quinta-feira, 23 de junho de 2016

Porque é Que as Elites Judaicas Odeiam Donald Trump?




O video acima é bem demonstrativo do poder insano de que o lobby sionista goza nos Estados Unidos. Antes de ir mais longe, eu quero frisar e deixar aqui bem claro que eu sempre fui e sou um defensor do Estado de Israel, pelo simples motivo de que acredito que os judeus têm necessariamente de ter um sítio neste Mundo onde possam viver em paz e sossego, de acordo com as suas tradições e a sua cultura. Esse sítio, por imperativo histórico e étnico, deve ser localizado no Médio Oriente, pois é de lá que os povos semitas são oriundos e é portanto lá que se encontra o seu espaço natural. 

Uma vez que o Estado de Israel existe e portanto os judeus já concretizaram o seu antigo sonho de terem uma Pátria onde viver, não faz sentido absolutamente nenhum querer desmantelar esse Estado e transferi-lo para outro lugar algures no Médio Oriente. Isso simplesmente é irracional e na prática impossível (quem é que vai querer correr o risco de eliminar um Estado que possui centenas de ogivas nucleares?...)

Agora o que não podemos ter e isto no futuro vai ter acabar de uma vez por todas a bem, ou a mal, é o lobby sionista a comandar literalmente a política externa norte-americana e a utilizar as forças armadas dos Estados Unidos para fazer o seu trabalho sujo no Médio Oriente. O lobby sionista tem canalizado rios de dinheiro para financiar a compra de políticos norte-americanos e garantir o controlo dos media que insistentemente e 24/7 atacam e difamam qualquer um que faça uma crítica ao Estado de Israel ou ao lobby sionista.

Donald Trump é visceralmente odiado por muitos membros da elite judaica que vêem uma ameaça no mesmo. O perigo que Donald Trump representa para os interesses da elite sionista instalada no seio da política americana, é visível no próprio slogan da sua campanha: "Make America Great Again". Este slogan é pura e simplesmente incompatível com a agenda sionista que comanda  a política externa norte-americana, devido ao facto de não ser do interesse dos Estados Unidos fazer o que este País anda a fazer no Médio Oriente. Não é, nem nunca foi do interesse dos Estados Unidos invadir o Iraque, destruir a Líbia e fazer o que estão a fazer na Síria. Isto apenas serve os interesses de um País e esse País é Israel. O objectivo final se não de todo, pelo menos de uma parte do lobby sionista, é criar o "Greater Israel" e reduzir pelo caminho o Médio Oriente a um monte de ruínas fumegantes que não represente qualquer ameaça à segurança do Estado de Israel. 

No entanto, se os sionistas julgam que vão poder sair disto vencedores, esqueçam porque nem o Irão e a Rússia o vão permitir, nem a própria China vai tolerar mais a brincadeira dos sionistas, quando o terrorismo islâmico que está a ser fomentado por isto tudo, bater à porta da China. Eu estou até convencido de que no fim, vai ser a China a mudar a equação de uma vez por todas, se não for o Trump ou o Putin a alterá-la antes. É necessário ter em conta que a China tem não só uma pequena comunidade islâmica, como faz fronteira com o Mundo Islâmico. Se o que os sionistas andam a arranjar no Médio Oriente vier a eventualmente "derramar" para dentro da China, o Estado de Israel pode ter a certeza que os chineses o vão fazer pagar um preço muito caro e não há nenhuma cabala, superstição ou bruxaria semita no planeta que os salve da fúria do milenar dragão chinês...

Digo isto mesmo por amizade aos israelitas: Ganhem juízo e parem de desestabilizar o Médio Oriente, caso contrário, podem eventualmente vir a acabar como acabaram os tibetanos...

João José Horta Nobre
23 de Junho de 2016

 
Um video que originalmente foi censurado pelo youtube poucas horas depois de ter sido colocado online. Nele são exibidas provas concretas: os emails que Hillary Clinton trocou a partir de sua casa entre 2009 e 2013, quando era Secretária de Estado e que foram divulgados agora pela WikiLeaks. Os emails em causa demonstram como Hillary Clinton agiu deliberadamente no sentido de provocar a guerra civil na Síria para assim depor o Presidente Bashar al-Assad, sob o argumento de que era a melhor linha de acção para ajudar Israel:

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