segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A "Democracia" à Moda da Merkel


Este professor universitário ousou interromper Angela Merkel, aquando de um discurso da mesma durante uma cerimónia no Instituto Fraunhofer, na cidade de Merseburg. O Professor expressou a sua preocupação pelo futuro dos seus filhos, no contexto das políticas suícidas de acolhimento de "refugiados" da chancelerina. Em consequência, foi prontamente escoltado para fora do recinto por seguranças e está agora em risco de perder o emprego e ser alvo de um processo judicial por "danificar a reputação da faculdade". É o que dá atrever-se a protestar contra as "democráticas" elites!


Quando na Europa chegamos ao ponto em que um simples professor é ameaçado com o despedimento e com processos judiciais, apenas porque está legitimamente preocupado com o futuro das suas crianças, então está tudo dito sobre a "democracia" em que vivemos. Isto é o fruto de décadas de infiltração por parte do Marxismo Cultural em tudo o que é posição estratégica nas nossas sociedades. Trata-se de um bom exemplo da "tolerância repressiva" advogada por Herbert Marcuse, um dos principais proponentes da neomarxista Escola de Frankfurt, segundo a qual a “tolerância” favorece a “tirania da maioria”. Muito sucintamente, para os seguidores da Escola de Frankfurt, tudo o que vem da esquerda deve ser considerado bom, ao passo que tudo o que vem da direita deve ser considerado mau e alvo de "tolerância repressiva". Dito de outra forma, deve-se acarinhar todas as ideias de esquerda e perseguir e censurar todas as ideias de direita. ou que não vão de encontro aos ditames estabelecidos pela própria esquerda "politicamente correcta".

Muito do que se passa hoje na União Europeia, tem a influência discreta dos métodos da Escola de Frankfurt por detrás, segundo a qual a liberdade de expressão - e em linha com o conceito da "tolerância repressiva" - não é coisa boa porque permite a propagação do erro. Herbert Marcuse e os seus seguidores julgam ser os detentores exclusivos do monopólio da verdade, ou seja, a minoria revolucionária marxista julga ter o direito natural de reprimir as opiniões rivais, que na sua cosmovisão do Mundo, são as causas pelos males do mesmo. 

As teorias da Escola de Frankfurt não passam de totalitarismo marxista, disfarçadas para fazer de conta que são "democráticas" e "tolerantes". Observem a Alemanha e a restante União Europeia e vejam se é ou não é exactamente isto que se passa hoje nas ditas "democracias" europeias? Temos uma minoria revolucionária (as elites), que julga ter o direito natural de reprimir através do "politicamente correcto", aqueles que não concordam com a mesma. O resultado disto está à vista de todos, temos uma Europa em que há pessoas a serem processadas judicialmente e a sofrerem consequências profissionais, apenas porque têm ideias diferentes e ousam expor as mesmas. Isto não é democracia, antes pelo contrário, vivemos hoje numa plutocracia internacionalista gerida por elites que absorveram os métodos neomarxistas e estão a utilizar os mesmos, como meio para levar a cabo um projecto de engenharia social que tem como fim último a destruição das nações, de forma a que possam colocar em prática o seu velho sonho megalomaníaco de erguer um governo mundial totalitário. Fernando Pessoa já tinha identificado mais ou menos esta tralha quando falou do Grupo dos Trezentos e da "preparação iminente de uma terrível conspiração oculta contra a civilização, por forças obscuras infiltradas em determinados movimentos espirituais, concretamente a Maçonaria e a comunidade judaica". Aquilo que Fernando Pessoa não foi capaz de compreender, é que o objectivo final da tal "conspiração oculta", é precisamente a criação de um governo mundial, coisa com que até Kant já delirava no século XVIII.

O que vale é que isto, felizmente, já está perto de bater no fundo. Ainda iremos continuar a ser governados por megalomaníacos e doentes mentais durante mais algum tempo, depois teremos a viragem da maré e quem tem andado a conspirar contra os povos da Europa, mais tarde ou mais cedo, terá de prestar contas aos povos da Europa. They can run, but they can't hide...

João José Horta Nobre
01 de Fevereiro de 2016


O vídeo abaixo foi filmado algures na Alemanha, mais concretamente no interior de um ginásio que está a servir como centro de acolhimento para alguns dos ditos "refugiados". Os "pobres coitadinhos" não tardaram a transformar o ginásio, um recinto tipicamente alemão, frio e austero, num local muito mais colorido e vibrante! Sintam o "enriquecimento", caros leitores! Vejam os benefícios inquestionáveis do refujihadismo de fronteiras escancaradas! Diga-se de passagem que a última vez que eu assisti a este tipo de comportamento, foi quando visitei o jardim zoológico...

3 comentários:

  1. Caro João Nobre,

    O senhor é das poucas pessoas em Portugal que tem a coragem de dizer a verdade e expor a podridão completa do actual regime, em conluio com a UE e esses bandidos da alta finança internacional.

    Agradeço-lho muito todas as peças que vai publicando e peço-lhe que continue, pois o povo precisa de saber o que se está a passar. A ignorância é o grande mal do povo português, mas graças a Deus nem todos andam de olhos tapados e o senhor é o exemplo vivo disso.

    Força nisso, não desista porque já estivemos mais longe da vitória.

    Abraço,
    RH

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  2. A Alemanha, como de costuma, a conduzir alegremente a Europa a caminho do abismo, repetindo os erros do passado. Espaço de prosperidade comum? Pois sim...

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  3. Pela vontade da Merkel, este fluxo só pára quando o mundo ficar nivelado. E não vai ser a África a subir ao nível da Europa, vamos ser nós a descer ao terceiro mundo. O Costa vai lá na sexta-feira dizer que apoia.

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