sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Será Trump um Novo Andrew Jackson?...



"Eu matei o banco!" - Resposta de Andrew Jackson quando questionado sobre o que é que ele considerava como sendo o seu maior feito. "O banco", neste caso, era o Second Bank of The United States, fundado por influência directa da família Rothschild após a Guerra de 1812 e liquidado por Andrew Jackson em 1835 

A pergunta feita no título deste escrito é legítima, pois esta semana e num gesto profundamente simbólico, Donald Trump mandou pendurar na sala oval um retrato do Presidente Andrew Jackson. Como já era de esperar, a imprensa lusitana passou completamente ao lado do assunto e mesmo até nos Estados Unidos, a coisa foi pouco noticiada, sendo que eu suspeito que isto deve-se ao facto de o Presidente Andrew Jackson não suscitar boas memórias junto dos supremacistas judeus, que quase por completo dominam os mass media e a alta finança americana. Decerto, muitos dos meus leitores desconhecerão o motivo que leva os supremacistas judeus a odiarem tanto Andrew Jackson. Mas o "mistério" tem explicação. É só ler:

Andrew Jackson pode considerar-se como tendo sido o único Presidente da história dos Estados Unidos, que verdadeiramente fez frente ao establishment e às elites judaicas infiltradas no mesmo

Porém, a luta do Presidente Jackson contra as elites esteve muito longe de ser fácil e houve um preço pesado a pagar. Depois de Andrew Jackson ter liquidado o Second Bank of The United States em 1835, as elites judaicas não tardaram a iniciar uma guerra económica contra os Estados Unidos, que foram mergulhados numa recessão em tudo maquinada para ser uma vingança contra Andrew Jackson e o povo americano que havia eleito o mesmo. Foram precisos mais setenta e sete anos até surgir outro banco central privado nos Estados Unidos, neste caso o famoso Federal Reserve System (Fed) criado em 1913 e que desde 1987 tem sido sempre dirigido por um Presidente judeu (A mere coincidence? I don't think so...).

As repetidas promessas de amizade que Trump tem feito a Israel[1], mais não são do que uma provável manobra de diversão da parte do mesmo e os supremacistas judeus sabem disso, aliás, é por esse mesmo motivo que os mass media ao serviço do sistema não param de o atacar e difamar 24/7. Trump precisa de ganhar tempo para consolidar o seu poder e eu, mesmo sabendo que a táctica de apaziguamento das elites judaicas traz poucos ou nenhuns efeitos positivos, no lugar dele faria exactamente o mesmo

Julgo ter sido a única criatura em Portugal que teve a ousadia de escrever (e prever...) há alguns meses atrás que Trump poderia e pode ainda muito bem vir a ser o maior terror da judiaria internacional. Contrariamente ao que alguns ingénuos e xico-espertos poderão julgar, eu estava a falar a sério, pois não brinco com estas coisas e continuo a acreditar firmemente no que então escrevi. Tudo continua a apontar no sentido de Donald Trump ser um feroz opositor da judiaria internacional e internacionalista organizada, sendo que este último acto de colocar um retrato de Andrew Jackson na sala oval é demonstrativo disso mesmo. Estas coisas não acontecem ao acaso. São gestos simbólicos, neste caso, trata-se de um gesto que diz directamente aos seus apoiantes espalhados pelo Mundo: "Eu não vos abandonei. Não me esqueci de vocês. Andrew Jackson está aqui comigo e vocês sabem o que isso significa." O próprio Trump já disse uma vez directamente que não quer o dinheiro dos judeus. Da mesma forma que ele também não precisa do lixo jornalístico mainstream a bajulá-lo, pois ele sabe que tem um fiel exército de seguidores atrás de si, que vão continuar a defendê-lo, independentemente das mentiras que os media inventem ou não.

Em 1835, o maligno e pérfido judeu internacional tentou assassinar Andrew Jackson. Não há provas definitivas sobre quem ordenou o atentado, mas suspeita-se seriamente que foram os Rothschild's que estiveram por detrás de tudo. Em resposta a isto, o Presidente Andrew Jackson assassinou o banco controlado pela família Rothschild nos Estados Unidos, tendo levado o mesmo ao colapso após retirar todos os depósitos que o governo americano lá tinha. Hoje, quase duzentos anos depois, parece que temos um novo Andrew Jackson como POTUS e o judeu internacional sabe disso e sabe também o que isso significa. Por isso mesmo é que o judeu internacional esperneia, protesta, berra, chia e grita de todas as formas e mais algumas por intermédio dos seus idiotas úteis e lacaios. O fim está a chegar e as ratazanas de Sião sabem disso. A única coisa que resta agora saber é onde se irão refugiar estes parasitas da Humanidade depois de Trump lhes tirar o tapete de debaixo dos pés. Alemanha? China? É possível. O judeu internacional nunca pára, a história já demonstrou isso mesmo. Uma vez corridos de uma País, refugiam-se noutro e repetem de novo o esquema do costume que passa numa primeira fase pela infiltração e subversão das elites dos goyim e a consequente tomada do poder, por intermédio do controlo da alta finança e dos media que usam como uma arma de propaganda. Quanto ao judeu comum, esse é na maior parte das vezes um mero pião desgraçado que é também ele usado, manipulado e ocasionalmente sacrificado como carne para canhão pelos próprios supremacistas judeus.

Não excluindo ainda a hipótese de Trump poder vir a revelar-se futuramente como um traidor e mais um esquema muito bem arranjado de "oposição controlada", penso que pelo menos por agora, ainda podemos continuar a ter esperança no nosso homem na América. E digo "nosso", porque se realmente ele fizer frente a quem tem de fazer frente, acabará por fazer mais por Portugal, do que qualquer político português conseguiu fazer pelo nosso País desde Marquês de Pombal! A destruição do Supremacismo Judaico é do interesse de Portugal. É do nosso interesse colectivo que este inimigo seja definitivamente arrasado ou pelo menos enfraquecido ao máximo possível. Até porque ocorreu em 1974 um certo golpe de Estado em Portugal, que teve certamente a mão invisível do Supremacismo Judaico por detrás e por isso mesmo, existem muitas contas por ajustar cá e não só...

Trump está a combater os nossos maiores e mais perigosos inimigos de sempre, seria por isso bom que até prova em contrário, os portugueses que não gostam dele, pelo menos se abstivessem de o criticar e enxovalhar abertamente. Acreditem e dou-vos a minha palavra nisto, se Trump nos atraiçoar, serei eu próprio certamente um dos primeiros no nosso País a denunciá-lo e a adjectivá-lo da forma adequada. Quem me conhece sabe disto e sabe também que eu nunca fui de dar o dito por não dito. Por isso sim, volto a repetir: Trump é o "nosso" homem na América e faz hoje indirectamente mais por Portugal, do que o nosso próprio Presidente da República, que aufere um magnífico salário para estar em Belém a fazer não sei o quê. Portanto e até prova em contrário, o Presidente Trump tem o meu apoio declarado.

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Notas:
[1] Quanto a Israel e às repetidas promessas de Trump em relação a esse País, isso parece-me ser um mero pormenor de circunstância. Os judeus por mim podem ficar com a Terra Santa e Jerusalém toda só para eles. Sejamos justos, a Judeia é dos judeus, por isso mesmo é que os romanos lhe chamavam precisamente "Judeia". O Estado Judaico, quer queiram, quer não, é hoje uma realidade concreta e não vai desaparecer, até porque o poder nuclear que possui, dissuade automaticamente qualquer aventureirismo militar contra o mesmo. Não tenho por isso qualquer intenção belicista em relação a Israel, nem desejo ver esse País eliminado ou agredido seja de que forma for. O que me interessa, isto sim, é ver a "mão  invisível" da judiaria internacional e internacionalista eliminada de uma vez por todas e isso significa acabar de vez com o domínio das elites judaicas nos meios da alta finança, media e política. É este último ponto que interessa. Esta é que é a pedra angular da questão. Tudo o resto é relativo. 

João José Horta Nobre
27 de Janeiro de 2017

Os paralelos que se podem encontrar entre Andrew Jackson e Donald Trump são mais do que muitos e para quem acredita em reencarnações, a hipótese de Trump ser uma reencarnação do antigo Presidente americano em causa, não seria descabida de todo...

10 comentários:

  1. Caro João José Horta Nobre,
    Sigo este seu blog com muita atenção, compartilho muitas das suas visões e análises da realidade e vivo com entusiasmo um sentimento de nacionalismo e patriotismo que infelizmente quase que deixou de sentir no ar, sobretudo naqueles que nos (des)governam. A questão judaica é inquestionável. Trump, é para mim, uma enorme incógnita quanto a esse problema. Ele está rodeado de judeus na administração. Estará ele preparando um golpe contra eles? Partilho aqui o link de outro blog que sigo com a mesma atenção que o seu para, se assim entender, comentar. Cumprimentos

    http://libertoprometheo.blogspot.pt/2017/01/hillary-foi-derrotada-muito-bom-agora-e.html

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    1. Caro brancosamp,

      Em primeiro lugar, seja muito bem-vindo aqui à minha humilde tasca.

      Quanto ao que me diz sobre Trump estar rodeado de judeus na administraçã, eu próprio também já pensei nisso a fundo e julgo que há três explicações para tal:

      1º - Trata-se de uma forma de Trump se proteger contra acusações de anti-semitismo. Não sei se o brancosamp tem noção, mas o lobby judaico é ainda brutalmente poderososo nos EUA e por lá uma acusação de "anti-semitismo contra um dado político, é quase como ser acusado de heresia na Idade Média...

      2º - Uma coisa são judeus. Outra são supremacistas judeus. Como é óbvio, nem todos os judeus são extremistas lunáticos da laia do Soros e dos Rothschild's. O facto de Trump ter judeus e apoiantes de Israel na sua administração, não significa propriamente nada. Olhe, dou-lhe um bom exemplo, eu próprio possivelmente posso ter antepassados judeus, no entanto, isso acaso faz de mim algum supremacista judeu?!? Até porque se há pessoa em Portugal que nos últimos tempos tem denunciado essa gente, sou eu.

      3º - Conhece o velho ditado que diz "mantenha os seus amigos perto e os seus inimigos mais perto ainda?" Talvez isto ajude a perceber porque é que Trump meteu tantos judeus na sua administração...

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    2. P.S. - O Prometheo Liberto é um blog interessante. Continuem o bom trabalho, mas volto a pedir que por favor dêem uma oportunidade a Trump. Essa coisa de já andarem a publicar artigos dizendo que é preciso "derrotar Trump", a meu ver, é uma coisa muito injusta de se fazer, pois o homem ainda não teve tempo para fazer quase nada.

      Cumprimentos

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    3. Excelente análise, caro JJHN! É deveras refrescante e reconfortante ler um nacionalista que compreende que a política é um jogo de interesses e que é preciso saber gerir os recursos e as pessoas à medida das circunstâncias em que nos encontramos.

      Eu não consigo deixar de ficar assombrado com a estupidez monumental de todos aqueles que, no nosso meio, criticam o Donald Trump por se ter rodeado de judeus. Mas então não são os judeus que controlam o mundo? Não são eles que puxam todos os cordelinhos? Então o que queriam que o homem fizesse, que antagonizasse os judeus abertamente?

      Enfim... depois ficam muito admirados quando o eleitorado rejeita o nacional-socialismo. Agem como miúdos mimados que nunca completaram o ensino obrigatório, convencidos de que sabem tudo e que a vida é um percurso linear. É-me cada vez mais difícil levar esta "gente" a sério.

      Felizmente, há cada vez mais nacionalistas a pensar como o Mestre Nobre. Bem hajam!

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  2. Check https://geopolitics.co/2017/01/26/trump-leaving-un-nwo-with-american-sovereignty-restoration-act-hr193/ quanto ao inquilino de Belém parece que o seu papel (era difícil encontrar melhor actor) é anestesiar os tugas em geral para o que ainda vem a caminho(se nada mudar entretanto).

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    1. Inquilino de Belém ou palhacito de Belém?...

      Bananita de Belém talvez ainda o mais adequado...

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  3. "Acreditem e dou-vos a minha palavra nisto, se Trump nos atraiçoar, serei eu próprio certamente um dos primeiros no nosso País a denunciá-lo e a adjectivá-lo da forma adequada."

    Caro JJHN


    Trump foi eleito pelos americanos, não pelos portugueses ou outros eleitores.


    Em 1835 ainda nem sequer havia a chamada supervisão e regulação dos bancos através duma entidade governamental.

    Ainda não há muito a dizer sobre as decisões de Trump, sendo que a mais significativa seja mesmo a imposição de barreiras comerciais ao México.


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    1. «Trump foi eleito pelos americanos, não pelos portugueses ou outros eleitores.»

      E??? Lá por ter sido eleito pelos americanos, entre os quais por acaso se conta o meu próprio irmão, isso acaso significa que Trump não possa ter apoiantes no estrangeiro???

      O Arquivista parece que gosta de arranjar picardias e quando não tem por onde pegar, inventa!

      «Em 1835 ainda nem sequer havia a chamada supervisão e regulação dos bancos através duma entidade governamental.»

      E???

      «Ainda não há muito a dizer sobre as decisões de Trump, sendo que a mais significativa seja mesmo a imposição de barreiras comerciais ao México.»

      Aguardemos então... eu também estou à espera de ver a obra que vai sair.

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    2. «Apoiantes sim mas não fez nenhuma promessa para eleitores de outros países, portanto não pode atraiçoar esses apoiantes.»

      Trump tem expressado diversas vezes o seu apoio à onda nacionalista na Europa. Obviamente, isto estamos a contar com o apoio hoje essencial dos EUA para vencer na Europa. Se Trump não cumprir, está por isso obviamente a atraiçoar-nos.

      http://www.alternet.org/election-2016/8-european-far-right-parties-who-are-celebrating-donald-trump

      «Em 1835, o Estado não supervisionava nem controlava a actividade bancária, agora, pelo menos, tem essa responsabilidade, embora muitas vezes deixa andar.

      Deixar falir um banco tem um custo para o próprio Estado, coisa que em 1835 não acontecia.»

      E o que é que isso tem a ver com Andrew Jackson?

      «A imposição de barreiras comerciais ao México é sobretudo prejudicial às empresas e consumidores americanos, pois o grosso das exportações mexicanas são de empresas americanas que deslocalizaram-se para lá há décadas.»

      Bem, os produtos podem ficar um pouco mais caros para os consumidores, mas em troca essas empresas vão ser pressionadas a trazer de novo as suas fábricas para os EUA, o que obviamente gerará mais empregos. Isto é tudo uma questão de equilíbrios económicos. Não vejo mal em as pessoas pagaram um pouco mais por um produto, se em troca a taxa de desemprego baixar consideravelmente.

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  4. A Europa precisa de líderes assim !!!!

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