domingo, 24 de janeiro de 2016

O Cristianismo Não Tem Força Para Derrotar o Islão

 Richard Dawkins (1941 - )


Não acredito no que agora diz o ateu Richard Dawkins, curiosamente um cientista que tem passado a vida a atacar o Cristianismo. Agora, segundo o mesmo, o Cristianismo é a melhor defesa que o Mundo tem contra o Islão radical.

Não acredito nisto e vou explicar porquê.

Jesus Cristo proíbe explicitamente a utilização da força, mesmo para motivos de autodefesa. Está escrito muito claramente no Novo Testamento que há que dar sempre a outra face ao inimigo e amá-lo sob todas as circunstâncias. Isto são as instruções que Jesus Cristo nos deixou e qualquer cristão que não as cumpra, atenta contra as palavras de Cristo.

As cruzadas na Idade Média resultaram da mais pura ignorância teológica, pois a utilização da violência, mesmo em autodefesa, é explicitamente proibida por Jesus Cristo. A atitude que um verdadeiro cristão deve ter perante o inimigo é a de se deixar massacrar pura e simplesmente. Assim o faziam os primeiros cristãos que perseguidos pelo Império Romano, recusavam opôr resistência violenta às perseguições do mesmo e consequentemente abraçavam o martírio como uma bênção.

Os cristãos que não me levem a mal, mas o Cristianismo tem pontos que roçam numa espécie de culto de morte. Para começar, a cruz que utilizam como símbolo religioso e muitos usam à volta do pescoço, era o instrumento de execução do Império Romano, agora imagine-se o que seria se Cristo tivesse morrido numa cadeira eléctrica, íam andar com uma cadeira eléctrica em miniatura à volta do pescoço?

Depois há a questão teológica de Cristo ter morrido na Cruz porque assim era a vontade de Deus, ou seja, o seu pai. Isto obriga-me a fazer outra pergunta lógica: que tipo de pai é que quer que um filho morra pregado numa cruz?

Parece-me óbvio que um pai que crucifica um filho, só pode ser considerado como um doente mental e criminoso.

Por fim temos as próprias instruções ultra-pacifistas e pró-martírio que Cristo nos legou por via do Novo Testamento. Aqui entramos no campo do suicídio puro e simples, pois seguir a palavra de Cristo perante hordas como as do Islão, que não se importam de cortar cabeças e queimar gente viva, é um puro suicídio.

Mas do ponto de vista teológico, a morte por via do martírio no Cristianismo é a garantia de entrada no paraíso, por esse mesmo motivo, o facto do Cristianismo ter pontos que roçam num culto de morte, não tem nada de aberrante sob a perspectiva religiosa, pois quem quiser ter entrada garantida no paraíso, só tem de se deixar massacrar, é tão simples quanto isto. 

A resistência passiva não funciona contra os muçulmanos, aliás, isso é exactamente o que eles querem. Que vocês não resistam, sejam bons cristãos e curvem-se de forma a que assim seja ainda mais fácil cortar-vos a cabeça, melhor ainda, entreguem aos mouros todas as armas que têm. É a palavra de Cristo, são as ordens explícitas de Cristo, há que dar sempre a outra face e amar o inimigo, mesmo que este vos queira decapitar e violar a vossa mulher e filha.

Não há uma única linha do Novo Testamento que justifique a resistência armada, estou farto de procurar e não encontro nada. Os teólogos medievais tiveram mesmo de dar grandes voltas à imaginação para justificar a utilização da violência por parte dos católicos, grandes voltas mesmo. Esperarem que o Cristianismo seja capaz de derrotar o Islão, é o mesmo que esperarem que D. Sebastião regresse numa manhã de nevoeiro. Podem continuar à espera, de preferência sentados...

João José Horta Nobre
24 de Janeiro de 2016

45 comentários:


  1. "Está escrito muito claramente no Novo Testamento que há que dar sempre a outra face ao inimigo e amá-lo sob todas as circunstâncias"


    Caro JJHN


    Falta-lhe capacidade interpretativa, amar os nossos inimigos significa, acima de tudo, orientá-los a seguir Cristo e, se para isso, for realmente necessário dar-lhes umas valentes pancadas não nos devemos fugir a isso, pois, acima de tudo, seguir Cristo significa a Salvação.

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    1. «Falta-lhe capacidade interpretativa, amar os nossos inimigos significa, acima de tudo, orientá-los a seguir Cristo e, se para isso, for realmente necessário dar-lhes umas valentes pancadas não nos devemos fugir a isso, pois, acima de tudo, seguir Cristo significa a Salvação.»

      Ora, a isso chamo eu meter palavras na boca de Cristo. Mais um pouco e está ao nível do delírio dos teólogos medievais...

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    2. Caro JJHN


      As palavras de Cristo foram escritas por 4 Apóstolos, possivelmente em Aramaico, donde posteriormente sofreram traduções do grego antigo e mais tarde do latim donde muito mais tarde passaram às actuais línguas.

      Interpretar literalmente tudo isto é extremamente falacioso.

      Também tem de pôr em contexto as palavras de Cristo, se foi alguma parábola, se foi em pregação, se foi na vida social.

      Insinuar que os teólogos medievais estavam em delírio parece-me essencialmente preconceituoso, quando, por exemplo, São Tomás de Aquino é desse tempo medieval.

      Outra coisa, não existe resistência passiva contra os muçulmanos, muito pelo contrário, Iraque, Afeganistão, Somália, Síria, Gaza, etc.

      O que existe é a imbecilidade esquerdista que permite entrar milhares de pseudo-refugiados, (se fossem refugiados estariam na Turquia, na Jordânia ou no Líbano, mas lá eles conhecem-nos bem, não os querem lá).

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    3. «As palavras de Cristo foram escritas por 4 Apóstolos, possivelmente em Aramaico, donde posteriormente sofreram traduções do grego antigo e mais tarde do latim donde muito mais tarde passaram às actuais línguas.

      Interpretar literalmente tudo isto é extremamente falacioso.

      Também tem de pôr em contexto as palavras de Cristo, se foi alguma parábola, se foi em pregação, se foi na vida social.

      Insinuar que os teólogos medievais estavam em delírio parece-me essencialmente preconceituoso, quando, por exemplo, São Tomás de Aquino é desse tempo medieval.»

      Porque é que há-de ser falacioso?

      Está lá escrito preto no branco.

      A conversa da "interpretação", já vem da Idade Média e não passa de uma desculpa para adulterar propositadamente o Novo Testamento.

      O Novo Testamento é simplicíssimo em termos de texto, é das coisas mais simples de ler que eu conheço e onde está tudo muito claramente explicado. Portanto não há nada para interpretar. Os cristãos só têm de ler e executar o que lá está escrito, nada mais.

      Eu vou ser sincero, eu não aprecio muito os teólogos e filósofos medievais, porque a maioria deles, incluindo o São Tomás de Aquino, eram mesmo lunáticos. Leia a obra deles e vai ver porque é que eu digo isto. Têm algumas coisas interessantes, mas no geral a filosofia medieval europeia não passa de um conjunto de dogmas religiosos e/ou subjectivos. Os asiáticos nesse tempo estavam já muito mais avançados do que nós.

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  2. Ideologicamente o Cristianismo pode fazer frente ao islão e a História confirma isso. Mas já sei que, fruto da sua interpretação do Cristianismo, pelo visto só agora é que os europeus "aprenderam" a ser cristãos...

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    1. O FireHead acha que os europeus percebiam alguma coisa de religião ou teologia na Idade Média?

      A esmagadora maioria da população era analfabeta. A Bíblica era em latim e por vezes, nem os próprios padres sabiam ler latim, limitavam-se a repetir coisas decoradas...

      Numa sociedade assim, era muito fácil um esperto qualquer dar meia dúzia de urros, dizer que o Cristianismo era uma determinada coisa e todos acreditavam. A ignorância do povo era de tal ordem nesse tempo, que as pessoas nasciam e morriam sem nunca conseguir ler uma única linha do Novo Testamento.

      Mas nós já não estamos na Idade Média, estamos no século XXI e a maioria das pessoas sabe ler e escrever. Além disso, a Bíblica está disponível em inúmeras línguas, portanto é muito fácil de ler e constatar o que realmente lá está escrito e o que lá está escrito é que Jesus Cristo ordenou que déssemos sempre a face ao inimigo e amássemos o mesmo sob todas as circunstâncias.

      O Cristianismo é a filosofia mais ultra-pacifista que eu conheço, mais ainda do que o próprio budismo.

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    2. Mas você está a resumir o Cristianismo à Bíblia? Então e a Tradição? Bom, se eu estou a ser parcial, ainda bem que posso dizer o mesmo de si.

      Quanto ao que diz da história, bom, eu não era vivo na altura, portanto não posso afirmar com rigor se era mesmo assim como diz ou não. E assim a conversa pode ficar por aqui.

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    3. «Quanto ao que diz da história, bom, eu não era vivo na altura, portanto não posso afirmar com rigor se era mesmo assim como diz ou não. E assim a conversa pode ficar por aqui.»

      É exactamente por esse motivo que eu não gosto de discutir religião com gente religiosa. Porque é muito fácil ferirem-se sensibilidades e facilmente as pessoas se chateiam.

      Não adianta discutir com fanáticos religiosos, sejam eles cristãos, muçulmanos ou outra coisa qualquer, falo por experiência própria.

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    4. «Quanto ao que diz da história, bom, eu não era vivo na altura, portanto não posso afirmar com rigor se era mesmo assim como diz ou não. E assim a conversa pode ficar por aqui.»

      Esse FireHead deve ser um daqueles bétinhos católicos de certeza absoluta. Dá mesmo para ver o que a casa gasta com a conversa de puto mimado que ele apresenta. É tão forte e corajoso que nem o nome ele dá, em vez disso esconde-se como um cobarde atrás de um pseudónimo de parvo e aqui anda a mandar cagalhões em blogs de patriotas a sério como o professor Nobre.

      Vai-te foder pá! É só isto que eu tenho para te dizer, experimenta enfiar uma Bíblia pelo cu acima para ver se gostas seu filho da puta.

      O que esses católicos bétinhos como o FireHead precisam é de levar com pau pagão pelo cu acima e logo eles íam ver o que era bom.

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    5. José Reis,
      Para que tanto palavrão?
      Este modo de falar é natural para tú?

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    6. Puta que te pariu mas é a ti, José Reis. E não, eu não sou nenhum betinho, se quiseres ver mesmo se eu sou ou não um betinho é só apresentares-te à minha frente que tiras logo isso a limpo. Vai para a real puta que te pariu e fode-te pelo menos umas 40 vezes. A Bíblia?? Pá, experimenta antes um cabo de vassoura ou uma cobra dentro do teu cu, seu cabrão de merda, até já estou com imensa pena da tua mãe de te ter parido cá para fora.

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    7. Apelo a todas as partes que por favor mantenham a civilidade mínima e não se ofendam mutuamente porque isso não leva a lado nenhum.

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    8. Meu caro, João José Horta Nobre, não devia era ter começado por aceitar o comentário ofensivo do José Reis. Digo eu...

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    9. Eu só publiquei porque odeio fazer censura, seja a quem for, mesmo quando utilizam linguagem que atenta contra as regras da caixa de comentários deste blog.

      Volto a pedir a todos a contenção por favor e guardem o calão para quem realmente merece levar com ele e não para se insultarem uns aos outros.

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  3. «Numa sociedade assim, era muito fácil um esperto qualquer dar meia dúzia de urros, dizer que o Cristianismo era uma determinada coisa e todos acreditavam. A ignorância do povo era de tal ordem nesse tempo, que as pessoas nasciam e morriam sem nunca conseguir ler uma única linha do Novo Testamento.»

    Explique a todos os seus "leitores" aonde está a diferença para os século XX e XXI?

    FireHead colocou bem o importante e com brevidade.

    Deve haver alguma bruxaria que justifique os quase 2000 anos de Cristianismo. Se encontrar, diga-nos.

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    1. «Explique a todos os seus "leitores" aonde está a diferença para os século XX e XXI?

      FireHead colocou bem o importante e com brevidade.

      Deve haver alguma bruxaria que justifique os quase 2000 anos de Cristianismo. Se encontrar, diga-nos.»

      Estamos perante um anónimo pouco arrogante, vê-se...

      Em primeiro lugar, eu aqui neste blog não tenho de dar explicações de nada, porque o blog é meu e escrevo o que me apetece. Quem gosta, gosta, quem não gosta, mude de poiso.

      Em segundo lugar, não tolero que venha para aqui meter a palavra "leitores" entre aspas, de forma a tentar inferiorizar quem segue este blog regularmente. Se voltar a ofender os restantes leitores deste blog, não publicarei mais nenhum comentário seu.

      Em terceiro lugar, o argumento do FireHead e com o devido respeito por ele, é extremamente parcial.

      2000 anos de Cristianismo, é isso?

      Então há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo na quantidade de massacres que os cruzados foram cometendo por onde passaram.

      Há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo no tráfico negreiro e em todos os "excessos" do Colonialismo.

      Há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo nas salas de tortura da inquisição.

      Há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo quando a Igreja queimava gente na fogueira. A Joana d'Arc é um triste exemplo...

      Há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo durante o Massacre da Páscoa em Lisboa.

      É que realmente são 2000 anos de Cristianismo, com muitas "interpretações" do Novo Testamento um bocado doidas, para dizer o mínimo...

      Jesus Cristo, esteja lá onde ele estiver, deve estar muito feliz com o "fruto" que deixou cá na terra. Felicíssimo!

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  4. Caro João, as coisas que você tem escrito ultimamente sobre Nosso Senhor, sua Fé e sua Igreja, são tão tolas que me fazem perguntar se você não estará tentando pregar-nos uma peça, com o propósito de estimular o ânimo dos cristãos preguiçosos, de modo a que se mobilizem para ajudar a resolver os problemas que se apresentam hoje na Europa.

    Garanto-lhe que não é assim, blasfemando, que vai conseguir alguma coisa.

    Se contudo não for assim, peço-lhe que tenha mais humildade quando presume ter tido um entendimento mais apropriado das palavras evangélicas do que séculos de papas, bispos, santos e teólogos da mais alta Fé e sabedoria. Nunca a Igreja - a verdadeira Igreja, não a paródia que ocupa a Santa Sé desde 1958 - ensinou as coisas que você atribui a Nosso Senhor.

    Mas temo que seja inútil dizer isso a quem não acredita que Nosso Senhor ressuscitou. Se Ele não houvesse ressuscitado, vã seria Fé Cristã, e também a Igreja não passaria de uma organização humana, falível no ensinamento da Doutrina.

    Eu insisto, contudo: a Fé não é cega, mas auxiliada pela razão. Milagres que a provam há aos montes. Um dos mais extraordinários ocorreu aí na abençoada terra de Portugal, em Fátima, onde a Puríssima Mãe de Nosso Senhor fez vários, o mais extraordinário dos quais, o milagre do Sol, testemunhado por uma multidão, fortaleceu a Fé de muitos cristãos e converteu incrédulos.

    Leia bons e antigos catecismos, leia sobre os "motivos de credibilidade", leia sobre os milagres eucarísticos, as curas milagrosas, como as de Lourdes, as profecias dos santos, as aparições de Nossa Senhora e Nosso Senhor, o Santo Sudário, a Tilma de Nossa Senhora de Guadalupe... etc, a lista vai longe. Mas sobretudo encha-se de boa vontade. Por que, a despeito de tantos sinais que Deus nos concede, ainda há pessoas tão obstinadamente incrédulas, mesmo ilustradas? A resposta está na falta de boa vontade. Não creem porque não querem crer.

    A ordem social não será restaurada enquanto não se restaurar a Fé. É A OUTRA VIDA QUE DÁ SENTIDO A ESTA. Quem não crê na outra vida vive uma vida sem sentido, AINDA QUE NÃO SE APERCEBA DISSO. Se as pessoas assentam suas vidas sobre bases mundanas e ilusórias, como esperar que a ordem social tenha base firme? E as pessoas hoje são predominantemente atéias - mesmo muitas das que se dizem cristãs, pois vivem vidas tão afastadas de Deus que seu batismo não faz nenhuma diferença na condução dos negócios diários. Não espanta o atual estado de tensão.

    Capitalistas, socialistas, liberais, nacionalistas, "istas" em geral: NÃO PASSAM DE ATEUS BRIGANDO ENTRE SI. Uns creem que a suprema realização humana será alcançada com o livre mercado, outros com a condução estatal dos negócios econômicos; uns creem que será alcançada mediante a libertinagem e o multiculturalismo, outros com um apego a um passado fantasioso. E assim por diante, na infindável lista de "ismos". Mas todos concordam nisso: não há uma outra vida que dê sentido a esta, que deva conduzi-la. Não há Céu nem inferno. Não há Deus. São todos ateus, e por isso seus projetos estão fadados ao fracasso, porque o homem pecador é, por natureza, um fracasso, e só pode sair desta miserável condição cooperando com a Graça Divina.



    Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para Sempre Seja Louvado.

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    1. Você já parou para pensar que talvez seja um fanático religioso?

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    2. Já, e cheguei à conclusão negativa.

      Saudações em Jesus, Maria e José.

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  5. "O Cristianismo é a filosofia mais ultra-pacifista que eu conheço, mais ainda do que o próprio budismo."

    Por isso o Hitler, quando comparava religiões, elogiava e preferia o Islão por este ser mais aguerrido e violento que o Cristianismo.

    É interessante ver um ateu, depois de tantos anos contra, vir agora defender o Cristianismo! Então, o ateísmo e o comunismo não servem escudo contra o Islão? Claro que não, até servem para receber o Islão de braços abertos!

    Mas por que o Richard Dawkins quer combater o Islão radical? Estará com medo de quê?

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    1. «Então, o ateísmo e o comunismo não servem escudo contra o Islão? Claro que não, até servem para receber o Islão de braços abertos!»

      Não há nenhum "escudo mágico" contra o Islão. Lol.

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  6. Caro João.
    Você precisa se decidir se está a falar do Cristianismo Nobre, que dá a outra face ou do Cristianismo violento das cruzadas.

    Quando é para justificar o cristianismo como religião da idiotia, comenta sobre os símbolos, a cruz e etc e do absurdo de te que dá a outra face.

    Quando é para justificar o cristianismo como uma religião violenta, para corroborar com suas acusações, fala das cruzadas, inquisição e etc.

    Afinal, qual o cristianismo que você está a falar?
    É do cristianismo que é conveniente com seus desabafos?

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    1. «Você precisa se decidir se está a falar do Cristianismo Nobre, que dá a outra face ou do Cristianismo violento das cruzadas.»

      O que é que é isso do Cristianismo Nobre e do Cristianismo violento?

      Eu só conheço um Cristianismo e nem é nobre, nem violento, é apenas Cristianismo.

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    2. Caro João.

      "Eu só conheço um Cristianismo e nem é nobre, nem violento, é apenas Cristianismo."
      Mas vives a citar 02 tipos de cristianismo.

      Mas um com quem me desaponto.
      Acho que você quer mesmo e acessos a seu blog.
      Gostas mesmo é de polemizar para receberes cliques no teu blog.

      Não sabes nem o que estais a discutir, esta é a minha impressão sobre ti.

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    3. Você já parou para pensar que talvez seja um fanático religioso?

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    4. A moeda tem duas faces.
      Cuidado! pois, você já parou para pensar que talvez seja um fanático anti-religioso?

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  7. Será que não vês que o Cristianismo É único, que é a religião Divina e nobre? e que dela podemos crê apenas naquilo que a razão nos concede o dever de acreditarmos?

    Será que não crês em uma força que nos impele a não violência quando temos a certeza de que este mundo serve apenas para um aprendizado?, e que o mais importante é a vida eterna que está além deste mundo?

    Será que não imaginastes que Dawkins está a ironizar, afirmando que o Cristianismo é a mais violenta das religiões quando diz que ela é a unica a parar o islão?

    Ora, nota pois, que Dawkins apenas ironizou.
    Tú crestes mesmo nesta ironia de Dawkins?

    Ele apenas afirmou que o Cristianismo é a mais violenta das religioões, apenas isso.

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    1. Você já parou para pensar que talvez seja um fanático religioso?

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    2. Você já parou para pensar que talvez seja um fanático anti-religioso?

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    3. A moeda tem duas faces.
      Cuidado! pois, você já parou para pensar que talvez seja um fanático anti-religioso?

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  8. Tem de se distinguir ofensas morais de ofensas à vida. No primeiro, oferece-se a outra face; no segundo, reage-se. Em Lucas 22,36 está escrito como palavras de Jesus: "(…) agora, quem tem uma bolsa que a tome, assim como o alforge, e quem não tem espada que venda a capa e compre uma".
    Claro está a necessidade de auto-preservação aconselhada por Cristo.

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  9. Caro João Nobre
    "Então há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo na quantidade de massacres que os cruzados foram cometendo por onde passaram.
    Há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo no tráfico negreiro e em todos os "excessos" do Colonialismo.
    Há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo nas salas de tortura da inquisição.
    Há-de me dizer onde é que estava esse Cristianismo quando a Igreja queimava gente na fogueira."

    Descontextualizar não é correcto. Não podemos ver a história com os “olhos” de hoje.
    Ontem hoje e amanhã, os homens usaram, usam, usarão, muitos pretextos para atingirem os seus objectivos, nem sempre condizentes com a razão que apresentam.
    A Inquisição (penso que seja desta que está a falar, normalmente só se fala desta), espanhola (católica) foi um passo de gigante na melhoria dos tribunais, defesa dos acusados, provas, etc. Sei que poucos gostam de ouvir isso.
    Foi com grande impulso por parte do cristianismo que acabou a escravatura (praticada pela Europa, que não foi novidade para o mundo), etc. Isto para não falar da influência positiva que teve noutras paragens não cristãs.
    O mundo não se muda num dia. Há avanços e retrocessos.
    Foi graças ao cristianismo que hoje não somos muçulmanos. Foi graças ao cristianismo que a Europa se manteve unida e que hoje é o que é (podia ser melhor? Podia. Podia ser pior? Podia).
    O fanatismo religioso, tanto por parte dos crentes como por parte dos não crentes, dificulta muito este tipo de discussões. lol
    Carlos

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    1. Acho que ninguém aqui percebeu o que eu quis dizer quando usei esses exemplos. Eu só estava a demonstrar como ao longo do tempo tem havido imensas loucuras que tiveram sempre justificação Bíblica.

      Os religiosos arranjam sempre maneira de com jogos de palavras, dar a volta a tudo e mais alguma coisa. Basta ver como houve uma época em que a escravatura até era justificada como tendo fundamento bíblico.

      Ainda hoje nos Estados Unidos pode encontrar doidos do Klu Klux Klan que defendem a escravatura dos negros com base no "argumento bíblico".

      A religião tem sido o pretexto para muita tragédia ao longo da história.

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  10. Um cristão procura obviamente seguir o exemplo de Jesus mas o cristão sabe igualmente que é impossível imitar completamente o exemplo de Jesus porque o cristão acredita que Jesus não é um mero homem mas sim o próprio Deus está portanto num plano superior de existência e por mais belo e inspirador que seja o sermão da montanha o cristão autentico sabe que é impossível ao homem na sua imperfeição cumprir o mesmo de um modo integral.
    Além do mais essa visão de um Jesus "pacifista" não corresponde de modo algum à realidade do Evangelho. Jesus era pacifico mas certamente não era um "pacifista".
    Jesus não teve nenhum problema em recorrer à força para expulsar os vendilhões do templo e o Jesus enquanto o ser superior que é podia dar a outra face face à injustiça para com ele cometida mas não o fez certamente quando eram outros vitimas de injustiça.
    Os cristãos sobreviveram ao circo romano não é agora um bando de barbudos vindo das arábias que nos vai meter medo.

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    1. Ora bem dito, como seria hoje a Europa se tivéssemos passado as invasões árabes a "dar a cara à chapada"?

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  11. Anônimo Brasil

    A Bíblia é o livro de conduta dos cristãos. Mais precisamente no Novo Testamento, a Boa Nova.

    O Sermão da Montanha é o resumo como ele deve conduzir a sua vida perante as pessoas...É a sintese da ética de Jesus Cristo.

    Onde está o livro de conduta dos Ateus?

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    1. Então mas vamos lá a ver uma coisa.

      Há inúmeras religiões diferentes. Aqui tem uma lista delas:

      https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_religions_and_spiritual_traditions

      Todas essas religiões alegam ser detentoras da "verdade suprema" e da "salvação".

      Qual delas é que está certa?

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  12. Já reparei que aqui neste blog, quando o professor Nobre escreve qualquer coisa menos positiva sobre o Cristianismo, aparecem logo todos os tarados e fanáticos religiosos para o atacar com a merda da conversa da fé que já não convence ninguém.

    Há 2000 anos que os seguidores do culto do judeu morto (Cristianismo) andam a pregar o seu lunatismo, de forma a tentar lavar cabeças.

    O que nos vale é que estão acabados, dentro de 2 a 3 décadas no máximo, acabou-se o Cristianismo na Europa, pois cada vez menos gente acredita nessa loucura que já nos fodeu a todos quanto chegue.

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    1. "Já reparei que aqui neste blog, quando o professor Nobre escreve qualquer coisa menos positiva sobre o Cristianismo, aparecem logo todos os tarados e fanáticos religiosos para o atacar com a merda da conversa da fé que já não convence ninguém."

      Já você, por achar que atacar convicções de forma acéfala, desde que seja progressista e moderno já se acha o maior da aldeia...É nesta merda que o país e a nação se transformaram...No país dos acéfalos e politicamente correctos. Atacar os outros com emoção e com base na demagogia e paixão... Daqui a pouco vai dizer que foi o povo e o PCP que fizeram o 25 de Abril não?

      "O que nos vale é que estão acabados, dentro de 2 a 3 décadas no máximo, acabou-se o Cristianismo na Europa, pois cada vez menos gente acredita nessa loucura que já nos fodeu a todos quanto chegue."

      Realmente, bom bom é daqui a 20 ou 30 anos termos a Europa a ferver em lume aceso com muçulmanos e islâmicos a povoar cada vez mais a nossa identidade...Vocês, os esquerdistas progressistas e modernos são formidáveis...Um liberal que goste de liberalismo clássico tem de ser tolerante com a comunidade LGBT, com o ateísmo, com as comunas, com as drogas, com o progressismo e o colectivismo. Mas um liberal de esquerda está-se pouco cagando com a tolerância com a religião, com a propriedade privada, com a identidade e tradição, com o conservadorismo e o individualismo...

      E foi a este ponto que chegámos com o politicamente correcto...Bravo!!

      Eu não tenho o dom da palavra, tão pouco me considero, extremamente muitíssimo bem informado e apenas tenho 28 anos. Há uns dez, confundia igualdade com equidade e justiça. Achava que comunismo e socialismo eram uma coisa até me informar (li muito…Manifesto Comunista e outras coisas de fio a pavio…teorias de Rosseau e outras que tal) e perceber que são outra...Mudei a minha forma de pensar. Não sou betinho nem venho de berço de ouro. Aliás, os meus avós eram agricultores e venho do interior norte. Tudo o que consegui foi com o meu esforço, dedicação e trabalho. Estou com esta ladainha para que não venha com a conversa com que atacou o FireHead de quem não ama o socialismo acéfalo e não critica ferozmente os católicos é um estúpido e betinho de boas famílias. Veja lá, até sou agnóstico...Mas não tolero tanto ataque feito de forma estúpida e sem qualquer suporte de argumentação sem base na razão...

      Deixo-o a si e ao autor do blog com uma resposta de alguém, que ao contrário de mim, tem muito mais experiência de vida e conhece de forma vasta a religião e a Bíblia...

      https://espectivas.wordpress.com/2016/01/25/o-cristianismo-contra-a-auto-defesa/#comments

      Prefiro ler, informar-me e depois emitir opinião. Em Portugal, infelizmente, funciona tudo de forma inversa...Emite-se opinião, depois tentam informar-se e depois é que vão ler a fundo...

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    2. José Reis,
      Para que tanto palavrão?
      Este modo de falar é natural para tu?

      Que bom que os portugueses nos catequizaram e trouxeram esta maravilha que é a DIVINA DOUTRINA CRISTÃ.

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    3. Esse José Reis só pode ser um anormal. Com que então ele aparece assim do nada e põe-se a ofender-me sem eu lhe ter feito mal nenhum??? Que grande filho da puta mal parido.

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  13. Anônimo Brasil

    Não foge da pergunta...

    Onde está o livro de conduta dos Ateus?

    José Reis diz...

    «O que nos vale é que estão acabados, dentro de 2 a 3 décadas no máximo»

    É profecia?

    Lembrando, comunismo é religião dos ateus...

    Quanto orgulho, não é?

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  14. Apelo a todas as partes que por favor mantenham a civilidade mínima e não se ofendam mutuamente porque isso não leva a lado nenhum.

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  15. Mto simples Sr João José Horta Nobre, Jesus Cristo foi o carneiro sacrificado pelos passados e futuros pecados da humanidade. O exemplo de Deus, a perfeição exigida por Deus, é impossível de obter a qualquer ser humano. Só de pensar o pecado, o mesmo já foi cometido, todos nascemos pecadores.

    Jesus Cristo veio não para eliminar a lei de Deus, mas sim para a fazer cumprir.

    Não encontrando no novo testamento mensagem de retaliação ou violência contra outrem, a lei de Deus assim permite no antigo testamento, problem solved ^_^


    Saudações

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  16. Caro autor
    A tal não-violência e resistência passiva foi mais defendida por Ghandi no século XX do que por Jesus Cristo. Leia o Novo Testamento, sobretudo a parte em que Ele perdeu as estribeiras com os vendilhões do templo e com violência impôs o respeito pela casa do Pai.

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