domingo, 4 de janeiro de 2015

A Terceira República Lava Mais Branco

Irene, a "lavadeira-mor" do regime.


"Enganam-se os humildes se nas promessas falaciosas do erro democrático supõem encontrar a realização das suas reivindicações justíssimas! Um século inteiro de experiências dolorosas mostra-nos que nunca a sorte das classes pobres pode ser tratada e minorada pelos governos saídos do voto, que são estruturalmente governos sujeitos, por defeito de origem, à venalidade e à corrupção." - António Sardinha (1887 - 1925) In «Durante a Fogueira - Páginas de Guerra», Livraria Universal, Lisboa, 1927

Tenho denunciado aberta e publicamente desde há já alguns anos a escumalha que tomou conta da academia portuguesa e das ciências humanas em Portugal. Por norma, esta escumalha é militante da maçonaria ou da extrema-esquerda, pois tudo o que não esteja alinhado com estes dois campos de pensamento pseudo-democrático tem sido desde 1974 sistematicamente saneado e varrido para debaixo do tapete.

Os opositores do regime derrubado a 25 de Abril de 1974 queixavam-se da censura e do lápis azul. Mas o facto é que assim que chegaram ao poder trataram de impor um novo tipo de censura, não-oficial e alinhada com o politicamente correcto. Este novo tipo de censura é inúmeras vezes pior do que a do "pavoroso fascismo", pelo simples facto de não ser oficial. Durante o Estado Novo um escritor ou jornalista já sabia com o que podia contar, sabia muito bem o que podia ou não escrever. Actualmente, a censura é não-oficial e é exercida nas redacções dos jornais e revistas por determinados lobbies que não desejam ver publicadas determinadas matérias, por este mesmo motivo é muito mais insidiosa e perigosa do que o lápis azul de Salazar.

À censura que tomou conta dos media "democráticos", junta-se a lavagem da história patrocinada por uma cáfila que se aproveitou do caos nos meios académicos em 1974-1975 para sequestrar os mesmos e colocá-los ao serviço de ideologias anti-patrióticas onde por norma norteia apenas a irracionalidade e a estupidez pura e dura. A única cura para este mal será o saneamento da academia portuguesa de alto a baixo e à semelhança do que os "democratas" fizeram aos seus colegas nacionalistas no rescaldo da abrilada de 1974, mas tal está dependente de uma necessária mudança de regime, algo que já se vislumbra no horizonte, mas pela qual ainda teremos de aguardar algum tempo.

Comecei a "abrir a boca" em relação a esta gentalha putrefacta por já não aguentar mais assistir em silêncio a tanta injustiça e hipocrisia no meu País. Nunca me pagaram, nem me pagam pelo que escrevo e faço-o apenas por dever de consciência sem pedir nada em troca a ninguém. Podia ter optado pelo caminho mais fácil e entrado para uma loja maçónica ou para algum partido político. Convites da maçonaria e de vários partidos não me faltaram e recusei-os sempre todos sem hesitação, pois prefiro dormir com a consciência tranquila.

A título de mera curiosidade, o partido para onde mais vezes me tentaram aliciar a entrar foi o Partido Socialista (PS), o mesmo partido do qual eu julgo que a historiadora Irene Pimentel é simpatizante. Foi recentemente ao ex-primeiro-ministro José Sócrates que se encontra detido em prisão preventiva que a Irene Pimentel tentou enviar um livro seu. A entrega do livro a José Sócrates foi prontamente recusada pelo Estabelecimento Prisional de Évora, pelo simples facto de José Sócrates já ter atingido o limite do número de encomendas que pode receber num dado período de tempo.

O que julgo ser relevante não são as encomendas de José Sócrates, mas sim o facto de a Irene Pimentel estar a acarinhar uma personagem daquele calibre.[1] José Sócrates é o típico xico-esperto parido pela Terceira República. Podemos mesmo até dizer que José Sócrates é um político-modelo da Terceira República. Homem cheio de truques na manga, repleto de esquemas e com relativamente poucos estudos, conseguiu subir na vida à custa de um determinado partidozinho que desde a sua fundação sempre foi permeável a este tipo de manhas e cujas ligações à alta finança são mais do que óbvias.

A Terceira República não passa de banha da cobra. Desde a sua fundação que é um regime corrupto, assente em toda a espécie de vigarices e mentiras e cuja pedra angular é uma Constituição que nunca sequer foi sujeita a qualquer tipo de referendo. Nunca disfarcei o ódio de morte que tenho ao actual regime e à actual classe política. Também nunca escondi o facto de querer que o mesmo seja aniquilado da forma mais total que for possível congeminar e os seus membros devidamente julgados e punidos por todas as patifarias que têm patrocinado ao longo de décadas.

Todas as humilhações, difamações, calúnias e falsos testemunhos a que este regime de canalhas tem sujeito os nossos melhores patriotas ao longo dos últimos quarenta anos, serão pagas olho por olho e dente por dente! Pagarão pela língua-viperina que têm e pagarão ao cubo, pois nós é que estamos certos e eles é que estão errados!

Afinal de contas, quem é esta gente que sequestrou assim o nosso País? Qual foi o cano de esgoto a partir do qual foram paridos estes palhaços de circo? Pois eu digo-vos, são eles os descendentes dos "anti-fascistas" que outrora bradavam vivas a Estaline. São os filhos e netos dos reviralhistas que queriam transformar Portugal numa colónia sob jugo estrangeiro. São os herdeiros da mesma maçonaria traidora que já em 1807 deu as boas vindas aos invasores franceses e os acolheu como "irmãos" enquanto estes cometiam as maiores sevícias contra os nossos compatriotas. 

É bom que o povo português investigue o passado dos membros do actual regime e compreenda as suas origens, pois só assim poderão entender o caldo de podridão insana a partir do qual esta gentalha emanou.

Ora, a historiadora Irene Pimentel passou a sua vida neste regime e engordou muito bem à custa do mesmo. Durante os últimos quarenta anos de democracia à moda de Wall Street (tudo leva a crer que o 25 de Abril foi um golpe patrocinado pela CIA...), a senhora Irene Pimentel nunca soube o que é estar desempregada, passar fome ou ter de esperar numa fila da sopa dos pobres. Antes pelo contrário, fez um nome e uma carreira, sempre livre da perseguição e saneamento a que os seus colegas nacionalistas foram sujeitos por serem nacionalistas e por isso mesmo contra o regime de traição que sequestrou Portugal no dia 25 de Abril de 1974.

Irene Pimentel não é nenhuma analfabeta ou camponesa pobre com a 4ª classe. Ela estudou, escreve e publica livros, portanto não é nenhuma ignorante. Então como se explica que esta senhora apoie de forma tão carinhosa o ex-primeiro-ministro José Sócrates? Será que não sabe da podridão que está por detrás do mesmo? Não tem noção da corrupção que grassa nos partidos políticos? Não percebe que foram os partidos políticos que rebentaram com Portugal?

Mais uma vez se confirma o que eu sempre disse, esta gente "democrática" não aprende, nunca aprendeu, nem vai aprender. Rebentaram com a nossa Pátria e deixaram-na na sarjeta, a ser estuprada por FMI's, banqueiros, maçonarias e comunistas, tudo isto depois de já em 1974-1975 terem promovido uma limpeza étnica da população branca na África Portuguesa e terem abandonado milhões dos nossos compatriotas sem sequer fazerem um referendo. Esta "magnífica obra" foi toda realizada pelos "democratas" da laia da Irene Pimentel (entre muitos outros...) que se julgam os donos da moral, mas que actualmente já caíram tão baixo que mais parecem suínos miseráveis a chafurdar numa pocilga decadente.

Os portugueses perceberão a seu tempo a massa de que esta gente "democrática" é feita. Quando perceberem que perderam todo o poder, pois o País foi entretanto "democraticamente" vendido a retalho e desmantelado, nessa altura logo chorarão pelo antigo ditador de Santa Comba Dão que apesar de ter tido os seus defeitos (quem não os tem?), arrumava com a actual classe política toda a um canto.

Aliás, as torturas da PIDE durante o Estado Novo têm sido um dos temas preferidos da Irene Pimentel para atacar o antigo regime.[2] A senhora Irene Pimentel sente-se incomodada pelo facto de ter havido estalinistas a serem obrigados a ficar umas noites sem dormir na tortura do sono ou a levarem umas bofetadas dos agentes da PIDE. 

Em geral a tortura da PIDE resumia-se a isto mesmo, paulada à moda antiga e ficar sem dormir até o prisioneiro dar aos agentes a informação que estes pretendiam. Agora comparem isto com os horrores a que os prisioneiros eram sujeitos na "gloriosa" terra dos "amanhãs que cantam" que dava pelo nome de União Soviética. Há inclusive relatos de as prisioneiras soviéticas nos gulags sofrerem prolapsos vaginais em virtude da violência brutal dos estupros sucessivos a que eram sujeitas pelos guardas dos campos. Roubar um simples pão ou uma peça de fruta era o suficiente para se poder ser enviado para o cadafalso. É aos militantes comunistas que defendiam esta barbárie que a Irene Pimentel e outros historiadores da sua laia chamam os "heróis do anti-fascismo" e "democratas" entre outras aberrações.

Os anais da história de Portugal no futuro registarão bem registado que foram os "democratas" em conjunto com a comunalha lunática e as forças obscuras da maçonaria que foram responsáveis pelo maior prejuízo à integridade nacional e à Portugalidade de que há registo em toda a nossa história. Nunca desde a sua fundação em 1143 que Portugal enfrentou tamanha conspiração e o mais grave é que o actual inimigo não nos bate de frente e de espada em riste como a moirama noutros tempos. Pelo contrário, trata-se de um inimigo que adoptou como táctica a guerra assimétrica, a guerra cultural e a guerra psicológica. É um inimigo que age por detrás da cortina, infiltra organizações, grupos e movimentos e espera pelo momento certo para dar o golpe. 

Este inimigo conta com o apoio total da alta finança, da esquerda radical e da maçonaria, cujo objectivo comum é a destruição das nações e a sua fusão numa Nova Ordem Mundial liderada por um governo único que terá o poder de impor a sua tirania a todos os povos da terra. A luta contra estes planos maquiavélicos tecidos por uma mini-elite que se julga Deus na terra, será a maior e mais importante luta da história.

O tempo urge e é bom que os portugueses abram rapidamente os olhos, sob pena de serem os seus próprios filhos e netos a cairem nas grilhetas da escravidão que já está a ser preparada...

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Notas:
[1] PIMENTEL, Irene - Devolvido à proveniência. JUGULAR, 27 de Dezembro de 2014. Link: http://jugular.blogs.sapo.pt/devolvido-a-proveniencia-3837800
[2] PIMENTEL, Irene - As torturas da PIDE. A propósito do relatório sobre as torturas da CIA. JUGULAR, 10 de Dezembro de 2014. Link: http://jugular.blogs.sapo.pt/as-torturas-da-pide-a-proposito-do-3832279


João José Horta Nobre
Janeiro de 2015




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