domingo, 7 de outubro de 2018

A Primeira Entrevista que Vladimir Putin Deu Logo Após a Sua Tomada de Posse Como Presidente da Federação Russa no Ano 2000


A primeira entrevista dada por Putin poucos dias após tomar posse no ano 2000 e numa altura em que a Rússia estava literalmente à beira do precipício em todos os sentidos. Aproveito para agradecer aqui à Inessa S. pela oportuna recuperação e divulgação do material em questão.

A pequena, porém, muito interessante curiosidade histórica que podem ver no video acima, é alegadamente a primeira entrevista que Vladimir Putin deu logo após a sua tomada de posse como Presidente da Federação Russa no ano 2000. À margem algumas perguntas idiotas (e inúteis...) feitas por quem conduziu a entrevista, trata-se de uma peça bastante reveladora no sentido em que exibe um Putin ainda muito diferente daquele que o Mundo hoje conhece. É também notório como Putin no ano 2000 ainda não se sentia muito seguro, nem confortável à frente das câmaras.

Certamente, não tenho a menor dúvida de que no ano 2000 o Império Anglo-Sionista e os supremacistas judeus que infestaram (e destruíram...) os governos de Boris Yeltsin, julgavam ainda que poderiam continuar a dominar Putin e a Rússia como se nada se passasse. Mal sabiam eles como estavam enganados e creio que nem nos seus piores pesadelos a judiaria internacional alguma vez imaginou o quão difícil este antigo Coronel do KGB eivado a Presidente da Rússia lhe iria fazer a vida. Aliás, se imaginasse, provavelmente tê-lo-ia assassinado antes do mesmo conseguir tornar-se Presidente. “Tob shebbe goyim harog”, não é assim que diz o Talmude?...

Poucos em Portugal terão noção do verdadeiro estado de ruína em que a Federação Russa se encontrava no ano 2000 e da desgraça pegada que Putin herdou de Yeltsin. O fim do Comunismo, ao invés de trazer a tal "prosperidade maravilhosa" tão prometida pela chusma demo-liberalóide, o que trouxe foi caos, violência, pobreza extrema e a exploração humilhante do povo russo às mãos da pior escumalha que alguma vez existiu. Por sua vez, os judeus em controlo das estruturas de poder do Ocidente aproveitaram a oportunidade para mais uma vez tentarem fragmentar e destruir a Rússia de uma vez por todas. Já o tinham tentado fazer anteriormente aquando da Revolução Bolchevique em 1917, que foi inteiramente patrocinada e apoiada a partir dos bastidores por plutocratas judeus radicados em Wall Street. Nos anos 1990, o Comunismo foi substituído pelo Neoliberalismo e a elite globalista não tardou a transformar esta ideologia na sua nova arma para destruir nações. O Comunismo ortodoxo da URSS havia-se tornado demasiado nacionalista e no fundo, foi esse o motivo pelo qual a URSS foi dissolvida à força pela elite globalista.

O dinheiro e as "impressões digitais" da judiaria internacional estiveram por detrás de praticamente todas as actividades e campanhas anti-russas do virar do milénio. Desde a guerra na Chechénia à máfia que dominava largos sectores da sociedade russa, passando pela economia que estava a ser gerida de acordo com as directrizes de "conselheiros" oriundos de Washington, a "mão invisível" da judiaria internacional foi a principal força impulsionadora de toda a orgia de destruição que tomou conta da Rússia na década de 1990. Os oligarcas que dominavam então a economia russa (quase todos judeus...), receberam toda a espécie de apoios da parte do Ocidente e não houve um único País da NATO que tivesse a coragem de denunciar a autêntica conspiração com ramificações internacionais de que a Rússia estava a ser alvo.

Aproveitando-se do marasmo em que se encontravam as Forças Armadas Russas que estavam em muitos aspectos próximas do colapso, o Império Anglo-Sionista em conjunto com os seus sabujos da NATO, ainda atacou e mutilou a pequena Sérvia sem qualquer espécie de provocação e tratou de ir sempre "apertando o cerco" em torno da Rússia com a criação de cada vez mais bases militares em torno do "urso russo". Putin assistiu a isto tudo e certamente que não o esqueceu, nem nunca vai esquecer. A desgraça periclitante que o antigo Coronel do KGB herdou no ano 2000, estava muito próxima do ponto de não retorno e creio que terá sido mesmo por obra e graça de algum milagre que a Federação Russa não se fragmentou então em pedaços. Ainda é muito cedo para se fazer escola do "Putinismo", no entanto, creio que qualquer governante que seja minimamente sério e bem intencionado, só tem a ganhar em olhar para Putin e tentar aprender como é que contra todas as expectativas se consegue arrancar um País da beira do precipício e restaurar-lhe a honra perdida e se não muita, pelo menos alguma prosperidade. 

João José Horta Nobre
7 de Outubro de 2018

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Israel Vai Pagar um Preço Muito Elevado Por Ter Deliberadamente Assassinado Militares Russos




"Tiveste sede de sangue, e eu de sangue te encho." - Alighieri Dante (1265 - 1321)

Israel cometeu um grave erro no passado dia 17 de Setembro. Muito sucintamente e para quem ainda não sabe, o que se passou foi que os israelitas decidiram atacar mais uma vez a Síria e muito ao estilo do típico chico-espertismo que tanto caracteriza o "povo eleito", os pilotos dos F-16 israelitas esconderam-se na proximidade de um IL-20 russo que se preparava já para aterrar na Base Aérea de Hmeimim. Em resultado da manobra israelita que nada teve de acidental e que visava propositadamente usar o IL-20 russo como um "escudo", os militares sírios encarregues da defesa anti-aérea do seu País, acabaram por abater não os F-16 israelitas, mas sim o IL-20 que para desgraça da sua tripulação, acabou vitimado por um míssil anti-aéreo S-200.

Não há desculpa para este comportamento da parte de Israel. Quinze militares russos estão agora mortos devido ao comportamento da Força Aérea Israelita e muito sinceramente, eu não sei o que é que os sionistas pensam que vão ganhar em assassinar assim de forma deliberada a tropa russa, porém, posso-vos garantir que a Rússia fará Israel pagar um preço elevadíssimo por este atrevimento despudorado. Duvidam?! Então atentem nas palavras do Ministro da Defesa da Federação Russa, Sergey Shoygu, que já deixou claro que a Rússia "reserva a si o direito a responder" adequadamente à agressão israelita. Mais interessante ainda foi a afirmação do Presidente Vladimir Putin, que garantiu que a Rússia irá tomar medidas nas quais "todos irão reparar". Que medidas serão essas ainda ninguém sabe, no entanto, podem todos ter a certeza de que essas medidas serão tomadas e a consequência de tais medidas pode muito bem vir a ser a definitva perda de liberdade de acção para os israelitas nos céus da Síria. Aliás, Israel já devia de ter percebido o recado em Fevereiro passado, quando os sírios abateram um F-16 Israelita com um míssil anti-aéreo S-200




A Síria pode e deve defender o seu espaço aéreo e vale a pena destacar que as capacidades de defesa anti-aérea da Síria hoje, são muito superiores ao que eram em 2011. Apesar da guerra que tem devastado o País, os sírios com a preciosa ajuda russa têm conseguido não só recuperar, mas também melhorar significativamente as suas capacidades de defesa anti-aérea. Mesmo sem o S-300 e o ainda mais moderno (e caro...) S-400 ao seu serviço, a Força de Defesa Aérea da Síria tem conseguido realizar um notável trabalho graças à modernização de antigos sistemas de defesa anti-aérea como o S-200 e o Buk M1. Este último sistema de defesa anti-aérea, a par do espectacular e muito eficaz Pantsir, destacou-se em Abril passado quando os ianques, a pretexto de um ataque químico fabricado, decidiram lançar mais de uma centena de mísseis Tomahawk contra o território Sírio, a maioria dos quais, diga-se de passagem, acabou abatido pelos "obsoletos" sistemas de defesa anti-aérea da Síria made in USSR. Para além destes feitos que já não são poucos e que só elevam o prestígio do equipamento de defesa anti-aérea de origem soviética, está ainda por explicar o muito estranho incidente em que alegadamente e segundo alguns rumores, um F-35 israelita com tecnologia stealth, teria sido atingido e danificado por um míssile S-200 disparado pelos sírios no início de Outubro passado. Oficialmente, os israelitas alegam que o F-35 em questão foi apenas atingido por pássaros, eu, como é óbvio, por agora vou fazer de conta que acredito...

Aconteça o que acontecer, podem todos ter a certeza de que Israel vai pagar um preço muito elevado por deliberadamente ter assassinado militares russos. O desejo de retaliação contra Israel está a aumentar nas fileiras das Forças Armadas Russas e Putin sabe muito bem que ele não pode mostrar fraqueza perante a ofensiva judaico-sionista que está em curso contra a Rússia e muito menos pode deixar passar em branco o assassinato deliberado e premeditado de militares russos. Nos últimos dias têm aumentado e muito os apelos da parte de oficiais russos no sentido da retaliação imediata contra Israel e uma das vozes que mais se destacou foi a do General Leonid Ivashov que apelou aberta e explicitamente à expulsão imediata do embaixador israelita em Moscovo e ao abate de todo e qualquer avião israelita que de ora em diante viole o espaço aéreo sírio.

Os sionistas estão "a brincar com o fogo", porém, na típica arrogância que os caracteriza, eles próprios não têm noção nem de com quem se estão a meter, nem daquilo que eventualmente lhes pode vir a acontecer. A verdade nua e crua é que a Rússia pura e simplesmente não vai tolerar mais humilhação às mãos da judiaria internacional e da cáfila sionista. Por mais que a máquina de propaganda sionista tente agora colocar as culpas do que aconteceu em cima dos sírios e iranianos, a verdade é que a esmagadora maioria do povo russo sabe que não foram os sírios e iranianos que assassinaram os seus compatriotas ao serviço da Pátria no passado dia 17 de Setembro, mas sim, a escumalha israelita que para além de estar activamente a armar e patrocinar grupos radicais islâmicos na Síria, está também a fazer uso dos seus lacaios da NATO para continuamente ameaçar e provocar a Rússia. Se nada mudar e se a elite lunática que está aos comandos do Ocidente não for arredada do poder, a seu tempo eu creio que existe uma fortíssima possibilidade de os sionistas arrastarem as potencias ocidentais numa guerra contra a Rússia, que redundará inevitavelmente em destruição mútua assegurada para ambas as partes. Pelo menos tudo assim o indica.

João José Horta Nobre
21 de Setembro de 2018


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Os Nacionalistas Não se Irão Esquecer de si, Caríssima Senhora Eurodeputada Ana Gomes




«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» - Alfredo Pimenta (1882 - 1950)

O Parlamento Europeu votou ontem a favor da aprovação de uma sanção histórica contra a Hungria de Viktor Órban. Paradoxalmente, isto acaba por ser uma excelente notícia para todos os nacionalistas, pois para além de expor mais uma vez o espírito totalitário que reina na União Europeia, demonstra também como a União Europeia não passa de um instrumento utilizado pela estrutura de controlo sionista, para destruir os povos autóctones da Europa. Oxalá que isto, finalmente, convença os húngaros de uma vez por todas a dar início ao processo de saída da União Europeia, uma vez que tal organização internacionalista não serve os interesses do povo húngaro ou de qualquer outra Nação que pertence à mesma.

Profundamente excitada e claramente desejosa de mostrar (ao seu patrão, o famoso magnata judeu George Soros?...) o seu empenho em atacar Viktor Órban por proteger o seu povo, a caríssima senhora eurodeputada Ana Gomes, fez questão de afirmar alto e bom som em pleno Parlamento Europeu que "nunca teríamos chegado a este estado se a Comissão tivesse agido há muito tempo." Obviamente, aquilo que Ana Gomes pretende dizer com isto e que pode ser subentendido na sua afirmação insolente, é que nunca teríamos chegado à actual manifestação de poderio nacionalista na Europa, se a actual elite reinante na União Europeia tivesse começado a sancionar e a atacar nacionalistas como Viktor Órban mais cedo. O atrevimento da canalha pesporrente não poderia ser maior.

Ora, nada disto é novidade para os nacionalistas, pois nós estamos habituados a isto e muito mais. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial que os nacionalistas passaram a ser o "saco de pancada" da elite reinante demo-liberal e "xuxalista" que saiu vitoriosa da guerra. As perseguições, os insultos, as ameaças, o ódio e a humilhação pública a que os nacionalistas têm sido sujeitos por parte do "sistema" e da comunicação social ao serviço do "sistema", tornaram-nos imunes a praticamente tudo e mais alguma coisa. Já diz o velho ditado que "aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes", creio que no que ao Nacionalismo diz respeito, tal parece ser certamente o caso.

O "sistema" tem-nos tentado destruir de todas as formas que se podem imaginar, no entanto, tal situação de guerra permanente ao Nacionalismo, para além de estar destinada ao inevitável fracasso, não poderia ser sustentável para sempre. A elite reinante certamente que julgou que a utilização de um misto de lavagem cerebral por via dos apócrifos media, com um intenso programa de abolição das identidades nacionais, seria o suficiente para acabar de uma vez por todas com os impulsos nacionalistas e consequentemente, abrir o caminho para o governo mundial totalitário do qual a União Europeia é já um protótipo. Falharam. A elite reinante falhou e o "sistema" fracassou na sua tentativa para exterminar de uma vez por todas as nações e os nacionalistas.

Os ventos da mudança estão novamente a soprar e a situação na Europa, a médio/longo prazo, ameaça tornar-se extremamente tóxica para a actual elite reinante e para os colaboradores e lacaios da mesma. Podem ter a certeza de que os nacionalistas não se irão esquecer de quem é que andou durante anos a atacar-nos e a fazer-nos a guerra por todos os meios. Sim, os nacionalistas não se irão esquecer de si, caríssima senhora eurodeputada Ana Gomes. Nem de si, nem de todos os seus colegas que diariamente nos fazem a guerra a partir de Bruxelas. Na hora devida e podem estar certos de que essa hora vai chegar, saberemos como agir e suas excelências terão a devida "recompensa" por todo o ódio, todos os ataques vis e toda a patifaria que têm cometido contra os povos da Europa.

João José Horta Nobre
13 de Setembro de 2018


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

McCain Não Merece o Nosso Voto de Pesar



"A maldade destrói os traidores." - Provérbios 11,3b

A esquerda (PCP, BE e Verdes) votou ontem na Assembleia da República contra o voto de pesar pela morte de John McCain. Fez muito bem. John McCain não merece o nosso voto de pesar. É raro eu estar assim tão de acordo com a esquerda, mas desta vez tem mesmo de ser.

Convenhamos que John McCain foi, de facto, um traidor ao seu País e um vigarista. Depois de regressar da Guerra do Vietname, o Capitão McCain andou a dar palestras em que falava dos seus "ferimentos" que, alegadamente, foram o resultado de tortura infligida pelos comunistas durante o tempo em que o mesmo foi prisioneiro de guerra. Tudo mentira! Na realidade, os ferimentos sofridos por McCain foram o resultado do próprio ter sido abatido nos céus do Vietname, sendo que ao ejectar-se do caça que pilotava, sofreu diversas fracturas ósseas entre outros ferimentos de relativa gravidade. Para além disto, não só McCain não foi torturado pelos vietnamitas que o capturaram, como ainda colaborou amplamente com os mesmos. Sobre isto é elucidativo ler o artigo de Ron Unz, John McCain: When "Tokyo Rose" Ran For President.

Sobre a vida militar de McCain estamos portanto falados, vamos então passar ao seu legado político. 

Basicamente, McCain pouco mais fez do ponto de vista político do que andar a seguir fielmente a agenda do lobby israelita que controla os Estados Unidos. McCain apoiou fanaticamente todas as "wars for Israel" das últimas décadas e nunca cessou de lutar em prol do ideal globalista do "Mundo sem fronteiras". É por isso um insulto à decência moral dizer-se que McCain foi de alguma forma um "patriota" ou até mesmo um "nacionalista" (ahahahahha, deixem-me rir...). 

Ainda assim, o mais triste na existência perdida de McCain é que nem nos seus últimos anos de vida ele teve o discernimento para perceber que estava do lado das forças do mal. Tanto quanto sei, não só ele nunca pediu desculpa por todos os mortos e feridos das guerras desnecessárias pelas quais fez lobby, como ainda morreu orgulhoso da sua obra e dos seus feitos criminosos. Enfim, uma coisa é certa: George Soros, o judeu bilionário que financiou John McCain de várias e diversas formas, perdeu um dos seus melhores aliados e isso só pode ser uma boa notícia. A América e o Mundo só têm a ganhar com a morte de monstros como McCain.

João José Horta Nobre
07 de Setembro de 2018


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Porque é Que a Judiaria Internacional Teme Tanto Uma Aliança Entre Putin e Trump?



«Não há nada que o judeu internacional tema tanto como a verdade, ou qualquer indício da verdade sobre a sua pessoa ou os seus planos.» - Henry Ford (1863 - 1947)

Vejamos, eu próprio já não esperava grande coisa de Trump, uma vez que ele se encontra completamente cercado por supremacistas judeus que o transformaram num refém na Casa Branca, no entanto, Trump pode ainda vir a ser extremamente útil à Alt-Right, no sentido em que a sua acção política, no fundo, quase sempre acaba por nos beneficiar, nem que seja apenas de forma indirecta.

A forma violenta como os media controlados pelo "sistema" reagiram ao recente encontro entre Putin e Trump na Cimeira de Helsínquia[1], demonstra apenas mais uma vez como a máfia judaico-sionista que está directamente por detrás do projecto globalista, odeia a Rússia de forma visceral e anseia pela destruição da mesma. No fundo, nada disto é novidade, pois a Rússia é uma velha obsessão dos supremacistas judeus que já a tentaram destruir - sem sucesso - aquando da Revolução Bolchevique em 1917 que foi inteira, repito, inteiramente patrocinada e impulsionada a partir dos bastidores por plutocratas judeus radicados em Wall Street.

Não é ao acaso que eu escrevi em Outubro de 2016 um artigo que se intitulava precisamente Donald Trump, Aparentemente, o Maior Terror da Judiaria Internacional. O ódio que as elites judaicas destilavam e ainda destilam contra Trump, é simplesmente demasiado intenso para ser apenas uma "mera encenação" como alguns detractores do Presidente americano afirmam. Nota-se que existe um medo da parte da elite globalista em relação a Donald Trump e este medo profundo, deve-se ao facto de a acção política de Trump, tanto a nível interno, como externo, estar progressivamente a minar por dentro o projecto globalista. A superclasse mundialista está em pânico e com razão, pois Trump é realmente e de facto uma ameaça extremamente séria ao seu plano maquiavélico para destruir as nações e substituir as mesmas por um governo mundial totalitário, com o consequente internamente de largos sectores da população em campos de trabalho forçado.[2]

Vladimir Putin é hoje o mais destacado e poderoso anti-globalista que existe na face da Terra. Não há virtualmente mais nenhum líder político ou social que tanto tenha feito e continue a fazer em prol da destruição do projecto globalista. O ódio absolutamente insano e fanático que a judiaria internacional organizada destila a nível diário contra a Rússia nos media por si controlados, é só por si a prova de como esta gente vê a Rússia de Putin como sendo a principal ameaça ao seu sinistro plano para aniquilar as nações e os povos. É por este motivo e apenas por este motivo que a Rússia tem sido alvo da mais imunda baixaria diplomática da parte do Império Anglo-Sionista e dos seus lacaios da NATO. Esta situação tem-se agravado recentemente e é agora mais do que claro que os anglo-sionistas planeiam quebrar a Federação Russa por via da guerra económica total que, a continuar assim, irá inevitavelmente acabar por ter consequências que poderão terminar em guerra aberta entre o Império Anglo-Sionista e a Rússia. Pessoalmente, só espero que a elite globalista, entretanto, tenha em conta que "Putin já deixou bem claro que a Rússia não voltará a combater uma guerra no seu próprio solo como aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial e a própria doutrina militar russa actualmente em prática, advoga que as armas nucleares podem e devem de ser usadas se a Rússia se ver confrontada com uma guerra de agressão por meios convencionais, que coloque em risco não só a existência do Estado Russo, mas a própria integralidade territorial da Rússia."[3]

O exposto acima ajuda a perceber porque é que a elite judaico-sionista entrou em pânico com o recente encontro entre Putin e Trump em Helsínquia. É que esta apócrifa elite sabe que potenciais boas relações entre os Estados Unidos e a Rússia, vão acabar por interromper o isolamento internacional a que os globalistas querem sujeitar a Rússia. Pior ainda, a judiaria internacional teme e com razão que uma boa relação entre Putin e Trump venha a minar o seu poder e influência na política americana. As elites judaicas que controlam os Estados Unidos não se esquecem daquilo que Putin lhes fez na Rússia e o seu maior pavor é uma repetição do mesmo "tratamento" nos Estados Unidos.

Se a judiaria internacional perder o seu controlo quase absoluto sobre a política interna e externa norte-americana, será inevitável que todo o plano globalista para destruir as nações ficará seriamente em causa. Os Estados Unidos e as suas forças armadas são a "pedra-angular" de todo o projecto globalista e sem esta importantíssima e essencial componente, toda a estrutura de controlo sionista começará a colapsar de forma descontrolada e imparável.

O Presidente Putin é a encarnação viva de tudo aquilo que os globalistas odeiam e pretendem destruir. O seu Nacionalismo assumido, a sua defesa das fronteiras e dos valores tradicionais que são também os valores da Civilização e em última análise, a defesa do seu povo, são tudo coisas que os globalistas almejam ver destruídas, nem que o custo de tal destruição signifique o fim da própria Civilização no Ocidente. Jamais a elite judaico-sionista que está directamente por detrás do projecto globalista, aceitará uma boa relação entre Putin e Trump. Jamais.

É inegável que o projecto globalista e a estrutura de controlo sionista que sustenta o mesmo, estão hoje à beira do precipício e a elite reinante sabe disto mesmo. A elite judaico-sionista não o assume publicamente, mas ela sabe que os nacionalistas estão outra vez "fora do armário" e pior que tudo, ela sabe que temos aliados muito poderosos que discretamente nos estão a apoiar através de diversas formas. A esquerda e a antifaria patrocinada pelos George Soros deste Mundo pode berrar "fascistas" e "nazis" as vezes que quiser e lhe apetecer, que isso não irá travar, nem demover o que eventualmente se prepara.

Donald Trump tem feito e dito imensa coisa que provoca repulsa a qualquer patriota que se preze[4], no entanto, todos os seus "pecados" podem ser perdoados e até mesmo esquecidos, se Trump conseguir pelo menos abrir o caminho para a derrota definitiva do projecto globalista e da diabólica clique internacional que está por detrás do mesmo. É à luz deste contexto que a aliança entre Putin e Trump se torna absolutamente crucial e necessária, pois ambos estes líderes vão precisar um do outro para concretizar o seu objectivo não declarado, que tem sido desde o início a derrota e o desmantelamento do projecto globalista e da estrutura de controlo sionista (aka ZOG). 

A judiaiaria internacional ainda não está ferida de morte, no entanto, já está enfraquecida o suficiente de forma a tornar irreversível a sua derrota. A ascensão dos ditos "populismos" por toda a União Europeia, em conjunto com o reforço do poder russo a Leste, estão a criar o terreno fértil para a destruição da União Europeia. Por sua vez, Trump está pouco a pouco a minar o poder judaico-sionista nos Estados Unidos. 

Eu sei que visto de fora fica-se com a impressão que Trump se encontra debaixo de fogo cerrado e que está completamente cercado por inimigos na Casa Branca. Sim, tudo isto é verdade até certo ponto, porém, Trump tem demonstrado uma grande habilidade  em conseguir expor os "lying media" ao ridículo e acima de tudo, em mostrar ao americano comum que o seu País se encontra sequestrado por elementos de uma tribo médio-oriental, que estão apostados não apenas em destruir os Estados Unidos, mas toda a Civilização Ocidental. Foi, aliás, graças a Donald Trump que se passou a falar do "Deep State" na sociedade americana e isto só por si é excelente, pois revela como as massas estão finalmente a tomar consciência da tremenda fraude que é a assim chamada "democracia americana". Por sua vez, as recentes declarações de Trump sobre o poder desmedido da Google e dos restantes "tech giants", que estão diariamente a censurar e difamar patriotas e conservadores, é outra excelente manobra estratégica da parte de Trump e a meu ver, são apenas os primeiros passos da sua administração, no sentido de regular de uma vez por todas estas empresas que adquiriram poder a mais na sociedade. Não tenham qualquer dúvida de que a eventual regulação dos "tech giants" como a Google e o Facebook, será um forte golpe na estrutura de controlo sionista, que anda desesperadamente a tentar controlar o fluxo da informação, no sentido de continuar a manipular a opinião pública, da mesma forma que o conseguiu fazer durante décadas a fio, sem qualquer espécie de oposição credível. 

Os nacionalistas estão no bom caminho e muito ao contrário daquilo que a lügenpresse diz sobre nós, não há da parte da esmagadora maioria dos nacionalistas qualquer espécie de desejo no sentido da agressão gratuita contra outros povos ou nações. Antes pelo contrário, somos nós que estamos a ser agredidos e toda a nossa acção é uma acção meramente defensiva, cujo único propósito é a libertação das nossas pátrias, o eventual julgamento e prisão dos traidores que nos arrastaram sem motivo a este ponto de miséria e decadência civilizacional e a restauração da ordem perdida. 

O tempo está a contar para os globalistas e eles, lá bem no seu íntimo, sabem que já não lhes restam muitas opções. A potencial aliança não declarada entre a Rússia de Putin e a América de Trump, será sem sombra de dúvida a coup de grâce para a estrutura de controlo sionista, pois sem conseguirem controlar os Estados Unidos ou a Rússia, a máquina de terror globalista ficará irremediavelmente ferida de morte. Conseguem agora imaginar o pavor do lobby judaico-sionista só de pensar numa coisa destas? Os caros leitores têm noção do estado de pânico em que ficam os extremistas judeus da AIPAC, só de reflectirem por momentos na hipótese de uma aliança entre Putin e Trump?!

Se os globalistas falharem na sua tentativa para controlar Trump e isolar a Rússia, será game over para a elite judaico-sionista. Mais, muito mais do que uma Rússia forte e unida, aquilo que mais apavora a judiaria internacional é uma aliança entre os Estados Unidos e a Rússia. É exactamente isto que parece estar em vias de acontecer (se é que já não aconteceu...) e por isso mesmo, a Cimeira de Helsínquia neste sentido foi um patente sucesso. Donald Trump não é Richard Nixon, o que significa muito simplesmente que não haverá um novo escândalo de Watergate, nem um novo impeachment de um Presidente americano por fazer frente à pior escumalha que existe na face do planeta

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Notas:
[1]Chegando mesmo ao ponto de chamarem "traidor" ao Presidente americano e acusarem o mesmo pela enésima vez, de ser um "agente russo" ao serviço de Putin.
[2] Se julgam que isto é uma mera teoria da conspiração, então leiam a obra Two Hundred Years Together de Alexander Solzhenitsyn. A elite judaico-sionista já deixou bem claro com a Revolução Bolchevique aquilo de que é capaz quando se apanha com o poder absoluto na mão e não tenham a mais pequena dúvida de que se esta gente não for travada a tempo, vamos acabar todos chacinados ou enfiados em campos de trabalho forçado. Solzhenitsyn não nos avisou ao acaso...
[3] NOBRE, João José Horta - O "Sistema" Quer à Força Provocar Uma Guerra Com a Rússia. História Maximus, 18 de Março de 2018. Link: https://historiamaximus.blogspot.com/2018/03/o-sistema-quer-forca-provocar-uma.html
[4] Os repetidos e ilegais ataques de Trump contra a soberania da Síria e o Presidente Bashar al-Assad são disto um exemplo entre muitos outros. 

João José Horta Nobre
30 de Agosto de 2018


segunda-feira, 23 de julho de 2018

Já Nem Cuba Quer Saber Do Comunismo




«O Comunismo nunca chegou ao poder num País que não estivesse perturbado pela guerra ou pela corrupção, ou ambas.» - John F. Kennedy (1917 - 1963)

Cuba é desde há décadas sinónimo de Comunismo e se bem que é verdade que a utopia comunista nunca por lá existiu verdadeiramente[1], também é verdade que Cuba travou uma longa batalha de cinco décadas no sentido de conseguir criar o paraíso tropical na Terra. Entretanto, a única coisa que os pobres dos cubanos conseguiram atingir com moderado sucesso, foi a implantação de um modelo económico que normalmente se designa em ciências económicas por "Capitalismo de Estado".

Cuba é, de facto, um excelente exemplo daquilo que acontece a um País quando o Estado se apodera por completo de todos os meios de produção, ao passo que proíbe explicitamente qualquer actividade económica paralela de âmbito privado. Claro que da teoria à prática vai sempre um passo relativamente longo e por isso mesmo, na prática, o regime comunista em Cuba nunca conseguiu acabar com alguma actividade económica privada que sempre foi levada a cabo "debaixo das barbas" do regime, com a tolerância complacente mesmo. Aliás, qualquer um que já tenha estado em Cuba, sabe perfeitamente bem que se há coisa que por lá nunca falta aos turistas, são as célebres "jineteras" que se dispõem a saciar as necessidades sexuais dos rapazes de visita à ilha, a troco de alguns dólares. O regime cubano, como é óbvio, sabe disto tudo e tolera tal situação, pois numa País tão pobre como Cuba, todo o dólar ou euro que entrar nos cofres do País, independentemente da sua origem, é sempre uma mais-valia.

A muito provável aprovação do texto da nova Constituição de Cuba, que elimina a palavra "Comunismo" e inclui o direito à propriedade privada, é portanto um avanço civilizacional para os cubanos e ao que tudo indica, será não o fim do regime que domina aquela ilha há décadas, mas pelo menos e para já será o fim daquela errática experiência comunista que, muito francamente, já não tem ponta por onde se lhe pegue!

O Comunismo, por ser uma doutrina internacionalista e por isso mesmo anti-nacional, será sempre uma ideologia inimiga dos nacionalistas, sendo que estes nunca devem cessar de combater e rechaçar tal ideologia, onde quer que a encontrem e com todos os meios que tiverem ao dispor. No entanto, os partidos e movimentos nacionalistas também não devem de excluir por completo as alianças estratégicas com a extrema-esquerda, quando as mesmas são do nosso interesse e vão ao encontro dos nossos objectivos geopolíticos no médio/longo prazo. Sejamos realistas, não existe hoje um único regime comunista no Mundo que seja uma ameaça séria para os nacionalistas, bem pelo contrário, a plutocracia internacionalista demo-liberal que lidera a guerra contra as nações, essa, está sentada nos escritórios climatizados de Washington, Nova Iorque, Londres, Paris, Berlim, entre outras capitais do Ocidente que tem as suas estruturas de poder sequestradas pelo Supremacismo Judaico organizado. Esta diabólica elite globalista é que é a verdadeira inimiga da Humanidade e é contra a mesma que todas as forças de bem se devem de unir. 

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Notas:
[1]Nem poderia existir, pois o Comunismo é impraticável por ser contra-natura.

João José Horta Nobre
23 de Julho de 2018


segunda-feira, 16 de julho de 2018

FINO ALLA VITTORIA! - A Igreja Declarou Guerra a Matteo "César" Salvini



«A Bíblia e a moral cristã são dois cadáveres.» - Benito Mussolini (1883 - 1945)

A Igreja Católica nutre um ódio de morte contra os nacionalistas e não perde uma única oportunidade para lançar ataques e difamar quem resiste como pode e consegue, à ofensiva globalista lançada pela máfia judaico-sionista, que pretende destruir as nações e substituir as mesmas por um governo mundial totalitário.

A padralhada moralmente imunda, os clérigos católicos que pregam a palavra do judeu de Nazaré que morreu pregado a uma cruz, precisamente por não passar de um judeu mentiroso e vigarista (só mais um...), estão apostados em destruir a Europa e servem-se de todos os artifícios para atingir esse objectivo. Nesta senda que parece não ter fim, a turba filo-semita da Igreja, quiçá a mando do bilionário judeu que a patrocina, parece que agora encontrou em Matteo Salvini um novo alvo. Qual então o "crime" de Salvini? Pois ao que parece, o homem é acusado pelo clero da Igreja de ser um "xenófobo" sem compaixão, tudo isto porque está a recusar a entrada na Itália aos tais "migrantes" que as ONG's do judeu Soros tanto se têm esforçado a "pescar" no Mar Mediterrâneo.

Os cristãos são uma praga sobre a Terra. Desde o tempo do Império Romano que esta gente só traz é problemas e confusão e estão sempre prontos para trair, mentir, enganar e servir os interesses da judiaria internacional e internacionalista organizada. Nenhum padre é digno da mínima confiança, pois nunca se sabe quando é que estes vira-casacas nos vão enfiar "uma faca nas costas". Por tudo isto e muito mais, a escumalha da Igreja merece todo o ódio e mais algum. Não tenham qualquer pena desta bandidagem, pois eles nunca tiveram pena de nós e sempre nos atraiçoaram e quiseram vender ao inimigo.

Não existe qualquer hipótese de entendimento entre os nacionalistas e a Igreja. Bem pelo contrário, a Igreja sempre foi um dos piores e mais subversivos inimigos do verdadeiro Ocidente. A situação chegou hoje a um ponto tal, que já ninguém pode negar que a elite globalista reinante está a actuar em conluio com a Igreja e serve-se do Cristianismo para "lavar o cérebro" das populações, a fim de manter as mesmas bem "anestesiadas" perante a espiral de morte civilizacional em que a Europa está rapidamente a mergulhar. A ideologia cristã, a assim-chamada "doutrina de Cristo", mais não é do que um Neo-Judaísmo messiânico oriundo do Médio Oriente, cozinhado há cerca de 2000 anos por um misto de gente claramente alucinada e de muito duvidosas intenções.

São os próprios cristãos que admitem que são internacionalistas e por isso mesmo anti-nacionalistas. Eu nunca inventei nada, nem coloquei palavras na boca da chusma de Cristo. Leiam os textos religiosos dos cristãos e ouçam os sermões do clero cristão. São eles próprios que afirmam "preto no branco" que o Cristianismo é "Universal" e que o mesmo "nunca se identificou com uma Pátria". O Cristianismo é e sempre foi anti-nacional na sua essência, aliás, o clero católico que se aliou à extrema-esquerda para fazer a guerra por todos os meios aos nacionalistas, está a ser apenas coerente com a sua doutrina que para além de nada ter de europeia ou ocidental, é assumidamente universalista, ou seja, internacionalista.

O ódio sem limites que o clero cristão nutre contra o Ocidente, foi herdado do Judaísmo que é a "puta madre" não só do Cristianismo, como de todas as religiões abraâmicas. O ódio ao Ocidente e à Europa é o traço comum que define e caracteriza por excelência estas ideologias semitas oriundas do Médio Oriente. Estas religiões malignas são autênticos "lobos com pele de cordeiro", que sempre intentaram impor-se no Ocidente à força e a própria história registada demonstra como quando estas religiões germinam num dado local e conseguem atingir a hegemonia absoluta na sociedade, segue-se sempre a intolerância e o totalitarismo religioso por arrasto

Eu não sei até que ponto Matteo "César" Salvini está disposto a ir na sua senda para travar a invasão islamo-africana em curso e é exactamente por este motivo que me tenho remetido ao silêncio nos últimos tempos em relação à situação na Itália. No entanto, há um certo "bichinho" que me diz que Salvini é, de facto, um nacionalista revolucionário. Pelo menos no que diz respeito à sua postura e frontalidade, Salvini é sem sombra de dúvida um revolucionário que diz o pensa e não tem medo de "chamar os bois pelos nomes". Mais ainda, creio que há uma forte possibilidade de a Alt-Right europeia que se enamorou por Trump, vir a encontrar em Salvini aquilo que Trump prometeu e até hoje está por cumprir, ou seja, uma guerra total sem limites, nem restrições contra a União Europeia, contra a máfia globalista e contra a elite reinante. Nunca se esqueçam: a Estrutura de Controlo Sionista (aka Zio Matrix) é fortíssima, mas não é indestrutível. 

João José Horta Nobre
16 de Julho de 2018


quinta-feira, 21 de junho de 2018

O "Amigo de Israel" Acabou - Finalmente!



«As verdades podem ser nuas - mas as mentiras precisam de estar vestidas.» - Provérbio judeu

Parece que a operação de propaganda sionista que dava pelo nome Amigo de Israel, finalmente, chegou ao fim. Durante os últimos cinco anos e meio, um certo "Oliveira da Figueira" andou a operar no mundo virtual, no tal blog que dá pelo nome Amigo de Israel e que eu nunca duvidei por um momento, nem duvido, de que se trata de um blog criado e apoiado por um algum serviço de propaganda ligado ao Estado de Israel.

Diz-nos o tal "Oliveira da Figueira" que ele, coitadinho, por defender Israel acabou por perder todos os seus amigos, coitadinho. Assim de repente, ocorreu-me esta célebre frase do David Duke: "Zio tears replenish our electrolytes!" Percebeste, "Oliveira da Figueira"? Agora não tentes traduzir senão esse teu cérebro kosher ainda estoira...

Muito ao contrário daquilo que o mentiroso "Oliveira da Figueira" passou os últimos cinco anos a apregoar no seu apócrifo blog, não só Israel não é vítima de coisíssima nenhuma, como também não é um Estado amigo do Ocidente ou da Europa. É Israel que está directamente por detrás de toda a desestabilização que ocorreu no Médio Oriente ao longo dos últimos anos com a assim-chamada "Primavera Árabe", desestabilização esta que provocou toda a loucura em torno das tais "migrações" de que tanto se tem falado. São sionistas assumidos que têm estado activamente por detrás de toda a campanha promovida no Ocidente em prol da destruição da família e dos valores associados à mesma. O lobby LGBT come directamente da mão judaica. São judeus sionistas que têm também largamente promovido aberrações da natureza como o "casamento gay" no Ocidente, ao passo que em Israel o casamento gay é ilegal.

Esta gente sabe muito bem o que está a fazer. A mesma corja judaico-sionista que protege os valores da família em Israel, é a que os destrói no Ocidente, enquanto usa os militares deste mesmo Ocidente, principalmente os dos Estados Unidos que não passam hoje de um Estado vassalo de Israel, para combater as suas guerras e implementar o Plano Yinon, abrindo assim o caminho para a criação do Grande Israel

No seu percurso maquiavélico para aniquilar as nações, a judiaria internacional precisa de promover toda a espécie de aberração da natureza e inversão de valores. É por este motivo que as mesmas pessoas que defendem os valores da família em Israel e para Israel, são exactamente as mesmas pessoas que os tentam destruir no Ocidente. A destruição da família, célula sócio-económica essencial, é o passo crucial que antecede a destruição da própria Nação e em última análise, da própria Civilização.

Os mesmos media controlados por judeus sionistas que ladram 24/7 sobre a necessidade de as nações ocidentais abrirem as fronteiras e que se indignam quando a Itália se recusa a receber mais barcos de ONG's carregados de imigrantes ilegais, são exactamente os mesmos media sionistas que nunca, nem por uma única vez, exigiram que Israel abra também as suas fronteiras e comece a receber migrantes em massa. Israel pode construir os muros que quiser que no pasa nada, no entanto, quando Trump anunciou que queria construir um muro entre os Estados Unidos e o México, lá veio a escumalha sionista de "sete pedras na mão" atacá-lo por isso. A hipocrisia não podia ser maior. 

O estafermo que usa o pseudónimo "Oliveira da Figueira", se teve inteligência para manter um blog durante cinco anos e meio em constante actividade e em elevado ritmo de produção de novos conteúdos, também tem inteligência para entender tudo aquilo que eu expus acima e muito mais. Mas lá está, tudo isto não lhe interessa para nada, pois o "Oliveira da Figueira" é clara, nítida e obviamente um agente pago para fazer propaganda pró-Israel na internet. Simplesmente não existe outra explicação possível para se poder compreender a existência e o tipo de publicações de um blog como o Amigo de Israel, que agora chegou ao fim, provavelmente porque Israel está a dar prioridade a outro tipo de plataformas de propaganda virtual, como o Facebook e o Twitter e por isso mesmo, chegou à conclusão óbvia que consegue chegar a mais leitores por via destas últimas duas plataformas, do que por via do velhinho Blogger operado pela Google. Enfim, seja o que for que tenha precipitado o fim do Amigo de Israel, a blogosfera lusitana, toda ela, só tem a celebrar com tal evento. 

João José Horta Nobre
21 de Junho de 2018

domingo, 17 de junho de 2018

O Papa Francisco, George Soros e a Implementação do Plano Kalergi




«Eu lavo as minhas mãos...» - Pôncio Pilatos, governador de Judeia entre 26 e 36 d.C.

O Papa Francisco, a personagem que eu há dois anos descrevi como sendo "um dos mais perigosos lacraus que alguma vez se sentaram no trono do Vaticano", continua a seguir fielmente a agenda globalista para destruir as nações:



Eu fui um dos primeiros bloggers em Portugal a denunciar seriamente o Vaticano e a patifaria da Igreja Católica, financiada por George Soros, muito antes de virem ao de cima as informações que estão a emergir nos últimos tempos e que apenas confirmam ponto por ponto, praticamente tudo aquilo que eu tenho vindo a escrever sobre a Igreja ao longo do último par de anos.  
O controlo da Igreja Católica e de todas as igrejas cristãs em geral, é um passo essencial para os globalistas na sua rota insana para erguer a Nova Ordem Mundial. O Papa Francisco não sabe disto? Será que ele não sabe que os tais "migrantes" estão a ser usados como "carne para canhão" por parte dos globalistas, para trazer a guerra civil e a destruição total às nações da Europa? Não, Bergoglio, tu não sabes mesmo disto ó meu grandessíssimo filho-da-puta?!![2]

São absolutamente irrefutáveis as provas que demonstram como o grosso do clero católico está implicado "até ao pescoço", na implementação do Plano Kalergi. Quem é cúmplice disto, quem colabora com os globalistas e se presta a ser o lacaio dos mesmos, é cúmplice de tentativa de genocídio contra os povos da Europa. A justiça devida, a seu tempo, há-de ser servida a toda esta canalha maligna. 

_______________________________________________

Notas:
[1] ZAGAMI, Leo Lyon - The Pope is Exposed For His Direct Involvement in Italy's Migrant Crisis. LEO LYON ZAGAMI, 16 de Junho de 2018. Link: http://leozagami.com/2018/06/16/the-pope-is-exposed-for-his-direct-involvement-in-italys-migrant-crisis/
[2] Não tem outro nome!

João José Horta Horta
17 de Junho de 2018

terça-feira, 12 de junho de 2018

Documentário do KGB Sobre o Poder Sionista (1973) - Filme Banido na União Soviética




O documentário acima é uma pérola soviética que encontrei ao acaso e que merece ser partilhada ao máximo. Inicialmente, pensei apenas em divulgar isto por via de correio electrónico aos meus contactos habituais, no entanto, o conteúdo do documentário é de tal forma explosivo e trata-se de uma peça cinematográfica tão rara, que decidi divulgar a mesma neste blog e dá-la assim a conhecer a todos aqueles que por aqui passam.

Aparentemente, o filme documental em questão foi produzido pelo próprio KGB no início da década de 1970 e destinava-se apenas a consumo interno por parte da elite soviética, nomeadamente, os membros do Politburo e do Comité Central do Partido Comunista da União Soviética e alguns cientistas, entre outras figuras de topo do regime soviético.

O documentário expõe em grande medida o poder sionista e acima de tudo, é muito revelador, pois demonstra como as elites e a cúpula do poder soviético (tal como eu já tinha explicado anteriormente neste artigo), estavam plenamente conscientes e a par não só do imenso poder do lobby sionista, mas também do próprio projecto da Nova Ordem Mundial. Para além da dura exposição que faz, o filme tem imensa informação útil, porém, nunca foi exibido ao grande público na União Soviética e escusado será dizer o motivo pelo qual isto aconteceu...

Durante a Perestrioka, a maioria das cópias do documentário em questão foram "misteriosamente" destruídas por uma certa "mão invisível" que, presume-se, ter-se-á aparentemente sentido incomodada com o conteúdo em causa. 

Foi só em 1999 que alguma alma caridosa descobriu este documentário e decidiu restaurar o  mesmo que, volto a repetir, foi criado pelo próprio KGB para consumo interno da elite soviética, daí o seu enorme interesse histórico. Temos aqui uma peça cinematográfica que não é apenas mais um filme de propaganda comunista para atirar às massas, mas sim, um filme elitista que mostra na perfeição, o elevado grau de conhecimento que a elite soviética tinha sobre os mecanismos de funcionamento do lobby sionista e das elites judaicas ligadas à alta finança. 

Tendo em conta que a "polícia do politicamente correcto" anda cada vez mais activa no YouTube, aconselho seriamente todos os interessados neste material a fazerem um download do mesmo em formato MP4 aqui, antes que o mesmo desapareça. Acredito que é provável que os censores "democráticos" que zelam por nós no YouTube, façam este documentário sumir, da mesma forma que já fizeram sumir muitos outros, com o argumento estafado de que viola "as regras da comunidade", entre outras tretas do costume, que os rapazes "democratas" do lobby sionista costumam usar como desculpa, para censurar aquilo que não lhes convém que os goyim saibam.

João José Horta Nobre
12 de Junho de 2018

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