segunda-feira, 28 de março de 2016

Um Bom Augúrio

Uma menina coloca oferendas numa fogueira, num rito pagão dedicado à celebração do Equinócio de Primavera na Bulgária. Trata-se de um bom augúrio.


A imagem acima, verdadeiramente adorável, é a prova viva de como o Paganismo na Europa nunca morreu, antes foi apenas esquecido temporariamente e disfarçado com ritos semitas que tiveram de o absorver para se conseguir impor.

Primeiro vieram os cristãos e disseram que Cristo era o salvador, cheios de fé e armados com as suas leis israelitas, tentaram de tudo e mais alguma coisa para varrer o Paganismo da face da Europa. Não conseguiram. Depois - a partir do final do século XIV - vieram os otomanos com o credo de Mafoma, parido directamente nas dunas da Arábia. Crentes da sua superioridade sobre o infiel, tentaram também eles exterminar todos os resquícios de Paganismo por onde quer que tenham passado. Não conseguiram. Por fim, foi a vez dos soviéticos com seu Ateísmo militante. Estes queriam transformar o homem numa mera peça descartável, de uma máquina gigantesca chamada Estado. Arrogantes, materialistas e em hiperdelírio utópico, acabaram por cair de podres. Também os soviéticos, apesar dos seus milhares de ogivas nucleares, tanques e peças de artilharia pesada, não conseguiram erradicar a tradição espiritual pagã.

A criança búlgara que na fotografia acima coloca a oferenda na fogueira, não faz a mínima ideia dos milhares de anos de tradição acumulada que estão por detrás daquele gesto simbólico. Judeus, cristãos, maometanos e ateus. Todos eles, cada um à sua maneira, tentaram destruir as antigas religiões nacionais da Europa. Não conseguiram, não conseguem e nunca o vão conseguir. Querer eliminar a tradição pagã do espírito europeu e esperar que este continue a ser europeu, é o mesmo que tentar retirar o sangue de um corpo e apesar disso, esperar que ele continue vivo. O Paganismo sempre foi a religião original da Europa, a génesis mitológica de todas as nações europeias e o único garante da sua continuidade física e espiritual. Contrariar este simples facto, é o mesmo que contrariar a própria natureza e como todos sabem, a natureza nunca gostou de ser contrariada...

João José Horta Nobre
28 de Março de 2016

51 comentários:

  1. Caro JJHN


    E irás ter imagens destas em todos os Equinócios e Solstícios todos os anos. Puro folclore.

    P.S. Ao fundo vê-se alguém vestido de ganga com as mãos nos bolsos.

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    1. «P.S. Ao fundo vê-se alguém vestido de ganga com as mãos nos bolsos.»

      E?

      O que não falta em todas as missas cristãs (folclore semita) é gente de calças de ganga com as mãos nos bolsos. Nos velórios, costuma até haver gente que tem por hábito meter-se à porta da Igreja a fumar e na conversa, quase como se estivessem à porta de uma discoteca...

      Só acho piada é à permanente e contínua arrogância dos abrâamicos. Quando fazem os seus lava-pés e procissões com bonecos de porcelana, "é um ritual sagrado". Mas quando são pagãos, então aí já é folclore.

      Não são nada arrogantes, nem convencidos estes cristãos, nada mesmo...

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    2. Caro JJHN


      É folclore, porque é apenas um pretexto para celebrar qualquer coisa, tipo o Carnaval, não tem nenhum significado real, as pessoas não acreditam nisso.

      Tinha muito mais relevância nos tempos antigos, significava o início do bom tempo, o início da sementeira.


      "tentaram destruir as antigas religiões nacionais da Europa"

      Não eram religiões nacionais, ainda não haviam nações nem países, havia o Império Romano (com muitas tribos locais englobadas) e as tribos bárbaras.

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    3. «Não eram religiões nacionais, ainda não haviam nações nem países, havia o Império Romano (com muitas tribos locais englobadas) e as tribos bárbaras.»

      Ai não havia nações?

      Sabe-me definir sequer o significado de Nação?!?

      Já ouvi muita barbaridade na minha vida, mas essa é sem dúvida uma das melhores. De qualquer forma, eu compreendo a asneira, pois é fruto de décadas de propaganda esquerdista nas universidades.

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    4. O pessoal habituou-se a não distinguir entre Nação e Estado...
      A Nação é bem antiga. Aquando das Guerras Médicas (século V a.e.c.), os Espartanos mandaram aos Atenienses um emissário para averiguar se estes estariam dispostos a lutar ao lado de Esparta contra os invasores persas.
      A orgulhosa resposta dos Atenienses foi esta:
      «to ellinikon eon omaimon te kai omoglosson
      kai theon idrimata te koina kai thisiai
      ithea te omotropa»
      ou seja,
      «A Helenidade que é a similaridade no sangue e na língua e nas instituições comuns dos Deuses e dos sacrifícios e da ética, move-se no mesmo caminho.»

      Ou seja - sangue, língua, religião. Isto é a Nação completa.

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    5. "Ou seja - sangue, língua, religião. Isto é a Nação completa."


      Caros JJHN e Caturo


      E território.


      A resposta ateniense não é nada mais nem menos que o de procurar a aliança à beira da guerra contra um inimigo comum, menciona-se aquilo que os une e não o que os divide, tanto que depois das Guerras Médicas houve a guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta.

      O que estão a fazer é aplicar conceitos modernos a tempos antigos, claro que havia características comuns entre muitas tribos bárbaras mas não seriam nações propriamente ditas e dentro do Império Romano haviam tribos integradas no Império Romano mas com língua, tradições, cultura e religião diferentes dos Romanos embora com o passar dos tempos tenha havido adaptações e assimilações de hábitos romanos.

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    6. Não é conceito moderno coisa nenhuma. É um conceito antigo e bem antigo, como acima se constata no exemplo helénico. O que dizes sobre a motivação da resposta ateniense é uma interpretação tua sobre as reais intenções dos Atenienses - independentemente das interpretações, os factos são como são. Se a religião, a língua e o sangue não fossem essenciais na mentalidade da época, os Atenienses nem os teriam referido, ficavam-se por uma referência à necessidade de combater um inimigo comum e pronto, era bem mais que suficiente: «sim, vamos combater ao nosso lado porque nós também não queremos obedecer aos Persas». E claro que toda a vida houve guerras civis - mas o facto de haver guerra civil, de irmãos contra irmãos, não serve para dizer que as Nações no seio das quais se dão não existem. Aliás, chama-se «guerra civil» precisamente porque se dá no seio de um Povo. De resto, aquilo que unia os Atenienses e os Espartanos é precisamente a Nação - o que os dividia eram questões políticas, estatais, não eram diferenças de carácter nacional/étnico. Já o ateniense Platão dizia que as guerras entre Gregos deveriam ser consideradas como guerras civis e que os Gregos devem combater com outra agressividade quando enfrentassem não gregos.
      Entretanto fica por demonstrar porque é que os bárbaros não tinham nações ou o que é que no teu entender são nações. O que não deixa de ser óbvio é que esses bárbaros não eram de nação romana e por isso mesmo é que se fala em Império Romano - o Império é o domínio de uma Nação sobre outras.

      Quanto ao território, é mero suporte. Um elemento essencial à existência, uma vez que não pode haver nações «no ar», mas teoricamente seria possível transferir uma nação de um território para outro. Aliás, foi assim que em grande parte se criou o Estado Judaico.

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    7. «Mas quando são pagãos, então aí já é folclore.»

      E, já agora, qual é o mal do folclore? Folk + lore = Povo + Saber, ou seja, a cultura do Povo (Nação, Etnia, Estirpe). Não há Nação sem folclore.

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    8. Caro Caturo


      Nação é um conceito moderno, foi-se desenvolvendo à medida que o absolutismo ia perdendo força, deram origem aos nacionalismos no século XIX e consequentemente à trágica Grande Guerra.

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    9. Caro Arquivista, pura e simplesmente não é verdade isso que a elite cultural passa a vida a ensinar nas universidades. Não é. Está bem à vista que não é. A Nação existia evidentemente na Antiguidade. O texto de Heródoto é incontornável. O facto de os Nacionalismos terem surgido no século XIX não significa que as Nações não existissem antes, do mesmo modo que não foi só quando Copérnico disse que a Terra girava em torno do Sol que isso começou a acontecer. A Nação é pois bem antiga - tão antiga como o homem culturalmente conhecido na História europeia.

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    10. «E, já agora, qual é o mal do folclore? Folk + lore = Povo + Saber, ou seja, a cultura do Povo (Nação, Etnia, Estirpe). Não há Nação sem folclore.»

      Exacto, o problema é conseguir fazer alguns cristãos entender isso... Aliás, o folclore, tal como a etnia, a língua, etc... fazem parte daquilo que se pode resumir muito simplesmente como sendo a Identidade Nacional.

      Tem sido precisamente contra a Identidade Nacional que os globalistas se lançaram com unhas e dentes nos últimos 40 anos... eles sabem perfeitamente bem que a chave para destruir uma Nação, é destruir-lhe primeira a identidade e a Nação colapsa sobre si própria como um castelo de cartas.

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    11. Voluntariamente ou não, os globalistas, universalistas, sempre foram contra a Identidade Nacional... para construírem o seu mundo sem fronteiras, precisam evidentemente de acabar com as identidades assinaladas por essas fronteiras.

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    12. O Arquivista basicamente está a confundir Nação com Estado-Nação. Trata-se de uma confusão típica e perpetuada pela elite reinante nas universidades, de forma a demonizar as nações e (adivinhem quem?...) os defensores da continuação das mesmas - nacionalistas.

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    13. Demonizar ou «relativizar» - o Nacionalismo alude naturalmente às raízes e quando se diz que o Nacionalismo é coisa moderna, muitos crêem estar a dizer que isso significa que o Nacionalismo é uma treta inventada ontem.

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    14. O Nacionalismo como ideologia e teoria política é, de facto, moderno. Mas podemos dizer que na prática existe Nacionalismo desde que existe humanidade.

      Até os homens das cavernas na pré-história eram nacionalistas. Basta ver como já delimitavam território e defendiam a respectiva tribo ou grupo humano de faziam parte. Nacionalismo e humanidade, são unha com carne.

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    15. Exaxto. O Nacionalismo é tão somente a pulsão tribal, o espírito de Estirpe, vertido em forma política e organizada. A Nação é, de facto, apenas um grau da Estirpe, tal como a Família, a Etnia, a Raça. A mensagem nacionalista é a mais objectivamente vital: Nós primeiro que os outros.

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    16. Caros JJHN e Caturo


      Como já mencionei antes:

      O que estão a fazer é aplicar conceitos modernos a tempos antigos, claro que havia características comuns entre muitas tribos bárbaras mas não seriam nações propriamente ditas.

      O mesmo se pode dizer das cidades-estado da Grécia, havia características comuns mas não seria uma nação propriamente dita, apesar de compreender ser muito mais fácil defender o contrário.

      Já nos séculos 18 e 19 à medida que as distâncias eram percorridas em muito menos tempo e as comunicações eram mais rápidas e com o desenvolvimento da imprensa, facilitou e fomentou a criação de uma ideia forte e enraízada de identidade nacional, ora isso era impossível nos tempos antigos porque as comunicações eram muito mais lentas.

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    17. «O que estão a fazer é aplicar conceitos modernos a tempos antigos, claro que havia características comuns entre muitas tribos bárbaras mas não seriam nações propriamente ditas.»

      O Arquivista continua a confundir Nação com Estado-Nação.

      As pessoas no tempo dos antigos gregos ainda não tinham teorizado o conceito de Nação como temos hoje. Mas o facto é que a realidade demonstra que os gregos eram uma Nação no sentido de partilharam suficientes características comuns para serem considerados como tal.

      O conceito de Nação só se teorizou na ciência política a partir da Revolução Francesa, mas aqui em Portugal, nós já éramos claramente uma Nação com fronteiras definidas e um Estado central (Estado-Nação) desde os tempos de D. Afonso Henriques.

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    18. O caro Arquivista continua a dizer que não, que não e que não, mas nunca explica porquê, nem tampouco expõe a sua definição de Nação. E depois dá uma justificação para não existirem nações que não tem qualquer espécie de sentido, depois de se ter verificado que já Heródoto noticiava que os Atenienses consideravam ser a Nação Grega feita dos seguintes elementos: sangue, língua e religião. É exactamente isto que dizem os actuais nacionalistas pagãos, sem tirar nem pôr. Afinal quem quer aplicar conceitos modernos a tempos antigos é o Arquivista e outros, que acham que a Nação é uma «ideia forte e enraizada de identidade nacional», o que de facto está errado na raiz. A Nação não é uma convicção colectiva - a Nação existe mesmo que o Povo não tenha disso consciência. Nação é Sangue, Língua e Religião e foi o Cristianismo que veio fragilizar isto.

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    19. Este comentário foi removido pelo autor.

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    20. «Na Antiguidade grega o conceito de nacionalidade (“Ellinikon Ethnos”) envolvia uma inequívoca noção de “etnia”, de particularidade morfogenética intrínseca. Digamos que era uma expressão “de fronteira”, do reconhecimento do “outro diferente”.
      (...)
      Ainda na Antiguidade grega (um regresso sempre necessário para reencontro com os fundamentos da nossa racionalidade) existia um sentimento de pertença a uma comunidade de valores culturais que se oponham a outros, diferentes, contrários ou contraditórios que eram expressão de outras comunidades, de outros povos que os gregos denominavam “bárbaros”. De notar que “bárbaro” provém de “barbaroi”, os que fazem “barr, barr”, uma onomatopeia em grego para expressar toda a pronúncia confusa, dura e rouca (para os gregos), e que assim identificava todos aqueles que se expressavam de forma ininteligível para eles, apesar de que o grego antigo não constituía uma língua única, mas sim um conjunto de dialectos mais ou menos inter-compreensíveis, dos quais se distinguia o iónico-ático (língua de Atenas) de que derivou o “koiné”, língua veícular que falava Alexandre o Grande.´
      A língua foi pois um importante factor de afirmação da “nacionalidade” grega, acompanhada de uma mitologia reintegradora, que Hesiodo nos legou na sua “Theogonia”, transmitida e conservada pela memória colectiva que a idealizou, desenhando os contornos de um fundo cultural comum.
      (...)
      Com o decorrer dos tempos desenvolvem-se na Europa duas perspectivas diferentes perante o nacionalismo :

      - uma que associa “nação” ao território (direito de solo – “jus soli”);
      - outra que relaciona “nação” com a origem comum (direito de sangue – “jus sanguinis”).

      Se o “jus sanguinis” está na base dos agrupamentos populacionais até à Idade Média, a criação dos feudos (territórios e população de propriedade privada) originou movimentos de população que impuseram (por interesse senhorial) o “jus soli”. As tradições (expressão cultural) misturaram-se e a imposição de uma doutrina religiosa monoteísta (cristianismo) diluiu grande parte da mitologia “fundadora” do universo cultural europeu.
      A população de que dispunha o senhor feudal determinava-se pelo território onde nascera (“jus soli”), e onde imperava a “normalização cristã”, dissolvendo-se a noção de comunidade por “jus sanguinis”. Lutava-se “pelo estandarte do senhor Conde”, ou “pelo pendão de Cristo”, não pela defesa de uma “nação” da qual se havia perdido já qualquer referência.
      (...)»

      Texto da autoria do professor António Lugano (in «Cadernos para Reflexão», textos não editados)

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    21. Por estas e por (muitas) outras é que o patriotismo «cristão», que é aquilo a que muita gente chama «Nacionalismo», se pode revelar notoriamente perigoso para o verdadeiro Nacionalismo.

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    22. O Cristianismo é uma religião com tantas contradições, que aquilo nem tem ponta por onde se lhe pegue....

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    23. Caros JJHN e Caturo


      "Mas o facto é que a realidade demonstra que os gregos eram uma Nação no sentido de partilharam suficientes características comuns para serem considerados como tal."


      Não é um facto, é uma opinião que obviamente respeito.


      "nós já éramos claramente uma Nação com fronteiras definidas e um Estado central (Estado-Nação) desde os tempos de D. Afonso Henriques."


      Já nem me lembro em que reinado foi em que as fronteiras de Portugal ficaram definidas mas foi muito depois de Afonso Henriques, para isso tiveram que malhar em muitos mouros e alguns castelhanos.


      "nem tampouco expõe a sua definição de Nação"

      Já mencionei noutro comentário acima, quando respondi " E território".

      "A Nação não é uma convicção colectiva - a Nação existe mesmo que o Povo não tenha disso consciência."

      É mais do que óbvio que é preciso que haja uma convicção colectiva.

      "e foi o Cristianismo que veio fragilizar isto."

      O Cristianismo não fragiliza, muito pelo contrário, fortifica.

      "... notoriamente perigoso para o verdadeiro Nacionalismo."


      Os nacionalismos surgiram nos séculos 18 e 19, já estamos no século 21 e estamos a todo o vapor, aliás a velocidades maiores que o "a todo o vapor". A paz e o desenvolvimento é que matou o nacionalismo, o patriotismo continua.

      "O Cristianismo é uma religião com tantas contradições, que aquilo nem tem ponta por onde se lhe pegue...."

      Tantas como o Homem mas, basta, pelo menos, tentar seguir os ensinamentos de Cristo.

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    24. "Mas o facto é que a realidade demonstra que os gregos eram uma Nação no sentido de partilharam suficientes características comuns para serem considerados como tal."

      «Não é um facto, é uma opinião que obviamente respeito.»

      Reformulando - o facto é que a definição de Nação que estamos a promover (sangue, língua e religião) já existia no tempo de Heródoto, ou seja, ao contrário do que o caro Arquivista está a dizer, esta não é uma concepção moderna. A nossa concepção de Nação é antiga. A do Arquivista é que é talvez moderna.


      "nem tampouco expõe a sua definição de Nação"

      «mencionei noutro comentário acima, quando respondi " E território"»

      Ou seja, para si a Nação é sangue, língua, religião e território. Confirma?


      "A Nação não é uma convicção colectiva - a Nação existe mesmo que o Povo não tenha disso consciência."

      «É mais do que óbvio que é preciso que haja uma convicção colectiva»

      Não, é mais que óbvio que não é preciso que haja uma convicção colectiva. A Nação não é um clube de futebol. É, em vez disso, uma família alargada - sangue, língua, religião. Não há aqui espaço para fazer intervir a convicção ou a vontade, sequer a consciência de unidade.


      "e foi o Cristianismo que veio fragilizar isto."

      «O Cristianismo não fragiliza, muito pelo contrário, fortifica»

      Não. O Cristianismo fragiliza e não é pouco - aliás, é precisamente no Cristianismo que reside a raiz do que se opõe militantemente ao Cristianismo: o universalismo totalitário. E as atitudes da Igreja têm-no confirmado à saciedade. O Cristianismo é um inimigo visceral da Nação - e sempre o foi, desde JC.


      "... notoriamente perigoso para o verdadeiro Nacionalismo."

      «Os nacionalismos surgiram nos séculos 18 e 19, já estamos no século 21 e estamos a todo o vapor, aliás a velocidades maiores»

      Pois - os Nacionalismos ganham terreno na Europa à medida que o Cristianismo vai morrendo. Bate certo.


      «A paz e o desenvolvimento é que matou o nacionalismo,»

      Não, não matou o Nacionalismo - e não só não matou como se confirma que o Nacionalismo está cada vez mais forte precisamente nos países mais desenvolvidos.

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    25. Caro Caturo


      "...o Cristianismo vai morrendo"

      Não, o Cristianismo não morreu, está em plena fase de expansão em todo o Mundo. Sobreviveu aos ataques pós Revolução Francesa em especial dos marxistas e ajudou a enterrar todo um ideal igualitário com o colapso dos regimes a Leste. Ora caídos estes regimes, germinou novamente nesses países. O esquerdismo morreu faltando-lhe dar o golpe de misericórdia.

      A influência da Igreja (Clero) é que diminuiu em comparação com vários séculos atrás, em contrapartida a influência do Povo aumentou e muito, aliás o século XX é considerado o século do Povo, a Nobreza já nem tem expressão significativa.


      "Não, não matou o Nacionalismo - e não só não matou como se confirma que o Nacionalismo está cada vez mais forte precisamente nos países mais desenvolvidos."


      Isso é completamente ridículo, nem sequer estou a ver na Europa nenhum partido considerado nacionalista que esteja no poder, em Portugal nem sequer chegam ao Parlamento.

      Em França, destaca-se a Frente Nacional, está no Parlamento, deve muito do seu "sucesso" ao JM Le Pen, mas também é natural, pois é em França que vive muito esterco e dos partidos tradicionais não existe vontade política de os expulsar.

      Comparativamente com os anos 30, o Nacionalismo morreu. Nessa altura, estavam no poder em vários países na Europa e muitas vezes com apoio nas urnas e nas ruas.

      No Pós-Guerra, com a derrota do Eixo, os partidos nacionalistas desapareceram.

      Veio a paz, a reconstrução da Europa, o crescimento económico, o desenvolvimento a todos os níveis.

      Onde estão esses partidos agora? Às vezes aparecem na comunicação social.

      O nacionalismo morreu, o patriotismo continua.

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    26. «No Pós-Guerra, com a derrota do Eixo, os partidos nacionalistas desapareceram.

      Veio a paz, a reconstrução da Europa, o crescimento económico, o desenvolvimento a todos os níveis.

      Onde estão esses partidos agora? Às vezes aparecem na comunicação social.

      O nacionalismo morreu, o patriotismo continua.»

      O Nacionalismo não morreu, simplesmente transformou-se e adaptou-se ao século XXI.

      Quer exemplos de partidos nacionalistas?

      Aqui tem uma lista:

      https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_active_nationalist_parties_in_Europe

      Portanto, como é que o Arquivista pode dizer que os partidos nacionalistas desapareceram?

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    27. Caro JJHN


      Obviamente, estava a referir-me ao Partido Nacional Fascista liderado por Mussolini na Itália e o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães liderado pelo Hitler.

      Quando menciono que o Nacionalismo morreu, signfica que já não tem influência como anteriormente teve.

      Salvo erro, o único partido na Europa Ocidental (nem sei bem o que se passa a Leste) considerado nacionalista que tem alguma relevância é o da Frente Nacional em França.

      Em Portugal, o PNR nem tem assento no Parlamento, coisa que até um partido chamado PAN conseguiu. Apenas aparecem mediaticamente nas eleições ou quando lançam um cartaz ou fazem uma pseudo-manif. Basicamente são um peixe fora de água.

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    28. «Obviamente, estava a referir-me ao Partido Nacional Fascista liderado por Mussolini na Itália e o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães liderado pelo Hitler.»

      Você acha mesmo que os nazis eram nacionalistas? Acredita mesmo nisso?

      «Em Portugal, o PNR nem tem assento no Parlamento, coisa que até um partido chamado PAN conseguiu. Apenas aparecem mediaticamente nas eleições ou quando lançam um cartaz ou fazem uma pseudo-manif. Basicamente são um peixe fora de água.»

      Portugal é um caso muito específico. Como tivemos uma ditadura conservadora de direita durante 48 anos, isso em grande medida tem servido de pretexto para diabolizar todo e qualquer grupo, movimento ou partido nacionalista que surja em Portugal.

      A esquerda vê um "faxista" em todo e qualquer um que neste País tenha uma gota de nacionalismo no sangue. A somar à constante perseguição por parte da esquerda, tem de adicionar ainda as lavagens cerebrais feitas pelos merdi@ na população e a propaganda anti-nacionalista que tem sido injetada na juventude, por via das escolas e universidades.

      Como Portugal é um País muito ignorante e basta ver como somos um País abaixo da média europeia em termos de qualificação da população, isso ainda contribui mais para que a classe política facilmente manipule o povo através de discursos demagógicos e muito fracos do ponto de vista argumentativo.

      Já reparou na propaganda dos partidos políticos em Portugal? Já viu o primitivismo a que desce essa propaganda? Os slogans de feira e as frases estúpidas do género: "vote em mim, para um novo Portugal?"

      Mas o que é isto? Parece propaganda para pessoas analfabetas ou com a 4ª classe! Os políticos portugueses tomam os portugueses por idiotas ignorantes e em grande medida têm razão, pois só mesmo num País em que a maioria da população é ignorante, é que é possível termos partidos como o PS, BE E PCP no parlamento.

      O PSD e CDS-PP já têm um discurso um pouco mais sofisticado e menos primitivo que o da esquerda, mas mesmo assim a sua propaganda é bastante estúpida em termos gerais.

      Um povo que vota em políticos com base em slogans e caras bonitas, em lugar de votar em ideias, é um povo ignorante. Aliás, foi o próprio Winston Churchill que disse uma vez "que o melhor argumento contra a democracia é uma conversa de cinco minutos com um eleitor mediano."

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    29. Caro JJHN


      "Você acha mesmo que os nazis eram nacionalistas? Acredita mesmo nisso?"

      Não tenho a mínima dúvida, eram nacionalistas e de esquerda e tinham ódio aos comunistas, além dos judeus. Queriam unificar todos os territórios onde haviam alemães que estavam em vários países.

      Hoje em dia, até parece uma coisa sem cabeça, porque os partidos nacionalistas existentes são considerados de direita, mas presumo que seja uma evolução dos tempos. É preciso ver sob perspectiva histórica.

      Naqueles tempos, o marxismo estava muito enraízado, fazia parte da "cultura" geral colectiva, era algo doutrinal, havia uma forte influência dos sindicatos na sociedade.

      Continuo amanhã ou domingo sobre Portugal.

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    30. «Não tenho a mínima dúvida, eram nacionalistas e de esquerda e tinham ódio aos comunistas, além dos judeus. Queriam unificar todos os territórios onde haviam alemães que estavam em vários países.»

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/12/o-nazismo-e-um-anti-nacionalismo.html

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    31. «Não, o Cristianismo não morreu, está em plena fase de expansão»

      Não na Europa. Na Europa, o Cristianismo vai morrendo, as igrejas esvaziam-se. Ao mesmo tempo, o Nacionalismo prolifera.


      "Não, não matou o Nacionalismo - e não só não matou como se confirma que o Nacionalismo está cada vez mais forte precisamente nos países mais desenvolvidos."


      «Isso é completamente ridículo, nem sequer estou a ver na Europa nenhum partido considerado nacionalista que esteja no poder,»

      É porque não está a ver bem. Na Suíça, o partido mais votado há dez anos - 10 - é o SVP/UDC, partido nacionalista que mesmo tendo TODA a classe parlamentar contra si, vai avançando: ganha referendos e entretanto já tem dois ministros no governo. Na Dinamarca, a força do partido nacionalista - DF - fez recentemente a Dinamarca passar a ter uma lei que causou escândalo no seio da elite político-cultural reinante na Europa, em Portugal até tiveram a lata de pedir satisfações ao embaixador dinamarquês. Na Suécia, o partido com mais apoio popular segundo as sondagens é o SD, partido nacionalista anti-imigração, odiado por todos, inclusivamente a igreja «nacional» sueca. Na Noruega, tomam-se medidas anti-imigração por causa do poder que o Partido do Progresso já tem. Na Alemanha o AfD já é o terceiro maior partido, na Áustria o FPO está fortíssimo, na Holanda o PVV está mais forte que nunca, na Polónia o partido nacionalista é governo, na Hungria o Nacionalismo está pujante como se sabe, em terras da Ucrânia está no governo...

      De facto, o Nacionalismo não morreu - cresce a cada dia, enquanto a Cristandade morre na Europa..

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    32. Os mundialistas que têm andado a gozar com isto estes anos todos e a perseguir os nacionalistas, nem sabem a "festa" que lhes espera. Deixem só a FN chegar ao poder em França, dentro de alguns anos como se prevê e vão ver a volta que a Europa vai levar de alto a baixo.

      E até digo, que a escumalha mundialista não julgue que se une toda contra os nacionalistas e que isso os impede de chegar ao poder, porque funciona exactamente ao contrário. Quando mais atacam os nacionalistas, mais esses partidos sobem nas sondagens. O que se tem passado com o Donald Trump nos Estados Unidos, é disso um bom exemplo. Julgando que se o atacassem, poderiam deitá-lo abaixo, a propaganda anti-Trump do establishmente funcionou exactamente ao contrário e ainda lhe deu mais força.

      As elites tomam as pessoas por estúpidas e pensam que somos todos parvos. O problema para eles é que muita gente já começou a abrir os olhos em relação à realidade da situação e está a reagir votando em partidos nacionalistas que são, de facto, as únicas forças políticas na Europa que apresentam uma alternativa credível e que verdadeiramente defendem os europeus.

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    33. De facto o NS está longe de dever ser considerado como medida e principal referência dos Nacionalistas, como bem diz o J. Nobre. A propósito, comentei duas coisitas nesse tópico.

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    34. Caro JJHN e Caturo


      Portugal estava falido, ninguém emprestava dinheiro ao país. Salazar impôs rigor absoluto nas contas, simplesmente não gastava mais do recebia.

      Salazar era conservador, nacionalista, sob forte influência católica, adoptou o corporativismo fortemente controlado pelo Estado, tomava medidas económicas proteccionistas. No pós-Guerra, à medida que a Europa ia caminhando para o desenvolvimento, Portugal foi ficando para trás, logo tinha duas hipóteses (EFTA ou CEE), optou pelo EFTA, porque Portugal ainda mantinha as colónias enquanto que os outros iam descolonizando.


      "Na Europa, o Cristianismo vai morrendo, as igrejas esvaziam-se. Ao mesmo tempo, o Nacionalismo prolifera."


      Epá, as igrejas estão vazias porque o pessoal tem mais que fazer, ou opta por dormir no domingo, ou vai plantar umas couves e repolhos, ou joga uma futebolada ou vai à caça ou à pesca mas pelo menos no Natal e na Páscoa estão sempre cheias.


      Já mencionei lá atrás:

      "Comparativamente com os anos 30, o Nacionalismo morreu. Nessa altura, estavam no poder em vários países na Europa e muitas vezes com apoio nas urnas e nas ruas."


      Simplesmente nem é relevante comparar esta versão actual do nacionalismo com o nacionalismo que foi surgindo nos séculos 18 e 19 e que culminaram na Grande Guerra e sequencialmente na 2ª Guerra. O nacionalismo teve um período histórico, hoje é um peixe fora de água, assim como o comunismo ou marxismo-leninismo, teve o seu período histórico, hoje é outro peixe fora de água, quando vejo um comunista vejo um zombie, um tipo que anda por aí mas não sabe que está morto.


      "http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/12/o-nazismo-e-um-anti-nacionalismo.html"

      "O Nazismo é um anti-nacionalismo, pois não respeita as nações, antes pretende subjugar todas as outras nações ao domínio de uma única Nação - a Alemanha."


      Discordo, eles queriam unificar todas as comunidades alemãs espalhadas pelos vários países europeus e se no processo eliminassem outros povos melhor ainda. Queriam a Grande Alemanha, era o pangermanismo que era um movimento político ou ideológico difundido no século 19. Também precisavam de aumentar o seu espaço vital.

      Para eles, a Alemanha estava acima de tudo, os outros eram pouco significativos ou mesmo irrelevantes.



      "Na Suíça, o partido mais votado ..."

      Pois, o nacionalismo da Suiça é cá um coisa, nem sequer existe uma nação suiça, há suiços a falar francês, outros alemão e alguns italiano, além de dialectos.

      Medidas anti-imigração estão ser tomadas em todo o Mundo desenvolvido, mas muitas vezes também são simples palhaçadas. As verdadeiras medidas seriam aquelas que venho defendendo e que pelos vistos, ainda demorará muito.

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    35. «O nacionalismo teve um período histórico, hoje é um peixe fora de água,»

      Daqui por uns anos, quando por intermédio do terrorismo islâmico e da crise económica sem fim à vista, os partidos nacionalistas na Europa (FN, Democratas Suecos, AfD, etc...) forem catapultados para o poder, logo vamos ver quem são afinal os verdadeiros peixes que estão fora de água. Nessa altura, logo vamos ver quantos "esqueletos no armário" vão ser descobertos...

      «Discordo, eles queriam unificar todas as comunidades alemãs espalhadas pelos vários países europeus e se no processo eliminassem outros povos melhor ainda.»

      Isso não é Nacionalismo, é barbárie primitiva. Estaline também se dizia comunista, mas o que ele fez ultrapassa largamente tudo aquilo que Marx defendia. Marx nunca disse que se deviam de exterminar populações inteiras com base na etnia, como foi o caso do Holodomor ucraniano. Só porque alguém se rotula de "nacionalista" ou "comunista", não quer dizer que o seja. Hitler era simplesmente um hitleriano, da mesma forma que Estaline era um estalinista. Mas o Hitlerismo não é Nacionalismo, da mesma forma que o Estalinismo não é Comunismo.

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    36. "Na Europa, o Cristianismo vai morrendo, as igrejas esvaziam-se. Ao mesmo tempo, o Nacionalismo prolifera."

      «Epá, as igrejas estão vazias porque o pessoal tem mais que fazer, ou opta por dormir no domingo,»

      Essa é a interpretação do caro Arquivista. A verdade é que as igrejas se esvaziam - e algumas até já são demolidas ou vendidas a bancos para servirem qualquer outro propósito... noutros países europeus até são transformadas em mesquitas ou, mais inofensivamente, em bares. Enquanto isso, as estatísticas, os censos nacionais, indicam uma clara descida no número de católicos. E a Igreja já não manda nada e tem perdido praticamente todos os combates em que se mete.
      Enquanto isso, o Nacionalismo cresce.


      «O nacionalismo teve um período histórico, hoje é um peixe fora de água, »

      Outra vez a mesma coisa que já foi anteriormente desmentida com factos. Repito por isso o que já disse:

      Na Suíça, o partido mais votado há dez anos - 10 - é o SVP/UDC, partido nacionalista que mesmo tendo TODA a classe parlamentar contra si, vai avançando: ganha referendos e entretanto já tem dois ministros no governo. Na Dinamarca, a força do partido nacionalista - DF - fez recentemente a Dinamarca passar a ter uma lei que causou escândalo no seio da elite político-cultural reinante na Europa, em Portugal até tiveram a lata de pedir satisfações ao embaixador dinamarquês. Na Suécia, o partido com mais apoio popular segundo as sondagens é o SD, partido nacionalista anti-imigração, odiado por todos, inclusivamente a igreja «nacional» sueca. Na Noruega, tomam-se medidas anti-imigração por causa do poder que o Partido do Progresso já tem. Na Alemanha o AfD já é o terceiro maior partido, na Áustria o FPO está fortíssimo, na Holanda o PVV está mais forte que nunca, na Polónia o partido nacionalista é governo, na Hungria o Nacionalismo está pujante como se sabe, em terras da Ucrânia está no governo...

      De facto, o Nacionalismo não morreu - cresce a cada dia, enquanto a Cristandade morre na Europa.

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    37. «Pois, o nacionalismo da Suiça é cá um coisa, nem sequer existe uma nação suiça,»

      Pois não, mas existe gente branca na Suíça que não quer ali mais gente de fora - e o facto de mesmo uma nação que não é nação votar num partido cujo apelo essencial é o da Estirpe deita completamente por terra qualquer pretensão de que o Nacionalismo possa estar morto.

      O Nacionalismo não só não está morto como está cada vez mais forte, e não admira: constituindo o Nacionalismo a forma organizada e sistemática do espírito de Estirpe, sendo portanto o Nacionalismo o impulso tribal vertido em forma política moderna, e sendo a Democracia o poder soberano do povo, torna-se óbvio que a médio ou longo prazo a Democracia é uma aliada natural do Nacionalismo, porque a mensagem nacionalista é a que encontra mais eco na mente da tribo.

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    38. E é por isso, só por isso, que mesmo tendo contra si
      TODOS
      os poderes instituídos, incluindo a Igreja (que já pouco manda, mas enfim)
      o Nacionalismo ganha cada vez mais votos em toda a Europa - quanto mais os Nacionalistas falam em discurso directo ao povo, mais o povo vota nos Nacionalistas, porque o espírito da tribo vai acordando.

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    39. «Pois não, mas existe gente branca na Suíça que não quer ali mais gente de fora»

      A expressão gente branca é muita redutora e simplicista. É preferível usar o termo "gente etnicamente europeia".

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    40. Caros JJHN e Caturo


      "Daqui por uns anos, quando por intermédio do terrorismo islâmico e da crise económica sem fim à vista,"


      Fazer previsões de como os eleitores irão votar é perda de tempo. É mais fiável fazer outro tipo de previsões: a guerra contra o terrorismo irá continuar e a pressão financeira também irá continuar.

      Ambas as situações exigem vontade política de quem governa.


      "Isso não é Nacionalismo, é barbárie primitiva."

      Isso, foi isso que contribuiu e conduziu à Grande Guerra e sequencialmente à 2ª Guerra.

      "Marx nunca disse que se deviam de exterminar populações inteiras"

      Claro que não, Marx era apenas um filósofo economista, vivia em regimes capitalistas, ignorante em produtividade, construiu ou deduziu uma teoria com grande aceitação geral na altura de que o proletariado iria fazer a revolução.

      Mais ou menos aquando da morte de Marx, taylor iniciava os seus estudos sobre as tarefas e como se poderia aumentar a produtividade.

      Marx era um filósofo economista, os marxistas já eram uns casmurros, Lenine e os bolcheviques eram uns casmurros fanáticos e Stalin era um executor. Tomaram o poder pela força e criaram as condições de permanência do poder consoante a sua ideologia, tiveram que restringir a liberdade e exterminaram milhões pela bala, pela fome, pelos trabalhos forçados e pelo frio siberiano.


      "Hitler era simplesmente um hitleriano, da mesma forma que Estaline era um estalinista."

      Não, os hitlerianos eram seguidores de Hitler e os estalinistas eram seguidores de Estaline.


      "E a Igreja já não manda nada"

      Correcto, já o mencionei antes, a Igreja (o Clero) perdeu a inflência em detrimento do Povo, contudo tem milhões de seguidores.

      "Enquanto isso, o Nacionalismo cresce."


      Caro Caturo, presumo que lhe falta perspectiva histórica nessa sua análise.



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    41. «Fazer previsões de como os eleitores irão votar é perda de tempo. É mais fiável fazer outro tipo de previsões: a guerra contra o terrorismo irá continuar e a pressão financeira também irá continuar.»

      Espere para ver!

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  2. Arquivista, entre uma sardinha ou um karapau, qual é a que preferes?

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  3. Caro JJHN


    Um bom augúrio é quando algum esquerdista tem um ataque cardíaco fulminante.

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  4. Podem observar.
    Onde existe essas práticas pagãs, podem apostar, tem sempre o dedo de um individuo feminino no meio.
    Onde existe fêmea, só existe acanalhação e coisas esdruxulas.
    Nos ultimo 15 anos de minha vida e observando a politica mundial, sendo direcionada por mulheres, deu para perceber muito bem a onda de descontrole, tanto econômica, como moral e ética em todo mundo, sim, em escala mundial.
    Acho que mulher só serve para cuidar da família e da cozinha, este deve ser o seu papel e já é de muito.......

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  5. Bom artigo, em cheio no ponto que mais interessa salientar. Avante, pro Aris et Focis - pelos altares e pelos lares, ou seja, pelos Deuses e pela Pátria.

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  6. "Por fim, foi a vez dos soviéticos com seu Ateísmo militante."


    Queimaram igrejas , proibiram o cristianismo ao mesmo tempo em que protegeram sinagogas e criaram leis que punia com a morte o anti semitismo.
    http://br.sputniknews.com/opiniao/20160120/3350463/opiniao-putin-faz-mais-pelos-judeus-que-europa.html

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  7. “como todos sabem, a natureza nunca gostou de ser contrariada...”

    Todos sabem? Eu não, que não sou de esquerda. Podia lá atribuir à natureza características humanas, como gostar ou não de algo.

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    Respostas
    1. Então da próxima vez que ver um fogo florestal, atire-se para dentro das chamas e vai ver o que lhe acontece.

      Ou então, experimente tantar respirar debaixo de água (usar máscara de oxigénio não vale...).

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