segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Os "Migrantes", a "Democracia" e a Crise Demográfica Europeia



"As verdades podem ser nuas - mas as mentiras precisam de estar vestidas." - Máxima Rabínica

A Europa está a morrer. 

Não, não me refiro à sinistra entidade internacionalista que dá pelo nome de União Europeia, mas sim, ao martirizado continente que serviu de berço a Vasco da Gama, Cervantes, Wagner, César, Pedro o Grande, Aristóteles, Alexandre Dumas, entre muitos outros que hoje pertencem ao panteão dos imortais.

Sei que alguns portugueses dirão que Portugal nunca beneficiou em imiscuir-se nas questões europeias. De facto, trata-se de uma verdade evidente, pois sempre que Portugal se envolveu ou foi obrigado a envolver-se em conflitos e picardias intra-europeias, saiu prejudicado, por vezes com um saldo pesadíssimo pago em sangue, tal como foi o caso das invasões napoleónicas e a participação portuguesa na Primeira Grande Guerra.

Ora, se é verdade e evidente que Portugal nunca saiu beneficiado dos conflitos europeus, também é verdade que sem Europa não há Portugal. Se a Europa cair, poderão ter a certeza que Portugal cai com a mesma e por esse mesmo motivo, o que se passa no "velho continente" jamais deixará de nos afectar directa e indirectamente.

Já desde há bastante tempo que eu tenho dito e repetido que as "democracias" actualmente em vigor na Europa e no Ocidente em geral, são o maior mal que atacou a nossa civilização desde a ameaça Islâmica na Idade Média. Esta "democracias", totalmente controladas pelo alto capital internacionalista e apátrida, sob a capa de falas mansas e esquemas engenhosos, têm progressivamente trucidado o continente europeu, reduzindo o mesmo à miséria moral e social que está hoje bem à vista de todos.

Entretanto, as massas vão ingenuamente vivendo embebidas na utopia "democrática", acreditando que realmente têm algum poder e que podem decidir alguma coisa (manter as massas numa permanente "ilusão" é o segredo para a manutenção das ditas "democracias" e nem o querido líder na Coreia do Norte faria melhor...). Pelo actual caminho, só é possível deduzir que aquando da conclusão do "luminoso" projecto "democrático", restará na Europa apenas um gigantesco inferno que nem Dante teria sido capaz de descrever nas suas visões mais tenebrosas sobre o Reino de Satanás. 

Tenho-me propositadamente abstido de escrever sobre a questão dos "migrantes", porém, a situação nos últimos tempos chegou a um ponto que ultrapassa todos os limites e que constitui uma verdadeira afronta aos povos da Europa.

Estando-me eu redondamente nas tintas para conversas sujeitas ao pensamento único e politicamente correcto da esquerda caviar e direita mortadela (também conhecidos como "democratas"...), afirmo sem complexos que não admito que a classe política que actualmente governa a minha Pátria, continue a encher a mesma de estrangeiros, sem se importar minimamente com a minha opinião ou a de qualquer outro português que ainda se orgulhe de o ser.

Dito isto, é preciso afirmar também que a actual crise moral e social que a Europa atravessa é uma crise auto-imposta e que resulta apenas de uma contínua sucessão de erros e loucuras que se foram acumulando até produzir o actual desastre.

Meteram na cabeça das massas que todos os homens são exactamente iguais e que todos podem decidir o destino da Pátria, mesmo que não tenham a mínima competência para tal. Em termos comparativos, isto é o mesmo que colocar crianças a administrar a sua própria escola e mesmo assim esperar que tal ideia possa culminar num bom desfecho...

Ao contrário dos nossos antepassados, os maiores desafios que os europeus hoje enfrentam não são de ordem material, mas sim, de ordem social e moral/psicológica.

Em termos sociais, o aspecto mais preocupante da actual crise europeia é de longe a questão demográfica. A taxa de fecundidade necessária para garantir a sustentabilidade demográfica de uma qualquer Nação é de 2.1 filhos por mulher. Infelizmente e em consequência das engenharias sociais colocadas em prática tanto por marxistas como neoliberais nas últimas décadas, a taxa de fecundidade da esmagadora maioria das nações da Europa está hoje muito abaixo do que seria minimamente aceitável.

A "solução" apresentada pelos "iluminados" que actualmente governam as nações europeias é a de importar gentes estranhas de África e do Oriente para substituir os autóctones europeus nas suas próprias pátrias.

Ora, como é evidente a qualquer pessoa que tenha o mínimo de neurónios na cabeça, isto não é "solução" para nada e vai apenas criar um novo problema que terminará inevitavelmente em tragédia devido aos inevitáveis choques culturais, étnicos e religiosos que já se começam a fazer sentir e que irão inegavelmente agravar-se num futuro próximo.

Não adianta a turba do políticamente correcto gritar "racista" e "xenófabo", pois isso não vai esconder o problema que já aí está bem à vista de todos e que promete apenas agravar-se de forma catastrófica. Factos são factos e o facto é que a Civilização Europeia jamais poderá ser sustentada por povos extra-europeus, pelo simples motivo de que estes quando "migram", também trazem consigo a sua própria identidade e cultura, algo perfeitamente natural e que faz parte da natureza tribal dos seres humanos.

A ideia de que os tais "migrantes" ou imigrantes extra-europeus podem herdar e continuar a Civilização Europeia resulta da tendência para misturar a componente material desta com a essência da mesma. Um bom exemplo disto é o que se passa hoje na Ásia. Os asiáticos tornaram-se peritos em imitar a Civilização Europeia de um ponto de vista material. Produzem tudo aquilo que nós produzimos e orgulham-se disso. Mas por detrás desta aparente "europeização" da Ásia, permanece uma estrutura social rígida e até mesmo castradora em muitos aspectos. Isto acontece pelo simples motivo de que os asiáticos são isso mesmo... asiáticos. É fácil imitar o aspecto material de uma dada civilização, mas é impossível imitar a sua essência e capturar o seu espírito.

Chegámos na Europa à actual situação de gravíssima crise civilizacional, apenas devido à incompetência e traição por parte da classe política, nada mais. A cassette anti-patriótica cuspida vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana pelos media e pelos meios académicos, que entretanto se transformaram em meios de propaganda, constituem a linha da frente na guerra psicológica actualmente em curso.

O "sistema" sabe que as massas têm de ser continuamente mantidas numa falsa crença de que no fim tudo terminará bem e que a "democracia" é infalível. O problema central no meio de toda esta questão é que a dita "democracia" não passa de uma charada criada para entreter as massas, da mesma forma que se entretêm as crianças com teatrinhos de marionetas...

As nações europeias estão condenadas ao desaparecimento se não houver uma mudança de rumo radical dentro das próximas três a quatro décadas. A entrada maciça de "migrantes" na Europa, associada ao declínio da taxa de fecundidade dos autóctones europeus, é a fórmula perfeita para gerar um desastre de dimensões apocalípticas dentro de algumas décadas.

No fundo, este é exactamente o objectivo pretendido pelas elites "democráticas" e internacionalistas. Comandadas pelos interesses do alto capital globalista, primeiro geram conflitos que poderiam perfeitamente ser evitados, de forma a criaram propositadamente autênticas ondas humanas de "migrantes". Posteriormente, através dos diktats emitidos pelo Politburo de Bruxelas, obrigam as nações da Europa a aceitar quotas de migrantes, sem se importarem minimamente com a opinião dos autóctones. A situação chegou a um ponto, em que até as nações que não pertencem à União Europeia, são pressionadas e ameaçadas pela mesma se desafiarem a vontade da elite globalista.

Os actuais conflitos devastadores na Síria, Líbia e Iraque são um exemplo perfeito da pura maldade fanática que rege a elite mundial. Estes conflitos foram todos artificialmente provocados pela elite mundial que sob a capa da desculpa dos "direitos humanos" e da "democracia", foi intervir onde nunca devia de ter intervido para começar. O resultado previsível de toda esta acção verdadeiramente maquiavélica, foi a criação de milhões de migrantes desesperados que tentam a todo o custo entrar na Europa, onde acreditam poder encontrar um El Dorado onde correm rios de leite e mel e nascem pepitas de ouro nas árvores.

O objectivo final de toda esta loucura é por um lado eliminar todos os inimigos clássicos do Estado de Israel no Médio Oriente (quem controla a Casa Branca é o lobby israelita...) e por outro lado afogar a Europa em ondas humanas de refugiados migrantes, visando-se assim a substituição dos europeus autóctones por migrantes extra-europeus.

Os actuais governos democráticos que reinam na Europa são inimigos dos povos europeus e são inteiramente controlados pela elite globalista e pelo alto capital. O que estão a fazer contra os seus próprios povos constitui uma forma de genocídio e não podem restar dúvidas de que qualquer governo que deixa morrer o seu próprio povo e tudo faz para o substituir por outro, constitui inegavelmente um inimigo da Nação que deve ser combatido a qualquer custo e empregando todos os meios possíveis.

João José Horta Nobre
Agosto de 2015


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