quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A História Nunca Contada do Cristianismo : Uma Introdução



Há algum tempo atrás um leitor um tanto ou quanto fascinado pelos meus escritos sobre religião, pediu-me que eu escrevesse mais sobre as origens do Cristianismo e desse a minha opinião pessoal sobre as mesmas. Hoje vou-lhe fazer a vontade, sendo que o que aqui fica escrito é apenas uma pequena síntese do muito que há por escrever sobre esta matéria. Quero, no entanto, deixar aqui claro que o que escrevo a seguir carece de provas documentais e é material original que não poderão ler em nenhum outro sítio, tratando-se apenas da minha versão pessoal sobre o que é, porque surgiu e porque se disseminou a religião cristã. Acredito com toda a sinceridade que o que escrevo a seguir corresponde à verdade e o mesmo baseia-se em anos de leituras e pesquisas que eu tenho feito sobre o fenómeno cristão e as suas origens extremamente obscuras.

Em primeiro lugar e indo direito à jugular da questão, é preciso dizer que nós aqui na Europa não precisávamos desta inferior religião médio-oriental, deste Neo-Judaísmo a que deram o nome de Cristianismo, pois nós já tínhamos a nossa própria religião e os nossos próprios deuses, por sinal, muito mais equilibrados e justos do que o Deus único dos abraâmicos alguma vez o será. Mas a elite do Império Romano, infiltrada por supremacistas judeus tal como hoje a "nossa" elite também o está, decidiu a partir de Constantino dar início ao processo de destruição de tudo o que havia de mais sagrado. Os templos dos Deuses foram em muitos casos simplesmente arrasados à martelada, ou então, usurpados para lá se praticar o culto doentio ao judeu de Nazaré. Os poucos imperadores que ainda tiveram força para resistir a este despautério e que apercebendo-se do iminente perigo judaico, tomaram medidas concretas contra o mesmo, foram rotulados de "psicopatas" ou simplesmente "loucos". Tal será o caso do Imperador Nero, que tem sido injustamente difamado e atacado das formas mais vis pela historiografia cristã. Sim, é verdade que Nero perseguiu cristãos de forma bastante cruel, mas apenas o fez porque os cristãos andavam, tal como hoje, a espalhar uma doutrina falsa, traidora e que atentava contra a ordem pública e a religião oficial do Império. E uma vez no poder, os cristãos trataram de destruir o Império Romano, é preciso que isto fique muito claro: foi sob a gerência cristã que o Império Romano colapsou, tal foi a "salvação abençoada" trazida pelo culto ao judeu de Nazaré.

Os supremacistas judeus conseguiram atingir os seus intentos de forma parcial ao destruírem o Império Romano. Para começar, destruíram a única entidade e força que alguma vez conseguiu unificar politicamente a Europa sob uma única bandeira e um único Imperador. Em segundo lugar, garantiram que ao desfazer-se o Império Romano, a Europa seria tomada por divisões étnicas que tornariam praticamente impossível voltar a erguer-se um projecto magnífico e superior como foi o de Roma. O Cristianismo e a sua disseminação tiveram nisto tudo um papel central, semeando divisões, disseminando mentiras judaicas e falsidades inomináveis. 

O Cristianismo é provavelmente a maior fraude da história humana, engendrado por um pequeno grupo de supremacistas judeus e zelotes que em segredo planearam a vigarice de antemão e provavelmente até pagaram às autoridades romanas para mandar crucificar Jesus, de forma a propositadamente transformar o mesmo num mártir.[1] Se é que a crucificação realmente se deu sequer, o que se seguiu é mais do que óbvio. Durante a noite alguém foi ao sepulcro de Jesus roubar o corpo e os supremacistas judeus colocaram a circular de imediato a história de que "Cristo havia ressuscitado e ascendido aos céus". Claro que era e é tudo mentira, mas no meio de uma população faminta, analfabeta e brutalizada, a mentira espalhou-se como fogo num pasto seco. Os ditos "apóstolos" que na realidade eram ao que tudo indica zelotes judeus e/ou agentes ao serviço da elite judaica que em segredo planeava não só libertar Jerusalém do domínio romano, mas destruir o próprio Império Romano como vingança pela ocupação, colocaram então a fase seguinte do plano em marcha. 

Tal como Mayer Amschel Rothschild distribuiu os seus cinco filhos por cinco capitais europeias, cada um dos apóstolos de Cristo seguiu um plano que havia sido já traçado antes da morte do mesmo e que visava colocá-los em locais estratégicos a partir dos quais continuariam a disseminar o Cristianismo, com o apoio secreto dos supremacistas judeus que a partir da retaguarda preparavam já o fim de Roma. Tal como hoje, a elite judaica já então agia a partir das sombras e cozinhava os planos mais maquiavélicos que se podem imaginar para nos destruir. 

E no meio disto tudo resta perguntar quem foi judas "o traidor"? Conhecendo como eu conheço o modus operandi desta gente, é bem possível que judas tenha sido na realidade um judeu justo que sentindo-se arrependido com a terrível cabala em preparação e tendo conhecimento da mesma, quis denunciar às autoridades romanas o que se estava a passar. Os supremacistas judeus não perdoaram e anteciparam-se assassinando-o antes que eles conseguisse "dar com a língua nos dentes", fornecendo às autoridades romanas os nomes dos líderes da conspiração. Posteriormente, fabricou-se a história bíblica que se conhece sobre judas e que eu dispenso de estar aqui a repetir. Tudo leva a crer que Judas foi o único homem bom no meio de toda esta cabala e como nós sabemos, todos aqueles que combatem o Supremacismo Judaico, são sempre difamados das formas mais vis pelos agentes ao serviço do mesmo. Judas é odiado, porque foi o único que teve a coragem de tentar denunciar a patifaria em preparação e pagou por isso com a própria vida.

Se julgam que tudo isto que eu escrevo aqui não passa de uma mera fantasia minha, então peço apenas aos leitores que comparem a forma de agir dos supremacistas judeus na actualidade, com a forma de agir dos líderes do Cristianismo primitivo e não demorarão a encontrar semelhanças comportamentais demasiado próximas para serem apenas uma "mera coincidência". Os líderes judeus que prepararam toda esta cabala fizeram um excelente trabalho a apagar o seu rasto e eliminando provas cruciais, incluindo documentos, que os poderiam facilmente incriminar e demonstrar ao Mundo o que eles fizeram. Tenho sérias suspeitas de que toda a preocupação da Igreja Medieval em esconder documentos da antiguidade a sete chaves, devia-se exactamente a este motivo. O Vaticano sabe o que eu sei, aliás, sabe muito mais e provavelmente tem as provas de tudo bem escondidas nos seus arquivos. E o Vaticano também sabe que a verdade, tal como o azeite, vem sempre ao de cima...

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Notas:
[1] E será que o semita que alegadamente foi crucificado era mesmo Jesus Cristo?...

João José Horta Nobre
3 de Novembro de 2016
 

4 comentários:

  1. " peço apenas aos leitores que comparem a forma de agir dos supremacistas judeus na actualidade"

    Caro JJHN

    Como já mencionei em comentário anterior, basta comprar as acções que esses "supremacistas judeus" detêm para os retirar dos seus lugares de influência.

    O capitalismo resolve.

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  2. Até à data,a única coisa que a religião me provou foi provocar morte e destruição....
    Contos de carochinhas!!
    A Disney faz isso...
    Enquanto não acabarem com as religiões, não existirá paz....
    Símples!

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  3. Não há qualquer indicio que de facto tenha existido um tipo chamado Jesus
    com as caracteristicas da história que conhecemos. Fora da biblia só se começou timidamente a referir ao Jesus passados 90 anos da sua alegada vida e depois dos 1ºs evangelhos escritos. Se o tipo existiu não deixou qualquer marca na época em que viveu não havendo testemunhas contemporaneas (que tenham vivido na mesma altura). As testemunhas são todas na base do "ouvi dizer que existiu um tipo que...". O massacre dos inocentes por exemplo, não é referido fora da biblia, um evento daquela magnitude teria concerteza testemunhas fora da biblia, mas não. Zero.

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  4. Check this one http://solascriptura-tt.org/Seitas/Romanismo/AGrandeProstituta-porMSchultze.htm

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