terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Não Adianta Tentar Apaziguar os Supremacistas Judeus - Espero Que Marine Le Pen Tenha Aprendido a Lição...

A loira que habilmente tem liderado a Frente Nacional, Marine Le Pen, passou os últimos anos a tentar apaziguar os supremacistas judeus, que são quem a partir da sombra dirige verdadeiramente a Superclasse Mundialista e tentam conduzir os destinos do Mundo rumo à formação de um governo Mundial totalitário. 

De forma a apaziguar as elites judaicas, certamente fiada na crença ingénua de que isso lhe traganhos políticos, a senhora Le Pen tem-se esforçado de todas as formas para agradar à judiaria internacional, ou seja, ao núcleo de supremacistas judeus que através de uma miríade de ONG's, partidos políticos, movimentos sociais, bancos, empresas, etc... tentam moldar o Mundo de acordo com o seu desejo pessoal. George Soros será de longe o mais famoso e conhecido destes supremacistas judeus, mas existem muitos mais.

Basicamente, o que se passa é o seguinte: De forma a ver se satisfazia a lunática judiaria internacional, Marine Le Pen, num acto absolutamente vergonhoso, expulsou há alguns anos atrás o seu próprio pai do partido fundado pelo mesmo. Entretanto, aproximou-se estrategicamente da comunidade judaica e o vice-presidente da Frente Nacional chegou mesmo a visitar Israel em 2011, só para ver se assim conseguia sossegar os sempre desconfiados sionistas. Esta aproximação estratégica aos judeus é relativamente o mesmo que Donald Trump fez nos Estados Unidos, tudo com o intuito de sossegar os supremacistas judeus e o resultado, tanto na França, como nos Estados Unidos, é exactamente o mesmo: por mais que Trump e Marine Le Pen se esforcem, por mais que tentem apaziguar os supremacistas judeus, esses mesmos supremacistas judeus não param de lhes fazer a guerra por todos os meios possíveis. 

Nos Estados Unidos continua de vento em popa a guerra das elites judaicas contra Donald Trump, um sinal bom, pois é indicativo de que as mesmas não controlam o novo Presidente americano e caso assim não fosse, não continuaria com tanta força a campanha mediática anti-Trump. Por sua vez, em França a guerra já deixou de ser apenas ao nível da propaganda para passar a ser também uma guerra económica contra os nacionalistas franceses, sendo que é a própria Marine Le Pen que agora admite que TODOS os bancos franceses se recusam a emprestar capital à mesma:







Os nacionalistas que retiram daqui as devidas ilações e aprendam de uma vez por todas que não adianta tentar apaziguar os supremacistas judeus, pois eles simplesmente jamais vão ajudar ou colaborar com partidos ou movimentos nacionalistas, mesmo que esses mesmos partidos e movimentos declarem a mais absoluta amizade pelos judeus e por Israel. O motivo para isto é até bastante simples de se compreender, é que os supremacistas judeus têm um projecto de domínio global que andam a colocar em prática há séculos e que se intensificou largamente após a Revolução Francesa. Pouco a pouco e de mansinho, esta gente tem ido financiando guerras, golpes de Estado, revoluções e toda a espécie de subversões pelo Mundo fora. O objectivo final de tudo isto é a construção de um governo mundial totalitário e nada mais. Logicamente, os nacionalistas representam uma grave ameaça a esta gente e aos seus intentos, aliás, somos hoje a última barreira de defesa que existe na Europa contra estes monstros e se nós cairmos ou falharmos, será o fim definitivo. 

Precisamente por isto e devido a estes irreconciliáveis interesses, é que não pode haver entre nós e os supremacistas judeus qualquer espécie de relação ou entreajuda. Nós estamos em guerra contra esta gente, os nacionalistas que metam isto na cabeça, estamos em guerra contra os supremacistas judeus e andar a compactuar com o inimigo é andar a enfiar tiros nos próprios pés. Espero que Marine Le Pen tenha aprendido a lição, assim como todos os restantes nacionalistas que andam infrutíferamente em bicos de pés há anos a tentar satisfazer as elites judaicas. Não adianta tentarem apaziguar as elites judaicas. Não adianta tentarem fazer pactos com as forças do mal. Estão a perder o vosso tempo. 

É necessário ter-se em conta que os supremacistas judeus não operam dentro do terreno da lógica que é utilizada pelas pessoas normais. Não existe para os supremacistas judeus a lógica da troca de favores e do respeito mútuo para com as forças políticas fora do seu controlo. O seu objectivo é destruírem as nações, começando pelas do Ocidente e não adianta de nada os nacionalistas tentarem ser amigos desta gente e/ou tentarem fazer acordos ou obter a paz com os mesmos, pois eles jamais vão parar. 

Um acordo com os supremacistas judeus não vale sequer o papel em que está escrito, pois esta gente não tem em si qualquer resíduo de honra ou decência. O seu objectivo é o governo mundial totalitário e nada os fará parar até atingirem esse desígnio para o qual trabalham há gerações. Os nacionalistas têm de entender isto de uma vez por todas, caso contrário, irão cometer os mesmos erros que a Igreja e os monárquicos também cometeram no passado, que foi o de julgarem que poderiam negociar e trabalhar com os monstros do Internacionalismo militante, como se fossem um inimigo tradicional. Não podem. Os supremacistas judeus não são aquilo que se possa designar como sendo um "inimigo tradicional". Não são um inimigo que opera dentro das regras ou que respeita quaisquer princípios de honra. Trump parece que está a aprender isto agora, pois de nada lhe serviu tanta bajulação das elites judaicas e a Mademoiselle Le Pen é bom que aprenda antes que seja tarde demais...

João José Horta Nobre
12 de Janeiro de 2017

Não adianta tentar apaziguar as elites judaicas. David Duke bem avisou há alguns meses atrás que Trump estava a perder o seu tempo se achava que bajular os judeus e o lobby sionista lhe traria ventos mais favoráveis por parte dos media. Não trouxe. Antes pelo contrario, quanto mais Trump tenta apaziguar as elites judaicas, mais estas o atacam e difamam pelas costas. O mesmo aplica-se a Marine Le Pen, após anos a tentar agradar às elites judaicas, o que ganhou foi uma guerra económica movida contra si e a Frente Nacional por parte dos bancos franceses.

8 comentários:

  1. Caro JJHN


    Mais uma vez, fica explícito e implícito que o capitalismo resolve, Marine não tem dinheiro, Trump tem.

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    1. «Marine não tem dinheiro,»

      O Putin em breve vai resolver esse problema...

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    2. Caro JJHN

      Ela lá teve que pedir ao pai um empréstimo de 6 milhões de euros.

      A taxa de juro a 10 anos a que os russos conseguem financiar-se está nos 8%, o dobro de Portugal.

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    3. TODOS SABEMOS QUE O GRANDE CAPITAL ESTAVA DO LADO DA OUTRA CANDIDATA QUE VENCEU NOS VOTOS DIRECTOS QUEM DEU A VITORIA AO OUTRO FOI JUSTAMENTE O INVERSO O POBRETÃO REDNECK DA DEEP AMERICA O PROBLEMA É QUE NA DEEP AMERICA EXISTE UMA CENTRO DIREITA JA A FRANÇA É CENTRO ESTERCOIDE

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    4. Caro CENSURADO AGAIN


      Tretas, tanto o grande capital como o pequeno capital estiveram ao lado de Trump mas o que estava em discussão era o ter dinheiro para financiar a campanha.

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  2. Mais uma vez, fica explícito e implícito que o capitalismo resolve, Marine não tem dinheiro, Trump tem

    TODOS SABEMOS QUE O GRANDE CAPITAL ESTAVA DO LADO DA OUTRA CANDIDATA QUE VENCEU NOS VOTOS DIRECTOS QUEM DEU A VITORIA AO OUTRO FOI JUSTAMENTE O INVERSO O POBRETÃO REDNECK DA DEEP AMERICA O PROBLEMA É QUE NA DEEP AMERICA EXISTE UMA CENTRO DIREITA JA A FRANÇA É CENTRO ESTERCOIDE

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    1. ODEIO QUANDO OS REPTILIANOS SABOTAM MEU PING DUPLICANDO POSTS

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  3. Trump tem relações relativamente boas com Judeus. E depende delas para conseguir governar. Também acho que foi interessante o Trump ganhar, mas não ponho as mãos no fogo por ele. Tenho contudo uma certeza, Trump não é Nacionalista.

    Concordo, ou seja também acho que a Marine esticou demasiado a corda, e concordo que o sucesso seja mínimo, pelo menos em aparência. Não consigo saber quantos votos valem as cedências de Marine, em relação ao preço que a FN tem de pagar: ou seja o custo de ter não Nacionalistas dentro da Frente Nacional.

    Apesar de ainda estarmos longe, eis a minha previsão: Primeira ronda Le Pen passa em primeiro lugar, sem grande surpresa. Não sei se perto ou longe, depende da campanha... Na final, ficarei admirado se a Le Pen conseguir mais do que 35%.

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