segunda-feira, 22 de agosto de 2016

É Assim Que a Igreja Trata os Nacionalistas



A capa de jornal acima já foi publicada em Fevereiro passado, mas não deixa de ser um bom exemplo do tratamento que a Igreja Católica dá aos políticos nacionalistas. O jornal em causa não está afiliado à Igreja, mas não tardou a aproveitar-se do "granel" que o Papa lhe ofereceu, quando proclamou aberta e reveladoramente que aqueles que pretendem defender a sua Pátria não podem ser cristãos

Isto não é novidade nenhuma, pois quem for um verdadeiro conhecedor da neo-judaica doutrina cristã, sabe perfeitamente bem que a mesma é total e completamente incompatível com qualquer ideologia nacionalista e só uma imaginação fértil poderá pensar o contrário. Aliás, o Cristianismo esteve para o Mundo Antigo, assim como o Comunismo está para o Mundo Contemporâneo. O Cristianismo foi o Comunismo do Mundo Antigo. E sim, o facto de ambas as ideologias terem sido "cozinhadas" por judeus, NÃO é mera coincidência...

Sobre esta temática, talvez valha a pena reler as palavras de J. Andrade Saraiva, um muito convenientemente esquecido nacionalista português da década de 1920:

«A antiga religião dos Latinos, bem como dos Gregos, assentava no culto da Natureza, da Pátria e dos heróis; o novo culto triunfante, o Cristianismo, assentava em princípios completamente diferentes. Como religião sobrenatural, considerava este mundo ou a natureza como um efémero vale de lágrimas e até um inimigo da alma; como religião cosmopolita, desconhecia fronteiras, as pátrias e os seus heróis. Os heróis do Cristianismo, os santos, eram de índole completamente diversa dos heróis nacionais pagãos: estes impunham-se pelo seu patriotismo e pelo seu valor guerreiro, aqueles pelo seu desprendimento das coisas deste mundo, pela sua resignação e caridade.

Toda a doutrina do politeísmo pagão era orientada no sentido de formar patriotas e cidadãos valorosos e aguerridos; pelo contrário, a doutrina cristã tinha uma orientação completamente oposta e só tendia a formar resignados pacifistas e anti-militaristas. Nisso seguiam aliás rigorosamente a doutrina do mestre: "se te derem uma bofetada na face direita, volta também a esquerda; se te roubarem a túnica, entrega também a camisa; embainha a espada porque quem com ferro mata com ferro morre."»[1]
 
A guerra que algumas correntes nacionalistas travam contra a Igreja está longe de ser nova e em boa verdade, é uma guerra que dura desde 312, ano em que o traidor Constantino, por influência de alguns filo-semitas e judeus muito bem infiltrados na sua corte imperial, se converteu ao neo-judaísmo cristão. Esta guerra religiosa que opõe pagãos a cristãos, apesar de dormente, nunca cessou verdadeiramente e explica em grande medida a forma fanática com que muitos "bons cristãos" durante a Revolução Francesa, se viraram contra a Igreja de um momento para o outro. A influência maçónica na revolução, só por si não explica, nem justifica este nível de violência contra a Igreja. Tal como a "fé" comunista, só por si, também não explica a tremenda violência com que muitos "bons cristãos" russos durante a Revolução Bolchevique, atacaram a Igreja Ortodoxa. 
 
Pessoalmente, eu acredito que estes episódios de revolta cíclica e extremamente violenta contra o Cristianismo na Europa, devem-se ao facto do mesmo ser um estrangeirismo importado do Médio Oriente e como tal, nunca se conseguiu enraizar na população europeia a um nível tão elevado como a Igreja quer fazer crer (a "bruxaria pagã" que tanto enfurecia a Inquisição católica, é um excelente exemplo desta resistência das antigas religiões étnicas europeias). A relação entre os árabes e o lslão é neste aspecto muito mais pacífica, pois como povo semita que são, a ideologia islâmica (outro neo-judaísmo...) assenta-lhes de forma muito mais natural. Já no caso da Indonésia, pode-se verificar muito mais resistência ao Islão, algo que é perfeitamente expectável, porque os habitantes pré-islâmicos dos territórios que compõem esse País asiático, tinham tanto a ver com o Médio Oriente e os seus costumes, como uma formiga tem a ver com um elefante.
 
A actual "crise do Cristianismo" na Europa deve-se simplesmente ao facto deste não se encontrar no seu meio natural, nem do ponto de vista geográfico, nem do espiritual. Basta ler-se o Antigo Testamento para se perceber isto. Por lá abundam as estórias exóticas e nalguns casos mesmo pornográficas sobre reis judeus, rainhas e princesas orientais, profetas que são oriundos de sítios tão "europeus" como Jerusalém e a Galileia e um Deus claramente tresloucado que proclamou a tribo de Israel como sendo a dona do Mundo, mas que aparentemente, a crer nos cristãos, mudou repentinamente de ideias a partir de certa altura e decidiu que afinal de contas os homens são todos iguais e que em lugar da política do "olho por olho e dente por dente", deve-se é praticar o perdão universal. A minha conclusão sobre isto tudo só pode ser uma: o Deus dos cristãos é bipolar, pois se fosse uma pessoa, só assim se poderia diagnosticar tão radicais e contraditórias alterações do seu estado de espírito. 

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Notas:
[1] SARAIVA, J. Andrade - Perigos Que Ameaçam a Europa e a Raça Branca. Lisboa, 1929.

João José Horta Nobre
22 de Agosto de 2016


16 comentários:

  1. Já nem consigo comentar nada a respeito de tal aberração católica/romana e filo-semita.Quanto ao jornal em causa aposto que foi um dos que andou meses a denunciar padres católicos pedófilos.

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    1. Caro Rick, é natural. Quanto mais uma pessoa sabe e descobre sobre a "aberração católica/romana", mais difícil se torna acreditar seja no que for que essa gente diga.

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    2. Exacto,além de que agora (reparou como desde que o sr Bergoglio se tornou no chefe pastor romano já não há ataques nos jornais?)já não há pedófilos na igreja romana católica.

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    3. Por acaso ainda não tinha pensado nisso, mas realmente é verdade. Desde que o Bergoglio se tornou Papa, os ataques contra a Igreja por parte da esquerda, caíram a pique. Isso dá que pensar e muito...

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  2. "É Assim Que a Igreja Trata os Nacionalistas"

    Caro JJHN

    A Igreja não se mete em política, nem tem poder para isso.

    Quem trata mal os nacionalistas são os eleitores.

    Quanto à capa do Daily News é mais uma capa desesperada para se vender papel.

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    1. «A Igreja não se mete em política, nem tem poder para isso.»

      Claro que não! Então mas onde é que já se viu uma coisa dessas? Onde é que já se viu a Igreja meter-se em política? Isto lê-se com cada coisa por aí...

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    2. Eu já nem perco tempo com certos alucinados(em especial os da religião).

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    3. «Eu já nem perco tempo com certos alucinados(em especial os da religião).»

      É preciso muita paciência...

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    4. Livro de 2006 (pouco conhecido como convém aos poderes religiosos/políticos estabelecidos) http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=40

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    5. Caro Bilder, as religiões abraâmicas são a demência na forma pura. O Mundo seria um lugar muito melhor sem esse lixo ideológico semita.

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  3. E se Jesus Cristo fosse vivo, seria igual a um comunista ou socialista :) hehe
    Agora a sério, eu acho essa obcecação anti-judeus, já um pouco excessiva, exagerada. Até porque provavelmente os actuais judeus, nem sequer são semitas.
    São um outro povo, outra gente https://en.wikipedia.org/wiki/Khazars

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    1. «E se Jesus Cristo fosse vivo, seria igual a um comunista ou socialista :)»

      A filosofia de Jesus Cristo é um derivado do Judaísmo, mas não é justo dizer que se ele fosse vivo seria socialista ou comunista, pois o Cristianismo é ele próprio uma ideologia política só por si.

      «Agora a sério, eu acho essa obcecação anti-judeus, já um pouco excessiva, exagerada.»

      Não existe qualquer obsessão anti-judeus da minha parte. Contra os judeus eu nada tenho e aliás, até sou um defensor do direito à existência do Estado de Israel, porque quero que os judeus tenham uma Pátria onde possam viver em paz.

      O que eu sou contra é a influência absolutamente desproporcional e maligna de alguns supremacistas judeus no Mundo da alta finança, media e política. Também não gosto do Judaísmo como religião, tal como não gosto nem do Cristianismo, nem do Islão e depois? Agora é crime não gostar de religiões abraâmicas? Voltámos aos tempos da Inquisição em que somos obrigados a gostar de uma determinada religião, caso contrário, seremos perseguidos, humilhados e torturados, é isso?

      «Até porque provavelmente os actuais judeus, nem sequer são semitas.
      São um outro povo, outra gente https://en.wikipedia.org/wiki/Khazars»

      A teoria dos khazares é falsa. O David Duke e o Kevin MacDonald já desmontaram essa farsa aqui:

      https://www.youtube.com/watch?v=BUDU1X29SJU

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    2. "O que eu sou contra é a influência absolutamente desproporcional e maligna de alguns supremacistas judeus no Mundo da alta finança, media e política."

      Caro JJHN

      Seguindo a sua lógica, em relação à alta finança e os media, basta que os não judeus comprem as acções das empresas. Lá deixarão os judeus de ter poder na alta finança e nos media.

      Após este afastamento dos judeus na alta finança e nos media ser-lhes-á mais difícil influenciarem na política.

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    3. Não é segundo a minha lógica. É segundo a lógica dos maiores especialistas na matéria, com obra publicada e provas dadas:

      https://www.youtube.com/watch?v=Zw9EhjyU3JU

      http://en.metapedia.org/wiki/Jewish_supremacism

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  4. E se os Globalistas são de muitas nações, como é que pode ser culpa exclusiva dos judeus ?

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    1. E onde é que eu alguma vez escrevi que a culpa é exclusivamente dos judeus?!?

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