sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A Judiaria Internacional Declara Guerra à Liberdade de Expressão



O judeu internacional, isto é, o núcleo de supremacistas judeus que opera "atrás das linhas", manipulando e influenciando os acontecimentos através do seu imenso poder económico-financeiro, está a querer apertar a malha em torno da liberdade de expressão, algo que de resto, eu já esperava que viesse a acontecer assim que os tribalistas em causa começassem a sentir o seu poder ameaçado.

A Nova Ordem Mundial ainda está muito longe da derrota que eu espero que a mesma venha a sofrer, mas os primeiros sinais da inevitabilidade dessa derrota, já começam a surgir um pouco por todo o lado. Naturalmente, o judeu internacional vai resistir com tudo o que tiver ao seu dispor e vai atirar contra nós toda a espécie de armadilhas, na esperança de que os movimentos nacionalistas voltem a cometer os mesmos erros que já cometeram na guerra de 1939-1945.

A primeira coisa que tem de ser entendida é que o maior inimigo do judeu internacional, o seu maior terror e aquilo que decerto o fará tremer como uma vara verde, é a simples verdade. O judeu internacional  em conjunto com os seus sabujos - a maioria totalmente ignorantes sobre as verdadeiras intenções do primeiro - tem um genuíno pavor à verdade e por isso faz tudo o que pode de forma a desinformar o grande público e mantê-lo "anestesiado" com o lixo emitido pelos mainstream media, tudo na senda de assim nos poder dominar e controlar perpetuamente.

Não são os exércitos que constituem hoje o maior inimigo do judeu internacional, é a contra-propaganda ou contra-informação se assim lhe preferirem chamar. Na pratica, nós já estamos em guerra há muitos anos contra a judiaria internacional, porém, só agora começamos a virar a balança para o nosso lado graças a uma coisa que começou a desenvolver-se seriamente na década de 1990 e que hoje tem um poder superior ao de qualquer exército em marcha. Como é óbvio, estou a falar-vos da Internet, essa coisa prodigiosa e cujo poder e alcance em termos morais é ainda mais devastador do que a mais poderosa de todas as armas atómicas.

O "calcanhar de Aquiles" da judiaria internacional é e sempre foi os mainstream media, pois são os mesmos que lhe permitem garantir o domínio da situação política e por via de uma intensa lavagem cerebral na população, induzi-la a votar nos seus candidatos - os candidatos do "sistema". Reparem como todo o candidato que hoje se apresente a eleições e que não seja um lacaio da Superclasse Mundialista, é prontamente rotulado pelos media de "radical", "extremista", "populista", "perigoso", "sem experiência política", etc... 

É a mão invisível do judeu internacional que está por detrás de toda esta vil campanha contra tudo o que não esteja alinhado com a mesma. Os mainstream media são usados como uma arma de controlo populacional pela Superclasse Mundialista e quem se opõe a este estado de coisas, não tarda a sofrer ataques soezes, torpes calúnias, acusações falsas, entre todo um rol de baixezas que visam apenas retirar-lhe credibilidade aos olhos do grande público, por via a favorecer os candidatos ao serviço do "sistema".

Enquanto lhe deu jeito, ou melhor, enquanto não se sentiu ameaçado por nós, o judeu internacional sempre puxou dos galardões fazendo de conta que era um grande defensor da liberdade de expressão. Porém, tudo nunca passou de uma tremenda farsa. Eu sempre acreditei e já o disse anteriormente: quando a actual elite se sentir ameaçada, a mesma vai reagir com golpes mesmo muito baixos e sujos. A título de exemplo, ainda ontem veio-se a saber que a mãe de Richard Spencer, um dos mais destacados membros da Alt-Right, está a ser alvo de perseguição por ser mãe de quem é. Isto é assim, esta canalha, estes vermes do "sistema" e ao serviço do "sistema", quando não nos conseguem derrotar com argumentos e numa luta de igual para igual, recorrem às mais pérfidas tácticas de intimidação para nos tentar silenciar.

A judiaria internacional e os seus sabujos podem ter a certeza que em troca de toda esta canalhice só ganharão o nosso ódio e por cada ataque que nos lançarem, nós responderemos com dez, vinte, trinta, quarenta ou até cinquenta ataques! Atacaremos e contra-atacaremos as vezes que forem necessárias até que  o "sistema " baseado em mentiras que sequestrou as nossas nações, seja arrasado de uma vez por todas e todos os seus coriféus devidamente julgados e punidos. 

Está neste preciso momento em curso uma campanha concertada contra a liberdade de expressão que resta na nossa sociedade. Nas últimas semanas o "sistema" primeiro atacou no Twitter de onde decidiu banir vários membros destacados da Alt-Right. Posteriormente, começaram a circular rumores de que o cerco se vai apertar (tal como eu já espero há muito...) e os mainstream media começaram a difundir a ideia de que tudo o que não encaixe na "verdade oficial" por si propagandeada, é "fake news". A preocupação e o pânico do "sistema" são por demais evidentes neste momento. Eles estão de tal forma apavorados com o que nós andamos a escrever e a divulgar, que estão a fazer de tudo para nos calar. Como é óbvio, não o vão conseguir e quanto mais o tentarem fazer, mais razão nós teremos do nosso lado e mais intensa será a nossa resposta. 

Hoje mesmo, a ofensiva dos supremacistas judeus contra a liberdade de expressão, voltou a ter mais uma novidade com o anúncio por parte do Facebook (que eu não uso...) de que este vai criar ferramentas e meios para combater as "notícias falsas". Por outras palavras, o Facebook vai começar a promover a censura activa de todos os conteúdos que saiam da linha da "verdade oficial". Isto, como é óbvio, constitui censura e se a teoria for efectivamente colocada em prática, será censura numa escala nunca antes vista. Bem vindos a 1984...

O "sistema" está a dar sérios sinais de que se pode transformar numa ditadura autoritária e por isso não me surpreende o facto de já haver patriotas que estão a planear a resistência numa hipotética futura clandestinidade, pois não se sabe o nível a que esta perseguição pode chegar e pelo sim, pelo não, o melhor é ter planos de contingência preparados para entrarem em acção se e quando forem necessários. Ainda recentemente escrevi sobre o perigo que pode potencialmente constituir uma elite desesperada para se manter no poder, algo extremamente perigoso para todos. Nós estamos a lidar aqui com lunáticos varridos que já deram mostras de estar dispostos a tudo, mas tudo mesmo para conservar as rédeas do poder na mão. 

Já estamos a viver numa Europa onde se é perseguido por criticar o Islão. Quem fala a verdade e escreve sobre o que se está a passar, é rotulado de "teórico da conspiração" ou "extremista" e vê os seus conteúdos serem considerados como "notícia falsa". Os referendos são simplesmente ignorados ou repetidos até que saia o resultado "correcto" que agrada às elites e a "democracia" no geral não passa de uma charada. E por detrás disto tudo, bem escondida e a fazer de conta que não tem nada a ver com o assunto, está a pata do supremacismo judaico. Bronfman, Soros, Rothschild, Graham, Murdoch, Eisner, Rothstein, Zuckerman, isto são apenas alguns nomes daqueles que andam a conspirar na sombra para destruir as nações substituir as mesmas pelo vácuo internacionalista. 

João José Horta Nobre
16 de Dezembro de 2016


10 comentários:

  1. IGNORANTES?HA LACAIOS PROTESTANTES DO REGIME QUE SÃO PSICOPATAS DE DNA DECAIDO EM HORDAS REPETEM MENTIRAS SABENDO QUE SÃO MENTIRAS HASTEIAM AS BANDEIRAS DO COSTUME NA FRENTE DE SUAS IGREJAS BEDUINAS

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  2. OUTRA ELES NADA TEM A TEMER O GROSSO CONTINUA ESTUPIDO

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  3. A EMENDA UM SOFRE A MESMA AMEAÇA QUE SEMPRE SOFREU AO LONGO DE SUA EXISTENCIA

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  4. SE TEM QUE TER EM MENTER QUE A ÁGORA É UM DIREITO BASICO E INEGOCIAVEL COMO É O O2 OU O H2O

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  5. SE JA SERIA UM ABSURDO ABRIR MÃO DELA DIRÁ PARA AGRADAR ALOGENOS QUE NEM ESTÃO NA LONGITUDE DELES

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  6. Mas estamos agora no "pós-verdade" pelo que se diz por aí.Por falar nisso: Pós-verdade? Chama-se esquerda

    O espetáculo em redor da palavra “pós-verdade” chega a ser cómico. Anda tudo indignado com as narrativas de Trump, que são imunes à verdade. Mas deixem-me fazer uma pergunta: onde é que andaram nas últimas décadas? O pós-verdade tem sido o ofício da esquerda pós-moderna. Desde os anos 60, a pós-modernidade não tem feito outra coisa senão destruir o conceito de verdade através de um relativismo epistemológico, moral e cultural. O pós-verdade tem sido o ar que respiramos. O vento apenas mudou de direção. No desrespeito pela verdade, a direita de Trump é idêntica à esquerda pós-moderna que nos apascentou nas últimas décadas.

    O relativismo epistemológico determinou que não existe verdade empírica, apenas narrativas. Nesta mundividência, a realidade perde a sua forma material, demográfica, económica, geográfica. Ficamos reduzidos a um mero verbalismo estético que desiste de percecionar a realidade que é comum a toda a gente; em vez disso, cria-se uma realidade privativa, a tal narrativa. Entre nós, é essa a essência dos socráticos: o que interessa é a narrativa e o apelo emocional das palavras, não a sua veracidade. É por isso que ainda dizem que a segurança social é sustentável. Quando alguém recorda que temos um rácio trabalhador/reformado de 1,4 e que temos uma taxa de natalidade de 1,2, os socráticos transformam estes factos insofismáveis em “narrativas neoliberais”. A outro nível, pelo Ocidente inteiro, as humanidades ou ciências sociais foram destruídas por este relativismo cognitivo que transforma a realidade numa mera extensão privada de quem escreve. É o inferno construtivista. É como se não existissem constrangimentos materiais à expressão linguística do livre arbítrio. Pior: é como se as palavras não tivessem significado material e moral. É por isso que Zizek analisa o cristianismo através dos ovos Kinder enquanto tenta desvalorizar as mortes do totalitarismo; brinca com a palavra “totalitarismo” como se não tivessem morrido milhões de pessoas no gulag.

    Se há uma abolição da verdade empírica, também há a destruição da verdade enquanto conceito moral. Os socráticos ficam indignados quando alguém diz que José Sócrates teve comportamentos indecentes (receber dinheiro do amigo construtor, por exemplo); quando é a lei a indicar essa imoralidade, garantem que é uma cabala e transformam o ministério público numa pide de toga. A outro nível, pelo Ocidente inteiro, a destruição da verdade moral é a essência do politicamente correto ou do multiculturalismo. De forma reacionária, a esquerda multiculturalista diz que não existe uma moral transcendente por cima da história e das culturas; cada cultura é terminal e define por si só a sua verdade; não há direito natural, tudo é relativo. É por esta razão que não se pode criticar muçulmanos, negros ou ciganos a partir de um conceito universal de decência. Diz-se que esse conceito universal de decência é um tique racista. Portanto, se o pós-verdade tem sido este ganha-pão da esquerda, porque é que só acordaram agora? Do mal, o menos: este despertar é o princípio do fim do pós-modernismo.

    Henrique Raposo no Expresso (17-12-2016)o qual é o único que consegue "sair da caixa" da dita normalidade(falo do Expresso agora) e continuar todas as semanas.

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    1. O Henrique Raposo só ladra alto quando é para ladrar contra a esquerda. De resto, é mais um membro da nossa direitinha domesticada.

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  7. totalmente mentirosa e tedenciosa a reportagem do dailymail. brancos que se opoe ao supremacismo judaico sao eles proprios supremascitas segundo a reportagem. Agora ,supremacistas judeus que estao ascediando a mae de spencer , sao apresentados como "um grupo regional de direitos humanos .

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    1. A reportagem do Daily Mail mete nojo e revolta as tripas. É o "jornalismo" do sistema no seu melhor...

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