domingo, 13 de dezembro de 2015

A Superclasse Mundialista Faria Melhor em ir Plantar Batatas



O historiador liberal e propagandista da superclasse mundialista, Niall Ferguson, veio recentemente afirmar numa entrevista ao Expresso que "o Ocidente acabou. O declínio é irreversível."

Niall Ferguson está-se a esquecer de como os europeus historicamente têm uma tendência para reagir com extrema violência quando se sentem ameaçados na sua própria casa. Não foi ao acaso que aconteceram coisas como o Holocausto, os massacres de civis na ex-Jugoslávia e os muitos massacres um pouco por toda a Europa - uns documentados, outros indocumentados - contra civis maometanos e judeus durante a Idade Média e Moderna. No nosso Portugal dos "brandos costumes", tivemos a célebre Matança da Páscoa de 1506, um episódio que curiosamente teve como causa parcial a entrada em Portugal de cerca de 93 mil refugiados judeus, após a sua expulsão de Espanha em 1492.

Ao que parece, esta coisa de acolher hordas de refugiados já dava problemas graves no século XVI...

Por tudo isto é que eu não vejo as coisas a poderem acabar bem na Europa. Marquem as minhas palavras: esta loucura do multiculturalismo e da imigração em massa, vai dar genocídio e do bravo dentro de algumas décadas e o que eventualmente vier a acontecer, fará o Holocausto nazi parecer uma brincadeira de crianças em comparação.

A superclasse mundialista entretanto esfrega as mãos de felicidade com isto tudo, pois não há nada melhor do que a guerra, a morte e a destruição para lhe proporcionar bons lucros e mais poder sobre os povos, à custa da ruína das nações. Esta gente não quer saber de "direitos humanos" para nada. Quando invocam o "perigo do Nacionalismo" e da suposta "extrema-direita", isto não tem nada a ver com a luta contra o suposto "racismo" e restantes balelas que eles inventam. Tem a ver, isso sim, é com o facto de sentirem o poder deles ameaçado pelos nacionalistas, coisa que já não acontece em relação à extrema-esquerda, pois esta não passa de uma criação da própria superclasse mundialista, criada com o intuito de provocar falsas esperanças e destruir mais nações. 

Ou por acaso ainda não repararam que o Comunismo arruína todas as nações onde se instala? O objectivo é mesmo esse...

A elite ou superclasse mundialista, mata todos os dias, às dezenas de milhares e de várias formas. As pilhas de cadáveres provocados por esta gente desafiam a própria racionalidade humana. Aliás, Hitler e Estaline eram uns meros meninos de coro em comparação com esta gente. Praticamente todas as guerras, fomes e misérias a que assistimos hoje no Mundo, têm a mão desta canalha por detrás e o mais doentio é que estes animais fazem o que fazem invocando sempre a cassete dos "direitos humanos", da "democracia" e do "humanitarismo"

Não esquecer que é esta mesma gente que diz combater os nacionalistas com o argumento de que estes são "maus" e "fascistas", ao passo que eles é que são os "bons" e "democratas"

Esta conversa imunda dos supostos "democratas" a mim é que não me engana, nem nunca me enganou, pois sempre me cheirou a esturro e sempre desconfiei dos sorrisos falsos e da conversa de treta da elite. A superclasse mundialista faria melhor em ir plantar batatas e deixar-nos a todos em paz, mas como todos sabemos, a paz é coisa que não lhe interessa, nem nunca interessou...

João José Horta Nobre
13 de Dezembro de 2015

5 comentários:

  1. «Niall Ferguson está-se a esquecer de como os europeus historicamente têm uma tendência para reagir com extrema violência quando se sentem ameaçados na sua própria casa.»

    Historicamente? Sem dúvida... mas serão os europeus actuais feitos da mesma matéria que os seus antepassados? Tenho sérias dúvidas, Professor!

    Uma das situações que mais me chocou na sequência do massacre do Bataclan foi ler as declarações de um homem que tinha perdido a sua esposa no ataque terrorista. Ele recusava-se a odiar o ISIS! Disse que se o fizesse, os terroristas venceriam!

    É evidente que nem todos os europeus sucumbiram a este feitiço auto-destrutivo, mas este francês está longe de ser um caso isolado. Se os nossos antepassados europeus viessem hoje ao mundo, teriam muitas dificuldades em reconhocer-se nos seus descendentes!

    «Marquem as minhas palavras: esta loucura do multiculturalismo e da imigração em massa, vai dar genocídio e do bravo dentro de algumas décadas e o que eventualmente vier a acontecer, fará o Holocausto nazi parecer uma brincadeira de crianças em comparação.»

    Só resta saber quem cometerá esse genocídio...


    «Tem a ver, isso sim, é com o facto de sentirem o poder deles ameaçado pelos nacionalistas, coisa que já não acontece em relação à extrema-esquerda»

    Aqui concordo inteiramente com o Professor. Aliás, vimo-lo hoje novamente com a FN...

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  2. Caro JJHN

    Li a entrevista de Niall Ferguson publicada no Expresso e parece-me uma conclusão pessimista, mas também é difícil ser optimista quando pouco podemos fazer para quem não está no poder (apesar de ele já ter feito muito).

    O declínio do Ocidente não é irreversível, depende essencialmente da criação de riqueza através da inovação e da melhoria da produtividade e isto será muito mais facilmente conseguido se houver o desmantelamento das bases de sustentação da esquerda que simplesmente enlameiam a economia e a sociedade.

    Aproveito para divulgar a série documental " The Ascent of Money" apresentada por Niall Ferguson que nos melhora a visão histórica sobre a evolução da História Financeira nos últimos séculos.

    https://www.youtube.com/watch?v=9YAWnqJ9xvw&list=PLj1Anume42cUZcfIVGFY8QbddyHSyYrd3


    "A elite ou superclasse mundialista, mata todos os dias, às dezenas de milhares e de várias formas."

    Pergunto a JJHN quem é esta elite ou super-classe mundialista.


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    Respostas
    1. "Aproveito para divulgar a série documental " The Ascent of Money" apresentada por Niall Ferguson que nos melhora a visão histórica sobre a evolução da História Financeira nos últimos séculos."

      Ah, sim, sim, Já vi essa série. É muito interessante e está realmente bem feita.

      "A elite ou superclasse mundialista, mata todos os dias, às dezenas de milhares e de várias formas."

      Ainda bem que faz essa pergunta, pois eu até tenho andado a pensar em escrever sobre isso.

      É uma boa pergunta, quem é a superclasse mundialista? Fernando Pessoa já nos falava numa elite maquiavélica a que chamou os "Trezentos", no entanto, nunca conseguiu nomear quem eram esses tais "Trezentos".

      É muito simples de perceber quem são as elites. Olhe à sua volta e veja quem está hoje com o rabo bem instalado nas mais altas hierarquias das universidades, política e sistema financeiro.

      Agora veja a política dominante nos dias actuais. É Internacionalismo puro e duro, há um claro projecto anti-nacional a ser colocado em curso por essa gente.

      Veja o que essa gente fez na Líbia, Síria e Iraque só para citar alguns exemplos. Quantas pessoas já morreram e continuam a morrer todos os dias por culpa das tais "intervenções humanitárias" provocadas por essa gente?

      O que é que os Estados Unidos foram fazer no Vietname a não ser lançar bombas para encher a pança dos fabricantes de armamento?

      Porque é que o Ocidente comprou cereais à União Soviética durante o Holodomor, mesmo sabendo que se tratavam de cereais confiscados ao povo ucraniano que morria de fome?

      Porque é que Wall Street, para além de ter financiado a Revolução Bolchevique, foi financiar a Alemanha Nazi?

      Nunca ouviu falar dos banqueiros de Hitler?

      A elite está metida em todas, é realmente difícil encontrar uma guerra ou um acontecimento de relevo que não tenho as patas da superclasse mundialista por detrás.

      Este artigo da Newsweek pode ajudá-lo a compreender melhor o que é e quem são os membros da superclasse:

      http://www.newsweek.com/who-superclass-86107

      Essa lista já está um pouco desactualizada e faltam muitos nomes, mas dá para se ter uma ideia geral do que estamos a falar.

      Há-de reparar que no caso do Ocidente, todos os membros da superclasse mundialista são isso mesmo... mundialistas, ou seja, internacionalistas.

      Isto está tudo muito bem montado caro arquivista, só não vê, quem não quer ver...

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    2. "É muito simples de perceber quem são as elites. Olhe à sua volta e veja quem está hoje com o rabo bem instalado nas mais altas hierarquias das universidades, política e sistema financeiro."


      Ao nível político é muito difícil definir uma elite, por exemplo, primeiro cada vez mais pessoas vive em democracia, ou seja, os seus líderes resultam do voto e este resulta dos humores dos eleitores, não é por acaso que se numa eleição ganha um partido na seguinte ganha outro. Além disso, normalmente as lideranças têm mandatos limitados pelo tempo, por exemplo, Obama (Democrata), está condiconado pelo Congresso (Republicano) e não falta muito irá acabar o seu poder e influência com o fim do mandato. Obama era um americano da classe média, advogado, sem grande riqueza pessoal ou familiar, sem ser "dono" de corporações. No Brasil, tivemos até há pouco tempo, um ex-metalúrgico sindicalista a Presidente. Por cá, temos Cavaco (professor universitário e economista no BP) e Costa (basicamente um político profissional que só agora começa a liderar e depende dos humores da Catarina e do Jerónimo).

      No sistema financeiro, a instabilidade é constante, a mudança tem acelerado e a competitividade arruma com os mais fracos, erros de gestão afundam bancos e conglomerados financeiros e a dispersão das acções pode implicar a rápida substituição dos gestores.

      Em relação às Universidades, é de facto mais constante, mas está a sofrer alterações significativas, depois do aumento do número de universidades, houve a diminuição do número de anos dos cursos e à medida que a falta de dinheiro é notada mais mudanças aparecerão.

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    3. "Ao nível político é muito difícil definir uma elite, por exemplo, primeiro cada vez mais pessoas vive em democracia, ou seja, os seus líderes resultam do voto e este resulta dos humores dos eleitores, não é por acaso que se numa eleição ganha um partido na seguinte ganha outro. Além disso, normalmente as lideranças têm mandatos limitados pelo tempo, por exemplo, Obama (Democrata), está condiconado pelo Congresso (Republicano) e não falta muito irá acabar o seu poder e influência com o fim do mandato. Obama era um americano da classe média, advogado, sem grande riqueza pessoal ou familiar, sem ser "dono" de corporações. No Brasil, tivemos até há pouco tempo, um ex-metalúrgico sindicalista a Presidente. Por cá, temos Cavaco (professor universitário e economista no BP) e Costa (basicamente um político profissional que só agora começa a liderar e depende dos humores da Catarina e do Jerónimo)."

      São todos internacionalistas, todos farinha do mesmo saco, já não enganam ninguém...

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