segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A Igreja Católica é Uma Inimiga Declarada dos Povos da Europa



Diz agora o "santo" Papa que não é justo afirmar-mos que "o Islão é terrorista". Vejamos, o Islão é uma religião de origem semita, cujo profeta maior foi não só um pedófilo assumido, mas também um traficante de escravos e um criminoso contra a humanidade. Isto tudo só por si já deveria de ser o suficiente para obrigar o Vaticano a repudiar a figura de Maomé e por consequência o Islão. Mas nem o Papa, nem nenhuma figura destacada da Igreja Católica tem a coragem de falar a verdade sobre o Islão, porque têm medo, são cobardes, mentirosos, vendidos e cederam ao politicamente correcto. Dito em linguagem cristã: esta gente vendeu a alma ao Diabo. Uma instituição religiosa, partido ou governo não pode dizer que defende os "direitos humanos" e simultaneamente, apelar ao respeito por uma ideologia político-religiosa assassina, anti-natural, inumana e cujo fundador defendia a escravatura, a pedofilia e a guerra religiosa. Uma religião assim não é para ser respeitada, mas sim, para ser banida da nossa sociedade e banida para todo o sempre. A Igreja, com toda a sua arrogância e mania de que é muito "sábia" e "sapiente", já deveria de ter compreendido isto tudo há muito e eu no fundo, penso que ela até o compreendeu, mas prefere fazer-se de desentendida e alinhar oportunamente com as forças da Nova Ordem Mundial, acreditando assim e erroneamente estar a jogar do lado certo da história.

Onde quer que o Islão tenha entrado em contacto com outras culturas, das duas uma: ou deu guerra e o Islão impôs-se, ou deu guerra e o Islão foi expulso. Não existe um único exemplo histórico de uma sociedade onde os muçulmanos quando em maioria numérica, tenham tido uma convivência pacífica com outras culturas e religiões. A única forma de obrigar os muçulmanos a respeitar as minorias religiosas, é instituindo o Laicismo à força e aplicando medidas ditatoriais que reprimam brutalmente os islamitas, à semelhança do que Mustafa Kemal Atatürk fez na Turquia, Nasser no Egipto, Saddam Hussein no Iraque e Hafez al-Assad na Síria. Nestes regimes que eu referi conseguiu-se manter, de facto, o Islão sob controlo, mas apenas à custa de uma repressão pesadíssima, que mesmo na Turquia de Atatürk assumiu muitas vezes contornos extremamente sangrentos. Na Europa Ocidental não irá ser diferente: ou segue-se o caminho da repressão, que a meu ver terá de incluir a ilegalização pura e simples do credo islâmico. Ou então, a Europa Ocidental sucumbirá ao Islão. É tão simples quanto isto e por mais que haja por aí imensa gente que gosta de "brincar às democracias", não estou a ver essas mesmas "democracias" na sua forma actual, a conseguirem dar conta do recado...

Nunca em local ou tempo algum, o Islão se comportou de forma civilizada. No entanto e apesar disto tudo, o Papa Francisco (e a larga maioria do clero católico...) acha que o Islão não é uma religião terrorista. Eu não tenho problemas em dizê-lo: a Igreja Católica é uma inimiga declarada dos povos da Europa. Aliás, a Igreja Católica hoje e a meu ver, já nem é verdadeiramente uma "Igreja", mas sim, uma agência de propaganda ao serviço da Nova Ordem Mundial, que sob a capa da religião se aproveita da fé das pessoas para levar a cabo a sua agenda sinistra. No fundo, a culpa nem é do actual Papa, mas da própria Igreja que está já completamente minada e podre por dentro. O Papa é apenas um reflexo do que grassa no seio da Igreja.

João José Horta Nobre
1 de Agosto de 2016


32 comentários:

  1. Porque falas tanto em islão e cristianismo e nada fala sobre os judeus ,os pretos ,os zucas ciganos que andam a destruir Portugal ?

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    1. Quem destrói Portugal são as elites que deixaram essa gente vir para cá e em números completamente descontrolados.

      Quanto a judeus, se acha mesmo que eu "nada falo" sobre os mesmos, então aconselho-o a ver bem o historial deste blog, porque se há gente de que eu tenho falado nos últimos tempos, é exactamente dos judeus, ou melhor, da elites judaicas.

      Quanto a "zucas ciganos", afinal o que vem a ser isso?

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  2. E sobre os autênticos guettos que existem na França, Bélgica, Alemanha, Reino Unido, onde os fanáticos mohamerd@s impõe a tal sharia e a policia nem se atreve a entrar , que diz a isto o Papa Francisco ? Nada, é claro. Só defende o discurso politicamente correcto, para agradar aos tais pacíficos mohamerd@s, que aos poucos vão-se infiltrando no ocidente, á custa dos cobardes dirigentes europeus e aos mídia, que falam dos pobres réfugiados ( não refugiados ) 24 horas por dia, em todas as tvs...já metem nojo, pois lavam as crocas de todos nós e não vão ao essencial da questão - o domínio e abuso desses inocentes do tal islão, que são tudo menos tolerantes e pacíficos.

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    1. «Nada, é claro. Só defende o discurso politicamente correcto, para agradar aos tais pacíficos mohamerd@s,»

      Eles têm medo, são cobardes. A Igreja é um antro de cobardes e hipócritas, que sempre se colocou do lado do mais forte e daqueles que ela julga que vão vencer a batalha. O que lhe interessa acima de tudo é sobreviver, à custa de tudo e de todos, o que inclui roubar e matar inocentes e até crianças se tal for necessário.

      Mas desta vez a Igreja vai-se queimar de vez, porque já virou praticamente tudo e todos contra ela, restando-lhe apenas o apoio dos monárquicos e de um punhado de fanáticos religiosos.

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. sharia nos guetos imigrantes ; com aquele uso de drogas ,bebedeiras e promescuidade comum invasores de segunda e terceira geraçao?Ah mas eu duvido e muito!

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  3. O Papa Chico é mais um multiculturalista badalhoco para a colecção.
    .
    Muito blá, blá, blá... mas nunca vemos um multiculturalista badalhoco a defender o legítimo Direito à sobrevivência das mais diversas Identidades... inclusive aquelas de 'baixo rendimento demográfico, inclusive aquelas economicamente pouco rentáveis!.....
    .
    Quando se diz «todos diferentes, todos iguais...» isto é, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta [nota: inclusive as de 'baixo rendimento demográfico'... inclusive as economicamente pouco rentáveis...], Nazis Económicos - desde há séculos com a bênção de responsáveis da Igreja Católica - proclamam logo «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia...»
    [nota: os nazis económicos (nazis-à-USA) provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]
    .
    .
    P.S.
    Pelo LEGÍTIMO Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones:
    -» http://separatismo--50--50.blogspot.com/

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    1. «O Papa Chico é mais um multiculturalista badalhoco para a colecção.»

      Não tenha dúvidas sobre isso!

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  4. "Esta gente vendeu a alma ao diabo".Check http://conspiratio3.blogspot.pt/2013/04/os-jesuitas-e-o-movimento.html

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  5. "A Igreja Católica é Uma Inimiga Declarada dos Povos da Europa "

    Caro JJHN

    Falso e muito pelo contrário, nos 3 continentes conhecidos no tempo de Cristo foi na Europa que o Cristianismo se expandiu mais e onde se fixou ganhando raízes fortes.


    "A Igreja, com toda a sua arrogância e mania de que é muito "sábia" e "sapiente", já deveria de ter compreendido isto tudo há muito e eu no fundo, penso que ela até o compreendeu, mas prefere fazer-se de desentendida e alinhar oportunamente com as forças da Nova Ordem Mundial, acreditando assim e erroneamente estar a jogar do lado certo da história."

    Não é a Igreja que se considera sábia e arrogante, não precisa disso, basta analisar a sua História: ao longo dos séculos sobreviveu e expandiu-se desde os tempos do Império Romano, sobreviveu à sua derrocada, consolidou-se na Idade Média e nos tempos feudais, sobreviveu à expansão islâmica, sobreviveu à queda de Jerusálem e do Império Romano do Oriente, expandiu-se durante os Descobrimentos, sobreviveu às Cismas Cristãs, sobreviveu à Reforma Protestante, sobreviveu ao Renascimento, sobreviveu às inúmeras guerras na Europa, sobreviveu à Revolução Francesa, sobreviveu ao avanço da ciência, desde Galileu e Darwin, sobreviveu às guerras napoleónicas, sobreviveu à Grande Guerra, sobreviveu à Revolução de Outubro, sobreviveu ao nazismo, sobreviveu à 2ª Guerra, sobreviveu aos regimes do Leste da Europa e continua a sobreviver até hoje. Sobreviveu a Impérios, Reinos, Repúblicas, Ditaduras e Democracias.

    A Igreja não alinha com a Velha Ordem Mundial ou com a Nova Ordem Mundial ou com alguma Pseudo-Ordem Mundial, apenas segue a Cristo.


    P.S. " não é justo afirmar-mos que..."

    afirmarmos

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    1. «Falso e muito pelo contrário, nos 3 continentes conhecidos no tempo de Cristo foi na Europa que o Cristianismo se expandiu mais e onde se fixou ganhando raízes fortes.»

      E em que medida é que essa afirmação que fez, contradiz o facto de a Igreja Católica, a par da maioria das igrejas protestantes, serem hoje inimigas declaradas dos povos europeus?

      «A Igreja não alinha com a Velha Ordem Mundial ou com a Nova Ordem Mundial ou com alguma Pseudo-Ordem Mundial, apenas segue a Cristo.»

      Pois ela está a seguir Cristo, que não hajam dúvidas sobre isso:

      https://www.youtube.com/watch?v=SfPs1Y_kWbY

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    2. Já agora, faço notar que a Cristandade divulgou-se mais depressa primeiramnente no Médio Oriente e no norte de África, só depois na Europa. Mas a maior parte do seu poder e da sua sobrevivência foi feita com base na força das armas, o que tem imensa piada quando se recorda que tal credo prega o amor e a conversão individual... estranheza das estranhezas, onde quer que a Cristandade não tenha tido força político-militar para impingir o seu culto às massas, estas não «viram a luz» do Judeu Crucificado...

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    3. Entretanto, a Igreja quer mesmo uma nova ordem mundial - aliás, a própria raiz da ideia de «Nova Ordem Mundial», assenta, directa ou indirectamente, nos postulados cristãos. A ideia de um governo único a governar uma humanidade «una» num ideal é uma ideia propagada pelos cristãos, que sempre, mas sempre, aspiraram ao domínio global.

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    4. Recorde-se o que escreveu Celso no século II (não foi no século XIX ou no XX, foi no II), dirigido aos cristãos da sua época, passo a citar:

      "117. Não é tolerável ouvir-vos (cristãos) dizer: «Se os imperadores que hoje reinam, após de deixarem persuadir por nós, correrem para a sua perda, seduziremos ainda os seus vencedores. Se estes caírem igualmente, far-nos-emos ouvir pelos seus sucessores, até que todos nos tenham acreditado e sejam igualmente exterminados pelos inimigos.» - Sem dúvida, é o que não deixaria de suceder, a menos que um poder mais esclarecido e mais previdente vos destrua a todos de alto a baixo, antes que pereça devido a vós. Se fosse possível que todos os povos que habitam a Europa, a Ásia, a África, tanto Gregos como Bárbaros, até aos confins do mundo, fossem unidos pela comunidade de uma mesma fé, talvez uma tentativa do género da vossa tivesse probabilidades de êxito; mas isso é pura quimera, dada a diversidade das populações e dos seus costumes. Quem põe em mente semelhante desígnio, mostra por isso mesmo que é cego."

      Fim de citação.

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    5. Recordo uma notícia de 2009:
      O Papa defende, numa encíclica publicada há poucos dias, «Caritas in veritate» (Caridade na Verdade...) que se dê um grande passo em frente na criação de um governo mundial: quer que seja criada aquilo a que chama Autoridade Politica Mundial, «grau superior de organização à escala internacional de tipo subsidiário para governar a mundialização» para «proceder ao desarmamento integral, alcançar a segurança alimentar, assegurar a protecção do ambiente e», atenção, «regular os fluxos migratórios», ou seja, as políticas de imigração passariam a ser ditadas, não pelos governos, já nem por grupos de países (como a UE), mas por uma autoridade mundial.

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    6. Caro JJHN

      Obviamente porque a base civilizacional da Europa sustenta-se num dos pilares que é a tradição judaico-cristã.


      Caro Caturo

      Não vale a pena perder tempo com notícias dessas, é preferível analisar o documento em si próprio.

      http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20090629_caritas-in-veritate.html


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    7. Este comentário foi removido pelo autor.

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    8. Caro Arquivista,

      A base civilizacional da Europa sustenta-se nas raízes culturais clássicas, greco-romanas. E, mais importante ainda do que a civilização, é a cultura no sentido étnico. No caso europeu, o essencial da sua identidade étnica assenta no mundo indo-europeu ou «árico», por assim dizer, do qual Grécia e Roma são, de resto, sequências. O Cristianismo quis cavalgar tudo isto para usar a Europa como plataforma a partir da qual conseguisse converter o planeta. Falhou, até ver, e, em solo europeu, está a morrer, enquanto os Europeus propriamente ditos estão por seu turno cada vez mais europeus e a reagir à iminvasão que a sua elite desenraizada lhes quer impor, por isso mesmo é que votam cada vez mais nos partidos nacionalistas, cujo cerne da mensagem é diametralmente oposto ao da Cristandade. A Europa será pois tanto mais europeia quanto mais se libertar da tradição judaico-cristã e seus subprodutos, tais como o universalismo militantemente anti-racista e o multiculturalismo.

      Quanto ao documento em si próprio, aguardo que seja referida alguma passagem a contrariar aquela que eu acima citei.

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    9. Caro Arquivista,

      A base civilizacional da Europa sustenta-se nas raízes culturais clássicas, greco-romanas. E, mais importante ainda do que a civilização, é a cultura no sentido étnico. No caso europeu, o essencial da sua identidade étnica assenta no mundo indo-europeu ou «árico», por assim dizer, do qual Grécia e Roma são, de resto, sequências. O Cristianismo quis cavalgar tudo isto para usar a Europa como plataforma a partir da qual conseguisse converter o planeta. Falhou, até ver, e, em solo europeu, está a morrer, enquanto os Europeus propriamente ditos estão por seu turno cada vez mais europeus e a reagir à iminvasão que a sua elite desenraizada lhes quer impor, por isso mesmo é que votam cada vez mais nos partidos nacionalistas, cujo cerne da mensagem é diametralmente oposto ao da Cristandade. A Europa será pois tanto mais europeia quanto mais se libertar da tradição judaico-cristã e seus subprodutos, tais como o universalismo militantemente anti-racista e o multiculturalismo.

      Quanto ao documento em si próprio, aguardo que seja referida alguma passagem a contrariar aquela que eu acima citei.

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    10. Caro Arquivista,

      A base civilizacional da Europa sustenta-se nas raízes culturais clássicas, greco-romanas. Mais importante ainda do que a civilização é a cultura no sentido étnico. No caso europeu, o essencial da sua identidade étnica assenta no mundo indo-europeu ou «árico», por assim dizer, do qual Grécia e Roma são, de resto, sequências. O Cristianismo quis cavalgar tudo isto para usar a Europa como plataforma a partir da qual conseguisse converter o planeta. Falhou, até ver e, em solo europeu, está a morrer, enquanto os Europeus propriamente ditos estão pelo contrário cada vez mais europeus e a reagir à iminvasão que a sua elite desenraizada lhes quer impor, por isso mesmo é que votam cada vez mais nos partidos nacionalistas, cujo cerne da mensagem é diametralmente oposto ao da Cristandade. A Europa será pois tanto mais europeia quanto mais se libertar da tradição judaico-cristã e seus subprodutos, tais como o universalismo militantemente anti-racista e o multiculturalismo.

      Quanto ao documento em si próprio, aguardo que seja referida alguma passagem a contrariar aquela que eu acima citei.

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    11. "A base civilizacional da Europa sustenta-se nas raízes culturais clássicas, greco-romanas."

      Caro Caturo

      Sem dúvida, esse é o outro pilar da Civilização Ocidental.

      "O Cristianismo quis cavalgar tudo isto para usar a Europa como plataforma a partir da qual conseguisse converter o planeta."

      O Cristianismo espalhou-se pela Europa devido ao Império Romano ser o mais vasto e com melhores infra-estruturas e transportes marítimos na altura no Ocidente, aliás o principal e duradouro legado do Império Romano é o Cristianismo. Seria difícil, na altura, ter o mesmo sucesso em África e na Ásia devido às barreiras naturais nomeadamente os desertos.

      Ao contrário do que menciona, o Cristianismo é a religião que mais cresce em todo o Mundo, não falhou, simplesmente continua o seu trabalho de evangelização.


      "os Europeus propriamente ditos estão pelo contrário cada vez mais europeus e a reagir à iminvasão que a sua elite desenraizada lhes quer impor, por isso mesmo é que votam cada vez mais nos partidos nacionalistas, cujo cerne da mensagem é diametralmente oposto ao da Cristandade."

      - Tem uma percepção surreal sobre em quem os eleitores votam e as consequências desses votos
      - Confunde política com religião
      - Ainda não percebeu que afastar a tradição judaico-cristã é deixar instalar a cultura islâmica

      "Quanto ao documento em si próprio, aguardo que seja referida alguma passagem a contrariar aquela que eu acima citei. "

      Apenas enviei o link porque partiu duma notícia de jornal e muitas vezes o que os jornalistas escrevem não tem muita fiabilidade. Sugeri que fosse melhor analisar o documento em causa.

      Em relação à tal Autoridade Política Mundial já existe desde a criação da ONU, aliás mesmo antes quando ainda se chamava Sociedade das Nações.

      Os seus objectivos são o de promover a segurança e a paz, através do desenvolvimento económico, defesa do ambiente, promoção dos direitos humanos, etc.

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    12. «Obviamente porque a base civilizacional da Europa sustenta-se num dos pilares que é a tradição judaico-cristã.»

      O Arquivista pode especificar?

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    13. Isso da "tradição judaico-cristã" a parece-me uma fantasia inventada pelas elites cosmopolitas. Não tem fundamento factual.

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    14. «A base civilizacional da Europa sustenta-se nas raízes culturais clássicas, greco-romanas.»

      Ora, lá está! O Caturo está 100% certo. Penso que foi só mesmo já no século XX que se começou a falar dessa coisa da "tradiçao judaico-cristã" que o Arquivista refere. Desconfio seriamente que por influência de judeus que obviamente vêem uma grande utilidade nessa ideia da Europa "judaico-cristã", de forma a marcarem terreno e sequestraram uma cultura à qual nunca pertenceram ou quiseram sequer pertencer, com algumas devidas excepções.

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    15. Este debate que para aqui vai entre Paganismo e Cristianismo nunca mais vai ter fim. Eu já sei como é, os cristãos disparam o que lhes enfiaram na cabeça e o lado pagão responde como pode e com os argumntos que tem. É um debate que dura há mais de 2000 anos e que nunca terá um fim possível.

      Já o Cristianismo, isso é outra história, é mais do que claro que essa religião está a dar as últimas na Europa Ocidental e em breve ficará reduzida a cacos.

      Só acho é muito estranho o Arquivista insistir no argumento de que o Cristianismo é necessário para salvaguardar a Europa do Islão, quando é a própria Igreja que quer acolher refugiados muçulmanos em massa e apela explicitamente à abertura total das fronteiras. Enfim...

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    16. Caro JJHN

      Especificar o quê? Praticamente todas as crianças têm catequese, ou seja, estudam o Novo Testamento, os actos e as palavras de Cristo, a moral e a noção de pecado, tudo isto ainda remete-nos aos 10 Mandamentos e ao Êxodo.

      É este tipo de ensinamentos, primeiro ao nível da família e depois na catequese que nos orienta nos nossos actos e palavras mesmo que depois nem nos lembremos disso.

      Obviamente que o outro pilar é a cultura greco-romana, nomeadamente a filosofia grega e o direito e os costumes romanos.


      "Já o Cristianismo, isso é outra história, é mais do que claro que essa religião está a dar as últimas na Europa Ocidental e em breve ficará reduzida a cacos."

      Continua sem dar relevância à capacidade de sobrevivência da Igreja ao longo dos séculos.

      Não é a Igreja que deixa vir os pseudo-refugiados, eles vêm pelo seu próprio pé e os Governos ajudam a cá chegar em segurança e depois financiam a sua estada. E não são só pseudo-refugiados muçulmanos
      que cá chegam.


      "Penso que foi só mesmo já no século XX que se começou a falar dessa coisa da "tradiçao judaico-cristã" que o Arquivista refere."

      Se só no século XX é que se começa a falar da tradição judaico-cristã era porque, se calhar, antes não era preciso.

      Os verdadeiros ataques à Igreja, à religião cristã e à própria sociedade sempre partiram da Esquerda, após a Revolução Francesa que originaram o ideal igualitário como política dando origem ao anarquismo, comunismo, socialismo.

      O laicismo afastou a influência da Igreja no Estado, no sistema escolar.

      Hoje em dia atacam através das "causas fracturantes".

      Hoje em dia estão nas últimas faltando-lhes desmantelas as suas bases de sustentação e olhe que isso ainda pode demorar muito tempo, dependendo da vontade política e da pressão financeira.

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    17. «Praticamente todas as crianças têm catequese»

      Olhe que não, caro Arquivista. Isso era há 20 ou 30 anos atrás. Claro que ainda há muitas crianças a frequentar a catequese, mas eu pessoalmente não tenho dúvidas de que houve um forte declínio nessa área, acima de tudo porque a sociedade em geral está muito menos religiosa e a Igreja perdeu muito poder e influência nas últimas décadas.

      «Continua sem dar relevância à capacidade de sobrevivência da Igreja ao longo dos séculos.»

      Ah, mas eu não tenho dúvidas de que a Igreja vai sobreviver. Ela simplesmente vai é ficar reduzida a um punhado de crentes e a uma relíquia do passado:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/05/o-cristianismo-tem-futuro-na-europa.html

      «Não é a Igreja que deixa vir os pseudo-refugiados, eles vêm pelo seu próprio pé e os Governos ajudam a cá chegar em segurança e depois financiam a sua estada. E não são só pseudo-refugiados muçulmanos
      que cá chegam.»

      Pois não é a Igreja que os deixa vir, mas a Igreja incentiva e abre-lhes as portas. Na minha terra o padre nem hesitou em colocar a paróquia ao serviço do acolhimento de refugiados. Entretanto, os sem-abrigos portugueses que fiquem a dormir na rua.

      «Se só no século XX é que se começa a falar da tradição judaico-cristã era porque, se calhar, antes não era preciso.»

      https://www.youtube.com/watch?v=typ2pl2L47k

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  6. Não surpreende ver este papa a defender o Islão, irmão mais novo do Cristianismo, quando não seu derivado. Este papa mais não faz do que seguir a linha oficial da Igreja Católica Apostólica Romana desde pelo menos 1965:

    ««3. A Igreja olha também com estima para os muçulmanos. Adoram eles o Deus Único, vivo e subsistente, misericordioso e omnipotente, criador do céu e da terra (5), que falou aos homens e a cujos decretos, mesmo ocultos, procuram submeter-se de todo o coração, como a Deus se submeteu Abraão, que a fé islâmica de bom grado evoca. Embora sem o reconhecerem como Deus, veneram Jesus como profeta, e honram Maria, sua mãe virginal, à qual por vezes invocam devotamente. Esperam pelo dia do juízo, no qual Deus remunerará todos os homens, uma vez ressuscitados. Têm, por isso, em apreço a vida moral e prestam culto a Deus, sobretudo com a oração, a esmola e o jejum.
    E se é verdade que, no decurso dos séculos, surgiram entre cristãos e muçulmanos não poucas discórdias e ódios, este sagrado Concílio exorta todos a que, esquecendo o passado, sinceramente se exercitem na compreensão mútua e juntos defendam e promovam a justiça social, os bens morais e a paz e liberdade para todos os homens.»
    http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_decl_19651028_nostra-aetate_po.html

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    1. O Vaticano não sabe o que diz. "Deus misericordioso"?!? A sério, a padralhada que me deixe rir...

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  7. Estude sobre o Concílio Vaticano II para compreender um pouco sobre os acontecimentos das últimas décadas.

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    1. http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_decl_19651028_nostra-aetate_po.html

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  8. Concílio Vaticano II

    https://youtu.be/16UpEJmlwE8

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