sábado, 10 de setembro de 2016

Sigrid "A Orgulhosa": «Não irei abandonar a fé que os meus antepassados mantiveram antes de mim»


Sigrid "A Orgulhosa"

"A lendária Sigrid Storråda ou Sigrid a Orgulhosa, filha do rei da Suécia, foi em 998 levada a casar-se com o rei norueguês Olaf Trygvasson. Mas recusou o matrimónio porque o monarca norueguês exigia a sua conversão ao Cristianismo. E disse-o claramente a Trygvasson, frente a frente: 

«Não irei abandonar a fé que os meus antepassados mantiveram antes de mim.» 

O norueguês, enraivecido, bateu-lhe. A resposta de Sigrid foi calma e altaneira: «Isto que fizeste poderá um dia causar a tua queda».

Trygvasson, que fora pagão, e se tornara famoso por ter saqueado Londres em 994, queimando nesse ataque a ponte de Londres (que originou uma rima infantil da cultura popular inglesa), converteu-se a dada altura ao Cristianismo, construiu a primeira igreja da Noruega e passou a empreender uma espécie de guerra santa em nome do Crucificado, campanha de terror e massacres destinada a destruir a religião dos seus ancestrais e do seu Povo: numa ocasião, forçou um compatriota seu a engolir uma víbora pelo facto de recusar o culto do Judeu Morto, tendo depois oferecido as terras da vítima à Igreja, deixando a família do assassinado na miséria; noutro episódio, colocou uma taça com brasas no estômago doutro resistente à nova ordem cristã até que as entranhas do pagão rebentaram. Chacinou além disso centenas de homens e mulheres por realizarem o festival de Ostara (festa pagã nórdica equivalente à Páscoa e donde deriva o inglês «Easter»). E cortou a língua do rei anterior, Guthroth, por se pronunciar contra a tirania do novo rei cristão. 

Converteu a Islândia ao Cristianismo - com base na chantagem e no cerco asfixiante. Os seus missionários falharam na missão de converter os Islandeses ao culto do Judeu Morto, um deles até foi declarado fora-da-lei em solo islandês por ter andado a destruir santuários e estátuas de Deuses. Trygvasson recorreu então a métodos político-económicos: proibiu o acesso de marinheiros islandeses aos portos noruegueses, o que prejudicou o principal comércio islandês, e tomou como reféns sob ameaça de morte vários islandeses que viviam na Noruega, entre os quais se contavam filhos de alguns dos principais líderes da Islândia. Os actuais asatruar (adoradores dos Deuses nórdicos) chamam-lhe «Olaf o Traidor». 

Sigrid conseguiu sempre evitar o casamento com o monarca cristão, ao mesmo tempo que criou uma coligação dos inimigos do seu pretenso esposo. Logrou assim mover a Suécia e a Dinamarca contra a Noruega. No dia 9 de Setembro do ano 1000 obteve a vingança que prometera: as forças cristãs de Olav Trygvasson foram batidas pela aliança sueco-dinamarquesa na batalha naval de Svolder, que representou um grande revés para o Cristianismo no extremo norte europeu."

Não se sabe e provavelmente nunca se vai saber se tudo isto que se diz e conta sobre Sigríð Storråda é mesmo verdade, provavelmente não será, mas a lenda e o simbolismo em torno da mesma permanecem intocáveis e representam claramente a resistência da Europa autêntica, a verdadeira e antiga Europa que recusou vergar-se aos semitas e às suas ideologias médio-orientais, neste caso específico, à ideologia cristã. 




Os semitas odeiam-nos e andam a "cozinhar" a nossa destruição pelo menos desde o ano 70, data em que as legiões romanas sob o comando do Imperador Tito, saquearam Jerusalém e destruíram o Segundo Templo. As elites judaicas ou pelo menos uma parte delas, não esqueceram isto e juraram vingança.

Como o Judaísmo não é uma ideologia exportável na sua forma original, os supremacistas judeus dedicaram-se à criação ou infiltração de neo-judaísmos exportáveis como é o caso do Cristianismo e do Islão, por vai dos quais dividem, subjugam e dominam a mente de outros povos/nações, sendo que o objectivo final de tudo isto é atingir o domínio do globo e concretizar assim a profecia judaica segundo a qual Israel reinará sobre todas as nações do Mundo. O facto de se saber hoje que o Papa Pio XII ajudou a fundar o Estado de Israel, é apenas mais uma prova de como as elites judaicas e cristãs colaboram em segredo para fazer cumprir a profecia que a ser realizada, entregará o governo do Mundo nas mãos dos supremacistas judeus.   

João José Horta Nobre
10 de Setembro de 2016

6 comentários:

  1. "Jesus manda amar. Manda mesmo amar os inimigos". Nesse caso. tenho que declarar o meu amor a Adolfo Hitler.

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    1. Mas porque é que o tio Adolfo, que está morto há já uns anos, ainda é seu inimigo?

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    2. Cá para mim, o José Pedro Faria quis foi mandar uma gracinha e a gracinha saiu-lhe mal. Foi só isso.

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    3. Sim, sim, eu percebi. Mas não deixa de ser triste que, mesmo fazendo graçolas, o pessoal ainda escolha como alvos os fantasmas do passado, ao invés dos monstros da actualidade.

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  2. Parabéns pelo post. Nunca li um texto tão alucinado (e olhe que já li muitos). O Sr João José Horta Nobre anda a fumar cenas mesmo fortes.

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    1. Em lugar de vir para aqui com insinuações de merda, tente antes argumentar e contrapor argumentos, caso contrário, o EJSantos acaba a fazer figura de bronco...

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