quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

O Pânico em Torno das "Fake News" Significa Apenas Que o Sistema Começa a Ficar Desesperado...




Sempre gostei de ouvir David Icke[1] e apesar de não estar minimamente de acordo com a sua teoria "reptiliana" - que a meu ver é apenas uma metáfora para "sionistas" ou "supremacistas judeus" - não posso, no entanto, deixar de concordar com muito do que ele diz e escreve sobre a maquiavélica elite, que a partir dos bastidores anda a tentar construir o inferno na Terra. 

Desde há alguns meses a esta parte, mais propriamente desde que Donald Trump venceu a eleições presidenciais nos Estados Unidos, que começou a circular nos mainstream media um pânico em relação a umas supostas "fake news", que seriam a explicação para o porquê de tantos radicais da "pavorosa ultra-extrema-direita", estarem a ganhar tanta popularidade pelo Ocidente fora. 

O facto é que este pânico revela na perfeição que o "sistema" está a perceber de vez que começou a perder a batalha da informação, para pequenos e modestos bloggers e utilizadores de redes sociais como eu próprio. Pouco a pouco, a nossa "artilharia" eletrónica começa a fazer mossa no "sistema", o mesmo "sistema" que durante décadas usufruiu de um monopólio absoluto no domínio da informação, tendo usado e abusado da censura e da mentira a um nível nunca antes visto

É que podem ter a certeza de que nem sequer os regimes totalitários do passado, se atreviam a praticar tão descarada deturpação da verdade como a que se tem visto praticar no Ocidente durante as últimas décadas. Obviamente, o "sistema" e os donos dos grandes media, não toleram que nós, pouco a pouco, lhes estejamos a retirar o tapete do poder de debaixo dos pés e reagem ladrando "fake news", num acto de desespero patético. Não lhes irá servir de nada. Antes pelo contrário, quanto mais os cães do "sistema" ladrarem e chafurdarem, mais razão nos darão. No fundo, é como dizia e muito bem George Orwell: "Quanto mais uma sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a falam"...

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Notas:
[1] David Icke é a meu ver, de longe, o mais completo e intelectual de todos os pensadores contemporâneos anti-sistema. 

João José Horta Nobre
19 de Janeiro de 2017
 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Estaline, a URSS e a Nova Ordem Mundial



«Glorioso seja o ano de 1937! Nesse ano, Estaline finalmente conseguiu compreender que era o Sionismo, não o Comunismo, que estava a ser construído na URSS e ele destruiu-o. Após 1937, Suvorov e Kutuzov, Nakhimov e Ushakov, Bogdan Khmelnitsky e o "Cavaleiro com Pele de Tigre" transformaram-se em símbolos nacionais. E os russos, ucranianos, bielorrussos -  todos aqueles que os sionistas haviam destruído e deixado a apodrecer em prisões, rotulados como "nacionalistas" ou "anti-semitas" - regressaram.» - General Viktor Filatov

É certo que Estaline foi um "psicopata paranoico", mas foi o "psicopata paranoico" que dizimou os agentes dos supremacistas judeus que estavam instalados no aparelho de Estado Soviético. Isto é um facto e contra factos não há argumentos. É também por este motivo que eu tenho muita dificuldade em categorizar Estaline, pois ele era realmente comunista por um lado, mas também era um nacionalista eslavo por outro. Estaline aderiu à Revolução Russa que foi desde o início impulsionada por judeus bem colocados no Mundo da alta finança, mas mais tarde é inegável que combateu ferozmente contra esses mesmos judeus e até os exterminou em larga medida. Foi Estaline que mandou assassinar aquele que havia sido em tempos o principal agente dos supremacistas judeus na União Soviética - Leon Trotsky - e isso só por si revela como Estaline nunca foi um lacaio da Nova Ordem Mundial. 

A judiaria internacional, isto é, o núcleo de supremacistas judeus sediados em Wall Street que havia financiado e apoiado em segredo a Revolução Bolchevique desde o início, sempre quis que fosse Trotsky a suceder a Lenine quando este último morresse. Trotsky, ele próprio um judeu, era o homem de confiança dos supremacistas judeus. Só pode por isso ter sido com espanto que os judeus patrocinadores do Bolchevismo, viram Estaline arvorar-se do poder em 1922, numa manobra política construída previamente nos bastidores e verdadeiramente genial. 

A resposta dos banqueiros judeus de Wall Street a isto, a este despautério do georgiano que em tempos havia sido ele próprio um assaltante de bancos, foi o respectivo financiamento e consequente rearmamento da Alemanha. Hitler que odiava visceralmente não apenas as elites judaicas, mas todos os judeus, foi ele próprio obrigado a mamar da teta judaica, de forma a conseguir consolidar o seu poder e preparar a Alemanha para a guerra.

Estou em crer que os supremacistas judeus julgavam que poderiam através desta sua colaboração com a Alemanha Nazi, provocar de seguida uma guerra com a URSS que derrubasse Estaline do poder e simultaneamente enfraquecesse a Alemanha de forma brutal. Como é sabido, apenas a segunda parte do plano funcionou, pois a Alemanha foi efectivamente "riscada do mapa" como potência beligerante. Porém, o "Tio Estaline" manteve-se férreamente agarrado ao poder.

Apesar de não terem conseguido afastar Estaline do poder, a Segunda Guerra Mundial foi a melhor coisa que podia ter acontecido aos supremacistas judeus, que assim ficaram com o caminho aberto não só para fundar o Estado de Israel, mas para darem mais um passo em frente no seu plano de erguer um governo mundial totalitário, através da criação da Comunidade do Carvão e do Aço (CECA) em 1952. Como se sabe, a CECA foi a precursora da actual União Europeia que é em tudo uma experiência de laboratório das elites mundialistas, onde estão a ser ensaiadas novas formas de engenharia social e controlo populacional. O plano dos supremacistas judeus, a ser executado por intermédio dos seus lacaios que pertencem à Superclasse Mundialista, é utilizar a União Europeia como uma ferramenta para por um lado destruir as nações e identidades nacionais da Europa e por outro, criar uma estrutura económico-política que seja um modelo a aplicar posteriormente a todo o globo terrestre. 

A União Europeia é portanto uma nova União Soviética, mas desta vez os supremacistas judeus foram mais inteligentes e trataram de garantir que ao contrário do que aconteceu na ex-URSS, não há meio, nem forma, de um ditador poder tomar o controlo de toda a estrutura política da União Europeia. O objectivo disto é simples de compreender: sob a capa da "democracia" vão-se mantendo os povos da Europa anestesiados com a ilusão de que eles têm poder apenas porque se realizam eleições, porém, na verdade tudo o que se passa na União Europeia é decidido por uma tenebrosa elite que em reuniões à porta fechada e no maior secretismo anda a "cozinhar" há décadas a melhor forma de exterminar os povos e as nações da Europa.
 
Voltemos agora à União Soviética. 

Quando a URSS chegou aos anos 1980, esta assemelhava-se mais a uma Itália Fascista em tons vermelhos, do que a qualquer utopia comunista. Foi por este motivo e apenas por este motivo, que os agentes da Nova Ordem Mundial decidiram começar a minar o regime soviético por dentro, primeiro através da Perestroika e da Glasnost e de seguida, através da queda do muro de Berlim que provocou um efeito dominó na Europa de Leste, tendo em última análise levado ao colapso dos regimes comunistas. Aproveito também para sublinhar que a destruição dos regimes comunistas a Leste, contou desde o início com o apoio da Igreja Católica que tem sido desde o Concílio Vaticano II, uma das melhores aliadas das elites judaicas no concerto internacional.[1]

O processo de democratização da Rússia nos anos 1990 foi, acima de tudo, um processo de captura da Rússia para a órbita da Nova Ordem Mundial e a consequente tentativa de levar à desfragamentação da mesma. Não é portanto ao acaso que Putin já descreveu a queda da União Soviética como tendo sido "a maior catástrofe geopolítica do século XX." Basta ver quem ficou a ganhar com o colapso da URSS e a consequente "democratização" da Europa de Leste, para se perceber que a mesma não passou de mais uma "revolução colorida", engenhada pelos rapazes da CIA e mais algumas agências secretas que estão alinhadas com as forças da Nova Ordem Mundial.

Uma vez derrubada a URSS, não tardou para que se iniciasse uma autêntica orgia de destruição do que sobrava da economia russa, que em pouco tempo foi totalmente colocada nas mãos de oligarcas corruptos, a maioria dos quais, certamente por "mera coincidência", eram judeus...

A União Soviética da década de 1980 não representava uma ameaça séria a nenhum País do Mundo. Apenas os supremacistas judeus é que se sentiam incomodados pela mesma, pois esta havia-se transformado num regime nacionalista vestido com as cores do Comunismo, mas na sua essência, era um regime nacionalista. Ora, como eu e aqueles que se interessam por isto bem sabem, se há coisa que a Nova Ordem Mundial não tolera, nem nunca tolerou, são nacionalistas. Isto porque o Nacionalismo quando colocado em prática, representa sempre um travão ao governo mundial totalitário. Por isso é que eu já o disse muitas vezes e insisto: os nacionalistas, por mais defeitos e desequilíbrios que eventualmente tenham, são hoje a última barreira de defesa que o Ocidente e em última análise, toda a humanidade, tem ao governo mundial totalitário que as elites judaicas pretendem erguer.

A URSS foi destruída porque passou a representar uma ameaça e um entrave aos planos da Nova Ordem Mundial. A queda do Muro de Berlim nunca teve nada a ver com "democracia" ou "liberdade", isso são apenas desculpas para enganar totós. O verdadeiro motivo que levou à destruição da União Soviética foi o facto de esta ter deixado de ser útil aos planos da Nova Ordem Mundial e por isso mesmo, os judeus que puxam os "cordelinhos" em Wall Street decidiram a sua dissolução. É tão simples quanto isto.

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Notas:
[1]Muito há ainda por dizer sobre a figura sinistra do Papa João Paulo II, que ao que tudo indica, foi um dos mais dedicados agentes do Supremacismo Judaico, tendo sido premiado pelos seus serviços para com Sião através da sua rápida elevação a "Santo" da Igreja. 

João José Horta Nobre
16 de Janeiro de 2017

domingo, 15 de janeiro de 2017

Das Mentiras Que Por aí se Dizem Sobre o Estado de Israel



«[Israel é] o único e ínfimo país do médio oriente onde impera a democracia e a lei, onde há progresso e liberdade, onde não há distinção de raças ou etnias,»

O trecho acima, ou melhor, a mentira acima, colhida no blog cristão Lura do Grilo, é um bom exemplo da imensa campanha de desinformação que o Estado de Israel anda a patrocinar há décadas, com o entusiástico apoio de muitos cristãos. Para quem não saiba e indo direito ao assunto, Israel é um Estado etnicamente judaico e racista ao ponto de até se punir com a pena de prisão os casamentos fora da raça:



Se fossem os Estados Unidos ou um País europeu a fazer isto, "caía o Carmo e a Trindade", mas como é Israel, os filo-semitas sem a mais pequena ponta de vergonha na cara calam o pio e baixam as orelhas, não vá o demente Deus judaico em que acreditam ofender-se por se dizerem as verdades... 

João José Horta Nobre 
15 de Janeiro de 2017
 
É desta forma que os não-judeus nascidos em Israel são tratados por esse mesmo Estado. Anualmente, Israel recebe largos milhões de dólares de supremacistas judeus que apoiam o racismo de Estado em Israel, mas que simultâneamente financiam e promovem na Europa e nos Estados Unidos, o anti-racismo militante através de inúmeras ONG's ligadas à extrema-esquerda e a partidos liberais. Já não adianta os judeus andarem a choramingar sobre o Holocausto para distrair os goyim, pois os planos maquiavélicos da judiaria internacional estão a ser expostos e divulgados para todo o Mundo ver. Neste momento esta gente já não passa de um "gato escondido com o rabo de fora"...

Não é a ONU, Mas Sim, os Supremacistas Judeus



Orlando Braga escreve aqui que "existe um plano da ONU de genocídio dos brancos". O problema, a meu ver, é que há aqui um erro e trata-se de um erro bastante grave. Não é a ONU que quer exterminar "os brancos". São os supremacistas judeus. As coisas têm um nome e de nada adianta tentar esconder o que já não é possível esconder.

A esmagadora maioria dos cristãos, como é claramente o caso do Orlando Braga, têm pavor de admitir que quem realmente está a puxar os "cordelinhos" do sistema, são na realidade judeus racistas que almejam o domínio do globo. Ora, como não conseguem admitir o óbvio, fazem depois figuras ridículas dizendo que é a "ONU" ou os "islâmicos" ou ainda os "Illuminati" que almejam dominar o Mundo por via de uma grande conspiração.

A ONU, é apenas um dos muitos braços do polvo mundialista controlado por supremacistas judeus, assim como a maçonaria, os partidos comunistas e liberais, alguns partidos ditos "nacionalistas", milhares de ONG's, bancos, empresas e redes de máfia organizada são outros braços do polvo mundialista. Toda esta estrutura é coordenada por pessoas que podemos designar como sendo a "Superclasse Mundialista". Esta Superclasse Mundialista é quem se reúne ocasionalmente nos encontros do Grupo Bilderberg, da Comissão Trialateral, entre muitas outras reuniões secretas de cuja existência nós nem temos conhecimento. A Superclasse Mundialista é por sua vez controlada através da infiltração estratégica de posições-chave, por supremacistas judeus que discretamente a vão manipulando, e que ao mínimo pressentimento de ameaça expulsam da mesma qualquer membro.

A actual "ameaça islâmica", na verdade, foi artificialmente criada por esta elite mundialista e a prova disso é ver como foi esta gente que passou as últimas décadas a importar imigrantes do Terceiro Mundo em massa para dentro da Europa, sabendo já de antemão os gravíssimos problemas sociais que isso eventualmente iria gerar. De seguida, foi esta mesma gente, que decidiu destruir os regimes nacionalistas árabes no Médio Oriente - o Iraque de Saddam Hussein, a Líbia de Gaddafi - que eram quem conseguia ainda manter alguma ordem e controlo na região. O governo da família al-Assad na Síria é o último destes regimes e é o único que ainda resiste, com o apoio essencial da Rússia, caso contrário, também ele já teria vindo abaixo. Ora, tudo isto foi feito com o objectivo de desestabilizar propositadamente todo o Médio Oriente a favor de Israel e criar ondas humanas de refugiados islamo-africanos rumo à Europa. Na prática, trata-se de criar a ordem a partir do caos. A Nova Ordem Mundial, isto é, o governo mundial totalitário, para ser erguido, necessita primeiro de criar o caos total, de forma a enfraquecer as nações e torná-las vulneráveis aos falcões do internacionalismo militante.

Parece-me a mim inegável que é a "mão invisível" do supremacismo judaico que está a dirigir toda esta estratégia de morte e terror a partir das sombras. Quem negar isto ou não está a ser racional na análise dos factos, ou então não é intelectualmente honesto. 

Quanto aos "Illuminati", por favor deixem-se de lunatismos delirantes. Os Illuminati foram uns grupinhos de intelectuais do século XV que já há muito se extinguiram e que entretanto, se transformaram nos últimos anos num bode expiatório perfeito para os supremacistas judeus. Abundam no mercado as "teorias da conspiração" sobre Illuminati's sedentos de vingança contra todos e mais alguns. Posso-vos, no entanto, garantir que isso é tudo mentira. Não existe nenhum grupo de Illuminati que seja realmente uma ameaça neste momento. A ameaça real e perigosa, essa sim mesmo muito perigosa, são os supremacistas judeus e os seus respectivos lacaios

João José Horta Nobre
15 de Janeiro de 2017


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Não Adianta Tentar Apaziguar os Supremacistas Judeus - Espero Que Marine Le Pen Tenha Aprendido a Lição...




A loira que habilmente tem liderado a Frente Nacional, Marine Le Pen, passou os últimos anos a tentar apaziguar os supremacistas judeus, que são quem a partir da sombra dirige verdadeiramente a Superclasse Mundialista e tentam conduzir os destinos do Mundo rumo à formação de um governo Mundial totalitário. 

De forma a apaziguar as elites judaicas, certamente fiada na crença ingénua de que isso lhe traganhos políticos, a senhora Le Pen tem-se esforçado de todas as formas para agradar à judiaria internacional, ou seja, ao núcleo de supremacistas judeus que através de uma miríade de ONG's, partidos políticos, movimentos sociais, bancos, empresas, etc... tentam moldar o Mundo de acordo com o seu desejo pessoal. George Soros será de longe o mais famoso e conhecido destes supremacistas judeus, mas existem muitos mais.

Basicamente, o que se passa é o seguinte: De forma a ver se satisfazia a lunática judiaria internacional, Marine Le Pen, num acto absolutamente vergonhoso, expulsou há alguns anos atrás o seu próprio pai do partido fundado pelo mesmo. Entretanto, aproximou-se estrategicamente da comunidade judaica e o vice-presidente da Frente Nacional chegou mesmo a visitar Israel em 2011, só para ver se assim conseguia sossegar os sempre desconfiados sionistas. Esta aproximação estratégica aos judeus é relativamente o mesmo que Donald Trump fez nos Estados Unidos, tudo com o intuito de sossegar os supremacistas judeus e o resultado, tanto na França, como nos Estados Unidos, é exactamente o mesmo: por mais que Trump e Marine Le Pen se esforcem, por mais que tentem apaziguar os supremacistas judeus, esses mesmos supremacistas judeus não param de lhes fazer a guerra por todos os meios possíveis. 

Nos Estados Unidos continua de vento em popa a guerra das elites judaicas contra Donald Trump, um sinal bom, pois é indicativo de que as mesmas não controlam o novo Presidente americano e caso assim não fosse, não continuaria com tanta força a campanha mediática anti-Trump. Por sua vez, em França a guerra já deixou de ser apenas ao nível da propaganda para passar a ser também uma guerra económica contra os nacionalistas franceses, sendo que é a própria Marine Le Pen que agora admite que TODOS os bancos franceses se recusam a emprestar capital à mesma:







Os nacionalistas que retiram daqui as devidas ilações e aprendam de uma vez por todas que não adianta tentar apaziguar os supremacistas judeus, pois eles simplesmente jamais vão ajudar ou colaborar com partidos ou movimentos nacionalistas, mesmo que esses mesmos partidos e movimentos declarem a mais absoluta amizade pelos judeus e por Israel. O motivo para isto é até bastante simples de se compreender, é que os supremacistas judeus têm um projecto de domínio global que andam a colocar em prática há séculos e que se intensificou largamente após a Revolução Francesa. Pouco a pouco e de mansinho, esta gente tem ido financiando guerras, golpes de Estado, revoluções e toda a espécie de subversões pelo Mundo fora. O objectivo final de tudo isto é a construção de um governo mundial totalitário e nada mais. Logicamente, os nacionalistas representam uma grave ameaça a esta gente e aos seus intentos, aliás, somos hoje a última barreira de defesa que existe na Europa contra estes monstros e se nós cairmos ou falharmos, será o fim definitivo. 

Precisamente por isto e devido a estes irreconciliáveis interesses, é que não pode haver entre nós e os supremacistas judeus qualquer espécie de relação ou entreajuda. Nós estamos em guerra contra esta gente, os nacionalistas que metam isto na cabeça, estamos em guerra contra os supremacistas judeus e andar a compactuar com o inimigo é andar a enfiar tiros nos próprios pés. Espero que Marine Le Pen tenha aprendido a lição, assim como todos os restantes nacionalistas que andam infrutíferamente em bicos de pés há anos a tentar satisfazer as elites judaicas. Não adianta tentarem apaziguar as elites judaicas. Não adianta tentarem fazer pactos com as forças do mal. Estão a perder o vosso tempo. 

É necessário ter-se em conta que os supremacistas judeus não operam dentro do terreno da lógica que é utilizada pelas pessoas normais. Não existe para os supremacistas judeus a lógica da troca de favores e do respeito mútuo para com as forças políticas fora do seu controlo. O seu objectivo é destruírem as nações, começando pelas do Ocidente e não adianta de nada os nacionalistas tentarem ser amigos desta gente e/ou tentarem fazer acordos ou obter a paz com os mesmos, pois eles jamais vão parar. 

Um acordo com os supremacistas judeus não vale sequer o papel em que está escrito, pois esta gente não tem em si qualquer resíduo de honra ou decência. O seu objectivo é o governo mundial totalitário e nada os fará parar até atingirem esse desígnio para o qual trabalham há gerações. Os nacionalistas têm de entender isto de uma vez por todas, caso contrário, irão cometer os mesmos erros que a Igreja e os monárquicos também cometeram no passado, que foi o de julgarem que poderiam negociar e trabalhar com os monstros do Internacionalismo militante, como se fossem um inimigo tradicional. Não podem. Os supremacistas judeus não são aquilo que se possa designar como sendo um "inimigo tradicional". Não são um inimigo que opera dentro das regras ou que respeita quaisquer princípios de honra. Trump parece que está a aprender isto agora, pois de nada lhe serviu tanta bajulação das elites judaicas e a Mademoiselle Le Pen é bom que aprenda antes que seja tarde demais...

João José Horta Nobre
12 de Janeiro de 2017

Não adianta tentar apaziguar as elites judaicas. David Duke bem avisou há alguns meses atrás que Trump estava a perder o seu tempo se achava que bajular os judeus e o lobby sionista lhe traria ventos mais favoráveis por parte dos media. Não trouxe. Antes pelo contrario, quanto mais Trump tenta apaziguar as elites judaicas, mais estas o atacam e difamam pelas costas. O mesmo aplica-se a Marine Le Pen, após anos a tentar agradar às elites judaicas, o que ganhou foi uma guerra económica movida contra si e a Frente Nacional por parte dos bancos franceses.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A "Propaganda Negra" Que Incomoda Tanto os Corifeus do Regime


 
Há por aí certa gente que se sente incomodada com o que eu escrevo. Sentem-se tão incomodados que recentemente até vim a descobrir que há quem se refira a mim como sendo um autor de "propaganda negra". Isto porque eu gosto de "espetar o dedo na ferida" e ir direito à jugular dos meus inimigos e o meu inimigo neste caso tem um nome, chama-se Terceira República Portuguesa. 

Não é segredo nenhum e eu nunca escondi sequer o facto de não sentir qualquer simpatia pelo actual regime, que desde 1974 sequestra Portugal com uma Constituição para-marxista, aprovada em 1976 sob a coaccção de terroristas de extrema-esquerda, muitos deles então militares e até hoje nunca sujeita a qualquer referendo popular. Tudo muito "democrático", que não haja qualquer dúvida...

Mas como eu dizia, não nutro simpatias pelo actual regime e também sempre assumi que o meu desejo é ver este regime que tanto mal tem feito à Nação dos portugueses, derrubado, os seus principais membros e colaboradores presos, julgados e executados por Traição à Pátria, entre muitos outros crimes que têm cometido ao longo dos últimos 42 anos contra o povo português. Tudo isto deve ser acompanhado de uma simultânea purga de todo o sistema judicial, do ensino superior e das Forças Armadas. Não será possível fazer-se seja o que for em Portugal, sem primeiro erradicar os elementos tóxicos que estão instalados como parasitas na máquina do Estado.

Foi a maçonaria e o comunismo, dois braços do sinistro polvo mundialista, que tomaram conta de Portugal a 25 de Abril de 1974, aproveitando-se por um lado da fraqueza de um regime ultra-católico que nunca soube punir adequadamente os seus inimigos (até os deixava ir de carrinha celular fazer exames à faculdade...) e por outro, da inocência do povo português que maioritariamente analfabeto ou com muito poucos estudos, não tinha qualquer capacidade de perceber o que é que realmente se estava a passar quando os tanques saíram à rua naquela triste madrugada em Abril. 

É a isto, a estas simples verdades que eu humildemente vou escrevendo a troco de nada, que certa canalha abrilista chama de "propaganda negra", como se eu fosse uma versão portuguesa de Joseph Goebbels, o antigo chefe da propaganda da Alemanha Nacional-Socialista, a quem também acusavam de ser um autor de "propaganda negra"

Há mais de dois anos atrás, escrevi um texto cuja publicação me foi recusada por vários jornais. Não desisti e publiquei o texto à mesma neste modesto blog que estão ler neste momento. O texto, intitulado Há Quarenta Anos Teve Inicio Uma Limpeza Étnica..., já obteve entretanto 38 387 visualizações, sendo que o número de consultas ao mesmo disparou desde a morte de Mário Soares, presumo que devido ao facto de muitos cidadãos estarem curiosos para descobrir mais sobre "descolonizações exemplares" e "tubarões", entre outros temas proibidos na imprensa do regime. O facto é que só nas últimas 24 horas o meu texto foi consultado por 13 959 pessoas, sendo que isto ultrapassa todos os recordes, pois nunca um texto meu foi lido por tanta gente em tão pouco tempo.

A censura do actual regime já não funciona. Os jornais até podem recusar-se a publicar a "propaganda negra" que eu e mais alguns autores "perigosos" escrevemos, que isso não me irá travar, nem demover. Antes pelo contrário, é até um incentivo para fazer ainda "pior". A maçonaria e a tralha comunista que mandam em Portugal, é bom que metam na cabeça que já não vão ter o monopólio da situação política no nosso País durante muitos mais anos e assim que os nacionalistas portugueses conseguirem vencer na frente externa, com a subida ao poder de alguns importantes aliados seus na Europa e a consequente implosão da União Europeia, será o fim não só do regime que hoje governa Portugal, mas de toda a canalha que há 42 anos anda a gozar com o pagode. 

João José Horta Nobre (o autor da pavorosa e extremamente perigosa "propaganda negra")
9 de Janeiro de 2017

domingo, 8 de janeiro de 2017

São as Próprias Democracias Que Legitimam os Fascismos



«As democracias estão a falhar. São como aqueles motores de automóvel que, aos soluços, dão sinais de que alguma coisa, gasolina, velas ou carburador, está a falhar. As democracias têm tido enormes dificuldades em lidar com a fúria capitalista e a ganância financeira. Têm revelado fraqueza em tratar com as esquerdas revolucionárias. São débeis na reacção ao nacionalismo. Têm mostrado pusilanimidade em combater os grandes grupos económicos multinacionais. Não conseguem sobrepor-se à ditadura das sondagens, da publicidade e da propaganda. Têm tendência para deixar crescer as desigualdades sociais. Perdem o sentido de Estado e rendem-se facilmente ao mercado. São frágeis perante a demagogia das esquerdas e o populismo de toda a gente. Têm medo dos estrangeiros, dos refugiados e dos imigrantes. Têm receio de parecer racistas. Quase conseguem conviver com o terrorismo, sobretudo o reclamado pelas minorias. Encontram razões sociais, origens familiares e causas políticas para explicar, justificar e desculpar o crime, o terrorismo, a violência doméstica, o insucesso escolar e a falta de disciplina.» - António Barreto in "A Democracia, a Ditadura e o Divino"
  
Eram os fascistas ortodoxos, com Mussolini à cabeça, que costumavam atacar as democracias liberais, utilizando como um dos seus principais argumentos o de que estas eram fracas e propícias a criar divisões no seio das nações. Agora, porém, vejo excelsos democratas do calibre de António Barreto, fazendo com outras palavras exactamente as mesmas críticas que os fascistas faziam às "gloriosas" democracias. Isto é o sinal definitivo de que algo em breve vai "estalar" no verniz dos regimes demo-liberais do Ocidente. É inevitável. As democracias são um patente fracasso como sistemas de governo, um fracasso absoluto. Julgo que hoje e à luz de tudo o que tem acontecido nos últimos anos, só não vê isto, quem não quer ver. 

Já não é possível sequer esconder ou disfarçar o acelerado processo de decomposição em que entraram as democracias no Ocidente, processo este que a mim me parece irreversível, pois a tendência dos regimes democratas é para se irem auto-degradando num efeito "bola de neve" que tarde, ou cedo, acaba por culminar em ditadura, por vezes após violentas guerras civis. E que fique claro que a culpa dos ditadores serem ditadores e das ditaduras serem ditaduras, na maior parte das vezes, é exclusivamente dos próprios regimes democratas que são pura e simplesmente incompetentes a praticamente todos os níveis. São, efectivamente, as próprias democracias que legitimam os fascismos.

A actual crise estrutural que está a corroer fatalmente os demo-liberalismos do Ocidente, não aconteceu ao acaso ou por falta de aviso. Em boa verdade, isto já estava tudo escrito nas estrelas desde o início. Isto porque as democracias são incapazes de resolver os problemas da sociedade e acabam até por dar origem a mais problemas do que aqueles que conseguem solucionar. 

A democracia quando se instala, seja em que local do Mundo for, abre sempre as portas das nações à mais crassa incompetência e estende o tapete do poder a bandidos, traidores à Pátria, corruptos e arrivistas da pior espécie. Não era por isso ao acaso que Mussolini dizia que "somente um País inferior, ordinário, insignificante, pode ser democrático". Pelo menos nisto, tinha ou não tinha razão o antigo ditador italiano?...

João José Horta Nobre
8 de Janeiro de 2017

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A Escola de Frankfurt Está a Destruir a Civilização Ocidental




Senti-me mal a ver o video acima. Muito mal mesmo. Eu que sou um apreciador de filmes de terror e que até já vi gente a ser retalhada em pedaços à minha frente em autopsias a que assisti no passado, não aguentei e tive de parar várias vezes durante o visionamento da peça, de forma a poder ir tomar ar fresco à janela, respirar fundo para ganhar coragem e de seguida continuar o visionamento.

Isto porque tudo o que está na pequena peça audiovisual a que podem assistir acima, transtorna-me de tal forma e deixa-me tão indisposto, que simplesmente não aguento ouvir tanto horror junto. Os meus caros visitantes e amigos que assistam, vejam e ouçam, ouçam muito bem, por mais que vos custe. O que está no video acima, é possivelmente a melhor síntese sobre a Escola de Frankfurt que existe no YouTube. Não se trata apenas de uma questão que interessa a conservadores e/ou nacionalistas, trata-se de uma questão que tem de interessar necessariamente a qualquer um que deseje preservar uma migalha que seja da própria Civilização. Não é apenas Portugal que está em causa, é todo o Ocidente, toda a Civilização Ocidental que tem neste momento uma Espada de Dâmocles a pender sobre si.

Em Agosto de 2015 publiquei um artigo intitulado O Marxismo Cultural e a Destruição da Europa, reli esse mesmo artigo depois de ver o video acima e constatei com um certo orgulho como a minha análise sobre a situação, mais uma vez, acertou em cheio no alvo. 

De facto, faz falta falar muito mais sobre a Escola de Frankfurt e acima de tudo, urge explicar à população, de uma forma que a mesma entenda e sem abstracções académicas, como é que os marxistas têm continuamente minado a nossa sociedade ao longo do último meio século, sem que qualquer oposição credível os consiga travar. A Nouvelle Droite francesa ainda conseguiu lançar, com pouco sucesso, alguns obstáculos pelo caminho de forma a abrandar ideologicamente o avanço do Marxismo Cultural, mas verdadeiramente, apenas nos últimos anos, com a emergência da Alt-Right nos Estados Unidos, se começou efectivamente a conseguir rebater a Escola de Frankfurt.

A Alt-Right ensinou-nos a combater com eficácia os marxistas culturais e a expor os mesmos ao ridículo, que é exactamente o mesmo que eles nos têm feito a nós durante os últimos cinquenta anos. A grande questão, essa sim, que deve agora ser estudada e investigada a fundo, é como foi possível ter de se passar cerca de meio século até finalmente a direita nacionalista aprender a combater esta gente com eficácia? Foi preciso cinquenta anos de contínua destruição das famílias, destruição dos valores, destruição da cultura e destruição do tecido social, até finalmente os nacionalistas aprenderem? É inadmissível que esta loucura que começou na década de 1960, só a partir de 2015-2016 tenha começado a encontrar resistência a sério. Isto tem de ser estudado, têm de se apurar as causas deste fenómeno e tomar medidas profiláticas, de forma a garantir que tal nunca mais se venha a repetir.

O mal, de qualquer das formas, já está feito e vai ser muito difícil de corrigir. Acima de tudo, vai ser extremamente difícil fazer a reposição da Ordem e do estado natural das coisas na Europa Ocidental. Como já é costume e tradição, em Portugal, as coisas vão ter de primeiro bater completamente no fundo e só depois, quando todo o circo político que é a Terceira República, estiver enterrado até ao pescoço no seu próprio excremento, só nessa altura é que se vão lembrar de chamar os militares ou alguma força nacionalista para meter o País em ordem e salvá-lo de si próprio. Resta apenas saber é se nessa altura ainda será possível salvar alguma coisa...

Nota: Agradeço ao Tenente-Coronel João José Brandão Ferreira por ter divulgado o video colocado acima no seu interessante blog, o Novo Adamastor.
João José Horta Nobre
5 de Janeiro de 2017
 
Um pequeno complemento ao tema em questão, da autoria do já por aqui conhecido "Pombo Negro":
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