quarta-feira, 4 de maio de 2016

Diz Que Isto é Uma Espécie de "Democracia"













Na nossa "democracia" as coisas funcionam assim, se um determinado acontecimento é inconveniente para o regime, este pura e simplesmente, não é noticiado. O chefe de Estado de um País membro da União Europeia, Viktor Orbán, veio a Portugal e praticamente nem se falou disso, o mesmo valeu para a 1ª volta das eleições presidenciais na Áustria, que por terem sido vencidas por um candidato da dita "extrema-direita", Norbert Hofer, foram também elas largamente ignoradas nos meios de comunicação social. Se o regime não gosta, a notícia não passa, é assim que funciona a "democracia" na Terceira República. As tais "virtudes" dos cravos de Abril, ficam claramente demonstradas nestes pequenos exemplos que foram dados acima e atenção, pois isto, trata-se apenas da "ponta do iceberg"...

Só não vê, quem não quer ver e só não percebe, quem não quer perceber. Aqueles que hoje dizem ser os maiores e mais exemplares "democratas", são eles próprios, os verdadeiros fascistas ao serviço da plutocracia internacional e internacionalista. Esta canalha, anda a planear há bem mais de um século, a construção de um governo mundial totalitário, sendo a criação dos "Estados Unidos da Europa", apenas o primeiro passo nesse sentido. Para se atingir este objectivo, vale tudo: a mentira, a desinformação, a censura, a manipulação das mentes, o financiamento de partidos da extrema-esquerda (aquilo que se pode chamar de "oposição controlada", sendo o Bloco de Esquerda e o Syriza dois bons exemplos de tal estratégia...), a perseguição mediática de quem se insurge contra este estado de coisas e no limite, processos em tribunal e prisões. Por enquanto, ainda não se começou a matar à descarada, mas não deve levar muito mais tempo, até alguma Le Pen, um Hofer, um Wilders, um Trump, um Farage, ou um Orbán, morrerem nalgum "acidente" misterioso ou começarem a padecer de um cancro igualmente "misterioso" e que por mera "coincidência", surge logo numa altura em que a sua popularidade não pára de subir...

As elites internacionais e internacionalistas que controlam Portugal e que por sua vez controlam os media, têm como objectivo único o desmantelamento do nosso País e tudo tem sido feito ao longo destes últimos 42 anos, para se atingir esse nefasto e maquiavélico objectivo. Eu sei que isto pode parecer uma coisa de loucos à primeira vista e é normal que quem tem a cabeça feita pela propaganda do actual regime, tenha dificuldade em crer nisto ao inicio. Mas o próprio Fernando Pessoa, há praticamente um século atrás, já falava da preparação de uma terrível conspiração oculta contra a Civilização, que estava já então em marcha pela mão das elites. 

Hoje, em mais um exemplo desta ditadura "progressista" das elites mundialistas, a Comissão Europeia apresentou uma nova "proposta sobre sistema de quotas obrigatório para redistribuir refugiados entre os 28." Segundo consta, a Comissão Europeia quer "que os países que recusem receber refugiados sejam multados em 250 mil euros por pessoa recusada". Os meios de comunicação social desta vez não ocultaram isto, sabem porquê? Porque vos querem meter medo. Trata-se da típica chantagem feita pelas elites, a coberto do tal "jornalismo isento". Ou fazem o que nós queremos, ou serão sancionados. É assim que pensam as elites mundialistas. Noutro tempo, declarava-se guerra, mas hoje, a guerra é feita de forma mais discreta, com desinformação e chantagem a rodos nos meios de comunicação social, que foram entretanto transformados em autênticas máquinas de guerra ao serviço das elites.

A única conclusão que tiro disto tudo, é que a União Europeia tem de ser totalmente destruída e quanto mais depressa, melhor. A União Europeia, na prática, já demonstrou ser uma anti-Europa, contrária a tudo o que a Civilização europeia realmente representa. Destruí-la, é um passo necessário e essencial, para se poder alcançar a derrota final da superclasse mundialista e de todos os servos do internacionalismo selvagem. 

João José Horta Nobre
4 de Maio de 2016

4 comentários:

  1. Vamos ver se começa na Grã-Bretanha ou não, mas esta merda de UE tem de acabar. Termos os povos europeus governados por um bando de facínoras sem rosto não se admite. Há que acabar com a UE, quanto mais depressa melhor senão os estragos serão irreversíveis.

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    1. «Há que acabar com a UE, quanto mais depressa melhor senão os estragos serão irreversíveis.»

      Não tenha a mínima dúvida disso!

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  2. "Quotas permanentes outra vez? Até quando vai a Comissão Europeia insistir nesta causa perdida em vez de trabalhar em coisas que realmente podem ajudar?", escreveu no Twitter o ministro dos Assuntos Europeus da República Checa, Tomas Prouza, quando no início do mês passado a Comissão apresentou uma primeira versão de uma proposta sobre o sistema de quotas obrigatório para a redistribuição de migrantes. A Eslováquia e a Hungria lançaram ações em tribunal contra este plano e ontem o gabinete do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciou que o país vai realizar um referendo, em setembro ou outubro, sobre se deve ou não aceitar aquele sistema de quotas da UE. "Há cada vez mais ideias loucas a vir de Bruxelas. Parece que Bruxelas não desistiu do seu plano de redistribuições obrigatórias", disse ontem aos jornalistas Antal Rogán, o chefe de gabinete de Orbán, citado pela agência Reuters.---do artigo no DN

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  3. "A única conclusão que tiro disto tudo, é que a União Europeia tem de ser totalmente destruída e quanto mais depressa, melhor."

    Caro JJHN


    O que tem que ser destruído é a esquerda e isso não é nada difícil, apenas depende da vontade política.

    Insisto, a solução passa pelo desmantelamento das bases de sustentação da esquerda.

    Aí vai a lista actualizada:


    Abolição do salário mínimo
    Liberalização dos despedimentos
    Abolição dos descontos
    Pagamento do verdadeiro custo da água e energia pelo utilizador
    Pagamento do verdadeiro custo de educação e saúde pelo utilizador
    Liberalização (facilitação, desregulamentação) do acesso às profissões liberais
    Liberalização das rendas
    Sujeição a IRC a todas as pessoas colectivas
    Simplificação do IRS com sujeição individual, taxa única, sem deduções e abatimentos
    Taxa única no Iva
    Desmantelar o sistema escolar com o e-learning
    Varrer a função pública
    Extinção das juntas de freguesia
    Redução do número de deputados
    ...
    ...
    ...

    ...

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