quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Hitler Tinha Razão: O Sionismo Internacional e a Derrota Alemã na Primeira Guerra Mundial



"Escutem - não existe nenhuma guerra que acabe com todas as guerras." - Haruki Murakami (1949 - )

Comemorou-se no passado dia 11 de Novembro o centenário da assinatura do Armistício que colocou fim ao banho de sangue que ficou conhecido na historiografia como a "Primeira Guerra Mundial". Como já é costume nestas situações, repetem-se os velhos argumentos e são lançados nos grandes media controlados pelo "sistema", inúmeros documentários e reportagens de toda a espécie que analisam, sem ir verdadeiramente ao fundo da questão, o que se passou há cem anos. Digamos que, há uma "versão oficial" da história da Primeira Guerra Mundial e esta versão historiográfica, politicamente correcta e muito chique, de forma a estar de acordo com os parâmetros daquilo que é permitido pela Nova Ordem Mundial, entra directamente em contradição com aquilo que os caros leitores irão ler de seguida, isto é, claro, se desejarem conhecer o lado oculto daquilo que verdadeiramente se passou durante a Primeira Guerra Mundial, ao invés de continuarem a acreditar na estória oficial colocada em circulação pela imprensa e pelas academias sob a influência e controlo do Sionismo Internacional.

A Primeira Guerra Mundial foi uma guerra desprovida de qualquer espécie de sentido ou causa pela qual valia verdadeiramente lutar e muito menos morrer. Este simples facto, torna ainda mais incompreensível todo o horror e sofrimento provocado por este conflito, pois não se vislumbra no campo da racionalidade um único argumento válido que justifique o massacre que durante quatro longos anos atirou europeus contra europeus, num massacre inútil que apenas serviu os interesses da judiaria internacional organizada que tem sido, desde o tempo do Império Romano, o mais terrível, capaz e audaz inimigo com que a Europa já se defrontou. Aliás, não foi ao acaso que o próprio Hitler descreveu o povo judaico no Mein Kampf como sendo uma "super-raça"...

Foi em finais de 1917, o ano mais determinante da Primeira Guerra Mundial, que o Secretário de Estado Para os Assuntos Estrangeiros do Reino Unido, Arthur Balfour, escreveu uma carta ao Barão Walter Rothschild, que era então o principal líder do Sionismo Internacional organizado.[1] Na carta em questão, que ficaria conhecida como a famosa Declaração Balfour, era prometida a entrega da Palestina aos sionistas em troca de determinados favores da parte do imenso poder económico-financeiro judaico e foi assim que se lançou a primeira pedra na criação do futuro Estado de Israel.

Antes de pedirem a concessão da Palestina à parte britânica, os sionistas tinham já feito o mesmo pedido ao Kaiser da Alemanha, Wilhelm II e em troca prometeram ao mesmo que o ajudariam a vencer a guerra, caso este auxiliasse a causa sionista. O Kaiser, apesar dos seus muitos defeitos, era um homem honrado e de palavra e por isso mesmo explicou aos sionistas que não poderia dar-lhes a Palestina, pois tal território pertencia ao Império Otomano que era à época um fiel e bom aliado da Alemanha. Os sionistas, certamente furiosos com o Kaiser, juraram vingança contra a Alemanha por esta se recusar a trair um aliado e foram fazer aos britânicos a mesma proposta que haviam feito aos alemães.

Foi apenas devido ao compromisso que selaram com os sionistas através da infame Declaração Balfour, que os britânicos enviaram para o Médio Oriente um dos seus mais capazes generais, o general Edmund Allenby, para a partir do Egipto organizar uma força expedicionária, cujo único verdadeiro objectivo era roubar a Palestina ao Império Otomano e cumprir assim a promessa britânica de entregar a Palestina nas mãos Sionismo Internacional. Não fazia qualquer sentido, do ponto de vista militar, que os britânicos alocassem tantos recursos para conquistar a Palestina numa altura em que a frente europeia estava desesperadamente a precisar de mais homens e armas, de forma a que os aliados conseguissem manter o esforço de guerra contra a Alemanha. Porém, da perspectiva sionista, tudo isto fazia não apenas sentido, como era logicamente o mais correcto a fazer, pois permitia não apenas um alastrar da guerra ao Médio Oriente, com o consequente enfraquecimento do Império Otomano, como permitia também garantir que a Palestina passaria a estar sob o controlo sionista assim que o triunfo britânico sobre a coligação germano-otomana estivesse garantida.

Previamente à chegada do General Allenby ao Médio Oriente, os únicos combates relevantes que os britânicos tinham levado a cabo neste teatro de operações limitavam-se a terem rechaçado uma ofensiva otomana no deserto do Sinai e a uma desastrosa ofensiva do Exercito Britânico-Indiano no Iraque, que terminou com o humilhante Cerco de Kut Al Amara e a captura da totalidade das forças britânico-indianas por parte dos otomanos. Os britânicos, aproveitando-se das históricas rivalidades e divisões entre árabes e turcos, lançaram ainda as sementes da revolta árabe contra o Império Otomano por via de um agente secreto que acabaria por ficar mundialmente conhecido como o Lawrence da Arábia. Como se percebe facilmente, todo o esforço militar britânico no Médio Oriente que precede a promessa de Balfour de entregar a Palestina aos sionistas, limitava-se a algumas escaramuças de baixa intensidade com os otomanos e a ataques à bomba contra a Linha Ferroviária do Hejaz, projecto último este em que Lawrence da Arábia se especializou.

A Declaração Balfour veio alterar radicalmente a postura britânica em relação ao Médio Oriente, que passou assim a ter uma importância muito maior, pois era vital que os britânicos assegurassem a Palestina para os sionistas, se desejavam em contrapartida não apenas vencer a Primeira Guerra Mundial, mas também derrotar e humilhar totalmente a Alemanha, algo que só era possível de se fazer com o auxílio crucial do tremendo poder económico-financeiro judaico.

A entrada do general Allenby no Médio Oriente levou, como já foi explicado, a um incremento imediato dos recursos militares para a região e isto teve consequências directas para a Revolta Árabe que Lawrence da Arábia estava a tentar fazer alastrar a todo o custo pelo Império Otomano adentro. Quase de um momento para o outro, os árabes que eram apoiados pelos ingleses passaram a dispor de imensos recursos em termos de armas e munições e isto, como é óbvio, teve pesadas consequências para os otomanos que se viram assim acossados por forças inimigas tanto a partir do exterior, como do interior do seu Império. 

Apesar de enfraquecido, o Império Otomano ainda continuava a ser em 1915 uma força militar relevante e capaz de resistir muito mais do que aquilo que os ingleses alguma vez julgaram ser possível. Depois de terem sido batidos pelos otomanos na fracassada Campanha dos Dardanelos, os britânicos decidiram concentrar as forças que lhes restavam no Médio Oriente e empenhar as mesmas na Campanha do Sinai e da Palestina, de forma a cumprir o que haviam prometido aos sionistas na Declaração Balfour. O general Allenby levou até ao fim de 1918 para conseguir conquistar Jerusalém e posteriormente entrar em Damasco, cidade onde foi decidido que era altura de travar a ofensiva, pois o objectivo de assegurar a Palestina para os sionistas havia sido atingido com sucesso.

O Sionismo Internacional, de forma a honrar a sua parte do acordo com os britânicos e assegurar assim que a Alemanha perdia a Primeira Guerra Mundial, colocou então em marcha o seu programa de destruição do Império Alemão. Tendo em conta que o Sionismo Internacional gozava de um insano poder e influência na área das finanças, economia e banca, com tentáculos espalhados por todo o globo terrestre, não terá sido muito difícil para o mesmo assegurar o embargo total contra a Alemanha que visava impedir a mesma de importar matérias-primas e alimentos. Não bastando isto, a judiaria internacional não descansou enquanto não arrastou os Estados Unidos para a guerra contra a Alemanha. A cabala sionista estava em marcha a todo o vapor contra o Império Alemão.




É necessário que se tenha em conta que a Alemanha só tinha conseguido manter o esforço de guerra até 1916-1917 sem grandes problemas de maior, porque tinha acesso quase ilimitado a todos os recursos de que necessitava para armar, alimentar e vestir as suas Forças Armadas. A tropa alemã era alimentada com carne importada, as fardas eram fabricadas por fábricas alemãs, sim, mas com têxteis importados e a sua indústria militar precisava de importar os químicos necessários para fabricar munições. Toda esta dependência em mercados externos constituía um terrível "calcanhar de Aquiles" para o Império Alemão, pois bastava um embargo mais severo contra o mesmo e este ficaria incapaz de aguentar um esforço de guerra prolongado contra grandes potências como a França e o Reino Unido.

Anteriormente à entrada em vigor do embargo total contra a Alemanha empreendido pelas forças organizadas do Sionismo Internacional, já existia um bloqueio dos portos alemães por parte da British Royal Navy, que reduziu à insignificância económica os portos de Hamburgo e Kiel. Apesar destas aparentes dificuldades para importar aquilo de que necessitava, o Império Alemão conseguia contornar este embargo através da utilização de navios com bandeira neutra ou até mesmo com bandeira britânica, que descarregavam a sua carga em países neutros como a Suécia, a Holanda e a Dinamarca. Posteriormente, esta carga era transportada por via terrestre até chegar ao interior do Império Alemão. Foi desta forma que os alemães conseguiram aguentar o esforço de guerra até 1917 sem quaisquer problemas de maior. Não restam dúvidas de que a Alemanha poderia ter continuado a guerra muito para lá de 1918, se não fosse o embargo total que o Sionismo Internacional lançou contra a mesma.

Um dos principais argumentos dos nacionais-socialistas sempre foi o de que a Alemanha havia perdido a Primeira Guerra Mundial, porque esta tinha sido cobardemente "esfaqueada nas costas" pela judiaria internacional. As forças do "sistema" têm empenhado imensos recursos para desmentir esta acusação que oficialmente dizem ser apenas um "mito". Segundo a tal estória oficial da "Carochinha e do João Ratão" que é propagandeada nas academias pelos Rosas e Pimentelas da nossa vida, a acusação de que foi o Sionismo Internacional que verdadeiramente provocou a derrota e humilhação da Alemanha em 1918, não passa de um "mito" e "propaganda nazi" desprovida de escrúpulos. Ora, este argumento até seria aceitável se não fosse o facto de a história registada, ou seja, os FACTOS registados, demonstrarem claramente que o Sionismo Internacional organizado conspirou no sentido de em troca do empreendimento de um embargo total contra a Alemanha e a entrada dos Estados Unidos na guerra, os britânicos entregarem a Palestina nas mãos da judiaria internacional. Toda esta cabala contra o povo alemão foi denunciada e com razão pelos nacionais-socialistas e é por isso que só é justo reconhecer-se que Hitler tinha toda a razão quando o mesmo acusava a judiaria internacional e internacionalista organizada, de ter dado uma "facada nas costas" da Alemanha e assim ter forçado a mesma a aceitar um Armistício absolutamente humilhante, aquando da sua capitulação a 11 de Novembro de 1918. 

Até 1917 a Alemanha havia-se mantido firme perante o assalto continuado dos seus inimigos, sendo que foi só a partir do Inverno de 1917-1918 que a situação começou a assumir contornos que só podem ser descritos como catastróficos. Na frente interna, a fome, fenómeno ao qual o povo alemão já não estava habituado, começou a fazer-se sentir e largos sectores da população começaram a alimentar-se quase exclusivamente de nabos ao ponto do inverno de 1917-1918 ficar conhecido como o "Inverno dos nabos". Por sua vez, na linha da frente começavam a faltar bens essenciais como ligaduras, café e pior do que tudo - carne e munições. É impossível manter um exército em combate quando o mesmo não tem acesso às proteínas e munições necessárias para se conseguir manter minimamente apto. Foi este factor que levou a que quando a guerra terminou em 1918, o Exército Alemão estava reduzido a uma força de homens com notória falta de peso e claramente subnutridos em larga medida.

Não restam dúvidas de que este processo de desgaste pela fome sofrido pela tropa alemã, foi o que determinou em larga medida o fracasso da grande ofensiva de Primavera lançada pelos alemães em 1918. Quando a Stoßtruppen penetrou nas linhas de defesa aliadas, a mesma não tardou a deparar-se com enormes quantidades de rações de combate e outros "luxos" como chocolate, biscoitos, queijo, compota, gin, rum, etc... Obviamente, a tropa alemã fez aquilo que a natureza humana sempre fez nestas situações e deleitou-se a comer como já não comia há anos. Inesperadamente, o maior inimigo dos alemães na ofensiva de Primavera de 1918, acabou por ser não as balas e a artilharia inimiga, mas sim, a comida que os soldados alemães capturaram. Os oficiais alemães bem que imploravam com a tropa para que a mesma prosseguisse no assalto, porém, de pouco ou nada adiantou, pois a tropa alemã estava esfomeada e recusava-se a avançar sem primeiro ter o seu estômago bem abastecido com a comida recém-capturada ao inimigo. O resultado disto, como não podia deixar de ser, foi que esta "pausa para comer" que nunca havia feito parte dos planos do general Ludendorff, acabou por dar aos aliados tempo precioso para se reorganizarem perante a ofensiva alemã e prepararem assim uma defesa em profundidade adequada. 

Hitler, o então ainda desconhecido cabo, assistiu e viveu pessoalmente tudo isto que se estava a passar com o Exército Alemão e certamente que não deixou de reparar em como a força da tropa alemã estava a diminuir de dia para dia à medida que esta ficava cada vez mais magra e as doenças se espalhavam por entre as desastrosas condições de vida nas trincheiras. A falta de munições em quantidade adequada foi, digamos, apenas o "último prego no caixão" para os alemães, que assim se viam numa situação desesperada perante o avanço de um inimigo implacável. 

Durante os últimos meses da guerra, o Exército Alemão, esfomeado e carente de munições, colapsou literalmente perante os avanços dos aliados. Hitler sabia perfeitamente bem que do ponto de vista militar, era impossível para o Império Alemão manter o esforço de guerra, porém, Hitler sabia também e com toda a razão, que as Forças Armadas Alemãs não haviam sido derrotadas no campo de batalha, mas sim, através da traição levada a cabo pelo Sionismo Internacional organizado. Foi, de facto, a "mão invisível" judaico-sionista que usando de muita astúcia e diplomacia de duas faces, traiu a Nação alemã e a "esfaqueou nas costas" de forma fatal. 

Hitler tinha razão. A Alemanha perdeu a Primeira Guerra Mundial porque foi cobardemente traída e "esfaqueada nas costas" pela judiaria internacional. Esta verdade pode incomodar a muitos, mas é a verdade e por mais que a Nova Ordem Mundial e as forças do "sistema" continuem a tentar ocultar aquilo que fizeram à Alemanha na guerra de 1914-1918, por mais que censurem e persigam quem ousa expor o que verdadeiramente se passou há cem anos atrás, a verdade, tal como o azeite, acabará sempre por vir ao de cima...[2][3]

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Notas:
[1]É daqui que deriva o termo "Sionismo Rothschild", que é apenas um sinónimo da expressão "Sionismo Internacional". O fenómeno sionista, de facto, germinou, cresceu e espalhou-se pelo Mundo principalmente devido aos esforços da família Rothschild. No entanto e é preciso que isto fique claro, o Supremacismo Judaico antecede em muito o conceito de Sionismo Internacional/Rothschild. O Supremacismo Judaico é a designação que descreve a postura segundo a qual o povo judaico é superior a todos os outros povos e que por isso e também devido ao facto de ser "o povo eleito" pelo seu Deus, tem o legítimo direito a subjugar e governar todos os outros povos. O conceito de Supremacismo Judaico é central à religião judaica e é preciso que não se confundam os conceitos de Sionismo Rothschild/Internacional, com o conceito de Supremacismo Judaico, pois tratam-se de conceitos que apesar de se inter-relacionarem, são diferentes e têm origens completamente diferentes. 
[2] CONSETT, M.W.W.P. - The Triumph of Unarmed Forces (1914-1918): An Account of The Transactions by Which Germany During The Great War Was Able to Obtain Supplies Prior to Her Collapse Under The Pressure of Economic Forces. Williams and Norgate, London, 1923. Link: https://archive.org/stream/triumphofunarmed00consuoft/triumphofunarmed00consuoft_djvu.txt
[3] GREENHALGH, Ian - Hitler Was Right: Germany Was Stabbed in The Back. Veterans Today, 12 de Novembro de 2018. Link: https://www.veteranstoday.com/2018/11/12/hitler-was-right-germany-was-stabbed-in-the-back/

João José Horta Nobre
14 de Novembro de 2018


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

A Maior Força de Bolsonaro é Simultaneamente a Sua Maior Fraqueza




«A luta contra o absurdo religioso é mais do que uma necessidade hoje em dia.» - Benito Mussolini (1883 - 1945)

É inegável que a maior força de Bolsonaro, do ponto de vista eleitoral, são os diversos grupos cristãos que tanto se têm esforçado para promover a sua candidatura. Sem a sua base evangélica e católica que o apoia fanaticamente, Bolsonaro estaria certamente condenado a perder a 2ª volta das eleições presidenciais do Brasil, que se realizam no próximo dia 28 de Outubro.

O grande problema para Bolsonaro é que o facto de o mesmo estar tão dependente do apoio de grupos religiosos judaico-cristãos, vai simultaneamente dificultar qualquer verdadeira política nacionalista da parte de Bolsonaro, pois os grupos religiosos em causa são e sempre foram aguerridamente anti-nacionais e anti-patrióticos na sua essência

Em todos os tempos e todos os lugares, salvo raras excepções, os cristãos sempre fizeram a guerra contra os nacionalistas e foram aliados dos interesses judaico-sionistas. A Igreja Católica, por motivos de doutrina, odeia e despreza as nações de forma visceral e pelos dias que correm, já nem sequer se dá ao trabalho de disfarçar que é directamente financiada por George Soros e quejandos. É por este motivo que eu não hesito em afirmar que os cristãos são a maior fraqueza de Bolsonaro e creio eu, irão inevitavelmente sabotar a sua presidência se o mesmo não souber colocar este bando de fanáticos religiosos no seu devido lugar.

Bolsonaro tem neste momento praticamente garantida a sua vitória no próximo dia 28 e isto, por sua vez, significa também uma vitória do lobby evangélico. Há neste momento fortes indícios de que grupos evangélicos dos Estados Unidos estão activamente não só a apoiar a candidatura de Bolsonaro na retaguarda, como também estão a tentar exportar a sua agenda político-ideológica para o Brasil. Para quem não saiba, a criminosa agenda destes cristãos é exactamente a mesma agenda que minou a presidência de Trump desde o início e o reduziu de forma humilhante a uma mera marioneta dos interesses judaico-sionistas na Casa Branca.

Qual então o objectivo dos evangélicos que apoiam Bolsonaro? Ora bem, em primeiro lugar há que compreender que os evangélicos, à semelhança dos católicos e protestantes, estão sob o controlo das sinistras forças da Nova Ordem Mundial, isto é, da judiaria internacional e internacionalista. O objectivo imediato desta gente é em primeiro lugar servir Judeia que na sua versão contemporânea se chama "Estado de Israel". Em segundo lugar e sob a capa de um conservadorismo postiço, o gangue judaico-sionista pretende o desmantelamento progressivo das nações e eventualmente, a sua substituição por um governo mundial totalitário cuja capital será Jerusalém.

Tudo o que as forças do "sistema" fazem tem como finalidade atingir estes dois objectivos e desengane-se quem julgar que o "sistema" no Brasil se reduz apenas às forças do agora infame Partido dos Trabalhadores e do Foro de São Paulo. O "sistema" não é, nem nunca foi apenas de esquerda ou de direita, mas sim, de Sião e é apenas perante as sinistras forças da judiaria internacional organizada que as forças políticas do "sistema" respondem.

Os evangélicos e a restante turba cristã que apoia Bolsonaro, irão ser inevitavelmente a principal ameaça à sua presidência, isto caso Bolsonaro não saiba meter esta gente no seu devido lugar logo de início e acima de tudo, deixar de apaziguar e bajular as elites judaicas, pois isso simplesmente não lhe vai adiantar de nada.[1] Marine Le Pen e Trump também recorreram à estratégia do apaziguamento das elites judaicas e o que ganharam foi ainda mais ódio da parte judiaria internacional. Duvidam disto? Então observem apenas o veneno que a lügenpresse controlada pelas elites judaicas cospe a nível diário contra Trump, Le Pen, Duterte, Putin, Bolsonaro, Órban, Salvini e qualquer outro político que se atreva a prosseguir uma agenda minimamente nacionalista. 

As forças da Nova Ordem Mundial odeiam visceralmente o Nacionalismo independentemente da forma que o mesmo assuma. O Nacionalismo não é tolerado pelo "sistema", porque o Nacionalismo é, em última análise, o principal inimigo ideológico dos globalistas e do seu projecto diabólico para aniquilar as nações e escravizar os povos. Espero que o Capitão Bolsonaro tenha isto presente na sua mente no dia em que assumir o cargo de Presidente do Brasil e acima de tudo, que governe com o coração, pois os caminhos indicados pelo coração serão sempre os mais justos.

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Notas:
[1] No máximo compra-lhe algum tempo, nada mais. 

João José Horta Nobre
25 de Outubro de 2018

domingo, 7 de outubro de 2018

A Primeira Entrevista que Vladimir Putin Deu Logo Após a Sua Tomada de Posse Como Presidente da Federação Russa no Ano 2000


A primeira entrevista dada por Putin poucos dias após tomar posse no ano 2000 e numa altura em que a Rússia estava literalmente à beira do precipício em todos os sentidos. Aproveito para agradecer aqui à Inessa S. pela oportuna recuperação e divulgação do material em questão.

A pequena, porém, muito interessante curiosidade histórica que podem ver no video acima, é alegadamente a primeira entrevista que Vladimir Putin deu logo após a sua tomada de posse como Presidente da Federação Russa no ano 2000. À margem algumas perguntas idiotas (e inúteis...) feitas por quem conduziu a entrevista, trata-se de uma peça bastante reveladora no sentido em que exibe um Putin ainda muito diferente daquele que o Mundo hoje conhece. É também notório como Putin no ano 2000 ainda não se sentia muito seguro, nem confortável à frente das câmaras.

Certamente, não tenho a menor dúvida de que no ano 2000 o Império Anglo-Sionista e os supremacistas judeus que infestaram (e destruíram...) os governos de Boris Yeltsin, julgavam ainda que poderiam continuar a dominar Putin e a Rússia como se nada se passasse. Mal sabiam eles como estavam enganados e creio que nem nos seus piores pesadelos a judiaria internacional alguma vez imaginou o quão difícil este antigo Coronel do KGB eivado a Presidente da Rússia lhe iria fazer a vida. Aliás, se imaginasse, provavelmente tê-lo-ia assassinado antes do mesmo conseguir tornar-se Presidente. “Tob shebbe goyim harog”, não é assim que diz o Talmude?...

Poucos em Portugal terão noção do verdadeiro estado de ruína em que a Federação Russa se encontrava no ano 2000 e da desgraça pegada que Putin herdou de Yeltsin. O fim do Comunismo, ao invés de trazer a tal "prosperidade maravilhosa" tão prometida pela chusma demo-liberalóide, o que trouxe foi caos, violência, pobreza extrema e a exploração humilhante do povo russo às mãos da pior escumalha que alguma vez existiu. Por sua vez, os judeus em controlo das estruturas de poder do Ocidente aproveitaram a oportunidade para mais uma vez tentarem fragmentar e destruir a Rússia de uma vez por todas. Já o tinham tentado fazer anteriormente aquando da Revolução Bolchevique em 1917, que foi inteiramente patrocinada e apoiada a partir dos bastidores por plutocratas judeus radicados em Wall Street. Nos anos 1990, o Comunismo foi substituído pelo Neoliberalismo e a elite globalista não tardou a transformar esta ideologia na sua nova arma para destruir nações. O Comunismo ortodoxo da URSS havia-se tornado demasiado nacionalista e no fundo, foi esse o motivo pelo qual a URSS foi dissolvida à força pela elite globalista.

O dinheiro e as "impressões digitais" da judiaria internacional estiveram por detrás de praticamente todas as actividades e campanhas anti-russas do virar do milénio. Desde a guerra na Chechénia à máfia que dominava largos sectores da sociedade russa, passando pela economia que estava a ser gerida de acordo com as directrizes de "conselheiros" oriundos de Washington, a "mão invisível" da judiaria internacional foi a principal força impulsionadora de toda a orgia de destruição que tomou conta da Rússia na década de 1990. Os oligarcas que dominavam então a economia russa (quase todos judeus...), receberam toda a espécie de apoios da parte do Ocidente e não houve um único País da NATO que tivesse a coragem de denunciar a autêntica conspiração com ramificações internacionais de que a Rússia estava a ser alvo.

Aproveitando-se do marasmo em que se encontravam as Forças Armadas Russas que estavam em muitos aspectos próximas do colapso, o Império Anglo-Sionista em conjunto com os seus sabujos da NATO, ainda atacou e mutilou a pequena Sérvia sem qualquer espécie de provocação e tratou de ir sempre "apertando o cerco" em torno da Rússia com a criação de cada vez mais bases militares em torno do "urso russo". Putin assistiu a isto tudo e certamente que não o esqueceu, nem nunca vai esquecer. A desgraça periclitante que o antigo Coronel do KGB herdou no ano 2000, estava muito próxima do ponto de não retorno e creio que terá sido mesmo por obra e graça de algum milagre que a Federação Russa não se fragmentou então em pedaços. Ainda é muito cedo para se fazer escola do "Putinismo", no entanto, creio que qualquer governante que seja minimamente sério e bem intencionado, só tem a ganhar em olhar para Putin e tentar aprender como é que contra todas as expectativas se consegue arrancar um País da beira do precipício e restaurar-lhe a honra perdida e se não muita, pelo menos alguma prosperidade. 

João José Horta Nobre
7 de Outubro de 2018

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Israel Vai Pagar um Preço Muito Elevado Por Ter Deliberadamente Assassinado Militares Russos




"Tiveste sede de sangue, e eu de sangue te encho." - Alighieri Dante (1265 - 1321)

Israel cometeu um grave erro no passado dia 17 de Setembro. Muito sucintamente e para quem ainda não sabe, o que se passou foi que os israelitas decidiram atacar mais uma vez a Síria e muito ao estilo do típico chico-espertismo que tanto caracteriza o "povo eleito", os pilotos dos F-16 israelitas esconderam-se na proximidade de um IL-20 russo que se preparava já para aterrar na Base Aérea de Hmeimim. Em resultado da manobra israelita que nada teve de acidental e que visava propositadamente usar o IL-20 russo como um "escudo", os militares sírios encarregues da defesa anti-aérea do seu País, acabaram por abater não os F-16 israelitas, mas sim o IL-20 que para desgraça da sua tripulação, acabou vitimado por um míssil anti-aéreo S-200.

Não há desculpa para este comportamento da parte de Israel. Quinze militares russos estão agora mortos devido ao comportamento da Força Aérea Israelita e muito sinceramente, eu não sei o que é que os sionistas pensam que vão ganhar em assassinar assim de forma deliberada a tropa russa, porém, posso-vos garantir que a Rússia fará Israel pagar um preço elevadíssimo por este atrevimento despudorado. Duvidam?! Então atentem nas palavras do Ministro da Defesa da Federação Russa, Sergey Shoygu, que já deixou claro que a Rússia "reserva a si o direito a responder" adequadamente à agressão israelita. Mais interessante ainda foi a afirmação do Presidente Vladimir Putin, que garantiu que a Rússia irá tomar medidas nas quais "todos irão reparar". Que medidas serão essas ainda ninguém sabe, no entanto, podem todos ter a certeza de que essas medidas serão tomadas e a consequência de tais medidas pode muito bem vir a ser a definitva perda de liberdade de acção para os israelitas nos céus da Síria. Aliás, Israel já devia de ter percebido o recado em Fevereiro passado, quando os sírios abateram um F-16 Israelita com um míssil anti-aéreo S-200




A Síria pode e deve defender o seu espaço aéreo e vale a pena destacar que as capacidades de defesa anti-aérea da Síria hoje, são muito superiores ao que eram em 2011. Apesar da guerra que tem devastado o País, os sírios com a preciosa ajuda russa têm conseguido não só recuperar, mas também melhorar significativamente as suas capacidades de defesa anti-aérea. Mesmo sem o S-300 e o ainda mais moderno (e caro...) S-400 ao seu serviço, a Força de Defesa Aérea da Síria tem conseguido realizar um notável trabalho graças à modernização de antigos sistemas de defesa anti-aérea como o S-200 e o Buk M1. Este último sistema de defesa anti-aérea, a par do espectacular e muito eficaz Pantsir, destacou-se em Abril passado quando os ianques, a pretexto de um ataque químico fabricado, decidiram lançar mais de uma centena de mísseis Tomahawk contra o território Sírio, a maioria dos quais, diga-se de passagem, acabou abatido pelos "obsoletos" sistemas de defesa anti-aérea da Síria made in USSR. Para além destes feitos que já não são poucos e que só elevam o prestígio do equipamento de defesa anti-aérea de origem soviética, está ainda por explicar o muito estranho incidente em que alegadamente e segundo alguns rumores, um F-35 israelita com tecnologia stealth, teria sido atingido e danificado por um míssile S-200 disparado pelos sírios no início de Outubro passado. Oficialmente, os israelitas alegam que o F-35 em questão foi apenas atingido por pássaros, eu, como é óbvio, por agora vou fazer de conta que acredito...

Aconteça o que acontecer, podem todos ter a certeza de que Israel vai pagar um preço muito elevado por deliberadamente ter assassinado militares russos. O desejo de retaliação contra Israel está a aumentar nas fileiras das Forças Armadas Russas e Putin sabe muito bem que ele não pode mostrar fraqueza perante a ofensiva judaico-sionista que está em curso contra a Rússia e muito menos pode deixar passar em branco o assassinato deliberado e premeditado de militares russos. Nos últimos dias têm aumentado e muito os apelos da parte de oficiais russos no sentido da retaliação imediata contra Israel e uma das vozes que mais se destacou foi a do General Leonid Ivashov que apelou aberta e explicitamente à expulsão imediata do embaixador israelita em Moscovo e ao abate de todo e qualquer avião israelita que de ora em diante viole o espaço aéreo sírio.

Os sionistas estão "a brincar com o fogo", porém, na típica arrogância que os caracteriza, eles próprios não têm noção nem de com quem se estão a meter, nem daquilo que eventualmente lhes pode vir a acontecer. A verdade nua e crua é que a Rússia pura e simplesmente não vai tolerar mais humilhação às mãos da judiaria internacional e da cáfila sionista. Por mais que a máquina de propaganda sionista tente agora colocar as culpas do que aconteceu em cima dos sírios e iranianos, a verdade é que a esmagadora maioria do povo russo sabe que não foram os sírios e iranianos que assassinaram os seus compatriotas ao serviço da Pátria no passado dia 17 de Setembro, mas sim, a escumalha israelita que para além de estar activamente a armar e patrocinar grupos radicais islâmicos na Síria, está também a fazer uso dos seus lacaios da NATO para continuamente ameaçar e provocar a Rússia. Se nada mudar e se a elite lunática que está aos comandos do Ocidente não for arredada do poder, a seu tempo eu creio que existe uma fortíssima possibilidade de os sionistas arrastarem as potencias ocidentais numa guerra contra a Rússia, que redundará inevitavelmente em destruição mútua assegurada para ambas as partes. Pelo menos tudo assim o indica.

João José Horta Nobre
21 de Setembro de 2018


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Os Nacionalistas Não se Irão Esquecer de si, Caríssima Senhora Eurodeputada Ana Gomes




«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» - Alfredo Pimenta (1882 - 1950)

O Parlamento Europeu votou ontem a favor da aprovação de uma sanção histórica contra a Hungria de Viktor Órban. Paradoxalmente, isto acaba por ser uma excelente notícia para todos os nacionalistas, pois para além de expor mais uma vez o espírito totalitário que reina na União Europeia, demonstra também como a União Europeia não passa de um instrumento utilizado pela estrutura de controlo sionista, para destruir os povos autóctones da Europa. Oxalá que isto, finalmente, convença os húngaros de uma vez por todas a dar início ao processo de saída da União Europeia, uma vez que tal organização internacionalista não serve os interesses do povo húngaro ou de qualquer outra Nação que pertence à mesma.

Profundamente excitada e claramente desejosa de mostrar (ao seu patrão, o famoso magnata judeu George Soros?...) o seu empenho em atacar Viktor Órban por proteger o seu povo, a caríssima senhora eurodeputada Ana Gomes, fez questão de afirmar alto e bom som em pleno Parlamento Europeu que "nunca teríamos chegado a este estado se a Comissão tivesse agido há muito tempo." Obviamente, aquilo que Ana Gomes pretende dizer com isto e que pode ser subentendido na sua afirmação insolente, é que nunca teríamos chegado à actual manifestação de poderio nacionalista na Europa, se a actual elite reinante na União Europeia tivesse começado a sancionar e a atacar nacionalistas como Viktor Órban mais cedo. O atrevimento da canalha pesporrente não poderia ser maior.

Ora, nada disto é novidade para os nacionalistas, pois nós estamos habituados a isto e muito mais. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial que os nacionalistas passaram a ser o "saco de pancada" da elite reinante demo-liberal e "xuxalista" que saiu vitoriosa da guerra. As perseguições, os insultos, as ameaças, o ódio e a humilhação pública a que os nacionalistas têm sido sujeitos por parte do "sistema" e da comunicação social ao serviço do "sistema", tornaram-nos imunes a praticamente tudo e mais alguma coisa. Já diz o velho ditado que "aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes", creio que no que ao Nacionalismo diz respeito, tal parece ser certamente o caso.

O "sistema" tem-nos tentado destruir de todas as formas que se podem imaginar, no entanto, tal situação de guerra permanente ao Nacionalismo, para além de estar destinada ao inevitável fracasso, não poderia ser sustentável para sempre. A elite reinante certamente que julgou que a utilização de um misto de lavagem cerebral por via dos apócrifos media, com um intenso programa de abolição das identidades nacionais, seria o suficiente para acabar de uma vez por todas com os impulsos nacionalistas e consequentemente, abrir o caminho para o governo mundial totalitário do qual a União Europeia é já um protótipo. Falharam. A elite reinante falhou e o "sistema" fracassou na sua tentativa para exterminar de uma vez por todas as nações e os nacionalistas.

Os ventos da mudança estão novamente a soprar e a situação na Europa, a médio/longo prazo, ameaça tornar-se extremamente tóxica para a actual elite reinante e para os colaboradores e lacaios da mesma. Podem ter a certeza de que os nacionalistas não se irão esquecer de quem é que andou durante anos a atacar-nos e a fazer-nos a guerra por todos os meios. Sim, os nacionalistas não se irão esquecer de si, caríssima senhora eurodeputada Ana Gomes. Nem de si, nem de todos os seus colegas que diariamente nos fazem a guerra a partir de Bruxelas. Na hora devida e podem estar certos de que essa hora vai chegar, saberemos como agir e suas excelências terão a devida "recompensa" por todo o ódio, todos os ataques vis e toda a patifaria que têm cometido contra os povos da Europa.

João José Horta Nobre
13 de Setembro de 2018


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

McCain Não Merece o Nosso Voto de Pesar



"A maldade destrói os traidores." - Provérbios 11,3b

A esquerda (PCP, BE e Verdes) votou ontem na Assembleia da República contra o voto de pesar pela morte de John McCain. Fez muito bem. John McCain não merece o nosso voto de pesar. É raro eu estar assim tão de acordo com a esquerda, mas desta vez tem mesmo de ser.

Convenhamos que John McCain foi, de facto, um traidor ao seu País e um vigarista. Depois de regressar da Guerra do Vietname, o Capitão McCain andou a dar palestras em que falava dos seus "ferimentos" que, alegadamente, foram o resultado de tortura infligida pelos comunistas durante o tempo em que o mesmo foi prisioneiro de guerra. Tudo mentira! Na realidade, os ferimentos sofridos por McCain foram o resultado do próprio ter sido abatido nos céus do Vietname, sendo que ao ejectar-se do caça que pilotava, sofreu diversas fracturas ósseas entre outros ferimentos de relativa gravidade. Para além disto, não só McCain não foi torturado pelos vietnamitas que o capturaram, como ainda colaborou amplamente com os mesmos. Sobre isto é elucidativo ler o artigo de Ron Unz, John McCain: When "Tokyo Rose" Ran For President.

Sobre a vida militar de McCain estamos portanto falados, vamos então passar ao seu legado político. 

Basicamente, McCain pouco mais fez do ponto de vista político do que andar a seguir fielmente a agenda do lobby israelita que controla os Estados Unidos. McCain apoiou fanaticamente todas as "wars for Israel" das últimas décadas e nunca cessou de lutar em prol do ideal globalista do "Mundo sem fronteiras". É por isso um insulto à decência moral dizer-se que McCain foi de alguma forma um "patriota" ou até mesmo um "nacionalista" (ahahahahha, deixem-me rir...). 

Ainda assim, o mais triste na existência perdida de McCain é que nem nos seus últimos anos de vida ele teve o discernimento para perceber que estava do lado das forças do mal. Tanto quanto sei, não só ele nunca pediu desculpa por todos os mortos e feridos das guerras desnecessárias pelas quais fez lobby, como ainda morreu orgulhoso da sua obra e dos seus feitos criminosos. Enfim, uma coisa é certa: George Soros, o judeu bilionário que financiou John McCain de várias e diversas formas, perdeu um dos seus melhores aliados e isso só pode ser uma boa notícia. A América e o Mundo só têm a ganhar com a morte de monstros como McCain.

João José Horta Nobre
07 de Setembro de 2018


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Porque é Que a Judiaria Internacional Teme Tanto Uma Aliança Entre Putin e Trump?



«Não há nada que o judeu internacional tema tanto como a verdade, ou qualquer indício da verdade sobre a sua pessoa ou os seus planos.» - Henry Ford (1863 - 1947)

Vejamos, eu próprio já não esperava grande coisa de Trump, uma vez que ele se encontra completamente cercado por supremacistas judeus que o transformaram num refém na Casa Branca, no entanto, Trump pode ainda vir a ser extremamente útil à Alt-Right, no sentido em que a sua acção política, no fundo, quase sempre acaba por nos beneficiar, nem que seja apenas de forma indirecta.

A forma violenta como os media controlados pelo "sistema" reagiram ao recente encontro entre Putin e Trump na Cimeira de Helsínquia[1], demonstra apenas mais uma vez como a máfia judaico-sionista que está directamente por detrás do projecto globalista, odeia a Rússia de forma visceral e anseia pela destruição da mesma. No fundo, nada disto é novidade, pois a Rússia é uma velha obsessão dos supremacistas judeus que já a tentaram destruir - sem sucesso - aquando da Revolução Bolchevique em 1917 que foi inteira, repito, inteiramente patrocinada e impulsionada a partir dos bastidores por plutocratas judeus radicados em Wall Street.

Não é ao acaso que eu escrevi em Outubro de 2016 um artigo que se intitulava precisamente Donald Trump, Aparentemente, o Maior Terror da Judiaria Internacional. O ódio que as elites judaicas destilavam e ainda destilam contra Trump, é simplesmente demasiado intenso para ser apenas uma "mera encenação" como alguns detractores do Presidente americano afirmam. Nota-se que existe um medo da parte da elite globalista em relação a Donald Trump e este medo profundo, deve-se ao facto de a acção política de Trump, tanto a nível interno, como externo, estar progressivamente a minar por dentro o projecto globalista. A superclasse mundialista está em pânico e com razão, pois Trump é realmente e de facto uma ameaça extremamente séria ao seu plano maquiavélico para destruir as nações e substituir as mesmas por um governo mundial totalitário, com o consequente internamente de largos sectores da população em campos de trabalho forçado.[2]

Vladimir Putin é hoje o mais destacado e poderoso anti-globalista que existe na face da Terra. Não há virtualmente mais nenhum líder político ou social que tanto tenha feito e continue a fazer em prol da destruição do projecto globalista. O ódio absolutamente insano e fanático que a judiaria internacional organizada destila a nível diário contra a Rússia nos media por si controlados, é só por si a prova de como esta gente vê a Rússia de Putin como sendo a principal ameaça ao seu sinistro plano para aniquilar as nações e os povos. É por este motivo e apenas por este motivo que a Rússia tem sido alvo da mais imunda baixaria diplomática da parte do Império Anglo-Sionista e dos seus lacaios da NATO. Esta situação tem-se agravado recentemente e é agora mais do que claro que os anglo-sionistas planeiam quebrar a Federação Russa por via da guerra económica total que, a continuar assim, irá inevitavelmente acabar por ter consequências que poderão terminar em guerra aberta entre o Império Anglo-Sionista e a Rússia. Pessoalmente, só espero que a elite globalista, entretanto, tenha em conta que "Putin já deixou bem claro que a Rússia não voltará a combater uma guerra no seu próprio solo como aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial e a própria doutrina militar russa actualmente em prática, advoga que as armas nucleares podem e devem de ser usadas se a Rússia se ver confrontada com uma guerra de agressão por meios convencionais, que coloque em risco não só a existência do Estado Russo, mas a própria integralidade territorial da Rússia."[3]

O exposto acima ajuda a perceber porque é que a elite judaico-sionista entrou em pânico com o recente encontro entre Putin e Trump em Helsínquia. É que esta apócrifa elite sabe que potenciais boas relações entre os Estados Unidos e a Rússia, vão acabar por interromper o isolamento internacional a que os globalistas querem sujeitar a Rússia. Pior ainda, a judiaria internacional teme e com razão que uma boa relação entre Putin e Trump venha a minar o seu poder e influência na política americana. As elites judaicas que controlam os Estados Unidos não se esquecem daquilo que Putin lhes fez na Rússia e o seu maior pavor é uma repetição do mesmo "tratamento" nos Estados Unidos.

Se a judiaria internacional perder o seu controlo quase absoluto sobre a política interna e externa norte-americana, será inevitável que todo o plano globalista para destruir as nações ficará seriamente em causa. Os Estados Unidos e as suas forças armadas são a "pedra-angular" de todo o projecto globalista e sem esta importantíssima e essencial componente, toda a estrutura de controlo sionista começará a colapsar de forma descontrolada e imparável.

O Presidente Putin é a encarnação viva de tudo aquilo que os globalistas odeiam e pretendem destruir. O seu Nacionalismo assumido, a sua defesa das fronteiras e dos valores tradicionais que são também os valores da Civilização e em última análise, a defesa do seu povo, são tudo coisas que os globalistas almejam ver destruídas, nem que o custo de tal destruição signifique o fim da própria Civilização no Ocidente. Jamais a elite judaico-sionista que está directamente por detrás do projecto globalista, aceitará uma boa relação entre Putin e Trump. Jamais.

É inegável que o projecto globalista e a estrutura de controlo sionista que sustenta o mesmo, estão hoje à beira do precipício e a elite reinante sabe disto mesmo. A elite judaico-sionista não o assume publicamente, mas ela sabe que os nacionalistas estão outra vez "fora do armário" e pior que tudo, ela sabe que temos aliados muito poderosos que discretamente nos estão a apoiar através de diversas formas. A esquerda e a antifaria patrocinada pelos George Soros deste Mundo pode berrar "fascistas" e "nazis" as vezes que quiser e lhe apetecer, que isso não irá travar, nem demover o que eventualmente se prepara.

Donald Trump tem feito e dito imensa coisa que provoca repulsa a qualquer patriota que se preze[4], no entanto, todos os seus "pecados" podem ser perdoados e até mesmo esquecidos, se Trump conseguir pelo menos abrir o caminho para a derrota definitiva do projecto globalista e da diabólica clique internacional que está por detrás do mesmo. É à luz deste contexto que a aliança entre Putin e Trump se torna absolutamente crucial e necessária, pois ambos estes líderes vão precisar um do outro para concretizar o seu objectivo não declarado, que tem sido desde o início a derrota e o desmantelamento do projecto globalista e da estrutura de controlo sionista (aka ZOG). 

A judiaiaria internacional ainda não está ferida de morte, no entanto, já está enfraquecida o suficiente de forma a tornar irreversível a sua derrota. A ascensão dos ditos "populismos" por toda a União Europeia, em conjunto com o reforço do poder russo a Leste, estão a criar o terreno fértil para a destruição da União Europeia. Por sua vez, Trump está pouco a pouco a minar o poder judaico-sionista nos Estados Unidos. 

Eu sei que visto de fora fica-se com a impressão que Trump se encontra debaixo de fogo cerrado e que está completamente cercado por inimigos na Casa Branca. Sim, tudo isto é verdade até certo ponto, porém, Trump tem demonstrado uma grande habilidade  em conseguir expor os "lying media" ao ridículo e acima de tudo, em mostrar ao americano comum que o seu País se encontra sequestrado por elementos de uma tribo médio-oriental, que estão apostados não apenas em destruir os Estados Unidos, mas toda a Civilização Ocidental. Foi, aliás, graças a Donald Trump que se passou a falar do "Deep State" na sociedade americana e isto só por si é excelente, pois revela como as massas estão finalmente a tomar consciência da tremenda fraude que é a assim chamada "democracia americana". Por sua vez, as recentes declarações de Trump sobre o poder desmedido da Google e dos restantes "tech giants", que estão diariamente a censurar e difamar patriotas e conservadores, é outra excelente manobra estratégica da parte de Trump e a meu ver, são apenas os primeiros passos da sua administração, no sentido de regular de uma vez por todas estas empresas que adquiriram poder a mais na sociedade. Não tenham qualquer dúvida de que a eventual regulação dos "tech giants" como a Google e o Facebook, será um forte golpe na estrutura de controlo sionista, que anda desesperadamente a tentar controlar o fluxo da informação, no sentido de continuar a manipular a opinião pública, da mesma forma que o conseguiu fazer durante décadas a fio, sem qualquer espécie de oposição credível. 

Os nacionalistas estão no bom caminho e muito ao contrário daquilo que a lügenpresse diz sobre nós, não há da parte da esmagadora maioria dos nacionalistas qualquer espécie de desejo no sentido da agressão gratuita contra outros povos ou nações. Antes pelo contrário, somos nós que estamos a ser agredidos e toda a nossa acção é uma acção meramente defensiva, cujo único propósito é a libertação das nossas pátrias, o eventual julgamento e prisão dos traidores que nos arrastaram sem motivo a este ponto de miséria e decadência civilizacional e a restauração da ordem perdida. 

O tempo está a contar para os globalistas e eles, lá bem no seu íntimo, sabem que já não lhes restam muitas opções. A potencial aliança não declarada entre a Rússia de Putin e a América de Trump, será sem sombra de dúvida a coup de grâce para a estrutura de controlo sionista, pois sem conseguirem controlar os Estados Unidos ou a Rússia, a máquina de terror globalista ficará irremediavelmente ferida de morte. Conseguem agora imaginar o pavor do lobby judaico-sionista só de pensar numa coisa destas? Os caros leitores têm noção do estado de pânico em que ficam os extremistas judeus da AIPAC, só de reflectirem por momentos na hipótese de uma aliança entre Putin e Trump?!

Se os globalistas falharem na sua tentativa para controlar Trump e isolar a Rússia, será game over para a elite judaico-sionista. Mais, muito mais do que uma Rússia forte e unida, aquilo que mais apavora a judiaria internacional é uma aliança entre os Estados Unidos e a Rússia. É exactamente isto que parece estar em vias de acontecer (se é que já não aconteceu...) e por isso mesmo, a Cimeira de Helsínquia neste sentido foi um patente sucesso. Donald Trump não é Richard Nixon, o que significa muito simplesmente que não haverá um novo escândalo de Watergate, nem um novo impeachment de um Presidente americano por fazer frente à pior escumalha que existe na face do planeta

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Notas:
[1]Chegando mesmo ao ponto de chamarem "traidor" ao Presidente americano e acusarem o mesmo pela enésima vez, de ser um "agente russo" ao serviço de Putin.
[2] Se julgam que isto é uma mera teoria da conspiração, então leiam a obra Two Hundred Years Together de Alexander Solzhenitsyn. A elite judaico-sionista já deixou bem claro com a Revolução Bolchevique aquilo de que é capaz quando se apanha com o poder absoluto na mão e não tenham a mais pequena dúvida de que se esta gente não for travada a tempo, vamos acabar todos chacinados ou enfiados em campos de trabalho forçado. Solzhenitsyn não nos avisou ao acaso...
[3] NOBRE, João José Horta - O "Sistema" Quer à Força Provocar Uma Guerra Com a Rússia. História Maximus, 18 de Março de 2018. Link: https://historiamaximus.blogspot.com/2018/03/o-sistema-quer-forca-provocar-uma.html
[4] Os repetidos e ilegais ataques de Trump contra a soberania da Síria e o Presidente Bashar al-Assad são disto um exemplo entre muitos outros. 

João José Horta Nobre
30 de Agosto de 2018


segunda-feira, 23 de julho de 2018

Já Nem Cuba Quer Saber Do Comunismo




«O Comunismo nunca chegou ao poder num País que não estivesse perturbado pela guerra ou pela corrupção, ou ambas.» - John F. Kennedy (1917 - 1963)

Cuba é desde há décadas sinónimo de Comunismo e se bem que é verdade que a utopia comunista nunca por lá existiu verdadeiramente[1], também é verdade que Cuba travou uma longa batalha de cinco décadas no sentido de conseguir criar o paraíso tropical na Terra. Entretanto, a única coisa que os pobres dos cubanos conseguiram atingir com moderado sucesso, foi a implantação de um modelo económico que normalmente se designa em ciências económicas por "Capitalismo de Estado".

Cuba é, de facto, um excelente exemplo daquilo que acontece a um País quando o Estado se apodera por completo de todos os meios de produção, ao passo que proíbe explicitamente qualquer actividade económica paralela de âmbito privado. Claro que da teoria à prática vai sempre um passo relativamente longo e por isso mesmo, na prática, o regime comunista em Cuba nunca conseguiu acabar com alguma actividade económica privada que sempre foi levada a cabo "debaixo das barbas" do regime, com a tolerância complacente mesmo. Aliás, qualquer um que já tenha estado em Cuba, sabe perfeitamente bem que se há coisa que por lá nunca falta aos turistas, são as célebres "jineteras" que se dispõem a saciar as necessidades sexuais dos rapazes de visita à ilha, a troco de alguns dólares. O regime cubano, como é óbvio, sabe disto tudo e tolera tal situação, pois numa País tão pobre como Cuba, todo o dólar ou euro que entrar nos cofres do País, independentemente da sua origem, é sempre uma mais-valia.

A muito provável aprovação do texto da nova Constituição de Cuba, que elimina a palavra "Comunismo" e inclui o direito à propriedade privada, é portanto um avanço civilizacional para os cubanos e ao que tudo indica, será não o fim do regime que domina aquela ilha há décadas, mas pelo menos e para já será o fim daquela errática experiência comunista que, muito francamente, já não tem ponta por onde se lhe pegue!

O Comunismo, por ser uma doutrina internacionalista e por isso mesmo anti-nacional, será sempre uma ideologia inimiga dos nacionalistas, sendo que estes nunca devem cessar de combater e rechaçar tal ideologia, onde quer que a encontrem e com todos os meios que tiverem ao dispor. No entanto, os partidos e movimentos nacionalistas também não devem de excluir por completo as alianças estratégicas com a extrema-esquerda, quando as mesmas são do nosso interesse e vão ao encontro dos nossos objectivos geopolíticos no médio/longo prazo. Sejamos realistas, não existe hoje um único regime comunista no Mundo que seja uma ameaça séria para os nacionalistas, bem pelo contrário, a plutocracia internacionalista demo-liberal que lidera a guerra contra as nações, essa, está sentada nos escritórios climatizados de Washington, Nova Iorque, Londres, Paris, Berlim, entre outras capitais do Ocidente que tem as suas estruturas de poder sequestradas pelo Supremacismo Judaico organizado. Esta diabólica elite globalista é que é a verdadeira inimiga da Humanidade e é contra a mesma que todas as forças de bem se devem de unir. 

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Notas:
[1]Nem poderia existir, pois o Comunismo é impraticável por ser contra-natura.

João José Horta Nobre
23 de Julho de 2018


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