quinta-feira, 14 de abril de 2016

Um Transgénero é um Doente Mental








Tenho as minhas divergências com o ultra-católico Orlando Braga, especialmente no que diz respeito à teologia cristã que eu tenho criticado muito em vários escritos meus, mas também concordo com muito do que o mesmo escreve, pois ele é um dos poucos no domínio da blogosfera lusitana que consegue dar uns "tiros" certeiros a nível regular e que diz muitas verdades que são pura e simplesmente censuradas nos mass media tradicionais, totalmente rendidos ao politicamente correcto e aos interesses de diversos lobbies.

Assistimos nos últimos anos a um avanço cada vez mais agressivo e direi até mesmo hiperactivo, por parte do movimento LGBT, que a meu ver não tem interesse em defender os direitos dos homossexuais, mas sim, em subverter a sociedade por completo. O movimento LGBT, quando começou a dar os primeiros passos por volta de meados do século XX, tinha como objectivo apenas o de defender os direitos dos homossexuais a serem homossexuais, sem estarem sujeitos a linchamentos públicos, multas e penas de prisão. Ora, este objectivo já foi totalmente atingido há muito no caso dos Estados Unidos e Europa Ocidental, no entanto, em lugar de "fechar a loja" e seguir em frente, o movimento LGBT transformou-se num poderoso lobby com actores infiltrados em tudo o que é lugar estratégico e com uma sobre-representação claramente desmesurada nos mass media.

Uma coisa é ser gay, outra coisa é querer que toda a sociedade seja gay. Parece ser isto que o movimento LGBT se recusa a entender, até porque quem o financia discretamente por detrás, não o faz ao acaso, nem por gosto em "tomar no cu", mas sim, para destruir por completo a Civilização tal como nós a conhecemos. O movmento LGBT hoje existe única e exclusivamente para servir este fim. É uma arma de arremesso da Nova Ordem Mundial e deve ser combatido afincadamente em todo e qualquer lugar onde se encontre. 

Repare-se que o movimento LGBT é especialista em transformar anormalidades em novas normalidades. Primeiro foi a exigência no sentido de se reconhecerem os gays como pessoas (a única verdadeiramente legítima), depois foi o casamento gay, depois foi a história da adopção de crianças por pares de invertidos e agora, como ja estão esgotadas as causas gays, começam as causas em torno dos doentes mentais a que chamam de "transgéneros". 

Um transgénero e tal como  palavra indica, é uma pessoa que nasce com um determinado sexo biológico, mas cujo cérebro por via de algum nítido distúrbio mental, a faz querer que pertence ao sexo oposto e por isso esta em muitos casos tenta alterar o seu sexo por meios artificiais. Isto é uma doença mental, tal como a esquizofrenia é uma doença mental. Em lugar de estas pessoas serem devidamente acompanhadas e tratadas, o que o movimento LGBT anda a fazer é a contribuir (com dinheiros púbicos...) para o agravamento da doença de que sofrem. Seria o mesmo que nós dizermos a alguém que sofre de tendências suicidas, que sim, é perfeitamente normal querer cometer suicídio e quem disser o contrário está a discriminar a comunidade suicida! Já imaginaram uma loucura destas? 

O Estado em lugar de andar a financiar o movimento LGBT com o nosso dinheiro, devia era de antes canalizar esses recursos para o tratamento daqueles que sofrem do distúrbio transgénero e ajudar essas pessoas a saírem da prisão mental em que se encontram. Não é vergonha sofrer de uma doença mental, vergonha é andar irresponsavelmente a contribuir para o agravamento do mau estado da saúde mental dos transgéneros, como é o caso do movimento LGBT e seus financiadores.

João José Horta Nobre
14 de Abril de 2016
 

6 comentários:

  1. O lobby lgbt continua o seu "caminho" (mesmo depois de todos os direitos adquiridos)como continuam todos os lobbys que interessam aos poderes globalistas(representados ao mais alto nível em Bilderberg e afins)os quais promovem e financiam(indirectamente muitas vezes,seja por ong´s seja pelos próprios Estados/governos fantoches)todos os grupos que causam o caos e a subversão de que eles tanto precisam para instaurar a sua "ordem".

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  2. Caro JJHN


    Insisto, a resolução destes problemas implica vontade política.

    Deve-se combater a esquerda que praticamente tudo o resto das aberrações caírá como um castelo de cartas.

    Faltou vontade política para implementar reformas estruturais que irão contribuir para desmantelar as bases de sustentação da esquerda.

    Aí vai a lista actualizada:


    Abolição do salário mínimo
    Liberalização dos despedimentos
    Abolição dos descontos
    Pagamento do verdadeiro custo da água e energia pelo utilizador
    Pagamento do verdadeiro custo de educação e saúde pelo utilizador
    Liberalização (facilitação, desregulamentação) do acesso às profissões liberais
    Liberalização das rendas
    Sujeição a IRC a todas as pessoas colectivas
    Simplificação do IRS com sujeição individual, taxa única, sem deduções e abatimentos
    Taxa única no Iva
    Desmantelar o sistema escolar com o e-learning
    Varrer a função pública
    Extinção das juntas de freguesia
    Redução do número de deputados
    ...
    ...
    ...

    ...

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  3. POLITIZAR O CU É A COISA MAIS PATETICA QUE EXISTE SE AUTO PROMOVER COM SEXUALIDADE TIPO VADIA ARREGANHANDO A XOTA NUMA REVISTA PORNO AO INVES DE TER ALGUM VALOR

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  4. Martim Moniz Isto é o que acontece(e pelos vistos vai continuar)quando se abrem "caixas de pandora" em nome das "igualdades" e dos "direitos para todos".Defender a soberania e a dignidade/operacionalidade das FA isso já não parece ser prioridade para os "iluminados" políticos e afins.
    Gosto · Responder · 8/4 às 10:13
    Martim Moniz
    Martim Moniz Um dos argumentos(do ministro e de outros)é que na CRP há um artigo que diz que ninguém deve ser descriminado pelo sexo(e etc)mas então em 1976 já havia terceiro sexo na sociedade(quanto mais nas FA)???A CRP hoje em dia serve para tudo menos para defender o país e a sua soberania.
    Gosto · Responder · 1 · 8/4 às 10:16
    AOFA - Associação de Oficiais das Forças Armadas
    AOFA - Associação de Oficiais das Forças Armadas Temos posições obviamente absolutamente contrárias quanto à grande relevância e importância, para nós absolutamente determinante e insubstituível da CRP para Portugal e para os Portugueses. Mas, obviamente, todas as opiniões são legítimas desde que expressas de forma urbana, como é o caso.
    Gosto · Responder · 8/4 às 17:04---coments no post da aofa no contexto desta notícia http://rr.sapo.pt/…/demitiu_se_o_chefe_de_estado_maior_do_e… (nota minha: isto é para verem bem até onde chegou o "nível" daqueles que supostamente nos representam,inclusive a nível militar,mesmo que a aofa não represente todos os militares tem vários milhares de associados e seguidores no face)

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  5. Expressarei meu ponto de vista: O transgênero é aquele ser humano que não se identifica com o seu sexo de nascença, logo, o cérebro não "está andando a lado" com o seu "sexo". Isso não se configura como uma doença mental. É apenas uma questão de saúde. Se uma pessoa não se identifica com o seu pênis/vagina e vivencia o gênero oposto, ela está apenas tentando atingir por completo a saúde no meio psíquico (Cabe aqui o conceito de saúde da Organização Mundial de Saúde: equilíbrio entre os lados biopsicossociais).O transgênero quando vivencia completamente o gênero oposto, não afeta negativamente outras pessoas, portanto, em que parâmetros se configuraria como "doença mental"?

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    Respostas
    1. «O transgênero quando vivencia completamente o gênero oposto, não afeta negativamente outras pessoas, portanto, em que parâmetros se configuraria como "doença mental"?»

      https://en.wikipedia.org/wiki/Gender_dysphoria

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