quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Balas Cobertas Por Sangue de Porco ou De Como Portugal Poderia Relançar a Sua Indústria Bélica na Era do Jihadismo

Caixas de munições da "Jihawg Ammo", segundo o fabricante, a tinta rosa que está na ponta da bala, é feita com extracto de porco, de forma a tornar a mesma "impura" e impedir assim a entrada no Paraíso de qualquer muçulmano que seja atingido pela mesma.


"A razão, por mais que grite, não pode negar que a imaginação estabeleceu no homem uma segunda natureza." - Blaise Pascal (1623 - 1662)

De tudo o que eu já vi e ouvi sobre o Trumpismo (nova ideologia ainda em fabricação...), uma coisa parece ser certa: Donald Trump odeia muçulmanos. Odeia-os mesmo a sério, caso contrário, não advogaria que se fuzilassem islamitas com balas cobertas por sangue de porco. Ao contrário do que muitos poderão pensar, esta ideia de enfiar suíno em munições não é nova e até já foi concretizada. Em 2013, o fabricante de armas e munições estado-unidense, Jihawg Ammo (cujo slogan é "Peace Through Pork"...), já tinha anunciado "um novo produto: balas cobertas com carne de porco"  e que segundo garantia na altura, são «"ideais para aterrorizar muçulmanos"».

Ora, aqui está uma bela ideia para Portugal relançar a sua indústria bélica na Era do Jihadismo. Em lugar de sermos um País que só sabe fazer enchidos, conservas, sapatos e mais umas bugigangas difíceis de exportar (perguntem ao Silva de Boliqueime e restantes abrileiros, o que é que eles fizeram à indústria portuguesa...), passamos a produzir munições de carne! Depois pode-se inovar criando vários modelos, como por exemplo, o Modelo Vaticano, ou seja, uma bala com carne de porco que em vida só se alimentou de hóstias e água benta (o porco como criatura de Deus que é, tem todo o direito a comer também do alimento divino). Isto seria uma espécie de super-bala, capaz de negar o Paraíso até a um Califa tocando-lhe de raspão.

Mas há muitos mais modelos que podem ser transformados em realidade, nomeadamente:
 

  • O Modelo Moisés: Uma bala com carne de galinha kosher e a estrela de David gravada na ponta (ideal para a guerra de montanha). 
  • O Modelo Estaline: Uma bala com carne de porco embebida em vodka (ideal para a guerra de inverno).
  • O Modelo ASAE: Uma bala com carne de porco sujeita aos mais rigorosos testes de controlo e qualidade (ideal para snipers).
  • O Modelo Gypsy: Uma bala com carne de porco com alho e amaldiçoada por um mau olhado de uma bruxa cigana (ideal para a guerra assimétrica e dizem que também é capaz de matar vampiros).
  • O Modelo Vishnu: Uma bala com porco de caril (ideal para combate em climas tropicais).
  • O Modelo Samba: Uma bala embebida numa mistura de sangue de porco e cachaça (a Dilma vai querer adquirir...)
  • O Modelo Mao Tsé-Tung: Uma bala com carne de porco que passou muita fome em vida (ideal para tiros na nuca à queima-roupa).
  • O Modelo Yankee: Uma bala com hambúrguer de porco e essência de donut (perfeito para a bófia usar).
  • O Modelo Salazar: Uma bala com menos carne de porco (é mais económica e enaltece as "virtudes da poupança"). 
  • O Modelo Moçambique: Uma bala com carne de porco e piri-piri (perfeito para o combate em climas quentes).
  • O Modelo Amália Rodrigues: Uma bala com carne de porco que em vida ouvia fado (as vibrações tornam a carne mais tenrinha e é ideal para o combate nocturno).
  • Etc...       

Como podem constatar, há toda uma indústria de armamento que poderia florescer às custas da aversão moura ao suíno!

Mas não coloquemos já a carroça à frente dos bois, isto tem de ser passo a passo, primeiro são apenas as balas, depois a evolução dita naturalmente que se passe para a produção de granadas de mão que quando rebentam, mandam estilhaços de bacon e obuses de artilharia cheios de excremento de porco. É que podem ter a certeza, não há nada como um obus cheio de merda de porco, a aterrar em cima de um acampamento jihadista, de preferência, logo pela manhã para que a canalha comece bem o dia.
 

Allahu Akbar, carago!

João José Horta Nobre
24 de Fevereiro de 2016


Trump explica como na sua opinião, fuzilar terroristas muçulmanos com balas cobertas por sangue de porco, é uma boa ideia para combater o jihadismo:

8 comentários:

  1. Mas é um grande de um idiota esse Trump . Como se os jihadistas ligassem a religiao , e nao fossem eles simples merçenarios treinados e armados pelo loby judaico.

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  2. Olhe essa : http://www.liveleak.com/view?i=0be_1456418828

    "British "Hindu dude :
    We will continue to come here in the hundreds of millions until Europe will turn black"

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    1. «Olhe essa : http://www.liveleak.com/view?i=0be_1456418828»

      Já tinha visto, isso é o que se chama um real filho da puta.

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  3. Pronto, aqui temos João José Horta Nobre a dizer o que pensa em vez de pensar o que pode dizer. Mais outro trump da figueirinha. Cabeças ocas não faltam por aqui. Corram com os muçulmanos, já agora diz porque? Grande palhaço que és. tenta dar uma justificação com pensamento branqueador e não com catarro.

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    1. Seja muito bem vindo ao meu blog, obrigado pelo elogio, volte sempre!

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    2. Ahahaha... de facto, como os Helderes Silva tem de ser mesmo assim!

      Mas tenho de confessar que gostei especialmente da parte do "pensar o que pode dizer". Nada autoritário nem nada, hã? Nadinha, mesmo! Ou pensas como eu, ou levas!!!!!

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    3. São os tais "democratas" exemplares caro Afonso. Portugal e a Europa estão cheios de gente assim...

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  4. SOBROU PROS POBRES DOS PORCOS SEREM MAIS GENOCIDADOS AINDA QUANDO O ISLÃO ERA SUA CHANCE DE SE LIVRAR DOS CRIATORIOS GENOCIDAS

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