sábado, 16 de abril de 2016

Ser Abrileiro e Maçon Compensa


O maçon Vasco Lourenço teoriza sobre a próxima "Revolução". Desde que haja uma reforma choruda no fim da "Revolução", estes aventureiros estão sempre preparados para ir atrás da utopia.


Cruzei-me ontem à noite na Avenida Almirante Reis em Lisboa, com o conhecido abrileiro e maçon (membro do Grande Oriente Lusitano), Vasco Lourenço. Ele olhou-me nos olhos e percebeu que eu o reconheci de imediato, de seguida, acelerou o passo como se receasse que eu lhe mandasse alguma "boca" ou pior... Fisicamente, bem, digamos apenas que o velho está gordo que nem um texugo. Não sei quanto é que papa de reforma todos os meses, mas com certeza que toda aquela gordura corporal não deve cair do céu...

A umas poucas centenas de metros do local onde nos cruzámos, os sem-abrigos, beneficiando da "maravilhosa fraternidade" que a "democracia" pós-1974 lhes trouxe, já se estavam a ajuntar para passar mais uma noite à chuva. Como não têm tachos na maçonaria, resta-lhes dormir na rua e aguardar pela "sopa do Sidónio". Como é que era o slogan dos idiotas? Ah, pois, "o povo unido jamais será vencido!" Deviam de ter formulado de outra forma: "o povo unido jamais será vencido, mas quem tem tacho na maçonaria está sempre garantido..."

João José Horta Nobre
16 de Abril de 2016

1 comentário:

  1. Li por aí que o "texugo" tem uma mansão das arábias em local recatado.
    As revelações do José Esteves e do comparsa na morte do Sá Carneiro caíram em saco roto. Falava-se dos muitos tráficos destas rameiras de Abril.

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