sábado, 10 de dezembro de 2016

Será Que os Católicos Portugueses Estão Realmente Interessados em Defender Portugal?



Não creio...

Sei certamente que os católicos portugueses estão muito preocupados em poder salvar a sua alma da ira do tresloucado Deus judaico em que eles acreditam[1]. Porém, começo a duvidar seriamente das "boas intenções" de muitos católicos portugueses que se dizem patriotas, mas simultaneamente vêem um farol de luz iluminadora na doutrina de um judeu que deu problemas por todo o lado onde passou e por isso mesmo acabou justamente condenado e morto pelo Império Romano. 
 
Pior ainda do que isto é o facto de muitos destes católicos darem ouvidos a um soberano estrangeiro que de acordo com a própria doutrina da Igreja Católica será "infalível". Não esqueço que foi esta mesma criatura que no meio de toda a sua "infalibilidade papal", ainda recentemente veio admitir aquilo que eu próprio digo há muito, ou seja, que os comunistas "pensam como os cristãos".  Não foi uma, nem duas, nem três vezes que eu já referi que há uma linha comum entre o Comunismo e o Cristianismo, ideologias que foram não apenas as duas fundadas por judeus, mas que são igualmente internacionalistas e buscam a criação de utopias imaginárias, cada uma à sua maneira.

Não será certamente mera coincidência o facto de tanto Jesus como Karl Marx terem sido judeus e eu pessoalmente confesso sem problemas que tenho pavor a toda e qualquer doutrina ideológica que tenha atrás de si a mão judaica. Aliás, a minha guerra com o Cristianismo tem sido sempre motivada exactamente por eu me recusar a aceitar uma religião fundada por um judeu.

Aqueles que no passado me acusaram e ainda acusam de pactuar com doutrinas judaicas, deviam de pensar duas vezes no que dizem, pois se há pessoa que sempre se bateu contra TODAS, repito, TODAS, as doutrinas de origem semita, fui eu. E tenho-lo feito porque não quero ver o meu País regido por ideologias estrangeiras, em tudo contrárias ao nosso interesse colectivo e porque eu sei o terrível mal que se oculta por detrás de todos estes "ismos" de raiz judaica. 

A mão invisível do Supremacismo Judaico está sempre escondida na sombra e serve-se da inocência dos goyim para os manipular a seu belo prazer. O Cristianismo não foge a esta regra. Bem sei que os católicos o negam e insistem em dizer o contrário, mas por todo o lado onde eu vejo a presença do Cristianismo, eu vejo mais tarde ou mais cedo o alastramento da fraqueza, da cobardia, da rendição, da decadência e da tolerância militante. Ora, só os supremacistas judeus podem ter interesse nisto. Só aos internacionalistas é que interessa enfraquecer as nações por via de delírios ideológicos como o Comunismo e o Cristianismo.

Há outra questão ainda que me levanta graves suspeitas. Isto é, quantos são e quem são os informadores que o Vaticano tem infiltrados na sociedade portuguesa?!  É sabido desde há muito que o Vaticano tem agentes secretos espalhados por todo o Mundo, que à margem da legalidade instituída e que como qualquer outra agência do mesmo tipo, visam obter informações classificadas que posteriormente são enviadas para o Vaticano. 

É provável que os católicos portugueses que são espiões do Vaticano não sejam em grande número. Provavelmente serão apenas algumas dezenas. No entanto, seria bom que o povo português tivesse consciência de mais esta patifaria que a Igreja leva a cabo contra o nosso País e que é mais uma prova de como a Igreja não só é nossa inimiga directa, como é também um inimigo que joga feio, porco e extremamente sujo para atingir os seus objetivos diabólicos.

Eu jamais me cansarei de o repetir: a Igreja não é nossa amiga, não é nossa aliada e de tudo tem feito para sabotar a acção de todos os patriotas tanto dentro como fora de Portugal. Basta ver a relação altamente confortável que o clero mantém com o "sistema" e os partidos que fazem parte do assim-chamado "arco do poder". A Igreja sabe que esta gente é podre e vil, sabe que eles intentam o desmantelamento progressivo de Portugal pelas costas do povo português, mas mantém-se silenciosa com isto tudo e recusa-se a denunciar seja o que for. 

Repare-se como a Igreja Católica Portuguesa nem hesitou há alguns meses atrás em meter as suas "tropas" na rua para defender os seus interesses corporativos, aquando da polémica em torno dos contratos de associação com colégios privados. Nunca me lembro de ter visto os católicos saírem à rua assim em defesa fosse do que fosse e muito menos em defesa do nosso interesse nacional. 

A Igreja fartou-se de chiar contra o Comunismo durante o PREC e até houve um célebre cónego que andou a espalhar bombas, mas foi só porque a Igreja como instituição se sentiu então ameaçada. Hoje, porém, é com total claridade que eu vejo que a Igreja sempre se esteve nas tintas para Portugal, sendo que a si interessa-lhe apenas garantir a sua sobrevivência independentemente do regime que estiver no poder.  A prova disto é a actual relação extremamente confortável que a Igreja mantém com a extrema-esquerda, algo que me perturba profundamente e que eu vejo como sendo o cúmulo de todas as traições da Igreja.

Salazar cometeu um erro gravíssimo em dar apoio à Igreja e a meu ver, ele devia era de ter terminando com aquilo que os republicanos iniciaram em 1910, ou seja, desmantelar de uma vez por todas a Igreja Portuguesa e tratar os cristãos da mesma forma que o Estado Novo tratou os comunistas. Como é mais do que óbvio, Salazar cuja cabeça tinha sido lavada pela propaganda católica desde tenra idade, insistiu em manter-se fiel à Igreja e aquando do início da Guerra do Ultramar, o Vaticano retribuiu-lhe este favor enfiando-lhe prontamente uma "navalha nas costas" e tomando o lado do terrorismo que atacava a massacrava compatriotas nossos em África

Salazar não aprendeu e os monárquicos portugueses também não aprenderam aquilo que eu já percebei há muito, ou seja, que nunca, mas nunca se pode confiar em instituições de origem judaica como é o caso da Igreja Católica. Tudo o que tenha a mão sinistra do supremacismo judaico por detrás, mais tarde ou mais cedo, acabará por vos trazer a desgraça e a miséria. O Cristianismo, religião integralmente fundada por um judeu, não foge a esta regra. 

A Igreja católica e basicamente todas as igrejas protestantes estão implicadas até ao pescoço no actual plano internacionalista para destruir as nações. Esta gente, em conjunto com os seus correligionários semitas, declararam guerra aos povos da Europa e não descansarão enquanto não nos exterminarem por completo. Sim, eu aponto o dedo ao Vaticano e acuso-o de estar consciente e voluntariamente implicado num complô internacionalista para destruir não apenas Portugal, mas todo o Ocidente e em última análise, aniquilar a própria Civilização da face da Terra.  

Se os católicos portugueses estivessem realmente interessados em defender Portugal, eles denunciariam prontamente e sem freios na língua, a própria Igreja a que pertencem e aquela que é hoje uma das principais inimigas do nosso País. Mas não o fazem porque estão cegos, ou melhor, foram cegados por toda a propaganda semita que lhes foi sendo martelada à força para dentro da cabeça ao longo dos anos. É triste dizê-lo, mas acredito que muitos já não têm recuperação possível, sendo que assim eles hão-de morrer, cegos, alucinados a crer num Deus sádico que só existe na sua imaginação e crentes de que um judeu que viveu há 2000 anos é o "Messias" pelo qual os judeus ainda aguardam e com razão, pois não há absolutamente nada que prove ou demonstre factualmente que Jesus foi efectivamente o Messias prometido. 

É interessante e tenho de dizer isto, já que se trata de algo no qual tenho vindo a pensar desde há algum tempo a esta parte, que as ideologias de origem semita têm uma capacidade fenomenal para sequestrarem por completo a mente dos goyim e levá-los ao fanatismo mais extremo. Os judeus sempre foram um povo muito hábil a produzir ilusões e não será mera coincidência como até no cinema isto fica patente, pois foram judeus que praticamente criaram de raiz e fizeram florescer aquela máquina de sonhos chamada Hollywood. Desde a religião, à política, passando pela cultura, o judeu sabe como manipular os goyim através de mil e um truques. O Cristianismo, é apenas mais um desses truques e quando o Cristianismo deixar de ser útil para os supremacistas judeus, estes nem hesitarão em substituí-lo por outra coisa qualquer de que entretanto se lembrem de inventar. 


____________________________________________
 
Notas:
[1] A concepção monoteísta dos cristãos é de origem judaica, este facto inegável é reconhecido até pela própria Igreja Católica. 

João José Horta Nobre
10 de Novembro de 2016

7 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. O texto é opinativo, porque sim, é a minha opinião. E depois?

      «Só porque são utopias?! Mas mesmo aí são diferentes.»

      Não, porque são ideologias internacionalistas. A ler:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/07/as-elites-judaicas-e-sua-relacao-com-os.html

      «Quem criou o cristianismo não foi Jesus Cristo, foi o Saulo o centurião romano.»

      Exacto! E, Saulo o centurião romano era por sua vez amante da Branca de Neve que era dona de um franchising de lavandarias em Jerusalém.

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  2. Os comentários de cristãos que apareceram por aqui a largar propaganda foram eliminados porque aqui não se toleram pontos de vista cristãos. Ponto final. O Cristianismo não é bem vindo neste espaço.

    Quando eu antes comentava em blogues cristãos, era muitas vezes censurado de forma injusta, portanto agora faço o mesmo aos cristãos que vêm aqui. E já agora, em lugar de se preocuparem com o que eu escrevo, preocupem-se antes com o vosso Papa que anda aos abraços com os comunistas...

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  3. SUA NOVA CONSTITUIÇÃO DO BLOG PROIBINDO ABRAAMICOS E DERIVADOS IDEOLOGICOS FOI SHOW

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    1. Com essa gente tem de ser assim e antes que seja tarde demais!

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  4. Tem alguma coisa que não bate.
    João tem um motivo muito forte para odiar alguém e uma coisa que ele nunca viu.
    Ainda vou descobrir.

    Há se uma dia eu encontrasse João!

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    1. Tenho um motivo para odiar a Igreja sim e já expliquei qual é.

      Se a Igreja não estivesse metida na mesma cama com os partidos do "sistema" e a apoiar descaradamente uma autêntica invasão islamo-africana da Europa em larga escala, talvez a Igreja não fosse odiada...

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