terça-feira, 29 de setembro de 2015

O Que Penso dos Políticos Portugueses?

A ratazana de esgoto, um animal honesto, trabalhador e que faz pela vida, ao contrário dos políticos "democratas" que hoje temos em Portugal.


"Assim que os ódios rebentam, acabam-se todas as reconciliações." - Denis Diderot (1713-1784)

A poucos dias de uma nova farsa eleitoral para manter a charada "democrática" em que vivemos a funcionar, um leitor decidiu desafiar-me a dizer publicamente o que penso da classe política portuguesa, como se tudo o que tenho escrito sobre a mesma ao longo dos anos não fosse já o suficiente para se perceber que eu apenas nutro o mais profundo desprezo pela canalha que desde 1974 está aos comandos da minha Pátria.

Mas como sempre gostei de um desafio, especialmente quando me são dirigidos por provocadores, decidi responder-lhe aqui publicamente e sem papas na língua.

Os políticos portugueses são na sua generalidade vermes que vivem do sangue da Pátria e se alimentam da ingenuidade do seu próprio povo. Mestres na arte do engano, vivem dos dinheiros públicos que esbanjam a seu belo prazer enquanto progressivamente arruínam a Pátria que os pariu e nos lançam colectivamente no abismo.

A grande maioria dos políticos portugueses, no mínimo dos mínimos, deveria de estar na prisão, pois é esse o lugar adequado a bandidos e traidores da sua laia. Aquilo a que temos assistido nas últimas semanas e que se repete regularmente no regime dito "democrata", é a um gigantesco teatro montado pelos grandes interesses económicos e o alto capital que são por inteiro os patronos do actual regime.

Basta ver quem injecta dinheiro nos partidos políticos que, no fundo, não passam de empresas ao serviço de interesses privados, para se entender a essência da "democracia". Os plutocratas agem e defendem os seus interesses por intermédio dos partidos políticos. Escondidos por detrás da capa da "democracia", os plutocratas são os principais financiadores das máquinas partidárias e tratam assim de assegurar que estes defendem os seus interesses e apenas os seus interesses.

O actual sistema político em que vivemos é integralmente diabólico, pois promove os piores em detrimento dos melhores e persegue e humilha constantemente aqueles que dizem a verdade sobre o mesmo. 

Por tudo aquilo que foi dito acima, afirmo aqui publicamente e sem qualquer problema que a consideração que tenho pela classe política portuguesa, é muitíssimo inferior à que tenho pelas ratazanas de esgoto. Tenho inúmeras vezes mais respeito e admiração pelas pobres e inocentes ratazanas de esgoto, que vivem em condições duríssimas e tentam apenas sobreviver, do que pelos políticos da Nação dos portugueses. 

A situação para mim, de facto, chegou a um ponto em que o único sentimento que hoje nutro pela classe política portuguesa (e pela elite nacional em grande medida) é o ódio e este não é um ódio qualquer, mas um ódio visceral e assassino, aquele tipo de ódio que só encontramos nas piores guerras civis, julgo que não serei de longe o único português a sentir isto...

Este ódio é apenas a consequência natural de tudo aquilo que a Terceira República me tem feito a mim e a muitos outros portugueses. Espoliados de qualquer esperança de um futuro decente, somos hoje humilhados e pisados no nosso próprio País como nunca antes aconteceu. Nem sequer durante os sessenta anos de ocupação castelhana (1580-1640) foram os portugueses tão desrespeitados como o são hoje no seu próprio solo.

Resta-me a esperança de que as coisas hão-de mudar e que um dia, talvez não tão longe quanto pensam, chegue um vento devastador que varra de uma vez por todas o autêntico excremento humano que sequestrou o nosso País e nos quer condenar à escravatura e humilhação perpétuas.

João José Horta Nobre
Setembro de 2015

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