domingo, 16 de abril de 2017

Quanto Pior, Melhor - A Vitória de Erdogan é o Resultado Que Interessa aos Nacionalistas


«Turquia: "Sim" a reforço de poderes do presidente vence referendo»


Erdogan venceu. Pessoalmente, é o resultado que eu desejava e é o resultado que eu acredito que mais vai beneficiar os nacionalistas europeus. Porquê? Porque Erdogan é exactamente o tipo de vizinho agressivo e maligno de que a Europa precisa para ver se sai da sua letargia. Um pouco de terapia de choque nunca fez mal a ninguém e no caso da Europa Ocidental, é exactamente de um "choque" como Erodgan que nós precisamos.

As fracas e incapazes "democracias" à lá Rothschild que dominam hoje a Europa, demográficamente envelhecidas e militarmente insignificantes, não têm qualquer capacidade para aguentar com as investidas de um Estadista do calibre de Erdogan, que tem neste momento nas suas mãos o controlo da quinta-coluna turca que está já bem instalada dentro Europa Ocidental. Quanto pior, melhor. Os nacionalistas da Europa se querem realmente ter alguma hipótese de vencer a guerra em curso contra o "sistema", têm de apoiar o inimigo do seu inimigo e Erdogan, pelo menos por enquanto, certamente que é o inimigo do nosso inimigo. Disto eu tenho a certeza absoluta.

Tanto quanto me é dado a saber, Erdogan, tal como eu, despreza totalmente a União Europeia e tem ódio à cambada de políticos efeminados que tomaram conta da Europa. Eu compreendo Erdogan. Compreendo o seu desprezo e escuto com a maior alegria todas as suas ameaças. É que realmente é impossível ter qualquer espécie de respeito ou consideração pelo bando de tarados que senta o cu no Parlamento Europeu. A Europa Ocidental foi tomada pela classe política mais incompetente, inferior e ridícula que alguma vez se viu. Nem no auge da decadência do Império Romano se viu tamanha pouca vergonha como a que se vê hoje neste Anti-Europa.

Por isso meus caros, não há nada melhor do que um Sultão Otomano bem agressivo à nossa porta, para provocar ou pelo menos acelerar o rápido colapso das "democracias" da União Europeia e em última análise, da própria União Europeia. A destruição da União Europeia deve ser o nosso objectivo prioritário, isto porque a mesma é a "pedra angular" que sustenta e financia a Terceira República Portuguesa. A única forma de acabar com o actual regime em Portugal, é portanto acabando primeiro com o projecto internacionalista (União Europeia) que o sustenta. Como eu escrevi ainda recentemente, Erdogan pode ser o nosso inimigo, mas é de longe o nosso melhor inimigo e acima de tudo, é o inimigo do nosso inimigo e isto para mim é que é o essencial.

João José Horta Nobre
16 Abril de 2017

sábado, 15 de abril de 2017

Os Cristãos Foram os Maiores Promotores do "Multiculturalismo" do Qual Muitos Hoje se Queixam




A Cristandade, ou melhor, o que ainda resta da Cristandade, celebra mais uma Páscoa. Pessoalmente, como não sou cristão, esta é uma altura do ano em que as festividades religiosas cristãs passam-me completamente ao lado.

A judiaria "cozinhou" uma valente fraude com a estória do Jesus e da sua ressurreição mágica. A "coisa" pegou enquanto a Igreja e sectores de uma certa direita católica, fizeram da doutrina de Cristo a sua bandeira. Hoje, acabou-se. As mentiras dos judeus, as mentiras da Igreja e todas as restantes aldrabices pregadas por filo-semitas alucinados, estão pela hora da morte na Europa Ocidental. É de crer que devido ao facto do Cristianismo já ter claramente os seus dias contados no Ocidente, a seu tempo, a promoção dos valores tradicionais, que são os valores da Civilização desde tempos muito anteriores ao surgimento do Cristianismo, terá de ser assumida pelo Estado. Que ninguém julgue que por eu ser anti-cristão, isso significa que eu seja um qualquer liberalóide. Muito pelo contrário, sou bem mais tradicionalista, conservador e certamente muito mais nacionalista do que a esmagadora maioria dos cristãos. Aliás, o Cristianismo em boa verdade é um anti-nacionalismo. É a grande quinta-coluna do "sistema" contra o Ocidente.

Se a Europa Ocidental quiser ter qualquer futuro, terá de ser o Estado a assumir o papel que a fé cristã em tempos teve. Por outras palavras, o Estado deve substituir a Igreja e colocar enfase no culto da Nação. Para trás têm de ficar as balelas supersticiosas inventadas por judeus em delírio. Ou será assim, ou em breve enfrentaremos a derrota total às mãos do Mundialismo sionista em aliança com as hordas invasoras afro-islâmicas.

A salvação do Ocidente, reside na necessária abolição das ideologias abraâmicas/semitas, nomeadamente, o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão. Estas doutrinas religiosas, anti-europeias e anti-ocidentais na sua essência, devem de não só ser combatidas, mas mesmo até ilegalizadas pelo Estado porque são fontes do mal, que incentivam ao fanatismo supersticioso e perpetuam o atraso civilizacional crónico.  

Os cristãos foram os maiores promotores do "multiculturalismo" militante do qual muitos hoje se queixam. Foram os cristãos que promoveram as políticas da "tolerância" que trouxeram a Europa ao actual estado de decadência periclitante. Foram e são cristãos que abrem as portas ao inimigo islâmico, inimigo este, que à primeira oportunidade que lhe surgir não hesitará sequer em cortar-nos o pescoço. Foram e são cristãos que enquanto os nossos passam por graves dificuldades, vão oferecer casa, comida e roupa lavada às hordas invasoras que passaram a ter o nome de "migantes". E é o Papa Francisco, esse imundo parasita filo-semita financiado por George Soros, que abraça e colabora com supremacistas judeus, ao passo que simultaneamente ataca com a maior violência verbal todos os patriotas que denunciam esta pouca vergonha. E o Papa Francisco não é diferente dos seus antecessores. Ele não é "um Papa diferente" como por aí dizem alguns alucinados. Antes pelo contrário, é mais da mesma porcaria

Desde o Concílio Vaticano II que a Igreja não passa de uma agência de propaganda e lavagem cerebral ao serviço da Nova Ordem Mundial. Dos ortodoxos ainda se aproveita qualquer coisinha, mas o vírus judaico inerente à fé cristã está lá presente de qualquer das formas. A Cristandade está na linha da frente no que toca à defesa do internacionalismo sionista porque a própria Cristandade é de origem judaica. As raízes judaicas do Cristianismo são a sua fraqueza e no meu caso, foram o que me afastou definitivamente do Cristianismo e de tudo o que esteja ligado ao mesmo. Eu simplesmente não quero ter nada a ver com esta gente. Nada mesmo.

Muito antes de existir Karl Marx, o Comunismo e o internacionalismo do Comintern, já existia Jesus, o Cristianismo e o internacionalismo cristão. Jesus e Marx, ambos judeus internacionalistas. Ambos uma gigantesca fraude ao serviço de Judeia. De um lado os apelos do judeu Jesus para que os goyim abram as portas ao inimigo e deixem entrar o Cavalo de Troia da suicidária "piedade" e "compaixão" para com todos. Do outro, as teses do judeu Marx que visam arruinar a sociedade de qualquer Estado-Nação que as adopte. O próprio Richard Coudenhove-Kalergi, o célebre criador do infame Plano Kalergi, justificava o seu plano internacionalista com base na suposta herança judaico-cristã da Europa. A Pan-Europa mestiça e multicultural que é defendida por Kalergi, nada mais é do que a concretização do grande sonho da Res publica Christiana. Não é ao acaso que a bandeira da maçónica União Pan-Europeia, fundada por Kalergi, tem uma cruz vermelha no centro. É que Kalergi sabia e eu também sei, que o Cristianismo é uma ferramenta ideológica auxiliar do internacionalismo sionista. Sempre o foi e sempre o será. 

O Cristianismo é o fermento ideológico que preparou o caminho para a loucura que está hoje a reduzir a Europa e o Ocidente a uma carcaça pronta a ser devorada por abutres. É essencial que se compreenda isto, caso contrário, tudo o que eventualmente se fará para contrariar o actual estado de coisas, não passará de cuidados paliativos que aliviam os sintomas, mas que não curam a verdadeira causa da doença. 

João José Horta Nobre
15 de Abril de 2017


Isto Não é Loucura, é Sabotagem Interna


«QUEM ESTÁ LOUCO, O ERDOGAN OU OS EUROPEUS?»


Os europeus não estão loucos e muito menos está Erdogan. O actual estado de anemia em que se encontra a Europa é fruto apenas de sabotagem interna, cuidadosamente pré-planeada e executada por fases ao longo das últimas décadas. Estou em crer, por vias daquilo de que tenho conhecimento, que a sinistra elite que controla as estruturas de poder no Ocidente, está neste momento a tentar criar propositadamente o terreno para uma grande guerra na Europa como meio para forçar a criação de um governo mundial.

Para se controlar uma dada sociedade é necessário apenas que se controle o dinheiro dessa mesma sociedade, os media e por consequência a política. Este triângulo de poderes - dinheiro, media, política - constitui a pedra angular daquilo que se designa comummente por "sistema" e é por via do mesmo que o "sistema" se consegue manter de pé. O próprio Mayer Amschel Rothschild dizia: "Deem-me o controle do dinheiro de uma Nação e eu não me importarei com quem redige as suas leis"...

Em tudo isto, em toda este esquema maquiavélico para arruinar as nações e erguer uma Nova Ordem, a figura do judeu internacional assume sempre um papel de destaque. Por detrás de todas as "revoluções coloridas", "abriladas", governos ditos "democráticos" e ONG's supostamente defensoras dos "direitos humanos", está sempre a mão invisível de Sião. O judeu internacional bem se tenta esconder e disfarçar, mas na verdade, não passa de um "gato escondido com o rabo de fora". 

A grave doença de que padece o Ocidente é apenas a consequência de termos perdido as nossas elites, por via de uma processo de infiltração das mesmas por parte de agentes ao serviço do supremacismo judaico. A "elite" actual que põe e dispõe do poder a seu belo prazer, é na verdade uma anti-elite e podem todos ter a certeza de que enquanto esta canalha não for completamente afastada das estruturas de poder, presa, julgada e uma boa parte condenada à morte e executada pela quantidade absolutamente insana de crimes que têm cometido contra os povos do Ocidente, enquanto isto não acontecer, nada mudará. 

João José Horta Nobre
15 de Abril de 2017


terça-feira, 11 de abril de 2017

Israel e o Lobby Judaico Não Têm Absolutamente Nada a Ver Com a Guerra na Síria


 

Isto já se sabe que só um verdadeiro "nazi" é que repara no facto de haver rabinos a apelar aberta e explicitamente a uma guerra na Síria. Israel e o lobby judaico não têm absolutamente nada a ver com a guerra na Síria. Nada. Nadinha. Nicles. Zero. Da mesma forma que também deve ser "Nazismo" apontar o facto de o próprio Primeiro-Ministro de Israel, o psicopata Benjamin Netanyahu, ter aplaudido o recente ataque americano a uma base aérea na Síria. Segundo os ditames do politicamente correcto, falar destas coisas pode até ser considerado... anti-semitismo! Presumo que será igualmente considerado "anti-semitismo", falar da hipocrisia israelita que acusa Assad de usar armas químicas contra civis, ao passo que é o próprio Estado de Israel que tem um historial bem registado de utilização do fósforo branco (uma arma química...) para bombardear civis em Gaza. Israel é paz. Israel é vida. Israel nunca matou ninguém. Israel é tão inocente que quando um judeu manda um peidinho, todos se curvam a pedir perdão a Moisés. Shalom!

João José Horta Nobre
11 de Abril de 2017


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Será Que Trump Quer Mesmo Trocar a Sua Base de Apoio Popular Por um Punhado de Judeus Sionistas?...




Uma das coisas que ficou patente nos últimos dias em consequência do ataque americano à Síria, é que a base de apoio popular que levou Trump ao poder a muito custo, começou quase de imediato a afastar-se do "seu" Presidente sendo que neste momento, já se pode dizer mesmo que os "trumpistas" estão a desertar em massa. Toda a estrutura de apoio popular a Trump está a desintegrar a olhos vistos e quanto mais ele se deixar rodear pelas tóxicas elites sionistas de Washington, mais abandonado e isolado irá ficar. Está a dar-se uma debandada geral por parte dos apoiantes de Trump, que fartos de tanta mentira e sentindo-se justamente traídos por um Presidente no qual tanto acreditaram, recusam-se agora a ser os "cãezinhos de colo" de Trump.

Não foi para envolver os Estados Unidos em mais uma guerra no Médio Oriente e continuar com as políticas de hostilidade em relação à Rússia, que muitos americanos votaram em Trump. Da mesma forma que não foi para ter mais um Presidente do "sistema" e ao serviço do "sistema", que milhões de almas se empenharam tanto na campanha de Trump e o defenderam com "unhas e dentes", mesmo quando este era atacado de todos os lados e das formas mais baixas.

Trump está rapidamente a caminho de se vir a transformar no barrete da década. Pior ainda do que isto, corre um risco muito sério de vir a ficar para a história como o pior Presidente que os Estados Unidos alguma vez tiveram. Isto porque ele está a alienar e a afastar de si os apoiantes de base que o levaram ao poder.

Eu fui um dos que apoiou activamente o candidato Trump a chegar a Presidente e não fui o único a fazê-lo na minha família. Porém, neste momento acredito que Trump é já quase garantidamente uma causa perdida. Há ainda, no entanto, uma pequena réstia de esperança de que Trump possa vir eventualmente a ter noção das asneiras que anda a fazer e se lembre de cumprir com aquilo que prometeu durante a campanha, ou seja, que não iria arranjar mais guerras no Médio Oriente e que iria seguir uma política nacionalista, nao-intervencionista e anti-globalista. Foi principalmente por estes motivos que eu e muitos outros milhões de europeus e americanos apoiaram Trump e o quiseram ver na Casa Branca.

Acredito seriamente que Trump está a ser ameaçado e chantageado pelo Deep State que está totalmente infiltrado por judeus sionistas. isto explica a sua súbita mudança radical no espaço do último mês e meio. Qualquer pessoa que saiba o mínimo sobre o funcionamento do "sistema", já viu o "filme" a que estamos aqui a assistir: Os sionistas infiltrados na Casa Branca e ligados ao Deep State, fizeram o cerco a Trump, neutralizaram a influência de Steve Bannon que era o mentor ideológico de Trump e a partir daqui, ficou aberto o caminho para a desgraça. A última vítima desta purga sionista foi a KT McFarland, uma das vozes pró-russas, anti-globalistas e anti-intervencionistas da administração Trump. Se juntarem as "peças do puzzle" e ligarem os pontos, penso que se torna fácil para qualquer pessoa com "meio palmo de testa" perceber que aquilo a que estamos a assistir neste preciso momento, é a um golpe palaciano na Casa Branca, seguido de uma purga que está a varrer todos os elementos da administração Trump que eram acarinhados pela Alt-Right.

Sem a sua base de apoio popular e sem o crucial apoio da Alt-Right que colocou ao serviço de Trump um autêntico exército de trolls virtuais anti-Hillary durante a campanha (eu fui um deles...), Trump vai ficar totalmente à mercê dos falcões de Washington e quando der por si, já não vai ter ninguém que o defenda seja na internet ou nas ruas. Se Trump acha que pode trair o seu eleitorado de base por um punhado de judeus sionistas com dinheiro e poder a mais nos bolsos e que nós mesmo assim o vamos continuar a apoiar, então ele está muito enganado. 
 
É muito fácil um político perder apoiantes, mas muito difícil voltar a ganhá-los de volta. Se Trump agora e depois de todas as asneiras que tem feito, quiser voltar a ter o apoio da Alt-Right e dos seus apoiantes de base, então ele vai ter de mostrar que o merece. Isto significa que para começar, ele vai ter de afastar de si os nefastos sionistas que o rodeiam, começando logo pelo seu próprio genro, o judeu Jared Kushner. De seguida, ele vai ter de parar com as políticas de provocação à Rússia que já vêm do tempo de Obama e tem de cumprir pelo menos com alguma coisa do que prometeu durante a campanha. Só assim é que a sua base de apoio que está já a desintegrar a toda a velocidade, pode voltar a dar-lhe algum apoio. Caso contrário, Trump acabará isolado e garantidamente que não será reeleito em 2020. Pior ainda, ele corre um risco muito sério de vir a ter o mesmo destino que Richard Nixon teve e precisamente pelos mesmos motivos. Também Nixon que admitiu ele próprio haver uma "cabala judaica" que estava determinada em destruí-lo, trocou a sua base de apoio por um punhado de judeus sionistas e em troca estes não tardaram a mordê-lo de volta assim que tiveram a primeira oportunidade de o fazer. Por fim, isolado e completamente abandonado por aqueles que antes o haviam apoiado, Nixon preferiu demitir-se a ter de enfrentar a humilhação de um impeachment. Trump pode muito bem vir a ser o próximo Nixon e quando se aperceber da realidade da sua trágica situação, já será tarde demais...

João José Horta Nobre
10 de Abril de 2017
 
Um pequeno video onde podem ouvir o próprio Richard Nixon a denunciar a forma como os media são controlados por judeus e a dar aval à afirmação de Billy Graham de que se o lobby sionista não for quebrado, os Estados Unidos "irão pelo cano abaixo". Penso que isto basta para se perceber porque é que o "sistema" se esforçou tanto para destruir Nixon...

sábado, 8 de abril de 2017

Já Não é Possível Duvidar Mais: Trump é um Agente Sionista ao Serviço do Supremacismo Judaico



Na imagem acima podem ver sentado à direita de Trump, de gravata preta, o psicopata judeu Jared Kushner que defende coisas "humanas" como as políticas de fronteiras abertas, a imigração islâmica em massa e a contínua intervenção bélica dos Estados Unidos no Médio Oriente, em prol de Israel. Do lado esquerdo de Trump, a um canto da sala e debaixo do candeeiro, com ar de resignado, está Steve Bannon, nacionalista cívico e defensor da linha não-intervencionista. É também um dos gurus da Alt-Right e já foi "condecorado" com todos os adjectivos do costume pela lügenpresse

Tirem daqui as devidas ilações, porque para mim, a fotografia acima vale por mil palavras. Quando eu vejo uma imagem deste calibre, em que o judeu Kushner está sentado à direita de Trump e rodeado por sionistas fanáticos, ao passo que o nacionalista Steve Bannon é tratado quase como se fosse um cão e colocado a um canto da sala, para mim, está tudo dito. Já não é possível duvidar mais: Trump é um agente sionista ao serviço do Supremacismo Judaico. Se ele se reduziu a esta miséria e decidiu "vender a sua alma ao Diabo" por via da chantagem e da ameaça do Deep State que é inteiramente controlado por sionistas infiltrados no aparelho de segurança nacional americano, isso é coisa que não temos forma de saber neste momento. O que sabemos e do qual eu não tenho a mínima dúvida, é que neste momento são os supremacistas judeus que controlam Trump. O que significa simultaneamente que o verdadeiro POTUS não é Trump, mas sim, a judiaria internacional que está infiltrada em tudo o que é lugar estratégico de poder e que por via de uma hierarquia semi-secreta de agentes, comanda e controla as várias estruturas orgânicas da Superclasse Mundialista como por exemplo, o infame Clube Bilderberg. Nada de bom se augura no horizonte e podem crer que com este tipo de lunáticos sionistas a comandarem por completo a Casa Branca e as Forças Armadas mais poderosas do Mundo, a Terceira Guerra Mundial nunca esteve tão perto de nós como agora...

João José Horta Nobre
8 de Abril de 2017


sexta-feira, 7 de abril de 2017

O Fim da "Aventura Trump" Para a Alt-Right



Concretamente, ainda não sabemos se Trump foi desde o início uma manobra muito sofisticada de oposição controlada, ou se pelo contrário, era um homem que até tinha boas intenções, mas rapidamente acabou sequestrado e coagido pelo imenso poder do Deep State. O que eu sei e do qual tenho a certeza absoluta é que hoje, ao atacar a Síria com dezenas de mísseis cruzeiro Tomahawk, Trump passou a ser apenas mais um lacaio ao serviço do "Rothschild Zionism" como David Icke lhe chama. Chegou o fim da "aventura Trump" para a Alt-Right. Acabou-se. Trump não é a Alt-Right e a Alt-Right não é Trump. Nunca foi.

Quanto à Síria, seria bom que Putin realmente cumprisse o que já prometeu hoje em resposta ao ataque americano e reforçasse efectivamente o sistema de defesa antiaérea da Síria. Se há coisa que não podemos permitir é que o "sistema" vença na Síria. Se isto acontecer, será o caos total no Médio Oriente com a intensificação das ondas humanas de migrantes e refugiados rumo à Europa e ficará aberto o caminho para o ataque ao Irão por parte das forças da Nova Ordem Mundial. Os sionistas estão apostados em cumprir o Plano Yinon quase à letra e a realidade actual é a maior prova disso mesmo. Não há já como negar as evidências.

João José Horta Nobre
7 de Abril de 2017


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Os Israelitas Devem de Pensar Que Somos Todos Muito Estúpidos...




"Prefiro o sonho à ilusão; no sonho sabe-se que temos os olhos fechados; na ilusão julgamos tê-los abertos." - Condessa Diane (1829 - 1899)

Poucos dias depois de a administração Trump ter anunciado que os Estados Unidos já não têm como prioridade derrubar Bashar al-Assad, logo por mera "coincidência" acontece um ataque com armas químicas na Síria, que por mera "coincidência" os media atribuem prontamente ao regime sírio. Vou fazer de conta que acredito que sim, que Bashar al-Assad é extremamente estúpido, assim como o serão os seus conselheiros russos e portanto, faz toda a lógica que ele ordene o lançamento de armas químicas sobre civis, de forma a tentar virar toda a opinião pública mundial contra o seu próprio regime. Isto faz todo o sentido. Acreditem que sim. Da mesma forma que também faz muito sentido qualquer pessoa acreditar no jornalista neocon, Michael R. Gordon, que em 2003 vendeu ao público a "cassete" falsa de que Saddam Hussein possuía armas de destruição maciça e agora, quase década e meia depois, tenta vender-nos a "cassete" de que Bashar al-Assad está a usar armas de destruição maciça.

Os israelitas realmente devem de pensar mesmo que os goyim são todos muito estúpidos. E de facto, alguns são bastante estúpidos, especialmente certos cristãos que continuam fanaticamente a defender o Judaísmo, apesar de estar escrito no próprio Talmude que Jesus Cristo está no inferno a ser cozido num caldeirão de excremento para toda a eternidade. Faz portanto todo o sentido que haja cristãos a defenderem com "unhas e dentes" a religião judaica e o mesmo Estado que engendrou de raiz a actual guerra na Síria, País este onde cerca de 11,2% da população é cristã e que se não fosse a protecção que lhe é conferida pelo regime de Bashar al-Assad, uma boa parte já teria sido massacrada pelos terroristas islâmicos a quem os mentirosos media ocidentais chamam de "rebeldes" e "oposição democrática".

João José Horta Nobre
5 de Abril de 2017


terça-feira, 4 de abril de 2017

É Provável Que em Breve Rebentem Guerras Civis um Pouco Por Toda a Europa Ocidental




É sempre refrescante ouvir falar Daniel Estulin, um dos maiores especialistas do Mundo sobre o Clube Bilderberg e a Nova Ordem  Mundial, com diversa obra publicada. Desta vez, Estulin deixa no ar uma previsão sinistra mas sobre a qual eu próprio já ando a advertir há imenso tempo, ou seja, que a elite mundialista está a preparar-se para despoletar guerras civis um pouco por todo o Ocidente. Os sinais neste momento vêm de todos os lados e é já bastante perceptível que algo vai "rebentar" em breve.

Todos os "protestos" intensificados a que temos assistido em França e nos Estados Unidos durante os últimos meses, são apenas um ensaio geral das "tropas" para um plano muito mais denso e perigoso que a elite mundialista tem já preparado. Com o "caldinho" de ódios e rivalidades etno-religiosas que o multiculturalismo tem semeado pelo Ocidente, é de prever que quando a elite mundialista julgar ser chegado o momento de despoletar a guerra civil, o mais provável é que subitamente surjam armas e munições nas mãos de determinados grupos criados pela própria Nova Ordem Mundial. Não contem com as Forças Armadas e de segurança de nenhum País da Europa Ocidental para vos proteger, porque é expectável que as mesmas colapsem rapidamente, através de um misto de sabotagem interna, suborno de oficiais e falta generalizada de equipamento e munições. 

O objectivo da elite mundialista é semear a anarquia e o caos destruidor, de forma a arrasar as estruturas sociais dos estados-nação da Europa Ocidental e desbravar o caminho para um governo mundial totalitário. Por este motivo, é do interesse das forças da Nova Ordem Mundial que os conflitos se arrastem, de forma a maximizar as baixas e a destruição de infraestruturas. A melhor forma de subjugar totalmente uma Nação, é reduzindo-a a escombros e deixando os sobreviventes totalmente à mercê dos vencedores. Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, não é do interesse da elite Mundialista que existam Forças Armadas ou de segurança na Europa Ocidental capazes de reagir a um cenário de distúrbios civis em larga escala. O objectivo disto é exactamente o de provocar o colapso da ordem pública, seguido de um massacre que se arrastará durante anos a fio e que basicamente oporá todos contra todos. No fim, serão varridos os cacos por quem sobreviveu à tragédia e não tardarão a ser criados os Estados Unidos da Europa sob as ruínas das antigas nações.

Temo sinceramente que o que aí vem a caminho vai ser muito pior do que eu alguma vez consegui sequer imaginar. Há anos que eu ando desconfiado de que a elite mundialista se anda a preparar para repetir a "Primavera Árabe" na Europa. Pelo menos todos os acontecimentos apontam nesse sentido. Depois de terem desestabilizado a Ucrânia e larga parte do Médio Oriente, reduzindo a Líbia e a Síria a montes de entulho fumegante, as forças da Nova Ordem Mundial apontam agora as suas baterias à Europa Ocidental. O próximo alvo na lista de abate dos mundialistas somos nós. O meu "faro" diz-me que primeiro vai "estoirar" qualquer coisa em França (o País onde começam todas as "revoluções"...) e de seguida irá dar-se um efeito dominó que será impulsionado pelos media e as redes sociais ao serviço do "sistema", que costumam ficar sempre histéricas com propaganda nestas situações. Armas e munições não tardarão a ser livremente distribuídas a terroristas por agentes da Nova Ordem Mundial, que tratarão de assaltar as prisões para libertar os seus "irmãos" e inundar as ruas com a gente mais perigosa que se pode imaginar. As armas e munições nestas situações aparecem sempre como que por "magia". Basta ver como a elite mundialista conseguiu num "abrir e fechar de olhos" colocar armas nas mãos de terroristas para derrubar Gaddafi em 2011 e repetiu posteriormente a experiência na Síria. 

De seguida e para garantir que o banho de sangue é bem extenso, a elite mundialista vai armar grupos para combater os primeiros grupos que foram criados por si. A Síria é um excelente exemplo prático desta estratégia dos mundialistas para destruir nações. Armam-se vários grupos e colocam-se os mesmos a lutar todos uns contra os outros. O resultado disto, como é óbvio, é devastador. No caso dos nacionais não quererem combater entre si, infiltram-se terroristas aos milhares pelas fronteiras adentro, de forma a atiçar artificialmente o conflito. A nossa destruição está a ser preparada ao pormenor pela elite mundialista. Só não vê, quem não quer...

João José Horta Nobre
4 de Abril de 2017
  

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Nadiya Savchenko, a Judiaria Internacional e o Conflito Entre a Ucrânia e a Rússia



«Ukrainian war hero and lawmaker slurs Jews»


Eu já escrevi anteriormente sobre a injustiça de que foi alvo a piloto do Exército Ucraniano e heroína Nadiya Savchenko, enquanto esteve detida na Rússia. Na altura, o julgamento de Nadiya foi amplamente noticiado nos media ocidentais que tentaram usar o caso para deslegitimar o regime de Putin.

Nadiya Savchenko foi elevada ao estatuto de símbolo da resistência ucraniana contra o regime de Putin, por quase todos os grandes jornais alinhados com o "sistema". O problema para os media ocidentais e aquilo de que os mesmos nunca se aperceberam, é que Nadiya Savchenko é uma mulher que pensa pela própria cabeça e ao que tudo indica já conseguiu ligar os pontos sobre o que realmente se está a passar na Ucrânia e por isso, naturalmente que concluiu o mesmo que eu já concluí há muito, ou seja, que é o judeu internacional que está a puxar os cordelinhos do ódio entre a Ucrânia e a Rússia. A estratégia da eternamente pérfida judiaria internacional é e sempre foi a de dividir para reinar. Fomentar os ódios e atiçar a guerra, de forma a enfraquecer mutuamente os seus opositores e mais tarde poder dominá-los, é a estratégia predilecta de Sião.

Há bem mais de um século que os supremacistas judeus estão em guerra contra o povo russo por este se recusar a criar um "Fed", ou seja, um banco central em mãos privadas. Por "mãos privadas", entendam-se as mãos dos supremacistas judeus que são quem através de agentes como George Soros, continua verdadeiramente a puxar os cordelinhos do sistema, de forma discreta, mas segura. O ódio dos supremacistas judeus contra a Rússia aumentou exponencialmente após estes verificarem que a URSS havia fracassado totalmente como método para destruir o povo russo e substituí-lo por um "homem novo", internacionalista, ateu e pronto a aceitar um governo mundial. A URSS foi um autêntico "tiro que saiu pela culatra" para Sião. Apesar dos largos milhões que morreram sob a "bandeira vermelha", o facto é que a URSS não só não destruiu o povo russo, como também fracassou em criar o "homem novo". Pior ainda do que isto e num estranho paradoxo, a URSS acabou por se transformar gradualmente num regime nacionalista, uma espécie de Itália Fascista em tons vermelhos, que é o que era efectivamente a URSS na década de 1980. Foi este último motivo, principalmente, que impulsionou o "sistema" no sentido de arquitectar nos final dos anos 1980, "revoluções democráticas" por toda a Europa de Leste. A URSS tinha de ser destruída, porque o "sistema" jamais poderia permitir a existência de um regime nacionalista com tamanho poder militar e sem um banco central sob o controlo dos supremacistas judeus. Havia sido com o intento de criarem um governo mundial totalitário, que a judiaria internacional e internacionalista arquitectou a Revolução Bolchevique. O papel dos banqueiros de Wall Street e os apoios da alta finança a Leon Trotsky e Lenine, estão perfeitamente documentados e as provas são irrefutáveis. Não há como escapar a esta verdade que não se ensina nos programas de história oficiais, mas que devia de ser conhecida por todos: a Revolução Russa, cujo centenário se comemora este ano, foi impulsionada de raiz pelo grande capital e a "mão invisível" do Supremacismo Judaico, com o objectivo de criar um projecto internacionalista que servisse de base a um futuro governo mundial totalitário. 

Os problemas para os supremacistas judeus na URSS só começaram verdadeiramente quando apareceu um certo sujeito chamado Estaline que tratou de eliminar fisicamente os principais agentes sionistas infiltrados na URSS e colocou em marcha a política do "Socialismo num só País". O plano de Sião sofreu um forte revês com Estaline.

A existência da Comunidade Económica Europeia foi outro factor que terá apressado a destruição da inútil URSS, porque os supremacistas judeus viram na primeira um protótipo para o governo mundial totalitário. É por isso legítimo dizer-se que a União Europeia constitui hoje, na prática, a nova União Soviética. Com o fim da URSS, o internacionalismo comunista foi largamente substituído pelo internacionalismo liberal, mas o objectivo final dos supremacistas judeus continua a ser o mesmo de sempre, ou seja, criar um governo mundial totalitário que a ser erguido, estenderá os seus tentáculos a todos os povos da Terra, que independentemente da sua raça, cor ou credo, serão submetidos à mais vil tirania.

A Rússia continua a ser um alvo a abater para os supremacistas judeus e podem ter a certeza de que o Império Rothschild não vai desistir de continuar a tentar tomar o controlo do governo russo, por via de algum dos seus lacaios "democratas" ou mais uma "revolução colorida" com o patrocínio de George Soros. Em todo este insano jogo de poder, a Ucrânia está a ser usados como "carne para canhão" pela judiaria internacional, de forma a enfraquecer a Rússia de Putin e simultaneamente, endividar a Ucrânia a um ponto extremo por via de empréstimos impagáveis contraídos junto do FMI, garantindo assim que o povo ucraniano vai ficar à mercê dos agiotas internacionais durante gerações. Nadiya Savchenko, que é oficialmente uma Herói da Ucrânia e foi agraciada com a Ordem da Coragem pelos seus feitos, já com certeza que terá percebido a forma como o seu País está a ser usado e abusado pelos falcões do internacionalismo sionista. O verdadeiro inimigo da Ucrânia e do povo ucraniano não é Putin, mas a União Europeia, o Império financeiro da família Rothschild, o Supremacismo Judaico e os seus respectivos agentes e lacaios que estão espalhados pelos quatro cantos do planeta.

Para bem de todos, está mais do que na hora de russos e ucranianos fazerem as pazes, calarem as espingardas e acabarem de vez com a guerra estúpida em que se deixaram envolver.

João José Horta Nobre
3 de Abril de 2017


domingo, 2 de abril de 2017

Jorge Sampaio é o Típico Representante de Tudo o Que Está Mal Com a Classe Política Portuguesa

O Grande Barrete por WEHAVEKAOSINTHEGARDEN.


«Conheço este antigo Presidente [Jorge Sampaio] por dentro e por fora desde os vinte anos. Mas nunca o julguei capaz de descer tão baixo. O segundo volume das memórias desta medíocre criatura, que tem todos os privilégios da praxe (uma grande pensão, gabinete de quatro ou cinco pessoas, escritório, automóvel e motorista), foi para meu espanto e até escândalo financiado pelas seguintes entidades: BPI, Fundação Oriente, Fundação Luso-Americana, Grupo Visabeira (ou seja, um grupo económico privado), Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova, PT e Mota-Engil. Esta indignidade de um homem em quem milhões votaram é um insulto para o país. E ainda há quem fique perplexo com a corrupção do PS. Previno já que vou ler e escrever sobre as ditas memórias com a maior repugnância.» - Vasco Pulido Valente in Tristezas, Observador, 26/3/2017

Jorge Sampaio decerto julgava que se ficasse caladinho e não fizesse muito barulho, conseguiria escapar da avassaladora destruição que inevitavelmente vai acabar por apanhar as elites do regime de Abril. Não vai. Nenhum deles vai. Mortos ou vivos, o País a seu tempo vai acabar por descobrir toda a verdade sobre a escumalha que desde 1974 o (des)governa. No fim e podem ter a certeza que o fim um dia vai chegar para este regime, hão-de acabar todos julgados e expostos no altar da eterna ignomínia. A elite de Abril, esta elite de canalhas sem um pingo de vergonha nas fuças, é o exemplo perfeito daquilo que acontece a uma Nação, quando a mesma se deixa tomar por arrivistas e demagogos, que na sua larga maioria nunca tiveram outro emprego na vida, a não ser o do engano permanente por intermédio de sofisticados jogos de bastidores dos quais, certamente, Jorge Sampaio será um bom conhecedor. Sonso, espertalhão e claramente um interesseiro de primeira apanha, Jorge Sampaio é o típico representante de tudo o que está mal com a classe política portuguesa. Não se iludam mais: Esta gente não tem emenda. O actual regime não tem emenda. A Terceira República é para reduzir a cacos e quanto mais depressa melhor. 

João João Horta Nobre
2 de Abril de 2017

Jorge Sampaio, um homem que qual fidalgo do Auto da Barca do Inferno, já anda a "cantar e a dançar" na vida política portuguesa vai para meio século:
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