sábado, 9 de janeiro de 2016

Na Bélgica Vai Haver um Curso Para Ensinar os Refugiados a Não Violar Mulheres




Já houve quem ficasse escandalizado por eu dizer que a minha Pastora Alemã - a Nika - é muito mais civilizada e bem comportada do que muitos desses tais "refugiados" que estão a entrar às hordas pela Europa adentro. Mas é que é mesmo verdade, eu comparo o comportamento da minha Pastora Alemã com o de muitos ditos "refugiados" e constato que os últimos parecem estar abaixo da categoria de animal irracional.

Tanto que é assim, que agora na Bélgica até vai ser necessário criar "um curso de respeito às mulheres para refugiados", ou seja, dito por outras palavras: um curso para ensinar os refugiados a não violar mulheres.

Volto mais uma vez a insistir e a apresentar a solução para o actual problema que assola a Europa. As elites criminosas e ditas "democráticas" que sequestraram o nosso Continente têm de ser derrubadas do poder, a pena de morte tem de ser restaurada, as actuais elites têm de ser levadas a julgamento e os responsáveis pelo autêntico genocídio de que a Europa está a ser alvo, têm de ser condenados à morte e ponto final.

Isto não vai ter fim enquanto não se acabar com o reinado de terror das actuais elites europeias pseudo-democráticas que têm monopolizado o poder desde 1945. Se para acabar com isto, for necessário reintroduzir o paredão de fuzilamento ou o cadafalso, então que assim seja e que se legisle nesse sentido.

João José Horta Nobre
9 de Janeiro de 2015

9 comentários:


  1. "Volto mais uma vez a insistir e a apresentar a solução para o actual problema que assola a Europa. As elites criminosas e ditas "democráticas" que sequestraram o nosso Continente têm de ser derrubadas do poder, a pena de morte tem de ser restaurada, as actuais elites têm de ser levadas a julgamento e os responsáveis pelo autêntico genocídio de que a Europa está a ser alvo, têm de ser condenados à morte e ponto final."

    Caro JJHN


    Ainda não percebeu que a morte não é a solução, pois o exemplo do Chile está aí, depois duma limpeza em 1973 passados uns anos lá está a esquerda no poder.
    Para mudar as coisas é preciso desmantelar as bases de sustentação da esquerda.

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    1. Então explique-me lá como é que se desmantelam as tais "bases de sustentação da esquerda" e já agora não se esqueça de abordar também o problema do internacionalismo liberal que é tão ou mais violento como o da própria esquerda...

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    2. Obviamente quando a direita estiver no poder deve ter vontade política e implementar as tais reformas estruturais:

      Abolição do salário mínimo
      Liberalização dos despedimentos
      Abolição dos descontos
      Liberalização (facilitação, desregulamentação) do acesso às profissões liberais
      Sujeição a IRC a todas as pessoas colectivas
      Simplificação do IRS com sujeição individual, taxa única, sem deduções e abatimentos
      Taxa única no Iva
      Pagamento do verdadeiro custo de saúde pelo utilizador
      Desmantelar o sistema escolar com o e-learning
      Varrer a função pública
      ...
      ...
      ...
      ...

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  2. Enganam-se aqueles que julgam ver nas forças armadas e nas forças policiais um antídoto capaz de travar o processo revolucionário de construção do social-comunismo. Quem priva com as novas gerações de militares e de policiais sabe bem que valores do esforço, mérito, trabalho e patriotismo andam afastados das cabecinhas de todos eles, transformados que estão em incumbentes do Estado e viciados em direitos adquiridos e outras reivindicações sindicais. Dos militares e polícias há apenas a esperar contributos para o reforço do processo revolucionário assente na redistribuição coerciva da riqueza dos produtores para os incumbentes. As forças armadas e policiais são, hoje em dia, forças que integram o processo revolucionário em curso.
    (no Blasfémias, "Admirável tempo novo")

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  3. Mais um curso, mas isso é que o socialismo dependente do estado quer, mais uns empregos para funcionários públicos darem os seus cursos, e ainda continua contra o liberalismo?

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    1. «e ainda continua contra o liberalismo?»

      Sou português, apenas português e nada mais.

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  4. O que estes cabrões inventam!

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  5. Sobre este assunto dos "migrantes", está tudo a decorrer conforme foi planeado.
    Carlos

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  6. Este post fez-me lembrar o drama que o povo alemão viveu depois da 2ºGG
    O que se está a passar na europa com estas violações é mais dramático para o povo alemão em especial para as mulheres alemãs. Depois da 2ªGG os aliados deram carta branca aos seus soldados para as violar à vontade, em larga escala. Verdade se diga também que os que melhor se portaram foram os ingleses.
    Os armazéns da cruz vermelha estavam repletas de alimentos, mas os responsáveis aliados impediram que fosse distribuída pela população alemã. Altas patentes americanas quando souberam das violações hipócrita e cinicamente afirmaram que não acreditavam porque quem tinha o sabão e o pão eram eles por isso não havia necessidade de violar. Os soviéticos tinham permissão dada abertamente pelas suas altas patentes. Os franceses, como não tinham dinheiro, às suas tropas do norte de África, pagavam metade do pré em dinheiro e a outra metade era paga com a permissão para violarem as mulheres que quisessem. Os prédios ou casas que estavam na zona sob seu controle era obrigatório ter nas portas listas de quem lá morava, idades e sexo.
    Desde os 8 aos 80, freiras e padres foi uma orgia de violar e matar.
    A situação chegou a tal ponto que as mulheres dos militares aliados tiveram de começar a usar uniforme militar para não serem molestadas.
    O que era feito dos homens alemães? Tirando os miúdos e os velhos, o resto que praticamente estava no exercito foram parar a campos de concentração (ao relento de inverno e de verão) donde desapareceram 2 milhões por doença mas especialmente por inanição. Alguns conseguiram escapar a isso porque, ironia do destino, alistaram-se na legião estrangeira, que está ligada ao exercito francês.
    O livro de James Bacque, Outras Perdas, levanta bem o véu sobre o comportamento dos aliados depois da guerra.
    Carlos

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