quarta-feira, 23 de março de 2016

As Lágrimas de Crocodilo da Federica Mogherini


 
O crocodilo Federica a chorar. Será impressão minha, ou de cara está cada vez mais parecida com a bruxa Hillária?


Devo dizer que tenho dificuldade em conseguir exprimir por escrito o nojo e a raiva que senti ontem, quando vi a actual Alta Representante da UE para Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, a chorar numa conferência de imprensa a propósito do último ataque de guerrilha islâmico na Europa (vão-se preparando porque a guerra promete ser longa e muito dura, pois estamos a enfrentar o inimigo tanto na frente externa, como na interna e o pior é que este conta com o apoio de uma parte considerável das elites, que parecem estar apostadas em reduzir a Europa a um gigantesco Iraque...). 

Mas como eu dizia, a senhora Fedorenta, perdão, Federica, deslavou-se em lágrimas, coitadinha... nem imaginam a pena que sinto desse crocodilo! E porque chora o crocodilo? Ora pois, porque está com "pena" das vítimas do último ataque da guerrilha islâmica. Pena?! A sério!? Depois de ter andado a apelar para que se inundasse a Europa de mouros - numa clara e óbvia tentativa de genocídio dos autóctones europeus - agora a Federica está com pena das consequêcias directas dessa mesma política pseudo-humanitária?!?

Isto é tão ridículo, que seria cómico se não fosse trágico, mas o facto é que o que se está a passar é mesmo muito trágico e não tem graça absolutamente nenhuma. Esta Federica que agora chora, é a mesma Federica que ainda não há muito tempo disse que "nenhum imigrante interceptado no mar será devolvido ao seu País de origem".

Caros leitores, será que algum de vós tem noção da brutalidade animalisca que carregam este tipo de declarações, ainda por cima vindas de quem vem? Nós estamos nas nossas pátrias, ou seja, na nossa casa comum e estes traidores e vendidos da UE querem transformar a nossa casa comum na latrina do Mundo. É este o tipo de políticas que o crocodilo Federica defende. Quer mandar na nossa casa, à margem de qualquer referendo e com base na constante manipulação psicológica das massas através de lavagens cerebrais merdi@ticas. 

É só darem um passeio pelos bairros periféricos das grandes cidades europeias onde se amontoa a imigração terceiro-mundista e poderão constatar o fracasso total do multiculturalismo e de todas as políticas de integração da UE. Esta experiência científica falhou e falhou porque só podia falhar. Basta ler o Choque de Civilizações de Samuel Huntington para se perceber que existem culturas mutuamente hostis que pura e simplesmente não se podem misturar, caso contrário, o resultado final será o mesmo de misturarem pólvora com fogo...

Qualquer pessoa minimamente culta sabe que historicamente os muçulmanos nunca foram bem-vindos na Europa. Não adianta os papagaios do politicamente correcto gritarem "racista" porque a verdade nua e crua é esta. A moirama não é bem vinda na Europa e não é bem-vinda porque sempre se pautou em termos gerais por um comportamento de desafio, provocação permanente e arrogância para com os não-muçulmanos, atenção que estou a ser até bastante modesto nesta descrição...

A Federica Mogherini sabe disto tudo, mas faz de conta que não sabe. São assim as elites que nos lixam a vida todos os dias. Primeiro ameaçam e comportam-se como autênticos tiranos enquanto repetem incessantemente a palavra "democracia", depois quando o inevitável e previsto acontece, choram lágrimas de crocodilo perante as câmaras de televisão.

Não, não tenho pena nenhuma do crocodilo Federica. A Europa vai precisar de grandes mudanças se quiser salvar-se das garras da canalha mundialista que a sequestrou e a meu ver devem de ser feitos julgamentos ao estilo de Nuremberga. A Federica e restante tropa-fandanga da UE são, no mínimo, responsáveis por tentativa de genocídio contra os autóctones europeus. Quem abre propositadamente as fronteiras de uma Nação de forma a permitir a entrada de alógenos em massa, oriundos de culturas hostis e retrógradas, enquanto simultaneamente inferniza a vida aos autóctones destruindo-lhes a economia, reduzindo milhões de jovens ao desemprego e abandonando os mais pobres e desfavorecidos, está claramente a tentar exterminar os mesmos. O que as elites - a mando da superclasse mundialista - estão a fazer é a tentar provocar uma substituição populacional na Europa. Isto é claramente uma limpeza étnica e assume contornos de tentativa de genocídio contra os povos autóctones da Europa. São estes mesmos povos que se devem organizar de modo a levar os responsáveis por isto a julgamento e fazer-lhes o mesmo que fizeram a muitos nazis condenados em Nuremberga: pendurá-los pelo pescoço até o coração das bestas parar de bater. Aí sim, nesse dia, eu direi "Ámen, fez-se justiça"!

João José Horta Nobre
23 de Março de 2016

"Quantos europeus terão de morrer até que reconheçamos que o Islão não é uma religião de paz?" A pergunta é formulada pelo grande Paul Joseph Watson, que nos presenteia com mais um belíssimo vídeo sobre os atentados de Bruxelas e sobre a hipocrisia revoltante dos mérdi@ e das elites ocidentais que continuam a querer convencer-nos de que isto "não tem nada a ver com o Islão":

7 comentários:

  1. Camarada Nobre, ainda bem que falou dessa puta da Federica, aliás, chamar-lhe puta é até uma ofensa às verdadeiras putas.

    A Federica fede, fede mais que a trampa de cão. Só tenho pena é que não estivesse nenhum eurodeputado pró-imigração em massa, dentro da carruagem do metro quando aquilo rebentou. Assim provavam um pouco do próprio veneno que importaram...

    Mas a canalha europeísta em lugar de se misturar nos transportes públicos com os alógenos que importa, prefere andar em carros de luxo com motorista, tudo pago pelos contribuintes europeus.

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    1. "Europeista" uma virgula, que a UE nada mais é que uma organizaçao a serviço de um conglomerados de banqueiros quem em sua maioria possuem origem semita

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  2. "A Federica Mogherini sabe disto tudo, mas faz de conta que não sabe. São assim as elites que nos lixam a vida todos os dias."


    Caro JJHN


    Apenas um pormenor, Federica não é da elite, é da pseudo-elite, esquerdista, membro de um partido da esquerda italiana, foi deputada, chegou a Ministra dos Negócios Estrangeiros e agora está na Comissão Europeia. Basicamente, tudo o que conseguiu deve-se aos votos dos eleitores que votaram no seu partido.

    O mesmo se pode dizer de muitos outros políticos e políticas de esquerda que realmente metem muito nojo de vários países incluindo Portugal.

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    1. «Apenas um pormenor, Federica não é da elite, é da pseudo-elite, esquerdista, membro de um partido da esquerda italiana, foi deputada, chegou a Ministra dos Negócios Estrangeiros e agora está na Comissão Europeia. Basicamente, tudo o que conseguiu deve-se aos votos dos eleitores que votaram no seu partido.»

      Para mim, isso basta para considerar a Federica como sendo parte da elite. Atenção, NÃO CONFUNDIR ELITE COM SUPERCLASSE MUNDIALISTA. As elites em larga medida são elas próprias meros peões nas mãos da superclasse mundialista que é quem está no topo da pirâmide da hierarquia do poder. Um dia destes hei-de escrever um artigo sobre isto.

      Ser eleito ou não é indiferente. A superclasse mundialista, por via das elites, utiliza a democracia como um mero instrumento para a perpetuação do seu poder. O problema é que a democracia pode e vai acabar por se virar contra eles...

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  3. Tais mortes nada tem a ver com religião .é apenas a vingança pelo que os governos Europeua tem promovido na siria . Nao caia na mentira de culpar o ISIS . Isso é falso .

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  4. Caríssimo Horta Nobre, fico-lhe grato por mais este excelente 'post'.
    Um abraço,
    JCAS

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