terça-feira, 15 de novembro de 2016

2016 Foi o Ano em Que os Nacionalistas Voltaram Novamente à Ofensiva



Desde 1945, ano da humilhante derrota do eixo nazi-fascista, que os movimentos nacionalistas[1] têm estado na defensiva, sendo continuamente acossados em todas as frentes por todas as forças políticas do "sistema" e sujeitos a uma perseguição implacável por parte dos corifeus da "Nova Ordem" pós-1945. 

Que as coisas estavam e estão a mudar para os nacionalistas, sei eu há anos. Quando por volta de 2010 eu afirmei perante o espanto geral de uma pequena plateia, que até 2020 muito provavelmente a Mademoiselle Le Pen se tornaria Presidente de França, todos os que então ouviram as minhas palavras, riram-se de mim ou não me levaram a sério e os que não se riram, lançaram-me um olhar de lado como quem diz "aquele fascista de merda lá está a delirar outra vez..." Bem, é verdade que a minha profética profecia ainda não se concretizou, mas os que então se riram do que eu disse, hoje já não se estão a rir mais, isto porque agora é o próprio "sistema" e os seus lacaios que já admitem abertamente a grande possibilidade de Marine Le Pen vencer as presidenciais de 2017.

Neste ano glorioso que está quase a acabar, voltei a ser novamente menosprezado por certa gente, porque tive o despautério de dizer que não só apoiava Donald Trump até prova em contrário, como também considerava que ele tinha grandes hipóteses de vencer as presidenciais americanas. A história demonstrou entretanto e "apenas" mais uma vez como eu estava certo. Repito também de novo: até prova em contrário eu não irei deixar de defender aberta e vocalmente o Presidente Trump. Porém, garanto-vos a todos que se Trump se aliar à canalha psicadélica da Nova Ordem Mundial, passando efectiva e comprovadamente para o lado do inimigo e traindo assim não só o povo americano, mas todos os patriotas europeus que vêem nele um importante aliado[2], nós não iremos hesitar em prontamente denunciar o mesmo como um traidor e tratá-lo pior ainda do que alguma vez os mainstream media o conseguiram tratar. Por outras palavras: se Trump nos trair, nós vamos destruí-lo definitivamente nas redes sociais e garantiremos que ele não será reeleito em 2020. Não temos poder para isso? Também nos disseram o mesmo no ano passado quando nós começámos a dar uso às redes sociais, de forma a contornar a "cortina de fumo" dos mainstream media e vejam bem o resultado... Trump venceu!

2016 foi definitivamente o ano em que os nacionalistas voltaram novamente à ofensiva. Depois de 71 anos de humilhação, derrota, perseguição, difamação e calúnias de toda a espécie lançadas contra nós pela canalha mais vil que existe na face do Planeta[3], os movimentos nacionalistas conseguiram finalmente reorganizar-se adequadamente e servindo-se das regras criadas pelo "sistema", usar essas mesmas regras para combater o próprio "sistema", passando assim definitivamente da defensiva para a ofensiva. Na prática, nós conseguimos virar o "sistema" contra o próprio "sistema", neutralizando a sua maior arma que eram os mainstream media.[4] Primeiro foi o Brexit em Junho, agora foi a vitória de Trump nos Estados Unidos e antes disto tudo já tinha sido o excelente desempenho dos nacionalistas nas europeias de 2014. Na altura escrevi este artigo exactamente sobre esse acontecimento e fiz então uma promessa que mantenho até hoje:


Sim, reitero que "continuarei a fazer tudo ao meu alcance para colocar um fim a esta loucura" que tomou conta não só da nossa Pátria, mas da nossa Civilização. E digo-vos ainda mais, se por via do destino, algum dia as coisas chegarem a esse ponto, é até à última bala que estou disposto a lutar. Porquê? Porque sim, porque há um grande fosso que me separa a mim e aqueles que pensam como eu, da escumalha da esquerda e dos liberais e no meio desse fosso estão escritas as palavras "Pátria, Sangue e Honra". Estamos hoje na ofensiva e a mesma é não só para prosseguir, mas para intensificar em todas as frentes até não restar absolutamente nada da canalha. A tempestade a seu tempo também acabará por chegar a Portugal e nós cá estaremos então para atirar borda fora todas as ratazanas traidoras que hoje somam e seguem impunes pelas ruas da nossa Pátria.

_____________________________________________

Notas:
[1] A esmagadora maioria dos quais não tem culpa nenhuma das más decisões tomadas por Hitler e Mussolini, dois representantes de uma forma de Nacionalismo ultra-chauvinista e parido a partir do trauma da derrota na Primeira Guerra Mundial.
[2] Na verdade, é o aliado mais importante de todos, porque é simplesmente o mais poderoso de todos...
[3] Com o auxílio da Igreja Católica e de quase todas as igrejas protestantes, cuja traição muitos de nós certamente não irão esquecer, nem perdoar...
[4] Quem controlar a mente de um povo, controla esse mesmo povo... 

João José Horta Nobre
15 de Novembro de 2015


12 comentários:

  1. JJHN escreveu...
    «Depois de 71 anos de humilhação, derrota, perseguição, difamação e calúnias de toda a espécie lançadas contra nós pela canalha mais vil que existe na face do Planeta, os movimentos nacionalistas conseguiram finalmente reorganizar-se adequadamente e servindo-se das regras criadas pelo "sistema", usar essas mesmas regras para combater o próprio "sistema", passando assim definitivamente da defensiva para a ofensiva.»

    A parte que eu realcei a "negrito" é a chave. E os nacionalistas que não entenderem esta grande verdade e continuarem, de forma autista e infantil, a bater o pé e a vociferar que "apostar na democracia é fazer o jogo do sistema", são a razão pela qual foram precisas tantas décadas para a maré começar finalmente a virar em nosso favor!

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    1. Caro Afosno, o caso de Portugal é um bom exemplo do problema que refere. Durante décadas os nacionalistas portugueses obececaram na sua larga maioria com Salazar e deliraram o regresso do Estado Novo.

      Em lugar de enterrarem de vez o Salazarismo logo após o 25 de Abril e tentarem perceber onde haviam falhado e errado, insistiram em prosseguir com o erro e o resultado é o que está hoje à vista: somos o País da Europa onde há mais trabalho por fazer na área nacionalista e em conjunto com a Espanha e a Grécia, temos um grave problema para resolver chamado extrema-esquerda...

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  2. Fernando Agante Ferreira16 de novembro de 2016 às 20:26

    CONGRATULATIONS TRUMP.
    Há mais de um ano que me venho rindo dos comentadores e dos média politicamente corretos, vendidos ao sistema estabelecido e politicos corruptos.
    Agora é mesmos a GRANDE GARGALHADA DE IMENSO GOZO.
    Isto não acaba aqui, o sistema vai desmoronar como um baralho de cartas.
    PRÓXIMA GUERRA é meter MARINE Le-PEN presidente de França.

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    1. Se Marine Le Pen vencer a presidenciais do próximo ano, isso poderá muito bem vir a significar o fim definitivo da Nova Ordem Mundial. Trump nos EUA, Le Pen em França, mais os efeitos do Brexit, vai ser demais, o sistema não vai conseguir aguentar se esses líderes se mantiverem fiéis à sua palavra e não nos traírem.

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  3. Parece que muitos já estão vendo o Trump com suspeita:

    http://www.jewworldorder.org/trump-is-weak-and-indecisive-when-it-comes-to-keeping-promises-to-his-white-base-but-firm-forthright-and-resolute-when-supporting-jews-and-russians/

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    1. Sim, eu também suspeito de que Trump pode muito bem vir a trair-nos a todos, mas é preciso ao menos dar-lhe uma oportunidade.

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    2. Ainda não se sentou na cadeira e já está a trair os eleitores. Ahahaha!
      Que campanha!
      É ver o que Trump diz dos globalistas e das fronteiras dos Estados.

      https://www.youtube.com/watch?v=v1yTYR3isi8

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    3. A mim pessoalmente interessam-me muito mais as acções de Trump, do que as palavras. Julgo que é muito injusto estarem a julgar já assim um homem que ainda nem sequer é Presidente em funções, sendo que só passa a exercer oficialmente o cargo quase no fim de Janeiro.

      Pessoas que nem sequer estão dispostas a dar uma oportunidade a um homem e o julgam da forma que o Anónimo o está já a julgar, são pessoas de mau carácter. Desculpe que lhe, mas o que o Anónimo está a fazer, não se faz.

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    4. O meu comentário irónico era dirigido ao Raul e criticava precisamente a atitude dele que agora me atribui :)
      Por isso falo em campanha e deixei um vídeo onde Trump é muito claro quando se mostra defensor das fronteiras e adversário do tal globalismo.
      Se vai ser bom ou mau presidente, o futuro dirá. A outra alternativa era o caos.
      O que acho piada é estarem a fazer o balanço da sua presidência antes de ser empossado no cargo e entrar em funções :)
      Cumprimentos

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    5. Caro Anónimo, nesse caso as minhas desculpas pela confusão. Isto por vezes é dificíl perceber o que todos querem dizer nas caixas de comentários.

      ;)

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  4. Politicas externas de trump

    Joint Statement from Jason Dov Greenblatt and David Friedman, Co-Chairmen of the Israel Advisory Committee to Donald J. Trump

    1. The unbreakable bond between the United States and Israel is based upon shared values of democracy, freedom of speech, respect for minorities, cherishing life, and the opportunity for all citizens to pursue their dreams.
    2. Israel is the state of the Jewish people, who have lived in that land for 3,500 years. The State of Israel was founded with courage and determination by great men and women against enormous odds and is an inspiration to people everywhere who value freedom and human dignity.
    3. Israel is a staunch ally of the U.S. and a key partner in the global war against Islamic jihadism. Military cooperation and coordination between Israel and the U.S. must continue to grow.
    4. The American people value our close friendship and alliance with Israel — culturally, religiously, and politically. While other nations have required U.S. troops to defend them, Israelis have always defended their own country by themselves and only ask for military equipment assistance and diplomatic support to do so. The U.S. does not need to nation-build in Israel or send troops to defend Israel.
    5. The Memorandum of Understanding signed by the American and Israeli Governments is a good first step, but there is much more to be done. A Trump Administration will ensure that Israel receives maximum military, strategic and tactical cooperation from the United States, and the MOU will not limit the support that we give. Further, Congress will not be limited to give support greater than that provided by the MOU if it chooses to do so. Israel and the United States benefit tremendously from what each country brings to the table — the relationship is a two way street.
    6. The U.S. should veto any United Nations votes that unfairly single out Israel and will work in international institutions and forums, including in our relations with the European Union, to oppose efforts to delegitimize Israel, impose discriminatory double standards against Israel, or to impose special labeling requirements on Israeli products or boycotts on Israeli goods.
    7. The U.S. should cut off funds for the UN Human Rights Council, a body dominated by countries presently run by dictatorships that seems solely devoted to slandering the Jewish State. UNESCO’s attempt to disconnect the State of Israel from Jerusalem is a one-sided attempt to ignore Israel’s 3,000-year bond to its capital city, and is further evidence of the enormous anti-Israel bias of the United Nations.
    8. The U.S. should view the effort to boycott, divest from, and sanction (BDS) Israel as inherently anti-Semitic and take strong measures, both diplomatic and legislative, to thwart actions that are intended to limit commercial relations with Israel, or persons or entities doing business in Israeli areas, in a discriminatory manner. The BDS movement is just another attempt by the Palestinians to avoid having to commit to a peaceful co-existence with Israel. The false notion that Israel is an occupier should be rejected.
    9. The Trump administration will ask the Justice Department to investigate coordinated attempts on college campuses to intimidate students who support Israel.
    10. A two-state solution between Israel and the Palestinians appears impossible as long as the Palestinians are unwilling to renounce violence against Israel or recognize Israel’s right to exist as a Jewish state. Additionally, the Palestinians are divided between PA rule in the West Bank and Hamas rule in Gaza so there is not a united Palestinian people who could control a second state. Hamas is a US-designated terrorist organization that actively seeks Israel’s destruction. We will seek to assist the Israelis and the Palestinians in reaching a comprehensive and lasting peace, to be freely and fairly negotiated between those living in the region.

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    1. 11. The Palestinian leadership, including the PA, has undermined any chance for peace with Israel by raising generations of Palestinian children on an educational program of hatred of Israel and Jews. The larger Palestinian society is regularly taught such hatred on Palestinian television, in the Palestinian press, in entertainment media, and in political and religious communications. The two major Palestinian political parties — Hamas and Fatah — regularly promote anti-Semitism and jihad.
      12. The U.S. cannot support the creation of a new state where terrorism is financially incentivized, terrorists are celebrated by political parties and government institutions, and the corrupt diversion of foreign aid is rampant. The U.S. should not support the creation of a state that forbids the presence of Christian or Jewish citizens, or that discriminates against people on the basis of religion.
      13. The U.S. should support direct negotiations between Israel and the Palestinians without preconditions, and will oppose all Palestinian, European and other efforts to bypass direct negotiations between parties in favor of an imposed settlement. Any solutions imposed on Israel by outside parties including by the United Nations Security Council, should be opposed. We support Israel’s right and obligation to defend itself against terror attacks upon its people and against alternative forms of warfare being waged upon it legally, economically, culturally, and otherwise.
      14. Israel’s maintenance of defensible borders that preserve peace and promote stability in the region is a necessity. Pressure should not be put on Israel to withdraw to borders that make attacks and conflict more likely.
      15. The U.S. will recognize Jerusalem as the eternal and indivisible capital of the Jewish state and Mr. Trump’s Administration will move the U.S. embassy to Jerusalem.
      16. Despite the Iran Nuclear deal in 2015, the U.S. State Department recently designated Iran, yet again, as the leading state sponsor of terrorism — putting the Middle East particularly, but the whole world at risk by financing, arming, and training terrorist groups operating around the world including Hamas, Hezbollah, and forces loyal to Syrian President Bashar al-Assad. The U.S. must counteract Iran’s ongoing violations of the Joint Comprehensive Plan of Action regarding Iran’s quest for nuclear weapons and their noncompliance with past and present sanctions, as well as the agreements they signed, and implement tough, new sanctions when needed to protect the world and Iran’s neighbors from its continuing nuclear and non-nuclear threats.

      https://medium.com/@jgreenblatt/joint-statement-from-jason-dov-greenblatt-and-david-friedman-co-chairmen-of-the-israel-advisory-edc1ec50b7a8#.ua8he66k4

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