quarta-feira, 16 de março de 2016

Trump Corre o Risco de Ter um Fim à Kennedy


É realmente de louvar a forma como o Paul Joseph Watson tem denunciado a canalhice e a hipocrisia dos mérdi@ ocidentais no que respeita à cobertura da campanha de Donald Trump. Se a internet não existisse, dificilmente ouviríamos as duas versões da história... aliás, o controlo dos mérdi@ e por conseguinte, da "narrativa oficial", tem sido um dos grandes trunfos da superclasse universalista. Isto explica em grande parte como é que a Europa e o Ocidente em geral, chegaram ao estado lastimável em que se encontram presentemente.


Oxalá que eu esteja enganado, mas desconfio de que este Trump vai acabar à Kennedy com uma bala na cabeça, ou então, acontece algum "acidente" de avião e acaba à moda do Sá Carneiro. A superclasse mundialista também pode optar por coisas mais discretas como um veneno que provoque um AVC, um enfarte ou até um cancro "misterioso" (lembram-se do que aconteceu a Hugo Chávez?...). Há muitas formas de matar e eu não tenho a mínima dúvida de que a superlcasse mundialista ou algum grupo a soldo da mesma, a esta hora e pelo sim, pelo não, já está a "cozinhar" planos sobre qual a melhor forma de "limpar o sebo" a Trump, no caso de este conseguir vencer as próximas presidenciais americanas. 

Trump está a enfurecer gente muito poderosa e perigosa, mas simultâneamente muito fraca. Eu estou plenamente convencido de que a estrutura de poder sobre a qual a superclasse mundialista assenta, é na realidade uma pirâmide de cartas que pode facilmente vir abaixo se lhe acertarem em cheio no seu calcanhar de Aquiles, ou seja, se lhe quebrarem o seu monopólio no que diz respeito ao controlo da informação. A internet é a arma principal no combate à superclasse mundialista, pois pela primeira vez na história temos hoje um instrumento que nos permite ter acesso a informação outrora censurada ou simplesmente ignorada pelos grandes media. É disto que eles têm medo, as pessoas estão pouco a pouco a abrir os olhos em relação à ditadura plutocrática que lhes andam a impingir há décadas sob a capa da "democracia" e começam a reagir votando nos ditos "extremistas". (Já repararam em como os candidatos que são contrários aos intentos da superclasse mundialista, são sempre rotulados de "extremistas?"...)

Quando os sionistas, a esquerda e a direita politicamente correctas, em conjunto com a alta finança, começam todas a estrebuchar e a fazer muito barulho contra um determinado candidato (simultâneamente rotulando o mesmo de "extremista"), isso é um bom sinal, pois significa que se trata de alguém que potencialmente pode representar uma ameaça séria ao poder dessa gente. O pânico da superclasse mundialista neste momento já é tanto, que até já colocaram os meios de (des)informação sob o seu controle a compararem o Trump a Hitler. Não lhes vai adiantar de nada, como eu já disse aqui, este tipo de tácticas de propaganda primitiva já caíram no ridículo e não fazem mais efeito, a prova disto é o facto de Trump não parar de vencer eleição atrás de eleição.

A ilação que se pode tirar disto tudo é muito simples: não é com golpes de estado, ataques à bomba ou revoluções armadas que se vai derrotar a superclasse mundialista. Esta, a ser derrotada em conjunto com as elites por si controladas, só o poderá ser por via de um esforço contínuo no campo da ciberguerra (com vista a obter e divulgar publicamente informação classificada que seja comprometedora para as elites) em conjunto com a guerra de informação e contra-informação. Apenas desta forma é que é possível ir formando uma base sólida de cidadãos bem informados e libertos das mentiras e propaganda venenosa que os grandes media tentam injectar nas massas 24 sobre 24 horas. Este passo, é o precursor essencial para a batalha que se segue, ou seja, o combate nas urnas e a consequente derrota da superclasse mundialista, através dos métodos legais que a mesma concebeu para se perpetuar eternamente no poder. Por outras palavras, chegou a hora de virar o feitiço contra o feiticeiro.


João José Horta Nobre
16 de Março de 2016


Quando um grupo de apoiantes da direita ou oriundo do campo político rotulado como "extrema-direita", provoca distúrbios em algum local, são prontamente chamados de "extremistas" e "nazis" pelos merdi@. Pelo contrário, quando é a esquerda a fazer exactamente o mesmo ou até muito pior, os merdi@ mudam a linguagem e tratam os arruaceiros por "activistas" ou "manifestantes". Dois pesos e duas medidas, este é o chamado jornalismo "isento" e de "qualidade", de que os grandes órgãos de (des)informação social se gabam diariamente. As consequências disto estão à vista: a falta de confiança nos mass media está hoje a níveis nunca antes vistos. Os senhores jornalistas (ou quem manda neles...) já deviam de saber que isto de andar a mentir todos os dias, não pega para sempre...

6 comentários:

  1. Foi uma cena mesmo desprezível por parte da escumalha esquerdofrénica, foram lá causar distúrbios passando dos limites(até subiram ao palco e cooptaram o microfone). Depois pelo menos ainda levou "dois tentos na cara" de um senhor de 75 anos e lo em seguida já o Donald Trump estava a ser investigado por "incitação à violência". Os outros é que são violentos e desrespeitosos mas o Trump é que é o réu... haja saco.

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  2. Kennedy foi morto ser contrario a israel possuir armas nucleares . O assassindo de kennedy foi morto(queima de arquivo ,é obvio) dentro do FBI por judeu que se dizia "patriota'.

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    1. Há outra teoria, igualmente interessante: Kennedy terá sido assassinado por ter tentado retirar o poder de emitir dinheiro à Reserva Federal, através da famosa "Ordem Executiva 11110":

      http://www.john-f-kennedy.net/executiveorder11110.htm

      A legislação estaria prestes a ver a luz do dia. O resto já sabemos: JFK foi brutalmente assassinado e a Reserva Federal continuou a ter apenas presidentes judeus ao longo dos anos; e, sobretudo, continuou a ter o poder exclusivo de emprestar dinheiro (recebendo juros) ao governo federal e aos agentes financeiros norte-americanos.

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    2. E outros dizem que foram os comunistas, outros dizem que foi a própria família... é o Sá Carneiro americano.

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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    4. Uma coisa é certa: tal como sucedeu com Sá Carneiro, alguém beneficiou com morte do Kennedy. O problema é que é praticamente impossível determinar quem terá sido ao fim de tanto tempo.

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