sábado, 30 de julho de 2016

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada Precisa de se Alistar no Bloco de Esquerda







E o Islão? É óbvio que há que respeitar todas as religiões – a liberdade religiosa é um dos principais pilares da democracia e do estado de direito – mas, mesmo que todas as religiões sejam pela paz como, a propósito deste atentado, disse o Papa Francisco, não se pode negar que o não são todas do mesmo modo. Um budista é, por natureza, um pacifista e um acérrimo partidário da não-violência, mas um muçulmano é um crente em Alá, pela alegada revelação de Maomé que, se por um lado foi um fervoroso líder religioso, por outro também foi, como é historicamente certo, um feroz guerreiro, que “não só pregou a violência contra os não muçulmanos, como dirigiu pessoalmente sessenta campanhas militares de enorme agressividade” (Paul Copan, Is God a moral monster?, ed. port., pág. 358). Por isso, não há qualquer exagero em afirmar que, embora possa haver um budista, ou um cristão, violento e agressivo, mais por excepção do que por regra, o mesmo não se pode dizer de todos os maometanos. Se há, como é de justiça reconhecer, seguidores de Maomé que são pacíficos e tolerantes, também os há que seguem a vida guerreira do dito profeta, professam a sua doutrina belicista, pretendem propagar pelas armas a sua crença e querem impor à força o regime islâmico, excluindo, como já acontece nos países oficialmente muçulmanos, a liberdade religiosa e os demais direitos fundamentais.

Bernard Lewis, talvez o maior especialista ocidental na matéria, escreveu: “As cruzadas são um desenvolvimento tardio na história do Cristianismo […]. O Cristianismo estivera sujeito aos ataques dos muçulmanos desde o século VII e perdera grandes territórios, que haviam sido conquistados pelo Islão […]. Contudo, no quadro da prolongada batalha entre o Cristianismo e o Islão, as cruzadas foram tardias, limitadas e relativamente breves. Pelo contrário, a jihad está presente desde os começos da história do Islão, tanto nos escritos como na vida do profeta e nos actos dos seus companheiros e sucessores imediatos. Prosseguiu durante toda a história do Islão e continua a ser fascinante para os muçulmanos da actualidade”, como os recentes atentados dolorosamente confirmam.

É óbvio que não se pode pôr em causa a liberdade religiosa, nem a liberdade política, de pensamento e de expressão mas, de modo análogo a como um nazi ou um maoista é um perigo para o Estado livre e democrático, também um crente extremista é uma ameaça real para a sociedade, sobretudo se professar uma religião que legitima o uso da violência. Seria injusto supor que todos os árabes, ou muçulmanos, são potenciais criminosos, até porque também há, no chamado Estado Islâmico, bastantes terroristas que não são árabes, bem como, eventualmente, mercenários que simularam a sua conversão ao Islão para serem admitidos nessa milícia muçulmana. Mas a Europa não pode ignorar uma verdade por de mais evidente: se, em tempos passados, teve de fazer frente a um terrorismo essencialmente político (Brigadas Vermelhas, ETA, Baader-Meinhof, IRA, etc.), agora é ameaçada pelo terrorismo que se autoproclama islâmico.


Depois de ler a pérola transcrita acima, da autoria do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, resta-me apenas aconselhar o mesmo a humildemente e na paz do judeu de Nazaré, dirigir-se à sede do Bloco de Esquerda que ficar mais próxima da sua área de residência e alistar-se nesse grande partido das causas "adiantadas" e defensor da imigração em massa e fronteiras abertas. Com sorte, o Portocarrero de Almada ainda tem a honra de poder fumar uns charros de "bolota" (isto "bate" a sério...) com o camarada Louçã, enquanto discutem quem foi o maior revolucionário judeu de todos os tempos, Jesus ou Trotsky?

Este padre, que escreve crónicas regulares para o Observador, onde cospe o seu veneno neo-judaico e ataca todos os nacionalistas, sem no entanto lhes dar o direito de resposta, é claramente alguém mentalmente retardado, ou então está conscientemente ao serviço de interesses muito obscuros. Não existe outra explicação para este tipo de comportamentos. Perante a mais do que caótica situação que as políticas de imigração em massa provocaram no tecido das sociedades europeias e perante o terror que já se vive, não só na forma de atentados, mas no dia-a-dia das populações autóctones, que vivem em muitos casos num receio permanente e sob a ameaça constante das hordas islamo-africanas importadas para dentro da Europa, perante tudo isto, este filo-semita e padreco da Opus Dei não se lembra de mais nada a não ser repetir a cassete internacionalista que é diariamente repetida nos media pelos papagaios do Mundialismo e pelo próprio Papa

Vejam bem que esta criatura até vai buscar o exemplo de Hitler! Isso mesmo, Hitler! Como se tivesse sido Hitler a abrir as fronteiras das pátrias europeias a uma autêntica invasão islamo-africana, que lenta, mas gradualmente, foi criando ao longo das últimas cinco décadas os ingredientes necessários para uma guerra civil na Europa Ocidental. Foi Hitler que fez isto? Foi Hitler que perante os repetidos e constantes avisos das forças nacionalistas, decidiu mesmo assim continuar de fronteiras abertas e a ignorar todos os sinais e alertas do desastre para onde caminhávamos? Foi Hitler que cometeu este despautério? Claro que não! É perfeitamente sabido que os responsáveis por tudo isto são os tais "democratas" liberalóides e marxistas, em conluio com os líderes religiosos dos judeus, cristãos e muçulmanos. Esta gente é quem nos quer desgraçar e são os mesmos que têm de ser nomeados e não um ditador que morreu há mais de setenta anos.

Os tais defensores dos "direitos humanos" e das liberdades "avançadas", mais não são do que marionetas controladas pela alta finança e ao serviço de uma agenda muito sinistra. As políticas de imigração praticadas por esta gente transformaram a Europa num autêntico "barril de pólvora", que inevitavelmente vai acabar por explodir mais dia, menos dia. Isto porque "a partir de uma determinada percentagem de muçulmanos (digamos, 10%) em relação à população total em uma sociedade europeia, surge o fenómeno da “singularidade islâmica”, que é o ponto através do qual a sua influência se começa a aproximar do infinito. É preciso que se note que a intenção do Islão não é só a conversão dos infiéis; é sobretudo a imposição da lei da Sharia em todo o mundo, independentemente da fidelidade ou não fidelidade ao Islão. 


Por tudo isto e muito mais que ficou por dizer, é que eu só posso dar razão a Paul Weston quando o mesmo diz que a França (e toda a restante Europa Ocidental...) só tem neste momento duas opções: ou a guerra civil total ou a submissão ao Islão. Leiam por vós mesmos: 










No one can predict the future but I think one thing can be said with absolute certainty — the next ten years will be NOTHING like the last sixty-five years of relative peace and prosperity. Really nothing at all. And right now, all eyes are on France.»

Eu se pertencesse à elite cosmopolita (o que incluí também a maioria do clero...) que actualmente se encontra no poder, começaria a ficar seriamente preocupado. Porque a "coisa" vai inevitávelmente aquecer e rebentar e quando rebentar as coisas vão ficar muito, muito feias e não vão faltar os ajustes de contas, os fuzilamentos sumários e todo o restante cortejo de horrores e sofrimentos que fazem sempre parte de todas as guerras civis de cariz étnico-religioso. Mas lá está, a culpa é do Hitler...

Entretanto não se esqueçam de que há um homem num certo País onde os invernos costumam ser muito frios e as mulheres muito brancas, que dá pelo nome de Putin e que com certeza fará chegar uns carregamentos de armas e munições às mãos certas quando chegar a hora "H". As elites europeias andam mesmo muito iludidas se julgam que por terem o controlo dos exércitos nacionais (por enquanto...), isso significa que vão possuir para sempre o monopólio do emprego da força bélica. Nós portugueses sabemos bem como a União Soviética fornecia armas e munições aos auto-denominados "movimentos de libertação" que nos combatiam nas antigas províncias ultramarinas. Os russos têm uma larga experiência nesta estratégia de apoio a grupos armados que combatem a soldo e com o apoio dos mesmos. Nada faz crer que não serão capazes de fazê-lo também em países da Europa Ocidental quando as coisas "aquecerem" um pouco mais dentro da União Europeia, que como sabemos, é um alvo a abater tanto para Putin, como para a dita "extrema-direita". Assim de repente veio-me à cabeça um velho provérbio: "O inimigo do meu inimigo é meu amigo"...

João José Horta Nobre
30 de Julho de 2016


1 comentário:

  1. É pena que este tipo de tolinhos (sim, o Portocarrero de Almada), os esquerdelhos retardados, e os imbecis politicamente correctos em geral, tenham provocado a situação actual, e que agora, mesmo colocados perante os resultados das suas politicas de alegre acolhimento de muçulmanos e de feliz multiculturalidade, ainda continuem a lutar para a tentar agravar mais as coisas.
    Actualmente já tem nas mãos o sangue de milhares de inocentes, mas vão ser responsaveis por MUITO mais assassinatos de inocentes, na linha do que tem acontecido (e depois, quando as coisas forem finalmente assumidas pelas populações, serão os responsáveis por mortes ainda em maior escala - são desenvolvimentos já inevitáveis)...
    Em ultima analise são responsáveis pela destruição da maior civilização da história, e pelo arruinar das vidas de centenas de milhões de pessoas - nós, os Europeus.

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