quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A "Ética" Republicana


No vídeo acima podem ver sua excelência Eduardo Ferro Rodrigues, o actual Presidente da Assembleia da República, a dizer que se estava "cagando para o segredo de justiça", por ocasião do escândalo de pedofilia da Casa Pia. Trata-se de um magno exemplo da "ética" republicana.

Durante o período correspondente à Primeira Guerra Mundial (1914-1918), morreram de fome cerca de 82.000 portugueses, vítimas da mais pura incompetência por parte dos senhores que se arvoraram do poder em 1910, por via de um golpe de estado ilegal e nunca é demais frisar a parte do ILEGAL, porque a instituição da República, da forma como foi feita - pela via das armas e à margem de qualquer tipo de referendo - constitui uma ilegalidade que se mantém até hoje. 

O actual regime, da forma como está, não é legítimo e deveriam ser os próprios militares, que são os guardiões últimos da Nação, a obrigar os actores do regime a fazer um referendo, de forma a que se pudesse averiguar sobre a sua putativa legitimidade ou ilegitimidade. Os portugueses não pagam impostos para sustentar umas Forças Armadas inactivas e que auxiliam traidores, usurpadores e ladrões a manterem-se no poder. O actual Estado republicano, em termos de funcionamento interno, assemelha-se mais a um Estado-Máfia do que a outra coisa qualquer, sendo os únicos interesses defendidos pelo mesmo, os da plutocracia internacional e internacionalista sediada em Wall Street e Bruxelas.

Da próxima vez que ouvirem um Soares, um Cavaco ou um Pateta Alegre a falar das "virtudes da República" ou da "ética republicana", perguntem-lhes se durante os quatro anos que durou a Primeira Guerra Mundial e ao longo dos quais pereceram de fome 82.000 portugueses, se durante esse período algum dos tais "virtuosos" e "éticos" republicanos passaram um único dia de fome? 

João José Horta Nobre
21 de Janeiro de 2016

4 comentários:

  1. Mal por mal, e apesar de saber das origens maçónicas da república, prefiro sempre uma república à monarquia. Primeiro porque para mim Rei só Deus e não um mero ser humano, e segundo porque, se é para termos reis como os cobardolas que fugiram para o Brasil aquando das invasões napoleónicas, ou escroques que vão fazer caçadas para África ou aparecer nas revistas cor-de-rosa, em vez de homens valentes que encabeçavam os batalhões como o grande rei D. Afonso Henriques, mais vale sermos nós próprios a elegermos os chulos por tempo determinado.

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  2. a ética republicana...
    Já o outro, ministro dum dos governos de sócrates, que agora não me lembro do nome, dizia: segundo a minha ética não fiz nada de errado... e foi um individuo destes ministro...
    Carlos

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  3. Na realidade eles estão-se cagando para nós todos. Temos um governo que nem foi eleito. Resultou de um aconchavo entre marxistas.
    Os portugueses elegem regularmente pedófilos, traidores da pátria, ladrões, etc.
    Parece que o voto universal não funciona muito bem na bacia do Mediterrâneo :)

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