sábado, 30 de abril de 2016

Viktor Orbán Esteve em Portugal - Alguém Deu Por Isso?


O jornal Expresso de hoje:




Os portugueses podem ver por aqui o tipo de "jornalismo isento" que temos em Portugal e ao serviço de quem estão realmente, os jornaleiros obedientes da nossa praça. Se tivesse sido o parvalhão que manda na Venezuela a vir a Portugal,  teriam sido reportagens atrás de reportagens sobre o assunto. Mas, como foi Viktor Orbán, a "coisa" é discretamente noticiada e o único jornal que teve a decência de oferecer alguma cobertura (mesmo assim má...) ao assunto foi o Expresso. Foi, de facto, uma cobertura má por parte do jornal Expresso, uma cobertura típica de "jornalistas" alinhados com a direitinha bem-pensante e para se perceber tal, basta atentarem na agressividade de quem fez a entrevista, para com Viktor Orbán. Este é o mesmo tipo de agressividade jornalística que vós nunca ireis ver a ser aplicado aos estafermos da extrema-esquerda, que por aí somam e seguem à rédea solta, branqueando terroristas, traidores à Pátria, assassinos e genocidas.

É por estas e muitas outras, que o "jornalismo" que temos em Portugal só pode ser classificado como sendo um "jornalismo" de merda. É isto mesmo que temos em Portugal, "jornalistas" de merda e "jornalismo" de merda. "Enfim. A solução? cada vez mais procurar informação em sites alternativos, enquanto subsistirem. Enquanto a democrática censura não nos disser o que podemos ou não consultar."

João José Horta Nobre
30 de Abril de 2016


Um discurso épico e imperdível de Viktor Orbán, que foi prontamente censurado por todas as televisões portuguesas, não vão as "ovelhas" começar a ter ideias "perigosas" e "faxistas"...

13 comentários:

  1. CUCK RABO PRESO CADE OS PROBLEMAS ALOGENOS MORES QUE AFLINGEM O OESTE?SÓ SE FALA SOBRE GENERO E SEXUALIDADE

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  2. PIOR SOFISMA COISAS QUE SEMPRE EXISTIRAM NA NOSTRATIA GOYIM SEJA NA HELLADA OU ROMA COM ALOGENOS A TORANICE É ALOGENA

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  3. E nós, poucos, temos de ir divulgando estas coisas. É a água mole em pedra dura. Mas a entrevista é realmente uma coisa... a jornaleira de serviço já deve ter recebido um louvor dos patrões bilderberg.

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    1. «E nós, poucos, temos de ir divulgando estas coisas. É a água mole em pedra dura.»

      Eu da minha parte faço o que posso, isto não mata, mais mói e pouco a pouco o que interessa é ir moendo o "sistema".

      «Mas a entrevista é realmente uma coisa... a jornaleira de serviço já deve ter recebido um louvor dos patrões bilderberg.»

      Já vi piores, esta com a Frauke Petry foi muito mais agressiva, mas verdade seja dita, foi feita por um jornaleiro que é um verdadeiro especialista nesse tipo de canalhices:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/04/disparar-contra-invasores-porque-nao.html

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  4. Estou surpreendido: não sabia! Nem o meu filho mais novo, que anda a par deste circo mediático, sabia.
    Uma verdadeira paixão por informar.

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    1. «Estou surpreendido: não sabia! Nem o meu filho mais novo, que anda a par deste circo mediático, sabia.»

      Pois nem eu soube até depois do Orbán já ter ido embora de Portugal. Ninguém soube. É inacreditável, o Presidente da Hungria, um estado-membro da UE, vem a Portugal e há um blackout destes por parte da comunicação social. É escandaloso no mínimo!

      Mas ainda bem que isto acontece, pois assim dá para todos verem mais uma vez que tipo de "jornalismo isento" temos em Portugal.

      Uma verdadeira paixão por informar.

      Obrigado ;)

      Tento fazer o meu melhor, o que acaba por não ser fácil, tendo em conta o pouco tempo de que disponho...

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  5. Assim como tive também dificuldade em encontrar(no sapo não vi nada)algo sobre aquilo ontem na Alemanha,encontrei na rtp mas tive de ir ver ao fundo da página na secção mundo.http://www.rtp.pt/noticias/mundo/policia-deteve-mais-de-400-pessoas-que-tentavam-bloquear-congresso-em-estugarda_v915151

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    1. Se fossem da extrema direita a fazer isso(tentar impedir pela violência uma reunião legal)não faltavam agora grandes "títulos" nos jornais(em 1ª página)e grandes entradas nas tvs.Grandes democratas estes que não se cansam de encher a boca contra o "fassismo" ao mesmo tempo que promovem o social-fascismo e o fim da sociedade europeia.

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  6. Afonso Albuquerque2 de maio de 2016 às 01:39

    Têm de ler também esta entrevista:

    "Entrevista ao vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria László Szabó. Diplomata considera que acolhimento de refugiados deve ser decisão de cada Estado da UE. No plano bilateral, defende reforço de relações com Portugal.
    (...)
    A questão tem a ver com a definição de refugiado e migrante. Se alguém está em segurança num país que não é o seu e quer ir para um terceiro país, e atravessa a fronteira de cinco países, todos eles seguros, então deixa de ser refugiado. Muitas vezes, certos políticos confundem a questão dos refugiados com a escassez de mão-de-obra nos seus países, o que é errado. Se precisam de mão-de-obra, então vão à Turquia e a outros lugares onde estão os refugiados e contratem-nos."

    http://www.dn.pt/mundo/interior/se-alguem-esta-num-pais-seguro-e-quer-ir-para-um-outro-deixa-de-ser-refugiado-5123199.html

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  7. Caro JJHN


    Insisto, a solução passa pelo desmantelamento das bases de sustentação da esquerda e isso apenas depende da vontade política.

    Aí vai a lista actualizada:


    Abolição do salário mínimo
    Liberalização dos despedimentos
    Abolição dos descontos
    Pagamento do verdadeiro custo da água e energia pelo utilizador
    Pagamento do verdadeiro custo de educação e saúde pelo utilizador
    Liberalização (facilitação, desregulamentação) do acesso às profissões liberais
    Liberalização das rendas
    Sujeição a IRC a todas as pessoas colectivas
    Simplificação do IRS com sujeição individual, taxa única, sem deduções e abatimentos
    Taxa única no Iva
    Desmantelar o sistema escolar com o e-learning
    Varrer a função pública
    Extinção das juntas de freguesia
    Redução do número de deputados
    ...
    ...
    ...

    ...

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  8. Gostava de ver o Orban a explicar ao Trump que uma maçã nao pode querer ser chamada de pera porque é apenas uma maçã. E que não ha factos alternativos, apenas factos. O contrário de um facto é uma mentira. Experimentem por um computador a funcionar com equações alternativas. Boa sorte.

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