado dos seus inimigos, sendo que foi só a partir do Inverno de 1917-1918 que a situação começou a assumir contornos que só podem ser descritos como catastróficos. Na frente interna, a fome, fenómeno ao qual o povo alemão já não estava habituado, começou a fazer-se sentir e largos sectores da população começaram a alimentar-se quase exclusivamente de nabos ao ponto do inverno de 1917-1918 ficar conhecido como o "Inverno dos nabos". Por sua vez, na linha da frente começavam a faltar bens essenciais como ligaduras, café e pior do que tudo - carne e munições. É impossível manter um exército em combate quando o mesmo não tem acesso às proteínas e munições necessárias para se conseguir manter minimamente apto. Foi este factor que levou a que quando a guerra terminou em 1918, o Exército Alemão estava reduzido a uma força de homens com notória falta de peso e claramente subnutridos em larga medida.




Não restam dúvidas de que este processo de desgaste pela fome sofrido pela tropa alemã, foi o que determinou em larga medida o fracasso da grande ofensiva de Primavera lançada pelos alemães em 1918. Quando a Stoßtruppen penetrou nas linhas de defesa aliadas, a mesma não tardou a deparar-se com enormes quantidades de rações de combate e outros "luxos" como chocolate, biscoitos, queijo, compota, gin, rum, etc... Obviamente, a tropa alemã fez aquilo que a natureza humana sempre fez nestas situações e deleitou-se a comer como já não comia há anos. Inesperadamente, o maior inimigo dos alemães na ofensiva de Primavera de 1918, acabou por ser não as balas e a artilharia inimiga, mas sim, a comida que os soldados alemães capturaram. Os oficiais alemães bem que imploravam com a tropa para que a mesma prosseguisse no assalto, porém, de pouco ou nada adiantou, pois a tropa alemã estava esfomeada e recusava-se a avançar sem primeiro ter o seu estômago bem abastecido com a comida recém-capturada ao inimigo. O resultado disto, como não podia deixar de ser, foi que esta "pausa para comer" que nunca havia feito parte dos planos do general Ludendorff, acabou por dar aos aliados tempo precioso para se reorganizarem perante a ofensiva alemã e prepararem assim uma defesa em profundidade adequada. 

Hitler, o então ainda desconhecido cabo, assistiu e viveu pessoalmente tudo isto que se estava a passar com o Exército Alemão e certamente que não deixou de reparar em como a força da tropa alemã estava a diminuir de dia para dia à medida que esta ficava cada vez mais magra e as doenças se espalhavam por entre as desastrosas condições de vida nas trincheiras. A falta de munições em quantidade adequada foi, digamos, apenas o "último prego no caixão" para os alemães, que assim se viam numa situação desesperada perante o avanço de um inimigo implacável. 

Durante os últimos meses da guerra, o Exército Alemão, esfomeado e carente de munições, colapsou literalmente perante os avanços dos aliados. Hitler sabia perfeitamente bem que do ponto de vista militar, era impossível para o Império Alemão manter o esforço de guerra, porém, Hitler sabia também e com toda a razão, que as Forças Armadas Alemãs não haviam sido derrotadas no campo de batalha, mas sim, através da traição levada a cabo pelo Sionismo Internacional organizado. Foi, de facto, a "mão invisível" judaico-sionista que usando de muita astúcia e diplomacia de duas faces, traiu a Nação alemã e a "esfaqueou nas costas" de forma fatal. 

Hitler tinha razão. A Alemanha perdeu a Primeira Guerra Mundial porque foi cobardemente traída e "esfaqueada nas costas" pela judiaria internacional. Esta verdade pode incomodar a muitos, mas é a verdade e por mais que a Nova Ordem Mundial e as forças do "sistema" continuem a tentar ocultar aquilo que fizeram à Alemanha na guerra de 1914-1918, por mais que censurem e persigam quem ousa expor o que verdadeiramente se passou há cem anos atrás, a verdade, tal como o azeite, acabará sempre por vir ao de cima...[2][3]

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Notas:
[1]É daqui que deriva o termo "Sionismo Rothschild", que é apenas um sinónimo da expressão "Sionismo Internacional". O fenómeno sionista, de facto, germinou, cresceu e espalhou-se pelo Mundo principalmente devido aos esforços da família Rothschild. No entanto e é preciso que isto fique claro, o Supremacismo Judaico antecede em muito o conceito de Sionismo Internacional/Rothschild. O Supremacismo Judaico é a designação que descreve a postura segundo a qual o povo judaico é superior a todos os outros povos e que por isso e também devido ao facto de ser "o povo eleito" pelo seu Deus, tem o legítimo direito a subjugar e governar todos os outros povos. O conceito de Supremacismo Judaico é central à religião judaica e é preciso que não se confundam os conceitos de Sionismo Rothschild/Internacional, com o conceito de Supremacismo Judaico, pois tratam-se de conceitos que apesar de se inter-relacionarem, são diferentes e têm origens completamente diferentes. 
[2] CONSETT, M.W.W.P. - The Triumph of Unarmed Forces (1914-1918): An Account of The Transactions by Which Germany During The Great War Was Able to Obtain Supplies Prior to Her Collapse Under The Pressure of Economic Forces. Williams and Norgate, London, 1923. Link: https://archive.org/stream/triumphofunarmed00consuoft/triumphofunarmed00consuoft_djvu.txt
[3] GREENHALGH, Ian - Hitler Was Right: Germany Was Stabbed in The Back. Veterans Today, 12 de Novembro de 2018. Link: https://www.veteranstoday.com/2018/11/12/hitler-was-right-germany-was-stabbed-in-the-back/

João José Horta Nobre
14 de Novembro de 2018


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