segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Contra Tudo e Contra Todos, a Alt-Right Continua a Marchar de Vitória em Vitória



"Pode ver-se acima o mapa do «stellar growth» - bela expressão, é de registar e voltar a usar... - ou crescimento astronómico dos partidos nacionalistas europeus. Este actual sucesso político é confirmação, aliás, é uma data de confirmações, de que a Democracia constitui a maior potencial aliada do Nacionalismo: repare-se que mesmo tendo contra si toda a elite política (todos os outros partidos), todos os mé(r)dia dominantes, toda a intelectualidade dominante, até mesmo todas as igrejas cristãs, mesmo assim, mas é que mesmo assim, os partidos nacionalistas crescem a olhos vistos. Os profetas da desgraça juram pela mãezinha que a Europa está em decadência - erram em toda a linha. A Europa está viva e de boa saúde: os Europeus, que ainda estão em clara maioria numérica nos seus próprios países, são cada vez mais contra a imigração e deixam cada vez mais para trás os valores universalistas que as elites - cristã, de um lado, esquerdista, de outro - os quiseram obrigar a engolir. Só os derrotistas ou os mundialistas é que têm interesse em que se dê como adquirido o desaparecimento das identidades étnicas europeias. O Povo, o Povo autêntico, continua a dizer «Nós em primeiro lugar». Os Europeus na sua própria terra não querem ser substituídos por imigrantes, por isso votam cada vez mais nas formações partidárias nacionalistas."

Do ponto de vista ideológico, eu formei-me principalmente na escola de pensamento muito pouco conhecida em Portugal, que dá pelo nome de Alt-Right (um diminuitivo da expressão Alternative Right) e que se tornou célebre nos últimos dias devido ao facto de a Hillary Clinton ter referido a mesma num discurso seu. Ser-se membro da Alt-Right há dez anos atrás era motivo para se ser gozado e prontamente tratado como um "doidinho" sem futuro. Hoje, dez anos passados, o progresso que se fez nesta área é inegável. Evoluímos de um pequeno grupo de "doidinhos" e "neonazis" sem qualquer relevância política e que vivia apenas no Mundo virtual, para uma força espalhada por toda a Europa e os Estados Unidos, que já é assumidamente temida pelo establishment, a ponto de a própria candidata a Presidente dos Estados Unidos já nos fazer referências nos seus discursos, onde como seria de esperar somos todos prontamente tratados como "extremistas" e nacionalistas "radicais" financiados por Putin. Prometo a quem conseguir encontrar as minhas contas bancárias secretas onde eu guardo o dinheiro que Putin me envia, que darei a essa mesma pessoa 90% do dinheiro que lá está depositado. Boa sorte na vossa busca...

Mas antes de prosseguir mais, importa definir o que é a Alt-Right para os iniciantes na matéria. A verdade é que a Alt-Right não é um movimento político organizado, mas sim, uma amálgama de ideias que têm em comum três princípios que para nós são sagrados e totalmente inegociáveis: o Nacionalismo, o Identitarismo e o Neoreaccionarismo. A Alt-Right não é uma ideologia unificada, nem deve sê-lo para seu próprio bem. Antes pelo contrário, é precisamente a profunda diversidade de ideias dentro da Alt-Right, que lhe confere neste momento a sua vantagem imbatível sobre todos os outros movimentos políticos existentes tanto à direita, como à esquerda. Não existe neste momento um campo político mais dinâmico e proactivo do que a Alt-Right e isto é apenas o natural resultado de décadas de perseguição por parte do establishment contra membros da Alt-Right. Lembram-se do velho provérbio que diz que "o que não nos mata, torna-nos mais fortes"? No caso da Alt-Right, isto aplica-se na perfeição, pois quanto mais os nossos inimigos nos tentam destruir, mais fortes nós ficamos. 

De longe, a Alt-Right também é hoje o movimento político mais agressivo e audaz de todos, não hesitando em "chamar os bois pelos nomes" e dizer o que muitos outros pensam, mas não se atrevem a expressar. Temos contra nós toda a elite política e cultural reinante, os grandes media, a maior parte da intelectualidade dominante e todas as igrejas cristãs, incluindo o próprio Papa. Mesmo assim, mesmo com toda esta cáfila contra nós e com tantos biliões de euros e dólares gastos em campanhas e propaganda para nos difamar e destruir, mesmo assim, não paramos de crescer e continuamos a marchar de vitória em vitória.

Acima de tudo, o grande trunfo da Alt-Right foi ter aprendido a combater eficazmente os neomarxistas e a sua propaganda venenosa. O neoreaccionarismo da Alt-Right é exactamente isto: a sua capacidade para conseguir eficazmente contrariar e rebater o discurso neomarxista, que nem a Igreja, nem os monárquicos, nem os nacionalistas e conservadores tradicionais sabem contrariar, porque estão a combater os seus inimigos ideológicos com métodos políticos e linguagem saída da década de 1950 (mesmo em Portugal, o motivo pelo qual o Estado Novo perdeu a batalha cultural contra a esquerda, foi devido a este preciso motivo). O neoreaccionarismo da Alt-Right veio modificar isto tudo, começando logo por modernizar a linguagem política, actualizando e em muitos casos radicalizando os métodos de combate político e preparou ideológicamente o Nacionalismo que muitos consideravam como sendo "ultrapassado", para conseguir combater eficazmente uma guerra político-ideológica no século XXI. E acreditam que isto não foi uma tarefa nada fácil. Foi necessário pegar em conceitos que se encontravam quase esquecidos ou eram totalmente desprezados e redefini-los por completo, conferindo-lhes uma roupagem nova, ao mesmo tempo que se tinha de lutar contra décadas de propaganda "multicultural" e toda a lavagem cerebral que a elite reinante levou a cabo na população desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Honra lhes seja feita, o que todos os membros da Alt-Right fizeram nestes últimos anos, desde os mais modestos e com menos recursos, aos mais bem financiados e audazes, foi um verdadeiro milagre cuja real magnitude e importância ainda nem sequer foi devidamente reconhecida por muitos membros da própria Alt-Right. Certamente, que quando um dia no futuro se escrever sobre o renascimento nacionalista no início do século XXI, a historiografia terá de ter em conta o papel mais do que central que a Alt-Right teve no mesmo.

Se os partidos nacionalistas hoje podem gozar dos triunfos que têm obtido na Europa durante os últimos anos, tal deve-se em grande parte à Alt-Right que durante os últimos dez anos não parou de atacar e desgastar o establishment em todos os meios onde se conseguiu colocar, começando logo pelas redes sociais, que são hoje uma autêntica arma de desintoxicação contra o veneno que os grandes media tentam enfiar na cabeça dos cidadãos 24/7. A Alt-Right evoluiu espectacularmente em apenas uma década, de uma situação de total irrelevância política, para uma situação em que já assusta seriamente os poderes instalados e eles têm motivos para ter medo de nós, porque eles sabem o que nós lhes vamos fazer quando tomarmos o poder. Eles sabem o que lhes espera e por isso lutam contra nós como podem, mas por mais que nos difamem e persigam, por mais políticos e juízes que comprem, nada nos vai parar ou travar e muito menos fazer desistir. Nós viemos para ficar e é bom que a actual elite reinante (que não vai ser "reinante" durante muito mais tempo...) meta isto na cabeça de uma vez por todas.

João José Horta Nobre
29 de Agosto de 2016


17 comentários:

  1. Não conheço estatísticas, mas no universo das minhas relações sociais não há razões para qualquer optimismo. Mesmo os que se vão chegando à direita, borram-se de medo de ser apodados de "fassistas" ou saudosistas. As palavras apavoram-nos.
    Talvez nos países europeus mais atingidos pela invasão camuflada de pretos e árabes, o contacto com o terrorismo e a violência faça a diferença.
    No geral, os merdosos da comunicação social vão controlando e condicionando, no seu trabalho de sapa.

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    1. Não sei se reparou, mas eu nem sequer tenho em conta a situação portuguesa, pois considero Portugal um País que se limita a andar "a reboque" do que se passa lá fora. Precisamente por este motivo é que eu tenho dito que a batalha tem de ser primeiro vencida na frente externa e só posteriormente se poderá vencer na frente interna. Interessa-me muito mais o que se passa nos Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Alemanha, do que aquilo que se passa em Portugal. Aliás, se reparar no histórico deste blog, há-de notar que eu pouco falo de política portuguesa, porque simplesmente não me interessam as coscuvilhices das comadres de São Bento. Essa gente é de tal maneira baixa e tão pouco importante para mim, que eu nem sequer perco tempo a falar da mesma.

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    2. Análise certeira, que complementa mais um excelente postal. Hoje em dia, só não se identifica com a Direita Alternativa quem for neomarxista ou globalista. Porque conforme o JJHN bem observou, a DA foi o único movimento capaz de denunciar a agenda diluidora da superclasse mundialista, ultrapassando o plano destritamente económico a que os grandes partidos políticos se confinaram.

      Isto só foi possível porque houve pessoas que souberam reconhecer a realidade do marxismo cultural e desenvolver estratégias para a contrariar. Por outro lado, a internet potenciou a divulgação da mensagem, ao ser o único espaço em que ainda é possível falar com alguma liberdade neste mundo. Se continuarmos assim, o futuro poderá vir a sorrir-nos!

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    3. Obrigado pelas suas palavras simpáticas caro Afonso. Tem razão de sobra em tudo o que diz e por isso mesmo a minha resposta é curta, pois não há mesmo mais nada a acrescentar ao seu comentário, uma vez que o Afonso já disse tudo aquilo que era essencial dizer-se.

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    4. "...considero Portugal um País que se limita a andar "a reboque" do que se passa lá fora."

      Caro JJHN

      Os eleitores portugueses seguiram a escolha dos eleitores gregos, mesmo com as notícias da televisão e internet 24 horas por dia a mostrarem o seu colapso económico e social.


      Caro AdP

      "Isto só foi possível porque houve pessoas que souberam reconhecer a realidade do marxismo cultural e desenvolver estratégias para a contrariar."


      O "marxismo cultural" com as tretas do "politicamente correcto" e do "multiculturalismo" ainda subsiste devido à "falta de capitalismo", ou seja, a falta de reformas estruturais que tenderão a desmantelar as bases de sustentação da esquerda.

      Não é com palavras ou com aumentos pouco significativos de votos em partidos nacionalistas ou anti-imigração que se combate a imigração económica, pois volta e meia, os eleitores mudam de voto como mudam de camisa.

      É com reformas estruturais que tenho vindo a defender.

      Eis a lista actualizada:

      Abolição do salário mínimo
      Liberalização dos despedimentos
      Abolição dos descontos
      Pagamento do verdadeiro custo da água e energia pelo utilizador
      Pagamento do verdadeiro custo de educação e saúde pelo utilizador
      Liberalização (facilitação, desregulamentação) do acesso às profissões liberais
      Liberalização das rendas
      Sujeição a IRC a todas as pessoas colectivas
      Simplificação do IRS com sujeição individual, taxa única, sem deduções e abatimentos
      Taxa única no Iva
      Desmantelar o sistema escolar com o e-learning
      Varrer a função pública
      Extinção das juntas de freguesia
      Redução do número de deputados
      ...
      ...
      ...

      ...

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    5. Caro Arquivista,

      Não vale a pena continuar a insistir, porque eu jamais concordarei com essa sua visão. Para que o eleitorado aceite a abolição do salário mínimo, a liberalização dos despedimentos, a abolição dos descontos, etc. é necessário que haja uma cultura de direita e uma compreensão profunda do sistema produtivo que os eleitores portugueses claramente não têm, nem vão ter num futuro próximo.

      O Arquivista entende que tudo se resume apenas uma questão de vontade política, mas eu acho que a realidade é muito mais complicada, uma vez que a vontade política é fortemente condicionada pelas centenas de milhares de votos dos dependentes do Estado Social. Quem se atrever a abolir as regalias de que os parasitas usufruem, perderá inevitavelmente as eleições seguintes. O PS/PSD/CDS sabem disto perfeitamente e é por isso que não se atrevem a reduzir essas regalias. Até mesmo o "fascista" Paulo Portas defendeu em tempos o aumento das pensões dos idosos.

      Outro aspecto da sua análise com que discordo totalmente é a sua convicção inabalável de que a resolução dos problemas estruturais de Portugal levará a uma diminuição da imigração. Basta olhar para os países mais ricos da Europa para ver que isso não é verdade. A imigração depende de vontades e de lóbis políticos que ultrapassam largamente o domínio da criação de riqueza. A actual "crise dos refugiados" é disso exemplo.

      Não é que eu não concorde que é preciso resolver os problemas estruturais do nosso país para travar a imigração. Mas acho que isso não basta. É preciso também aumentar a taxa de natalidade. E isso, caro Arquivista, passa inevitavelmente por uma revolução política no plano cultural.

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    6. «Para que o eleitorado aceite a abolição do salário mínimo, a liberalização dos despedimentos, a abolição dos descontos, etc. é necessário que haja uma cultura de direita e uma compreensão profunda do sistema produtivo que os eleitores portugueses claramente não têm, nem vão ter num futuro próximo.»

      A maioria dos portugueses percebe tanto de economia, como eu percebo de costura...

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    7. "O Arquivista entende que tudo se resume apenas uma questão de vontade política"

      Caro AdP

      É apenas e só uma questão de vontade política, basta ver que quando o PPC chegou ao poder não fez nenhuma reforma estrutural, limitou-se a fazer pequenos ajustamentos.

      Não aboliu o salário mínimo, apenas diminuiu-o, mantendo o mesmo valor nominal mas cortando alguns feriados e cortando nos subsídios de Natal e férias.

      Como vê, passados 4 anos e novas eleições, PPC foi corrido pelos eleitores e deputados, ou seja, de que valeram esses pequenos ajustamentos? Zero, nada, nicles.

      Para ser corrido pelos eleitores, mais valia ter abolido o salário mínimo, poderia ser corrido mas ia no caminho correcto.

      Mas apenas essa reforma estrutural não chegaria para nada, seriam precisas as reformas seguintes.

      Não vale a pena ter a esquerda no poder, a esquerda é para estar nas ruas a levar umas valentes cargas policiais e molhas.

      Essas manifestações seriam de curta duração porque com todas essas reformas estruturais, implementadas muito rapidamente, as pessoas teriam mesmo que começar a ganhar dinheiro para sobreviver, hoje não precisam, há subsídios para tudo e mais alguma coisa.

      Mas isso só dura enquanto os nossos financiadores e credores quiserem.


      "Outro aspecto da sua análise com que discordo totalmente é a sua convicção inabalável de que a resolução dos problemas estruturais de Portugal levará a uma diminuição da imigração. Basta olhar para os países mais ricos da Europa para ver que isso não é verdade."

      Cabe aos outros governos europeus implementarem essas reformas estruturais nos seus países também, o mesmo se passa nos Eua, seria muito mais eficaz implementar essas reformas estruturais do que construir um eventual muro na fronteira entre os Eua e o México.

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    8. João José Horta Nobre disse...
      «A maioria dos portugueses percebe tanto de economia, como eu percebo de costura...»

      Sem dúvida, caro JJHN. E é precisamente aí que começam os nossos problemas: como não percebemos de economia, somos demasiado permeáveis às ideias da luta de classes que a esquerda conseguiu impor não apenas no discurso político, mas também nos veículos de informação, educação e entretenimento.

      Quando o Al-Público, por exemplo, publica crónicas sobre a má distribuição da riqueza no mundo, omitindo as razões pelas quais essa riqueza está mal distribuída, está no fundo a atiçar a indignação e o ódio de todos aqueles que não percebem de economia e a legitimar a concentração de poderes no Estado.

      Quando os professores das nossas escolas dizem aos alunos que a riqueza e os grandes proprietários são maus (aconteceu-me a mim, numa aula de inglês do 11º ano) e, ao mesmo tempo, os programas não contêm sequer os conceitos mais básicos de literacia financeira (poupança, juros, capitalização, dívida, PIB, etc.), estão no fundo a fomentar o sentimento de ilegitimidade da acumulação de capital.

      E quando os filmes, as séries de televisão e as telenovelas caracterizam todos os ricos como gente egoísta e avarenta, ao mesmo tempo que pintam os pobres como gente heróica que apenas teve o azar de nascer sem posses e que é sistematicamente explorada pela plutocracia sem escrúpulos, reforçam esse sentimento de revolta e de legitimação do grande Estado centralista e, consequentemente, despesista.

      Atenção que eu não quero com isto ilibar os ricos da sua grande fatia de responsabilidade pelo estado em que se encontra a Europa. Apenas enfatizar que há uma narrativa vigente no sentido do reforço do Estado e dos seus poderes. E note-se, eu nem sequer entrei no campo do Marxismo Cultural que exacerba estas noções e leva a luta de classes ao patamar civilizacional!

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    9. Arquivista disse…
      « Para ser corrido pelos eleitores, mais valia ter abolido o salário mínimo, poderia ser corrido mas ia no caminho correcto.»

      Só que nesse caso, em vez de perder por poucos (em rigor, nem sequer perdeu), PPC perderia por muitos! E terminaria, muito provavelmente, a sua carreira política aqui em Portugal.


      « Não vale a pena ter a esquerda no poder, a esquerda é para estar nas ruas a levar umas valentes cargas policiais e molhas.

      Essas manifestações seriam de curta duração porque com todas essas reformas estruturais, implementadas muito rapidamente, as pessoas teriam mesmo que começar a ganhar dinheiro para sobreviver, hoje não precisam, há subsídios para tudo e mais alguma coisa.
      »

      Eu não creio, muito sinceramente, que esses níveis de repressão policial sejam possíveis nos dias de hoje. Não contra a esquerda. Basta ver o caso do Hugo Ernano para se perceber que hoje a polícia pode fazer muito pouco contra certas classes e grupos políticos. A opinião pública seria implacável.


      «(…) seria muito mais eficaz implementar essas reformas estruturais do que construir um eventual muro na fronteira entre os Eua e o México.»

      E como é que resolvemos o problema da falta de mão-de-obra devido à baixa natalidade? Como é que competimos com a China ou com a Índia se não tivermos quem trabalhe?

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    10. "Só que nesse caso, em vez de perder por poucos (em rigor, nem sequer perdeu), PPC perderia por muitos! E terminaria, muito provavelmente, a sua carreira política aqui em Portugal."

      Caro AdP

      Simplesmente não sabes isso, porque com os ajustamentos tudo ficou na mesma, com as reformas estruturais imediatamente aplicadas no início do mandato e com 4 anos de legislatura muita coisa iria mudar.

      Por isso mesmo, é preciso vontade política ou melhor, coragem política.


      "...esses níveis de repressão policial sejam possíveis nos dias de hoje. Não contra a esquerda."

      Não me refiro à violência pela violência, as manifestações até poderiam existir, mas já sabes, se os protestos ultrapassassem certos limites, a polícia tem por dever actuar e quando refiro polícia é polícia de choque. De qualquer maneira, é preferível ter os esquerdistas nas ruas do que no poder.


      "E como é que resolvemos o problema da falta de mão-de-obra devido à baixa natalidade? "

      Presumo que não compreenda, os filhos que dantes eram vistos como uma riqueza, tornaram-se um encargo. Todo este Welfare State levou a isso.

      Os filhos que eram a garantia dos pais e avós na velhice foram substituídas pelas pensões e reformas.

      Hoje em dia ter um filho custa muito caro, são reflexos do próprio sistema.

      Ainda por cima, sem crescimento económico sustentável mais difícil se torna sobreviver quanto mais criar filhos.

      Outro aspecto a considerar é que se forem aplicadas as reformas estruturais que defendo noutros países implicará menos emigração (saída de portugueses para fora) e inclusivé o regresso de muitos portugueses.


      "Como é que competimos com a China ou com a Índia se não tivermos quem trabalhe?"

      Com as reformas estruturais.

      No mundo empresarial o que conta é a produtividade e a competitividade que seriam melhoradas exponencialmente com a implementação das reformas estruturais. O aumento do investimento seria brutal, algo que tem vindo a regredir. Muito mais pessoas tenderiam a tornar-se empresários e investidores.

      A partir daí, apenas depende das boas decisões empresariais.

      Outra aspecto que acho que ainda não compreendeu, com as reformas estruturais, haveria muito mais mão-de-obra disponível para as empresas, porque centenas de milhar teriam de sair da função pública.

      Ora só seria possível absorver rapidamente essa mão-de-obra se houverem milhares de empresas e só haverá esse crescimento se houver condições para que haja investimento que seja verdadeiramente produtivo e rentável e isso só com reformas estruturais.

      Nos anos 70 e 80 quando houve deslocalizações dos países ricos para Portugal, esses países ricos souberam adaptar-se, o mesmo aconteceu aquando das deslocalizações para o Leste e para a Ásia. Para sobreviverem a adaptação das empresas é constante, caso contrário, perdem os lucros e tendem a desaparecer.

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    11. O Arquivista é um anarco-capitalista, isso para mim já ficou mais do que patente.

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  2. os 3 internacionalismos(universalismo católico-romano agora à parte ) que procuram derrubar a civilização europeia https://www.youtube.com/watch?v=xlGypDCiCRU

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    1. http://senhoresdomundo.blogspot.pt/2016/07/suicidio-europeu.html

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    2. "Quando falamos de poderes fortes,como as poderosas instituições globais,não pretendemos incluir neles todos os membros que lhes estão associados,mas os poucos que subjugam milhares de filiados que acreditam na bondade dos "mestres". Atraídos pelo poder,pelo lucro,ou por um emprego bem remunerado,centenas de milhares de associados e empregados nas instituições mundiais(Onu,UE etc)convergem e permanecem sob o controlo de poucas pessoas que,sem nunca revelarem as suas reais intenções,dirigem várias lojas secretas e lobbies poderosos manipulando muitos políticos(da esquerda à direita). A mentira é a arma principal. Os poderes (globalistas) ocultos controlam também os média mais populares do mundo,perseguindo um único objectivo final: uma nova ordem mundial que estabeleça um único dogma económico,moral,social,cultural e espiritual.----------- In Governados Pela Mentira-O suicídio do cristianismo e do Ocidente (livro de 2013)

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    3. Exacto,o autor desse livro apanhou bem a realidade. As Raízes Revolucionárias da ONU
      www.espada.eti.br/onu.asp
      26 de jan de 2006 - As mentes radicais que estão por trás da Nova Ordem Mundial criaram(com o financiamento dos grandes capitalistas) um projeto socialista e totalitário de abrangência global.

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  3. A alta finança (capital global) pretende 'cozinhar' as condições que são do seu interesse:
    - privatização de bens estratégicos: combustíveis... electricidade... água...
    - caos financeiro...
    - implosão de identidades autóctones...
    - implosão das soberanias...
    - forças militares e militarizadas mercenárias...
    resumindo: estão a ser criadas as condições para uma Nova Ordem a seguir ao caos - uma Ordem Mercenária: um Neofeudalismo.
    {uma nota: anda por aí muito político/(marioneta) cujo trabalhinho é 'cozinhar' as condições que são do interesse da alta finança}

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