sexta-feira, 22 de julho de 2016

Jesus Cristo Era um Judeu, Percebem o Que Isso Significa?



«A mais antiga tradição da nossa Civilização é a tradição grega. Devemos reatá-la. Temos que nos criar uma alma grega, para podermos continuar a obra da Grécia. Tudo posterior à Grécia tem sido um erro e um desvio. As nossas instituições políticas sofrem do colectivismo romano e do sentimentalismo Cristão. Misturámos à dureza administrativa de Roma a moleza humanitária dos sermões de Cristo. É uma prova de quão longe andamos da alma grega, como ela era verdadeiramente.» - Ricardo Reis (heterónimo de Fernando Pessoa) in O Regresso dos Deuses

Era o próprio António Sardinha, monárquico, católico e figura maior do Integralismo Lusitano, que afirmava ser o anti-semitismo nada mais do que "a revolta sagrada, a indignação justíssima, dos elementos nativos do país contra a gestão absorvente dos banqueiros israelitas nas engrenagens da governança."[1] No entanto, ao ler isto fico honestamente a pensar no quão grande tem de ser a ginástica mental que um sujeito precisa de levar a cabo, de forma a conseguir conciliar a sua crítica ao supremacismo judaico, com uma simultânea defesa da Igreja, instituição esta que é ela própria uma obra de semitas. 

O anti-semitismo do Nacional-Socialismo alemão era primitivo porque colocava primazia na questão da "raça", em lugar de dar a primazia ao verdadeiro problema que é exactamente a da questão religiosa/ideológica. O problema dos povos semitas não é, nem nunca foi de ordem biológica, mas sim, de ordem ideológica/religiosa. Estes povos, com os judeus à cabeça, são os obreiros das ideias mais pervertidas, cruéis, falsas e mentirosas que existem na face da terra. Vejam bem onde chega o nível da maldade desta gente, que no Apocalipse da "Sagrada" Bíblia até os pobres dos cães, só por serem cães, são odiados ao ponto de lhes ser prometido o inferno. Este profundo desprezo pelos caninos é um traço das culturas semitas onde o cão, a par do porco, é considerado como sendo um animal impuro. Não lhes basta serem racistas para com os humanos, ainda precisam de odiar também os animais inocentes, um factor que demonstra bem a maldade e a patifaria de que são capazes as culturas de raiz semita.

O Médio Oriente não é um "barril de pólvora" ao acaso, mas sim, porque se desenvolveram no seu seio ideologias/religiões que cultivam uma forma doentia de Messianismo baseado em mentiras inventadas e espalhadas por judeus. A base tanto do Cristianismo, como do Islão, é o Judaísmo e se quisermos compreender as primeiras, temos de compreender a última. Aqui não há volta a dar e não adianta virem-me com os delirantes argumentos dos teólogos medievais, porque esses argumentos são apenas mais mentiras e fabricações de filo-semitas que se podem juntar às outras mentiras fabricadas por judeus. Todo o Antigo Testamento, com algumas excepções, é uma invenção de judeus. O Novo Testamento segue-lhe os passos, com a diferença de que a estratégia de manipulação dos goyim é alterada. 

O Antigo Testamento ameaça directamente os goyim e promete-lhes os maiores horrores e castigos se estes não se curvarem perante a tribo de Israel. O Novo Testamento, pelo contrário, suaviza a retórica, mas a mensagem final é a mesma: ou os goyim se rendem ao Deus-Demónio dos judeus, ou serão eternamente castigados. 

Como eu já disse anteriormente aqui, este Deus de que falam os judeus, na realidade é um Demónio vingativo e maldoso. Não, não se trata de Moloch, mas esse é mais um exemplo de um Demónio parido pela imaginação judaica. Os goyim não se devem de curvar a estes delírios dos judeus e muito menos de temer os deuses ridículos dos mesmos.

A Igreja só conseguiu sobreviver durante tanto tempo, porque conseguiu efectivamente esconder muito bem o facto de ser uma obra da judiaria. Este é um facto que não há maneira de poder ser negado, pois basta abrir a Bíblia e lá estão escarrapachadas todas as mentiras dos judeus para que as possamos ler bem. Jesus era ele próprio o filho de uma judia, o que faz dele necessariamente um judeu e vejam bem a capacidade que estes semitas têm para dar a volta à cabeça dos goyim, que até conseguiram meter os mesmos de joelhos a rezarem a um judeu e à sua mãe judia. É ou não é isto um verdadeiro gozo?

Mas mais grave ainda do que isto tudo, foi o autêntico assalto que as ideologias/religiões semitas levaram a cabo contra as antigas religiões étnicas da Europa e posteriormente, por via da expansão árabe e europeia no Mundo, contra as religiões de outros povos indígenas, que viram as suas tradições pisadas e humilhadas pela crença no judeu de Nazaré ou no pedófilo de Meca (dois semitas cuja cultura tem tudo a ver com a nossa!). Foi assim que o supremacismo judaico cimentou a sua força no Mundo, ainda antes de dar o passo seguinte para o domínio da alta finança. Os supremacistas judeus sequestraram a mente de outros povos e usaram os mesmos como um veículo para espalharem crenças semitas, que servem para não só enfraquecer as várias barreiras de defesa dos goyim, mas para também os doutrinar, começando logo por metê-los de joelhos, de preferência bem curvados perante o horroroso Deus-Demónio dos semitas e por consequência da tribo de Israel.

A Europa está hoje muito doente, esquizofrénica mesmo, porque não consegue na sua maioria compreender nada disto e tenta conciliar o irreconciliável. Mas factos são factos e o facto é que onde quer que existam semitismos, existem problemas de vária ordem. Vejam os apelos do judeu de Nazaré para que os goyim ofereçam a face ao inimigo e dêem a túnica a quem lhes quer roubar a capa. Vejam como o judeu Jesus não só apelou ao derrotismo suicida dos goyim, mas foi ao ponto de transformar isto numa doutrina e fica tudo claro. O apóstolo Simão era ele próprio um zelota judaico. É necessário dizer mais alguma coisa?...

Profetas judeus, um Deus-Demónio judeu, mitologia judaica, ódio às nações dos goyim, não percebem que isto encaixa tudo? Não entendem que o Cristianismo é, na prática, um Neo-Judaísmo? Claro que houve períodos ao longo da história durante os quais os supremacistas judeus perderam o controlo sobre o Vaticano e por isso mesmo sofreram pesados revezes. Porém, em termos gerais o Cristianismo sempre serviu acima de tudo os interesses da tribo de Israel e não os interesses dos goyim que o seguem. Os resultados disto estão hoje bem à vista de todos e prolifera por aí a mentira imunda de que a Civilização Europeia é de raíz judaico-cristã. O próximo passo por esta lógica será os suspeitos do costume inventarem que a Europa, na realidade, é uma terra que outrora pertenceu à tribo de Israel e que por isso mesmo o Estado de Israel tem direito a anexar a mesma. Acreditem que já estivemos mais longe disto...

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Notas:
[1] SARDINHA, António - O Sentido Nacional de Uma Existência. Elvas, 1969. p. 22

João José Horta Nobre
22 Julho de 2016

11 comentários:

  1. E entretanto https://oquedeusquer.blogspot.pt/2016/05/blog-post.html

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  2. Mais mentiras do filo-semita da Opus Dei Portocarrero de Almada:

    http://observador.pt/opiniao/nao-terao-o-meu-odio/

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  3. E para entender o judaismo/abramismo é necessário ver o background de Abraham/Abraão em Ur da Caldeia/Sumeria.

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  4. É tudo obra do espírito santo, haja pachorra para tanta merda da Igreja. O que eles querem é $$$$

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  5. Tudo palavras sábias. O que João Nobre diz é tudo verdade, os judeus agem por via de movimentos e religiões que os mesmos criam e que depois utilizam como cavalos de troia para nos infiltrar e destruir.

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  6. Não é bem assim.

    Os judeus não aceitam ordens externas, sempre procuram administrar as nossas vidas.

    Quantos padres denunciaram esse jogo?

    Até Martinho Lutero denunciou como eles manipulam as nossas vidas.

    Este blog não é justo nas suas publicações.

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    Respostas
    1. «Os judeus não aceitam ordens externas, sempre procuram administrar as nossas vidas.»

      Se faz favor, diga-me onde é que eu escrevi que os judeus aceitam ordens externas?

      «Este blog não é justo nas suas publicações.»

      Pois não, deixa estar que o teu deve ser ser mais "justo nas publicações".

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  7. Excelente artigo!
    Ao meu vê o cristianismo é uma doença, aqui no Brasil e América em geral devastou tradições e culturas milenares,onde morava o grande deus Tupã foram construídas igrejas com apóstolos esquartejados. Tem também os povos da África que saqueados e vendidos como escravos pelos Abraâmico, tenho admiração muito pelos afrodescendentes que ainda mantém as tradições yoruba.



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    1. «Ao meu vê o cristianismo é uma doença»

      Onde quer que as ideologias semitas metam a pata, o resultado é sempre morte, tortura e sofrimento, normalmente em larga escala...

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