domingo, 28 de fevereiro de 2016

Nietzsche Era um Ignorante no Que Diz Respeito ao Islão



«“O cristianismo frustrou-nos da herança do génio antigo e frustrou-nos mais tarde da herança do Islão. A maravilhosa civilização mourisca da Espanha, no fundo mais próxima dos nossos sentidos e dos nossos gostos do que Roma e a Grécia, essa civilização foi calcada aos pés (-não digo por que pés-) porquê?, pois se ela devia a sua origem a instintos nobres, a instintos de homens, pois se ela dizia sim à vida e para mais com as magnificências raras e refinadas da vida mourisca! Os cruzados lutaram mais tarde contra algo que teriam feito melhor em adorar prostrados por terra – uma civilização que faria parecer o nosso século XIX um século pobre e ‘tardio’. – É verdade que queriam os despojos: o Oriente era rico… Sejamos, pois, imparciais! As Cruzadas – alta pirataria e nada mais! (…) Em suma, não podia haver escolha entre o Islão e o cristianismo, como não a podia haver entre um árabe e um judeu. A decisão está tomada; ninguém tem mais a liberdade de escolher. Ou se é, ou não se é Chandala… ‘Guerra de morte contra Roma! Paz e amizade com o Islão!’. Assim o quis esse grande espírito livre, o génio entre os imperadores alemães, Frederico II” - Nietzsche, O Anticristo, Europa-América, 1977.»

O trecho acima permite-nos comprovar como Friedrich Nietzsche (1844 - 1900) era um puro ignorante no que diz respeito ao Islão. Mas a culpa de ser ignorante no que diz respeito ao Islão, não foi de Nietzsche. É necessário entender que Nietzsche foi um homem do século XIX e nessa época, o conhecimento disponível na Europa sobre o Mundo Islâmico, era muito fraco e deturpava a realidade de forma grosseira. Por exemplo, não passaria pela cabeça de nenhum historiador, escrever hoje uma história do Mundo Islâmico, tendo por base apenas bibliografia do século XVIII e XIX. Direi até que são mais fiáveis - apesar de muito escassas - as fontes bibliográficas e documentos sobre o Mundo Islâmico anteriores ao século XVIII, isto porque essa bibliografia conseguiu escapar a uma coisa terrível para as ciências sociais chamada Orientalismo.

O Orientalismo foi uma das consequências do Iluminismo e resultou directamente da supremacia geopolítica de que a Europa gozava então no Mundo. É assim que a partir do século XVIII começamos e ter na Europa, obras que já não olham para o Mundo Islâmico como sendo uma ameaça à Civilização Europeia. O que acontece é que os intelectuais europeus até ao século XVIII, baseavam o seu conhecimento sobre o Islão e o Mundo Islâmico em fontes medievais que ainda hoje são bastante fiáveis. Estas fontes falam das Cruzadas, das tentativas de domínio Islâmico na Península Ibérica e da ameaça mourisca. A Igreja medieval - que ao tempo exercia um monopólio das ciências sociais - neste aspecto fez um trabalho de arquivo e registo bastante bom. O que sabemos hoje sobre o que foi o Islão na Europa medieval, deve-se essencialmente à Igreja.

A partir do século XVIII, esta situação muda completamente. Para começar, a Igreja começa a perder cada vez mais poder e influência. É assim que surge o Orientalismo - uma corrente de estudos que visava importar para a Europa, aquilo que os seus seguidores consideravam como sendo os aspectos mais positivos do Mundo Islâmico e Oriental. O problema foi que o Orientalismo deturpou totalmente a realidade do Mundo Islâmico. Na prática, criou um Mundo de fantasia que só existia mesmo na imaginação dos europeus. Por este mesmo motivo, se consultarem uma obra do século XVIII ou XIX, que verse sobre o Mundo Islâmico, o mais provável é esta vos falar de um Mundo mágico onde habitam génios que vivem dentro de lâmpadas, encantadores de serpentes, tapetes voadores e palácios exóticos com haréns onde decorrem orgias constantes, entre muitas outras maravilhas oriundas da mitologia árabe pré-Islâmica. Se quiserem ter uma boa ideia daquilo em que consistia esta mentalidade surreal, leiam as Mil e Uma Noites, uma obra que se tornou muito popular nos círculos intelectuais do século XIX, especialmente em França.

Portanto, não restam, nem podem restar dúvidas, de que foi no exotismo misterioso do Orientalismo, que Nietzsche baseou o seu conhecimento erróneo sobre o Mundo Islâmico. Se eu tivesse vivido na mesma época, provavelmente também pensaria o mesmo sobre o Mundo Islâmico, pois o conhecimento disponível na época era condutor a essa mesma interpretação distorcida. Nietzsche não teve culpa e foi no fundo, uma vitima das deturpações sobre o Islão, criadas pelo Iluminismo do século XVIII.

João José Horta Nobre
28 de Fevereiro de 2016


Um pequeno video introdutório ao pensamento de Nietzsche:

18 comentários:

  1. Não era só Nietzsche um ignorante no que diz respeito ao Islão. O Obama também é muito ignorante vejam só:

    https://www.youtube.com/watch?v=7k9x7XlTGTk

    Porque é que não há ataques terroristas no Japão:
    https://www.youtube.com/watch?v=mJrhFEYHRVs

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. porque o japão não se mete a desatebelizar paises no oriente médio em beneficio de israel.

      Eliminar
  2. DE JOEL GOLDSMITH:
    (do livro: “A Arte de curar pelo espírito”).
    Não te dirijas a Deus com o desejo de ser curado; não vás ter com Deus esperando emprego; não vás ter com Deus na expectativa de receber segurança e proteção: vai ter com Deus esperando Deus. Vai ter com Deus na esperança de receber experiência espiritual da sua presença. E verás como então Deus se manifesta em forma de harmonia nos acontecimentos, nas coisas ordinárias de cada dia – até em coisas como a de encontrares um lugar para estacionar o carro, ou de conseguires uma passagem de avião ou um lugarzinho num hotel superlotado.
    Ora unicamente para que Deus se revele como a verdade. Ora para teres luz, verdade, iluminação, ora para teres mais sabedoria…

    ResponderEliminar
  3. De Joel Goldsmith
    A sagrada escritura está repleta de promessas de segurança para aqueles que vivem conscientemente na presença de Deus. Testifica de que um Deus está ao nosso alcance em todas as situações e circunstâncias da vida; mas não promete ao mundo imunidade de catástrofes – de terremotos, de enchentes, de incêndios, de epidemias…
    Enquanto viverem homens nesta terra nunca deixarão de experimentar os efeitos desastrosos do modo de pensar materialista do mundo. Mas a promessa é clara; no meio da fome, das inundações, dos incêndios, das bombas, das epidemias, os que vivem em Deus passarão por tudo isto sem serem de modo algum atingidos por estas coisas.
    “Aquele que habita no lugar secreto do Altíssimo, permanece sob a proteção do Onipotente”…
    Sal. 91.

    ResponderEliminar
  4. (do opúsculo: “As Mensagens sempre vivas”)
    Dizia o eminente e saudoso Prof. Rohden: “Hoje em dia há inúmeras pessoas “auto” realizadas, cada qual feliz com seu carrão, se bem que carecendo, mais do que nunca, de autorrealização”.
    Um belo trocadilho, cuja verdade é comprovada pelas clínicas psiquiátricas e psicoanalíticas.
    Como podemos contentar-nos com tão pouco, tendo sido creados para muito mais? A fome de crescimento da alma foi invertida numa fome de realização externa. Buscamos no “auto” a fuga da “auto”. O “auto” nos distrai e ilude em superficialidades, competição, exibicionismo: mundaneidades. E tudo isto se perde quando deixamos este corpo de que somos meros inquilinos. Mas a autorrealização nos conduz para dentro, ao encontro de nós mesmos, para alimentar a Essência imperecível, de modo que ela se torne ativa, devolvendo a personalidade sua função de serva fiel do Espírito.
    Um “auto” para cada membro da família, divide-a. Mas, se um deles é autorrealizado, pode manter o lar em compreensão mútua.
    O “auto” nos torna comodistas, sedentários, preguiçosos. Em vez de praticar o “Cooper” para remediar os males circulatórios consequentes, melhor seria usar as pernas para um viver longo e serviçal.
    Todavia, como tudo, o “auto” bem usado, põe a técnica a serviço da evolução. Hoje, dispomos dos dois, bem podemos usar corretamente o “auto” para cumprir os deveres e recreações sadias, e reservando tempo e esforço para a autorrealização!
    (Edmundo Teixeira foi presidente da “Associação Unidade do Cristianismo” em São Paulo).

    ResponderEliminar
  5. (do livro “Ídolos ou Ideal” de Huberto Rohden)
    O último quê da evolução, sobretudo no mundo espiritual, não é segurança, calma, mas, sim o desejo de ultrapassar todas as fronteiras da vida já vivida e conhecida – e isto significa aventura, perigo, incerteza; é o abandono de todos os litorais familiares e o salto mortal para dentro de um mundo totalmente ignoto.
    É também este último quê do amor, que deseja arriscar o seu próprio Eu desconhecido. O amor é essencialmente cósmico.

    ResponderEliminar
  6. Por Huberto Rohden
    A palavra latina persona, de que fizemos “pessoa”, quer dizer literalmente “máscara”. Persona vem de per-sonare (soar, falar através), e significa aquela máscara ou fantasia que o ator, no tempo do Império Romano, adaptava ao rosto, quando representava no palco, e através de cuja boca aberta falava. Terminada a peça teatral, o ator tirava a persona, e, aparecia com outra persona. A persona ou pessoa significava, pois, a função, o papel do ator, mas não era a sua verdadeira natureza.
    Nota: A verdadeira natureza do homem não é a sua pessoa, o seu ego, mas sim o seu Eu divino. No teatro da vida o homem usa a máscara da sua personalidade.

    ResponderEliminar
  7. Antes de iniciar a sua vida pública, fez Jesus 40 dias de silêncio e meditação no deserto. E a primeira mensagem que, logo no principio, dirigiu ao povo é o chamado “Sermão da Montanha”, proferido nas colinas de Kurun Hattin, ao sudoeste do lago de Genezaré.
    Estas palavras podem ser consideradas como a “plataforma do Reino de Deus”, como diríamos em linguagem política. Representam o programa da mística divina e da ética humana, visando a total autorrealização do homem.
    Logo de início, vêm as oito beatitudes, onde o Mestre proclama felizes precisamente aqueles que o mundo considera infelizes: os pobres, os puros, os mansos, os sofredores, os perseguidos, etc. Esta distinção entre felicidade e gozo, entre infelicidade e sofrimento vai através de todo o Evangelho do Cristo, e só pode ser compreendida por aqueles que despertaram para a Realidade do seu Eu espiritual.
    * * *
    Quem é proclamado “bem-aventurado” feliz? Quem é chamado “filho de Deus”? Quem é que “verá a Deus”? De quem é o “reino dos céus”?
    Será de algum crente no dogma “A”, “B” ou “C”?
    Será o adepto da teologia desta ou daquela igreja ou seita?
    Será o partidário de um determinado credo eclesiástico?
    Nem vestígio disto!
    Os homens bem-aventurados, os cidadãos do reino dos céus, são os “pobres pelo espírito”, são os “puros de coração”, são os “mansos”, os que “sofrem perseguição por causa da justiça”, são os “pacificadores”, são os “misericordiosos” e “os que choram”, são os que “amam aos que os odeiam” e “fazem bem aos que lhes fazem mal”.
    Para compreender tão excelsa sabedoria deve o homem ultrapassar os ditames do seu intelecto analítico e abrir a alma para uma experiência intuitiva. O homem profano acha absurdo amar os que nos odeiam, fazer bem aos nossos malfeitores, ceder a túnica à quem nos roubou a capa, sofrer mais uma injustiça em vez de revidar a que já recebeu — e da perspectiva do homem mental tem ele razão. Mas a mensagem do Mestre é um convite para o homem se transmentalizar e entrar numa nova dimensão de consciência, inédita e inaudita, paradoxalmente grandiosa.
    Não adianta analisar esse documento máximo da experiência crística. Só o compreende quem o viveu e vivenciou.
    (Para entender mais, leiam o livro: “O Sermão da Montanha” de Huberto Rohden)

    ResponderEliminar
  8. (Do Livro Paulo de Tarso, de autoria de Huberto Rohden)
    Na primeira década da nossa era viviam, simultaneamente, em lugares diversos, dois meninos fadados a se tornar outros tantos marcos miliários na estrada da evolução religiosa e cultural da humanidade.
    Perdido nas verdejantes alturas de Nazaré, empunhava a ferramenta de carpinteiro um menino que nem nome parecia ter porque lhe chamavam simplesmente o “filho do carpinteiro”.
    Ao mesmo tempo vivia em Tarso da Cilícia outro menino de saúde precária, que ensaiava com as mãozinhas desajeitadas os primeiros movimentos no manejo dum primitivo tear. Saulo era o nome hebreu que lhe deram os pais israelitas. Paulo o seu nome latino de cidadão romano.
    Em Nazaré e em Tarso se forjava a mais estupenda epopeia da história, porque nesses dois pontos do globo existiam dois poderosos focos de espiritualidade.
    E onde quer que impere o espírito aí se operam grandes maravilhas.
    A dois operários – um carpinteiro e outro tecelão – confiou-lhes a Providência o destino espiritual da humanidade ocidental.
    * * *
    Nota: assim começa a mais bela biografia de Paulo de Tarso. E foi escrita por um brasileiro: Huberto Rohden.

    ResponderEliminar
  9. Deus
    Que é Deus?
    Deus é a Causa Única e Infinita do universo, que se manifesta em vários finitos, como sejam: matéria, energia, luz, vida, inteligência, razão, consciência, amor, verdade, bondade, felicidade, etc.

    ResponderEliminar
  10. HUBERTO HODEN Nasceu em Tubarão, Santa Catarina, Brasil. Fez estudos no Rio Grande do Sul. Formou-se em Ciências, Filosofia e Teologia em Universidades da Europa – Innsbruck (Áustria), Valkenburg (Holanda) e Nápoles (Itália). De regresso ao Brasil, trabalhou como professor, conferencista e escritor. Publicou mais de 60 obras sobre ciência, filosofia e religião, editadas pela Editora Vozes (Petrópolis), União Cultural (São Paulo), Editora Globo (Porto Alegre), Livraria Freitas Bastos (Rio de Janeiro), Fundação Alvorada e outras editoras. (* Ver relação das obras). Vários livros de Huberto Hoden foram traduzidos em outras línguas, inclusive o Esperanto; alguns existem em Braile, para institutos de cegos. Hoden não está filiado a nenhuma igreja, seita ou partido político. Fundou e dirige o movimento mundial ALVORADA, com sede em São Paulo. De 1945 a 1946 teve uma Bolsa de estudos para Pesquisas Cientificas, na Universidade de Princeton, New Jersey (Estados Unidos), onde conviveu com Albert Einstein e lançou os alicerces para o movimento de âmbito mundial da Filosofia Univérsica , tomando por base do pensamento e da vida humana a constituição do próprio Universo, evidenciando a afinidade entre Matemática, Metafísica e Mística. Em 1946, H. Rohden foi convidado pela American University, de Washington, D.C., para reger as cátedras de Filosofia Universal e de Religiões Comparadas, cargo esse que exerceu durante cinco anos. Durante a última Guerra Mundial foi convidado pelo Bureau of Inter-American Affairs, de Washington, para fazer parte do corpo de tradutores das noticias de guerra, do inglês para o português. Ainda no American University, de Washington, fundou o Brazilian Center, Centro Cultural Brasileiro, com o fim de manter intercambio cultural entre o Brasil e os EE. UU., sendo então seu presidente honorário o sr. Nereu Ramos. Na capital dos EE. UU., Rohden freqüentou, durante 3 anos, o Golden Lotus Temple, onde foi iniciado em Kiriya Yoga por Sawami Premananda, diretor hindu desse ashram. Pelo fim de sua permanência no EE. UU., Rhoden foi convidado para fazer parte do corpo docente da nova Universidade Internacional International Christian University (ICU), de Metaka, Japão, afim de reger as cátedras de Filosofia Universal e Religiões Comparadas; mas, devido à guerra na Coréia, a Universidade japonesa não foi inaugurada e Rohden regressou ao Brasil. Em São Paulo foi nomeado professor de filosofia na Universidade Mackenzie, cargo do qual não tomou posse. Em 1952, fundou em São Paulo a Instituição Cultural e Beneficente Alvorada, que mantém cursos permanentes, em S. Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia, sobre Filosofia Univérsica do Evangelho, e dirige Casas de Retiro Espiritual (ashrams) em diversos Estados do Brasil. Em 1969, Huberto Rhoden empreendeu viagens de estudo e experiência espiritual pela Palestina, Egito, Índia e Nepal, realizando diversas conferencias com grupos de yoguis na Índia. Em 1976, Rhoden foi chamado a Portugal para fazer conferencias sobre autoconhecimento e auto-realização. Em Lisboa fundou um setor do Centro de Auto-Realização Alvorada. Ultimamente, Rhoden residia na capital de S. Paulo, onde permanecia alguns dias da semana, escrevendo e reescrevendo seus livros, nos textos definitivos. Três dias da semana costumava passá-los no ashram, em contacto com a natureza, plantando árvores, flores ou trabalhando no seu apiário modelo. Quando estava na Capital.
    À zero hora do dia 7 de outubro de 1981, após longa internação em uma clinica naturista de S. Paulo, aos 87 anos, o professor Huberto Rhoden partiu deste mundo e do convívio de seus amigos e discípulos. Suas ultimas palavras, em estado consciente, foram: “Eu vim para servir a humanidade”. Rhoden deixa, para as gerações futuras, um legado cultural e um exemplo de fé e trabalho, somente comparado aos dos grandes homens do nosso século.

    ResponderEliminar
  11. http://eronildoaguiar.blogspot.com/p/assine-ha-varias-formas-de-acompanhar.html

    ResponderEliminar
  12. https://pebesen.wordpress.com/padres-da-igreja-catolica-em-santa-catarina/padre-huberto-rohden-um-longo-caminho/

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu posso não ser cristão, mas como já reparou, não censuro comentários neste blog, ao contrário de muitos blogs católicos que praticam censura em larga escala.

      O blog Espectivas e Algol Mínima, por exemplo, do católico Orlando Braga, estão sujeitos e censura severa. O Blog do Firehead, idem. Aqui, pelo contrário, não há censura nenhuma.

      Vejam lá que eu, o "ateu" e "pagão", sou tão "mau" que até vos dou inteira liberdade aqui para escreverem os comentários que quiserem, sem restrições, nem limites.

      Eliminar
    2. Já notei isto.
      Não se incomode, mandarei muitos outros e não é irônia e um dias se lembrarás disto.

      Sinceramente,
      Não creio que você seja Ateu ou Pagão, acho apenas que está faltando aquele "Feeling" para que a lâmpadinha das idéias acenda de vez.

      Eliminar
    3. o tal do ,Chines, Firehead é a desonestidade intelectual em pessoa . É um propagandista ,um fanático que pouco liga aos fatos .

      Inumeras foram as vezes que fui censurado por desmascarar as mentiras que ele republica de sites neocon em relacao islao .


      Eliminar
  13. Pergunta de Ravine Brandão - 2 dias atrás -Canal Maro filosofo
    Falando nisso, sobre consciência, o que é a inteligência no ponto de vista filosófico ou até mesmo de um todo?
    Cresci ouvindo que ser inteligente é ser bom e saber sobre todas as matérias escolares. E, sim, fora no colégio que, infelizmente, introduziram essa ideia na minha mente.
    E agora? Cresci, estou com quase duas décadas nas costas e não sei o que é ser um ser humano inteligente.
    Resposta
    Airton Barros1 dia atrás
    +Ravine Brandão
    A inteligência é um estado da consciência em que se resume apenas na prática das atitudes para a autopreservação dos indivíduos, é a sua própria consciência, mas num estágio muito limitado, pois por tratar apenas dos atos para a autopreservação, ela age apenas pelo egocentrismo, na maioria das vezes, buscando apenas o bem pessoal, ou seja, trata apenas por obter prazer (Sexual, comidas em excesso, ira, vaidade, inveja, Self e etc) com isso, desequilibrando a ordem natural das coisas em todos os níveis.

    Daí, Quando o individuo busca se conhecer, conhecer sua origem espiritual, e começa a entender que tudo demanda em viver pela ordem natural, este individuo começa a mudar suas atitudes, morre a inteligência egoísta, porque agora esta é auxiliada pela Consciência e se torna também auxiliadora da própria consciência, uma complementa a outra e dai é que nasce o SÁBIO.

    É quando, a partir dai, se entende o que Jesus quis dizer, quando nos orienta:
    “Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” .
    Mateus 10:16

    A Pomba simboliza a Consciência e a Serpente simboliza a inteligência e as duas em harmonia torna o Ser Humano um sábio.

    Todo animal é inteligente, mas não é Consciente, apenas o Homem nasce inteligente em demanda de sua Consciência, esta é a grandiosidade que Deus nos impõe e ninguém gosta de se sentir cobrado e é por isso que hoje estamos vivenciando todos os vícios mais profanos, porque o homem apenas se tornou mais inteligente e pouquíssimos se tornaram sábios e por isso é que os inteligentes tentam aniquilar a sua própria Consciência, praticando e exigindo que os outros pratique estas bestialidades do momento presente parta que assim o seu sentimento de culpa se torne mínimo.

    Mas chegaremos lá, porque esta VERDADE está ESCRITA em nossos Corações, escrita pela VONTADE DIVINA.

    ResponderEliminar

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...