quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Um Propagandista da Nova Ordem Mundial Chamado Paulo de Almeida Sande




O propagandista da Nova Ordem Mundial, Paulo de Almeida Sande, é o reflexo daquilo que as elites fazem quando sentem "o cu a arder". Como começam a perceber que a sua argumentação pró-União Europeia, anti-nacionalista e multiculturalista fanática, está a deixar progressivamente de fazer efeito nas massas, decidem recorrer ao terror psicológico e é neste contexto que Paulo de Almeida Sande "cagou" ontem uma peça no Observador chamada "Europa: uma história de medo".

Segundo a "inteligência avançada" de Paulo de Almeida Sande, "as fronteiras reconstruídas" não serão capazes de colocar "termo ao afluxo de refugiados e emigrantes económicos". Mas afinal, quem é este "artista" pensa que está a enganar? Ao contrário do que ele e outros "adiantados mentais" do mesmo calibre afirmam recorrentemente nos mass media para enganar os cidadãos, é possível fechar fronteiras e garantir o fim imediato do afluxo de refugiados e emigrantes económicos, se houver vontade política nesse sentido. Ou querem convencer-me de que os países da UE possuem tecnologia para colocar satélites no espaço, mas não conseguem guardar uma simples fronteira? Me enganem que eu gosto...


Na Alemanha, a estação de televisão pública divulgou um guia para ajudar os "refugiados" a integrarem-se melhor na sociedade. O guia daria vontade de rir, não fosse o facto de ser tão tragicamente sintomático...


Era bom que a mentira se ficasse por aqui, mas infelizmente não é o caso, Paulo de Almeida Sande prossegue o seu "cagalhão literário" e adopta em seguida a estratégia do terror psicológico, numa clara e óbvia tentativa de mais uma vez difamar os nacionalistas e instilar o medo nos corações de quem leia o que ele escreve sem preparação adequada. Segundo este "inteligente", se a União Europeia se desagregar (oxalá que sim e quanto mais depressa melhor!), vamos assistir a um crescimento do terrorismo, pois segundo ele (aqui saiu-lhe uma verdade), muitos terroristas já vivem em solo europeu e (preparem-se...) o sangue irá correr abundantemente "nos «boulevards» da Europa"

Ah, pois é! 

Então e diga-me lá o Paulo de Almeida Sande, quem é que importou esses tais terroristas de que fala para dentro da Europa? Quem é que numa atitude criminosa, irresponsável, genocida e de claro etno-masoquismo, decidiu trazer para dentro da Europa milhões de alógenos, a maioria dos quais com mentalidade medieval e oriundos de culturas onde a barbárie é a norma?

Ah, pois é! 

Parece que foram as elites!!! 

Afinal de contas quem mais é que havia de ser?! O padeiro da esquina ou as peixeiras que vendem nos mercados? Mas sobre isto o Paulo de Almeida Sande já não lhe apetece escrever, não é? Não lhe apetece apontar o dedo a quem foram os energúmenos responsáveis por todo este problema que nem sequer existiria para começar, se tivessem acatado os conselhos dos nacionalistas que sempre foram muito claros: fronteiras fechadas e poucos alógenos, de preferência muito poucos alógenos nas nossas pátrias, caso contrário, será a guerra civil no médio/longo prazo, como o Paulo de Almeida Sande poderá constatar pessoalmente dentro de alguns anos e na primeira pessoa!

Numa última tentativa de manipular a cabeça daqueles que o leiam sem a preparação adequada, Paulo de Almeida Sande ainda tem a lata de advertir que a escolha que temos pela frente é "entre Civilização e Barbárie". Sim, de facto, hoje a escolha que temos pela frente é realmente entre a Civilização que herdámos dos nossos antepassados e que levou milhares de anos a construir e preservar (à custa do sangue de muitos mártires...), ou a barbárie dos internacionalistas da Nova Ordem Mundial, que Paulo de Almeida Sande tanto defende. Vai ser nos olhos das vítimas do inevitável terror provocado pelos tais "refugiados e emigrantes económicos", que Paulo de Almeida Sande vai ter olhar e nessa altura quero ver se vai ter ao menos a decência de lhes pedir desculpa, ou se ao invés, irá fazer como muitos outros "europeístas convictos" decerto irão fazer, quando o edifício começar a ruir: metem-se num avião e "ala que se faz tarde" para o Brasil, Estados Unidos ou outro refúgio qualquer, deixando para trás o próprio povo que entretanto enrabaram bem enrabado e os tais "refugiados e emigrantes económicos" com que se "preocupavam" muito.

João José Horta Nobre
03 de Fevereiro de 2016


Na Suécia, uma senhora branca, racista e xenófoba teve a infeliz ideia de denunciar um migrante que tentava assaltar... eer... perdão, "enriquecer" outro transeunte. O que vale é que o alógeno colocou-a logo no seu devido lugar! Os filhos menores da senhora branca, racista e xenófoba assistiram a tudo e ainda puderam beneficiar da experiência "enriquecedora", como podem constatar no vídeo abaixo:

19 comentários:


  1. "se houver vontade política"


    Caro JJHN


    Sim, se houver vontade política é fácil expulsar os pseudo-refugiados, mas os eleitores escolheram este caminho, portanto, é preciso que haja vontade política de escolher outro caminho, ou seja, de estar a direita no poder, é preciso que haja vontade política para tomar as medidas necessárias e sem ser preciso fechar fronteiras.


    "quem é que importou esses tais terroristas de que fala para dentro da Europa?"


    Eles vieram pelo seu próprio pé e tiveram o incentivo de atravessar território grego e chegar aonde chegaram por haver governos de esquerda eleitos pelos eleitores.

    Parece que há algo que o caro JJHN não percebe, as elites (quaisquer que sejam) nunca são a maioria, é o "zé-povinho" que ao votar escolhe o caminho que pretende e tentar desresponsabilizar os eleitores é meio caminho andado para o facilitismo e deturpação da realidade.

    Além disso, as elites (quaisquer que sejam) pretendem a manutenção do "status quo", afinal beneficiam disso mesmo.

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    1. Desculpe, mas é tudo mentira o que agora está a dizer.

      1º - Sim, é preciso fechar fronteiras e quanto mais depressa melhor.

      2º - Sim, os refugiados foram importados, porque a elite que comanda a Europa quer que eles venham com o objectivo de destruir as nações europeias, minando os seus pilares identitários, nomeadamente culturais e étnicos. Tanto que são importados, que até lhes providenciam transportes gratuitos em muitos casos para os ajudar a chegarem mais depressa.

      3º - As elites fazem propaganda 24 horas sobre 24 horas a favor do acolhimento de refugiados nos mass media. Eu nunca vi uma lavagem cerebral como a que estão actualmente a tentar fazer às pessoas, o que vale é que a malta está começando a abrir os olhos, em Portugal ainda não se nota, mas nos outros países da Europa já há um claro despertar. O povo obviamente tem responsabilidades porque vota nos energúmenos que comandam, mas o "sistema" está muito bem montado e armadilhado para dificultar mudanças ao máximo.

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    2. 2º A elite que comanda os governos europeus foram escolhidos pelos eleitores e são na sua grande maioria governos de esquerda.

      a questão das fronteiras abertas ou fechadas, está encerrada desde 92, salvo erro, e sempre que houve motivos ou problemas de segurança, sempre se encerrou ou controlou a fronteira temporariamente.

      Os pseudo-refugiados entraram porque simplesmente os deixaram entrar, pois não era nada difícil barrá-los, isto além de os terem ajudado a chegar a terra, mas não havia vontade política para isso. Expulsá-los também é uma questão de vontade política, mas em vez disso engonham e fazem debates da treta de como os locais e os pseudo-refugiados se devem comportar.


      3º propaganda só mesmo governamental (novamente governos de esquerda) e associações que são financiadas por dinheiros públicos através de subsídios directos ou indirectos.

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    3. «2º A elite que comanda os governos europeus foram escolhidos pelos eleitores e são na sua grande maioria governos de esquerda.»

      E você ainda não percebeu que existe uma "mãozinha" da alta finança por detrás disso?

      Não consegue perceber isso?

      Aqui tem um bom exemplo, chama-se Haim Saban, curiosamente é judeu e já prometeu que está disposto a financiar Hillary Clinton com todo o dinheiro de que ela precisar:

      http://www.newyorker.com/magazine/2010/05/10/the-influencer

      Como esse, há muitos mais, que injectam dinheiro nas campanhas para fazer a propaganda com que lavam a cabeça dos eleitores.

      Essa gente é uma autêntica máfia que sequestrou as nossas nações e é capaz de todos os truques para se manterem no poder. Leia este artigo por favor:

      http://dragoscopio.blogspot.pt/2015/01/da-coaccao-soberana.html

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    4. Caro JJHN


      Não só da alta finança, imensos candidatos em todo o Mundo são apoiados não só por pessoas da alta finança como também por pessoas da função pública, da agricultura, da indústria, do comércio, do turismo, do futebol, das universidades, da comunicação social, das forças armadas, da justiça, por pessoas de religião católica, protestante, judia, muçulmanos, ateus, por artistas, por empresários, por sindicalistas, por líderes associativos, por líderes de fundações, por pessoas de minorias étnicas, minorias sexuais, por pessoas activas, reformadas, estudantes, por pessoas das ordens profissionais (arquitectos, engenheiros, contabilistas, médicos, enfermeiros, advogados), por simples operários e até por desempregados.

      Agora todos esses apoios, inclusivé financeiros, só uma ínfima parte chega à comunicação social que só dão destaque aos casos que eles acham relevantes, mas que quando votam só somam um único voto.

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    5. Mas é da banca e da alta finança que vêm os maiores apoios.

      Ou quer convencer-me de que uma pessoa que dá 10 euros para uma campanha, é a mesma coisa que uma pessoa que injecta 10 milhões?

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    6. Caro JJHN


      É que 10 milhões para algumas pessoas, empresas ou instituições são trocos e, se calhar, percentualmente, até os mais pobres devem contribuir mais.

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  2. Acho bastante pertinente o uso do ajectivo "fanático" para descrever o multiculturalismo. De facto é impossível não haver multiculturalismo, mas apenas e só em quantidade que baste. Como eu gosto de dizer, não seria capaz de viver num país sem poder comer comida chinesa ou ver filmes da Hollywood.

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    1. O monoculturalismo é uma utopia, isso parece-me óbvio. Portanto há sempre um grau de multiculturalismo em qualquer sociedade, mas é inofensivo, desde que não entre em choque com a identidade local. Também aprecio comida chinesa e filmes de Hollywood, isso não tem absolutamente mal nenhum.

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  3. Esse Paulo Sande é realmente um indivíduo execrável. Infelizmente, ele é também o típico representate da elite "intelectual" ocidental, os tais "cidadãos do mundo" que querem decidir sozinhos o que é melhor para toda a gente, independentemente da vontade da maioria.

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  4. Vou deixar um link para uma infeliz notícia que acho que será do seu interesse, até poderá um post.

    Nós recebemos uns milhares de refugiadistas e Bruxelas aprovam-nos o orçamento: https://www.publico.pt/politica/noticia/costa-oferece-a-merkel-duas-mil-vagas-no-ensino-superior-para-refugiados-1722413

    Nem precisar de publicar este comentário, é só mesmo para lhe passar o link.

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    1. Já tinha visto esta tarde essa notícia, mas obrigado à mesma. Isso é uma autêntica pouca vergonha, mas verdade seja dita, seria de esperar outra coisa do chamuças?

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    2. Esperava que não tratasse dos Portugueses como idiotas e que a sua estupidez e cretinismo tivesse limites, mas enfim...

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    3. Limites???

      Mas em que Mundo é que vive?

      Para esta gente da democracia abrileira não há limites. Quanto pior para nós, melhor para eles. Essa gente é uma máfia que nos quer exterminar na nossa própria terra.

      Acabei de abordar esse assunto dos dois mil refugiados aqui:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/02/vivemos-hoje-numa-anti-europa.html

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  5. A agressao mostrado no segundo video ocorreu na suécia SIM , mas nao foi provocado por arabe mas por um cigano .

    Tem que se tomar cuidado para nao fazer o jogo dos assimilacionistas que na realidade estao fazendo o jogo dos governos ao apoiar politicad wue visem a perpetuaçao da presença dos invasores em solo Europeu .

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    1. «A agressao mostrado no segundo video ocorreu na suécia SIM , mas nao foi provocado por arabe mas por um cigano .»

      Lol, eu nunca disse que foi provocada por um árabe, está lá escrito que se trata de um migrante. Os ciganos então, são por excelência um povo migrante, segundo parece serão originários do norte da Índia e vieram sempre migrando até chegar à Europa e espalhar-se pela mesma.

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  6. HOJE É DIA DO PERDÃO

    Hoje, 8 de novembro é dia do perdão. Mas não espere uma data para perdoar. Jesus ensinou na oração do "Pai Nosso" que devemos pedir a Deus que "só perdoe nossos erros quando aprendermos a perdoar quem errou conosco" e repetiu a necessidade do perdão em outras passagens do Evangelho. Francisco de Assis reforçou dizendo ser melhor "Perdoar que ser perdoado". Como disse Divaldo Franco "Se o outro não nos perdoa é problema dele, mas se nós não perdoarmos, o problema é nosso". Perdoar não significa que precisemos conviver com a pessoa, amá-la com o mesmo amor que tínhamos antes dela nos ofender ou prejudicar. Perdoar significa que devemos orar pela pessoa, não desejar mal a ela, não se satisfazer com algo de ruim que aconteça a ela, não querer se vingar. Perdoar é entender que a outra pessoa ainda não aprendeu a agir de forma leal, respeitosa e justa. Se nós já conseguimos agir melhor que ela, devemos compreender que nem todos ainda aprenderam esta lição. E que, se ela errou num ponto, nós também temos outros pontos falhos. Que atire a primeira pedra quem nunca errou. Perdoar não é fácil, mas também não é impossível. Nos esforcemos nesta lição que o Cristo ensinou.
    http://grupoallankardec.blogspot.com.br
    Rudymara

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/hoje-dia-do-perdao/#ixzz4PW3LD8n5

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    1. O que é que isso tem a ver com o conteúdo do artigo?

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