terça-feira, 27 de setembro de 2016

Será a Deportação em Massa ou a Guerra Total



Nigel Farage, à semelhança de muitos outros dos seus congéneres  europeus, esquiva-se sempre a dizer ou então ignora que a ÚNICA solução viável para a "questão islâmica"[1] é a ilegalização do Islão e a deportação em massa das comunidades islâmicas que invadiram a Europa nas últimas décadas.[2] "A porta da rua é a serventia da casa", é tão simples quanto isto.

A não concretização disto que eu aqui afirmo e a continuação da cobardia das elites que claramente receiam "pegar o touro pelos cornos", tendo-se rendido por completo ao politicamente correcto e à agenda do Marxismo Cultural, acabará por desembocar a seu tempo em guerra civil aberta.

Não há entendimento possível com os seguidores das ideologias semitas (Judaísmo, Cristianismo e Islão) especialmente os judeus e os mouros.[3] Das duas uma: ou esta gente começa rápida e aceleradamente a ser devolvida à procedência, ou então teremos guerra na Europa. E não, não existe uma "terceira hipótese", nem os problemas com os semitas se vão "magicamente" solucionar por si próprios, pois o grau de incompatibilidade cultural com esta gente é simplesmente demasiado elevado. Nunca, mas nunca, desde o tempo do Mundo Antigo, até hoje, os povos europeus se conseguiram dar bem com os povos semitas e sempre que ambos entraram em choque, a "coisa" acabou em guerra, massacre e por vezes até genocídio.

Será a deportação em massa ou a guerra total com tudo o que isso implica, as elites que agora escolham o caminho que preferem seguir nesta autêntica "espiral da morte" em que se envolveram.

____________________________________________

Notas:
[1] Que anda de mãos dadas com a "questão judaica", mas isso já é outra conversa...
[2] A isto deve-se juntar também a prisão e julgamento das elites europeias responsáveis pelas políticas de "fronteiras abertas", que constituem uma clara tentativa de genocídio dos povos europeus.
[3] Os cristãos também são outro problema que a seu tempo terá de ser resolvido. Quem gosta dos semitas e das suas religiões primitivas, que faça as malas e emigre para o Médio Oriente. Talvez até nem fosse má ideia transladar o Vaticano e todas as suas judiarias, pedra por pedra, de volta para o Médio Oriente. O ouro e as riquezas, como é óbvio, ficariam cá, pois foi o judeu Jesus que disse uma vez ser "mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos céus."...

João José Horta Nobre
27 de Setembro de 2016

sábado, 24 de setembro de 2016

Alguém me Explique o Que é Que os Estados Unidos Têm a Ganhar Com Isto?



«Acordado maior pacote militar de sempre entre Estados Unidos e Israel»


Tenho uma prévia declaração de interesses a fazer. Sou irmão de um militar luso-americano que presta serviço nos United States Marine Corps e por isso mesmo, tudo o que afecta os militares americanos, especialmente os "marines", afecta sempre directa ou indirectamente a minha própria família. Posto isto, vamos ao que interessa. 

Israel é o País que discretamente, através do poderosíssimo lobby judaico[1], controla e dirige há décadas a política externa americana. O resultado disto é o triste espectáculo que está à vista de todos: por todo o Médio Oriente os Estados Unidos andam a combater há décadas guerras que são totalmente contrárias ao seu próprio interesse nacional, mas totalmente favoráveis ao interesse nacional de Israel, das elites judaicas e do lobby judaico. O jornalista Theo Horesh ainda há pouco mais de um ano e meio, escreveu esta peça interessante sobre a pouca-vergonha que se passa nos Estados Unidos e que apenas ocorre, porque o lobby judaico consegue colocar elementos seus em lugares-chave, na prática impedindo assim qualquer alteração do status quo:



And it is not as if Israel has been a loyal ally. According to the General Accounting Office, Israeli espionage against the U.S. is worse than that of any other ally. Their espionage is not only defensive but also involves stealing economic secrets, which give an advantage to Israeli over American firms. [5] Much of the espionage has occurred at the highest levels of government as well. The Bush administration’s Deputy Secretary of Defense, Paul Wolfowitz, and Undersecretary of Defense Policy, Douglas Feith, may have been the two officials most responsible for America’s 2003 Iraq War. And they were both investigated at one point in their careers for passing state secrets to Israel. [6] The Iraq War was brought to the American people by neoconservative pundits and officials, who gave unwavering support to Israel and often came to power through Israel lobby organizations. [7]

O problema para mim, nunca foi, nem é, a existência do Estado de Israel, pois eu acredito que os judeus, à semelhança de todos os outros povos, têm o direito a ter uma Pátria e essa Pátria deve estar localizada algures no Médio Oriente, pois é de lá que os povos semitas são naturais e portanto é lá que devem de viver. O "problema judaico", no fundo, é o lobby judaico e as elites judaicas e este problema, por sua vez, anda de mãos dadas com a religião judaica, pois é o Judaísmo que leva a que esta gente se comporte da forma que se comporta.[2] 

O Judaísmo é uma ideologia que advoga um racismo negativo, ou seja, a crença de que os judeus são "o povo eleito" e que por isso têm o direito a não só possuir um Estado etnicamente judaico[3], mas também o direito divino, isto é, outorgado por Deus, a reinar sobre todas as nações da Terra. É nisto que consiste essencialmente o supremacismo judaico.

____________________________________________

Notas:
[1] O lobby judaico possui o trunfo de conseguir controlar largamente a política, a alta finança e os media em simultâneo, tendo assim o poder para comprar os lacaios que o servem e quem se recusa a prestar vassalgam ou a deixar ser comprado, é prontamente destruído pelos media. Em casos extremos, recorre-se ao puro e simples assassinato como muito provavelmente fizeram a John F. Kennedy, por este querer interferir com o funcionamente da Reserva Federal Americana (vulgo "Fed") através da ordem executiva 11110. Pouco mais de cinco meses após ter assinado esta ordem executiva, Kennedy foi assassinado a tiro em Dallas e até hoje continua a ser muito pouco credível a "versão oficial" dos factos que nos quer convencer de que um mero amador na prática do tiro ao alvo, conseguiu acertar numa cabeça dentro de um veículo movimento, a uma enorme distância e empregando uma velha carabina italiana (6.5x52mm Carcano), que qualquer especialista em tiro vos poderá dizer não ser minimamente adequada para efectuar uma operação de assassinato deste tipo.   
[2]Aconselho seriamente todos os leitores interessados nesta temática, a meterem as mãos numa cópia da obra Jewish Supremacism: My Awakening to The Jewish Question, do historiador David Duke, uma obra que garanto que não vos deixará indiferentes e que estilhaça com factos inúmeras mentiras que têm sido largmente disseminadas pelo inenarrável lobby judaico.    
[3] Algo com o qual concordo totalmente, desde que haja reciprocidade no reconhcimento desse mesmo direito aos goyim. 

João José Horta Nobre
23 de Setembro de 2016

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Refugees Not Welcome



Enquanto temos milhares de famílias em Portugal a necessitar urgentemente de apoio social que nunca mais chega e a classe média a ser lentamente assassinada, constroem-se "centros de refugiados" para acolher invasores islamo-africanos, pois é isso que realmente interessa e assim a cosmopolita elite nacional demonstra o que está no topo da sua lista de prioridades.

A invasão e ocupação estrangeira da nossa Pátria está em marcha e a elite até já assume abertamente que vai redistribuir os invasores por várias autarquias do nosso País, oferecendo-lhes casa com comida, cama e roupa lavada, porque como todos sabemos, Portugal é um "mar de rosas" onde todos vivem numa imensa prosperidade e não há por cá portugueses que necessitam de qualquer apoio

E claro, para sensibilizar a "opinião pública", ou seja, para lavar cérebros, não podem faltar as "acções nas escolas". Fascismo?! Qual quê! Chama-se a isto "democracia"! Toda a gente sabe que só nos regimes fascistas é que se doutrinava a juventude de acordo com os moldes ideológicos desses regimes, na "democracia" à moda da Teresa Tito de Morais não há cá nada dessas coisas, nem pensar nisso!
 
João José Horta Nobre
19 de Setembro de 2016
 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A Morte Ideológica do Salazarismo



"O que é verdadeiramente tradicional é a invenção do futuro." - Agostinho Silva (1906 - 1994)

Apesar de eu saber que o próprio professor Salazar não gostava que chamassem a sua doutrina de "Salazarismo", esta é, na prática, a única designação que se pode dar ao conjunto de ideias que determinaram a acção política de Salazar e que formam no seu conjunto um aglomerado bastante original, porém, quase totalmente ultrapassado nos dias de hoje. 

Para mim, a principal lição a reter de Salazar, é o extremo cuidado que um governante deve sempre ter em tudo o que diz respeito a contas públicas, de forma a não só evitar males económico-financeiros, mas também no sentido de garantir a independência do seu País em relação aos agiotas do alto capital internacional e internacionalista. Uma Nação escrava dos banqueiros internacionais, jamais poderá ser uma Nação livre, nunca se esqueçam disto.

Em tudo o resto, a doutrina de Salazar encontra-se hoje ultrapassada pelo tempo e acima de tudo, pela força motriz dos acontecimentos, que provocou alterações tão radicais no tecido social e mental das populações, que querer combater os problemas de hoje com a doutrina de Salazar, seria o mesmo que um general querer vencer uma guerra no século XXI, com tecnologia militar da década de 1930. Não iria dar certo, pois não?...

Ainda recentemente eu abordei este problema ideológico com que os nacionalistas se depararam durante décadas e que apenas nos últimos anos começou a conseguir ser eficazmente ultrapassado, graças a uma radical renovação no campo das ideias e a uma actualização dos métodos e linguagem política. Como eu então disse, foi necessário preparar «ideologicamente o Nacionalismo que muitos consideravam como sendo "ultrapassado", para conseguir combater eficazmente uma guerra político-ideológica no século XXI.» O "bebé" que nasceu deste difícil e muito controverso processo de modernização ideológica, para o bem e para o mal, ficou conhecido por Alt-Right e apesar de eu saber das críticas que chovem e nalguns casos do desprezo que nos cai em cima, por parte de alguns membros da nossa própria família política, muitos deles pertencentes à "velha guarda", eu a esses pergunto-lhes apenas se na sua infinita e estúpida arrogância têm alguma solução melhor?!? Se a têm, então que façam o favor de a apresentar a todos, se faz favor. 

Estes senhores que hoje troçam da Alt-Right e ridicularizam os nossos esforços, muitos deles ligados ao lobby católico (diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és...), passaram as últimas décadas a serem batidos em toda a linha pela esquerda e pelos liberais. Acumularam derrota em cima de derrota e quase que nos levaram à ruína total, tal foi a sua incompetência em fazer oposição e agora, quando pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial os nacionalistas se conseguiram finalmente reorganizar e passar para a ofensiva, desprezam-se esses mesmos resultados? Veja-se a título de exemplo o caso dos monárquicos que presos a dogmas ideológicos e religiosos, encontram-se hoje à beira da extinção política (pelos meus cálculos, bastam mais 20 a 30 anos para que sejam reduzidos a uma memória do passado...). E a maioria dos monárquicos até são boas pessoas, não dúvido disso, mas carecem de habilidade política e aparentam ser pouco ousados, não sabem apunhalar o inimigo no coração, não sabem tocar-lhe no calcanhar de Aquiles e muitos sofrem daquilo a que eu chamo o "síndrome da língua de pau", algo fatal para quem combate contra os discípulos da neomarixsta Escola de Frankfurt. 

Que isto fique claro: para combater o inimigo com que nos defrontamos hoje, é necessário por vezes descer ao nível da sarjeta em termos morais e estar preparado para lutar numa poça de excremento, se tal for necessário, parece-me que é isto que a "velha guarda" nunca chegou a entender. Não podemos ter princípios para com gente que também não exibe princípios para connosco. 

Porém, no fundo, a falência ideológica do Salazarismo, algo que se começou a notar logo no final da década de 1950, deveu-se em larga medida à sua inadaptação e incapacidade crónica para combater o Neomarxismo. O Salazarismo, muito à semelhança do Conservadorismo Católico, não consegue combater a ideologia largamente criada e disseminada pelos judeus da Escola de Frankfurt, porque a Escola de Frankfurt foi toda ela criada e desenvolvida de raiz para neutralizar e destruir o Conservadorismo Católico e doutrinas ultra-conservadoras como a de Salazar. Este é o principal motivo pelo qual o Salazarismo já não tem aplicação prática para os nacionalistas nos dias de hoje e quem teimosamente ainda insistir em utilizar o Salazarismo como meio de combate político, irá direito a uma derrota certa, não duvidem disso. 

O segundo motivo pelo qual o Salazarismo já não faz sentido hoje, é devido à profunda mudança geográfica que Portugal sofreu em consequência do 25 de Abril de 1974, que como todos sabemos, desembocou directamente no infame e criminoso processo de descolonização. A doutrina de Salazar havia sido toda ela pensada e erguida com base numa premissa que era a de preservar e defender a integridade do Império. Ora, o Império já não existe e muitos dos mais jovens nacionalistas portugueses não querem saber do mesmo para nada, porque por um lado simplesmente nunca o conheceram e porque por outro, estão fartos do tal "multiculturalismo" que mais não fez do que criar guetos terceiro-mundistas no nosso próprio País, que constituem autênticos ninhos de crime, vício e ódio contra a população autóctone. Os africanos podem ficar descansados que nós não iremos voltar a África, antes pelo contrário, queremos ver esse Continente pelas costas de uma vez por todas e longe, bem longe de nós.

O terceiro motivo que leva a uma inadaptação do Salazarismo ao nosso tempo, deve-se ao cada vez maior distanciamento que muitos nacionalistas contemporâneos têm em relação à Igreja e à religião cristã, componentes fundamentais da doutrina salazarista. Esta é, de longe, a temática mais controversa de todas e a que move as maiores paixões e divisões no seio dos movimentos nacionalistas contemporâneos. O Nacionalismo que outrora andava quase sempre de mãos dadas com o Cristianismo, passou a ser no século XXI um movimento onde se sentam à mesma mesa agnósticos, ateus, católicos, protestantes e neopagãos. É muito difícil de prever para onde se encaminha esta alteração religiosa no seio dos movimentos nacionalistas contemporâneos e onde irá a mesma desembocar, mas eu pessoalmente não antevejo que o Cristianismo consiga resistir, pelo menos na Europa Ocidental, porque o mesmo parece ter sido ferido de morte. O próprio académico conservador, Roger Scruton, já fala numa "cultura ocidental pós-cristã" e quando até o próprio Roger Scruton já admite nestes termos que o Cristianismo se encontra no seu leito de morte, é porque deve ser mesmo verdade.

A morte do Cristianismo na Europa, pode no entanto e ao contrário do que muitos pensam, vir a revelar-se um autêntico "tiro pela culatra" para a esquerda. Praticamente desde os seus primórdios que remontam à Revolução Francesa, a esquerda sempre odiou o Cristianismo com todas as suas forças e tentou destruí-lo, mas esqueceu-se de que os cristãos são por natureza bastante piedosos para com os seus inimigos, em comparação com os seguidores de outras crenças religiosas. Uma Europa pós-cristã pode por isso mesmo vir a revelar-se como sendo um pesadelo para a esquerda em geral, que pode muito bem vir a ser alvo de toda a espécie de sevícias, especialmente da parte islâmica se o tsunami maometano não for entretanto contido. Alias, eu próprio aquando do ataque ao jornal anarco-comunista Charlie Hebdo, já tinha referido como a esquerda será a primeira vítima de uma Europa islâmica e não é mera coincidência o facto de os islamitas nunca terem atacado nenhum alvo ligado à dita "extrema-direita", mas já terem atacado uma discoteca LGBT em Orlando e o jornal acima referido, tudo alvos conotados com a agenda política esquerdista.

Ideologicamente incapaz de reagir adequadamente aos seus inimigos, desprovido de Império para defender e com o Cristianismo já no seu leito de morte, é perfeitamente compreensível que o Salazarismo não seja capaz de responder aos problemas com que se debatem os nacionalistas no século XXI. E digo-vos mais, a situação em que o nosso País e a Europa em geral hoje se encontram, é muito pior do que aquela em que estávamos em 1926. A sociedade está completamente atomizada e como que hipnotizada pelas forças do mal e se nada for feito, iremos sofrer um colapso civilizacional que fará a queda de Roma parecer uma brincadeira de crianças em comparação. 

João José Horta Nobre
16 de Setembro de 2016

No Décimo Quinto Aniversário do 11 de Setembro de 2001: Uma Breve Reflexão Sobre o Que Foi e o Que Está Para Vir



«THE TOP 40 Reasons to Doubt the Official Story»


Tendo-se recentemente "celebrado" o décimo quinto aniversário sobre o 11 de Setembro de 2001 (parece que foi ontem...), ocorreu-me deixar aqui o link acima onde são enunciados quarenta motivos que levantam suspeitas mais que justas sobre a versão oficial dessa data marcante e sobre as quais os mainstream media muito convenientemente evitam falar, vai-se lá a saber porquê...

O facto é que quando se analisa a fundo o que ocorreu a 11 de Setembro de 2001, há muitas coisas que simplesmente não encaixam. Mas o principal a reter é se realmente não foi a Al Qaeda que orquestrou o ataque terrorista e o mesmo não passou de uma operação de bandeira falsa, então quem foi? A quem poderia interessar tamanha atrocidade? A resposta a isto só pode ser uma: à Superclasse Mundialista, que é claramente dirigida por uma elite judaica absolutamente tenebrosa e disposta a despoletar um Holocausto a nível Mundial, se achar que tal é necessário para atingir os seus objectivos maquiavélicos. Acreditem que esta gente já tem planeado o fim do Mundo e neste momento discute apenas a melhor forma de lá se chegar...

Os mundialistas já demonstraram no passado que utilizam o caos como um meio para forçar a sua Nova Ordem. Foi exactamente isto que fizeram no caminho para a Segunda Guerra Mundial, financiando e ajudando a reconstruir as Forças Armadas Alemãs, para de seguida provocar uma guerra devastadora e extremamente traumatizante para a Europa. O objectivo de toda esta loucura foi por um lado abrir o pretexto perfeito para a criação do Estado de Israel e por outro, criar a desculpa para dar início ao assim chamado "projecto europeu" (um tubo de ensaio para um futuro governo mundial totalitário...) e toda a resma de engenharias sociais associadas. Foi preciso traumatizar e enfraquecer brutalmente a Europa, de forma a que a Nova Ordem pudesse avançar, da mesma forma que foi necessário traumatizar o povo americano com os brutais ataqueis do 11 de Setembro de 2001, de forma a abrir o pretexto para espalhar caos por todo o Médio Oriente, destruindo pelo caminho dois dos maiores inimigos regionais do Estado de Israel (o Iraque de Saddam Hussein e a Líbia de Muammar Gaddafi), sendo que na Síria (o próximo alvo dos mundialistas...) a Rússia parece ter conseguido travar parcialmente a loucura.

De seguida, começaram as vagas de "refugiados" rumo a uma Europa maioritariamente governada por traidores ao serviço da Nova Ordem e que se recusam a defender as fronteiras dos seus próprios países. Não entendem que isto encaixa tudo na perfeição? 11 de Setembro de 2001 = Guerras no Médio Oriente = Desestabilização do Médio Oriente = Vagas de refugiados rumo à Europa = Guerra Civil na Europa. O próximo alvo a abater na lista dos mundialistas somos nós, tudo aponta nessa direcção. A Superclasse Mundialista está já a trabalhar activamente para provocar uma guerra civil devastadora na Europa, pois já percebeu que não vai conseguir erguer um governo mundial de forma pacífica. Resta-lhe então recorrer ao belicismo e fá-lo de forma bem estudada, utilizando os imigrantes não-europeus como carne para canhão e simultaneamente atiçando os ódios por todos os meios possíveis (ou julgavam mesmo que a crise económica sem fim à vista era apenas um "acaso" do destino?...) Quando as coisas finalmente aquecerem e vão aquecer, podem ter a certeza disso, teremos uma Jugoslávia 2.0 e isso criará mais um pretexto para que os mundialistas dêem mais um passo no seu plano de domínio global. Provavelmente e se tudo for de acordo com os planos já traçados, irá seguir-se uma ocupação americana na Europa, uma vez que as Forças Armadas dos Estados Unidos se transformaram nitidamente nas Forças Armadas da Nova Ordem Mundial. 

A Superclasse Mundialista onde quer que meta as suas mãos, só gera destruição, morte, desordem e horror. Nada de bom se pode esperar desta gente e se alguém julga que a solução é ignorar ou continuar a apoiar os psicopatas ao serviço do "sistema" que vos mentem todos os dias, então posso-vos garantir que estão a cavar a sepultura dos vossos próprios filhos... 

João José Horta Nobre
16 de Setembro de 2016


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

As Elites Judaicas Querem Censurar a Internet e Possivelmente até Encerrá-la


As palavras acima foram proferidas por Danny Danon, o embaixador israelita nas Nações Unidas, na passada quarta-feira. Reparem na linguagem empregada por este semita que apela à tomada de "acção concreta e imediata" e posteriormente diz sem rodeios que as empresas de media têm de tomar "passos preventivos". Ora, eu não ando nisto há dois dias e sei perfeitamente bem o que significa isto dos "passos preventivos" com vista a combater o alegado "anti-semitismo" odioso, ainda para mais quando se fala de "passos preventivos" que têm como objectivo proibir a crítica a uma determinada cultura e religião. Eles chamam-lhe "passos preventivos", eu chamo-lhe simplesmente de censura.

Os "passos preventivos" em causa, se forem adiante não serão nada mais, nada menos, do que a censura a qualquer crítica à política do Estado de Israel, à religião judaica e ao supremacismo judaico. Na prática, as elites judaicas pretendem instaurar a censura no Mundo virtual, uma vez que não o conseguem controlar, encerrar (por enquanto...) nem "comprar" como têm feito com os órgãos de comunicação social tradicionais que se atrevem a ir contra a corrente "bem pensante". 

No entanto, apesar de algum alarmismo em torno desta questão, os esforços dos supremacistas judeus para nos calar serão totalmente fúteis[1] e só poderão ter sucesso se estes tomarem o passo radical de encerrar a internet, algo que na prática é quase impossível de se fazer, mas que constitui uma hipótese a não excluir, pois eu acredito que o tipo de gente com que estamos aqui a tratar, quando se sentir encurralada num canto, pode muito bem estar disposta a jogar todas as cartas que tem para jogar...

No meio disto tudo, porém, há aqui algo que dá que pensar e muito. É que a Superclasse Mundialista, na qual os judeus parecem ter um claro papel de liderança, possui neste momento um controlo sólido sobre os partidos do "sistema". Esta gente controla a economia mundial através do "Fed" americano, controlam o que se ensina nas escolas e universidades, controlam os grandes media, controlam Hollywood que se converteu numa gigantesca maquina de propaganda e no entanto, apesar de todo este poder brutal, estão com medo de alguns milhares de bloggers e internautas da Alt-Right, a ponto de já proferirem discursos sobre nós na ONU e falarem na necessidade de se tomarem "passos preventivos" para nos travar. Assim de repente veio-me à cabeça uma frase de Voltaire: "Para saberem quem são aqueles que reinam sobre vós, descubram quem são aqueles que vocês não podem criticar..."

______________________________________________

Notas:
[1] Se os supremacistas judeus nos censurarem ou expulsarem de uma dada plataforma virtual como o Blogger a título de exemplo, nós simplesmente vamos mudar de plataforma e continuaremos em frente como se nada tivesse acontecido. Há sempre a possibilidade de uma censura da internet "à chinesa", mas mesmo isso seria muito tosco e de pouca utilidade aos supremacistas judeus no médio/longo prazo. 

João José Horta Nobre
12 de Setembro de 2016
 

domingo, 11 de setembro de 2016

E Esta é Dedicada ao Cristão Guilherme Koehler...




Então mas digam-me lá de que outra forma é que uma pessoa pode reagir ao nível de diarreia verbal que podem ler na caixa de comentários aqui?

João José Horta Nobre
11 de Setembro de 2016
 

sábado, 10 de setembro de 2016

Sigrid "A Orgulhosa": «Não irei abandonar a fé que os meus antepassados mantiveram antes de mim»


Sigrid "A Orgulhosa"

"A lendária Sigrid Storråda ou Sigrid a Orgulhosa, filha do rei da Suécia, foi em 998 levada a casar-se com o rei norueguês Olaf Trygvasson. Mas recusou o matrimónio porque o monarca norueguês exigia a sua conversão ao Cristianismo. E disse-o claramente a Trygvasson, frente a frente: 

«Não irei abandonar a fé que os meus antepassados mantiveram antes de mim.» 

O norueguês, enraivecido, bateu-lhe. A resposta de Sigrid foi calma e altaneira: «Isto que fizeste poderá um dia causar a tua queda».

Trygvasson, que fora pagão, e se tornara famoso por ter saqueado Londres em 994, queimando nesse ataque a ponte de Londres (que originou uma rima infantil da cultura popular inglesa), converteu-se a dada altura ao Cristianismo, construiu a primeira igreja da Noruega e passou a empreender uma espécie de guerra santa em nome do Crucificado, campanha de terror e massacres destinada a destruir a religião dos seus ancestrais e do seu Povo: numa ocasião, forçou um compatriota seu a engolir uma víbora pelo facto de recusar o culto do Judeu Morto, tendo depois oferecido as terras da vítima à Igreja, deixando a família do assassinado na miséria; noutro episódio, colocou uma taça com brasas no estômago doutro resistente à nova ordem cristã até que as entranhas do pagão rebentaram. Chacinou além disso centenas de homens e mulheres por realizarem o festival de Ostara (festa pagã nórdica equivalente à Páscoa e donde deriva o inglês «Easter»). E cortou a língua do rei anterior, Guthroth, por se pronunciar contra a tirania do novo rei cristão. 

Converteu a Islândia ao Cristianismo - com base na chantagem e no cerco asfixiante. Os seus missionários falharam na missão de converter os Islandeses ao culto do Judeu Morto, um deles até foi declarado fora-da-lei em solo islandês por ter andado a destruir santuários e estátuas de Deuses. Trygvasson recorreu então a métodos político-económicos: proibiu o acesso de marinheiros islandeses aos portos noruegueses, o que prejudicou o principal comércio islandês, e tomou como reféns sob ameaça de morte vários islandeses que viviam na Noruega, entre os quais se contavam filhos de alguns dos principais líderes da Islândia. Os actuais asatruar (adoradores dos Deuses nórdicos) chamam-lhe «Olaf o Traidor». 

Sigrid conseguiu sempre evitar o casamento com o monarca cristão, ao mesmo tempo que criou uma coligação dos inimigos do seu pretenso esposo. Logrou assim mover a Suécia e a Dinamarca contra a Noruega. No dia 9 de Setembro do ano 1000 obteve a vingança que prometera: as forças cristãs de Olav Trygvasson foram batidas pela aliança sueco-dinamarquesa na batalha naval de Svolder, que representou um grande revés para o Cristianismo no extremo norte europeu."

Não se sabe e provavelmente nunca se vai saber se tudo isto que se diz e conta sobre Sigríð Storråda é mesmo verdade, provavelmente não será, mas a lenda e o simbolismo em torno da mesma permanecem intocáveis e representam claramente a resistência da Europa autêntica, a verdadeira e antiga Europa que recusou vergar-se aos semitas e às suas ideologias médio-orientais, neste caso específico, à ideologia cristã. 




Os semitas odeiam-nos e andam a "cozinhar" a nossa destruição pelo menos desde o ano 70, data em que as legiões romanas sob o comando do Imperador Tito, saquearam Jerusalém e destruíram o Segundo Templo. As elites judaicas ou pelo menos uma parte delas, não esqueceram isto e juraram vingança.

Como o Judaísmo não é uma ideologia exportável na sua forma original, os supremacistas judeus dedicaram-se à criação ou infiltração de neo-judaísmos exportáveis como é o caso do Cristianismo e do Islão, por vai dos quais dividem, subjugam e dominam a mente de outros povos/nações, sendo que o objectivo final de tudo isto é atingir o domínio do globo e concretizar assim a profecia judaica segundo a qual Israel reinará sobre todas as nações do Mundo. O facto de se saber hoje que o Papa Pio XII ajudou a fundar o Estado de Israel, é apenas mais uma prova de como as elites judaicas e cristãs colaboram em segredo para fazer cumprir a profecia que a ser realizada, entregará o governo do Mundo nas mãos dos supremacistas judeus.   

João José Horta Nobre
10 de Setembro de 2016

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...