quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Isto é Paris em 2017


O que seria da França sem esta tremenda "riqueza multicultural", tão "diversa" e tão "vibrante"?



Eis Paris em 2017. Uma Capital - a famosa "Cidade da Luzes" - que já foi em tempos um símbolo icónico da Europa Ocidental, está hoje em processo de terceiro-mundização acelerada, tudo graças à escumalha que a classe política cosmopolita e traidora permitiu que entrasse pelas fronteiras da França adentro. Onde é que isto vai parar? Não sei. Ninguém sabe. Mas sei que uma coisa assim, não pode, nem vai acabar bem.

Os nacionalistas avisaram e reavisaram sobre isto tudo durante décadas a fio. Em troca, lançaram contra nós todos os adjectivos que há no dicionário de calão e pelo caminho, creio que ainda inventaram mais alguns, o último dos quais julgo que terá sido o chamarem a Trump um "fascist, loofa-faced, shit-gibbon". Alguém sabe o que é um loofa? Adiante... 

Os nacionalistas são continuamente atacados das formas mais baixas e esta tendência parece que é mesmo para continuar. A título de exemplo, ainda hoje o Observador, jornal alinhado com a direita do "sistema" - os tais "moderados" do raio que os parta - publicou um artigo de José Milhazes, em que o mesmo descreve os partidos nacionalistas da Europa como sendo "forças políticas extremistas" apoiadas pelo Kremlin. No entanto, eu gostava que José Milhazes me explicasse quantos militantes destas tais "forças políticas extremistas" é que andam a incendiar autocarros de turistas coreanos em Paris?... Quantos nacionalistas é que andam a apedrejar carros de polícia, a assaltar e agredir cidadãos, a violar mulheres e crianças, e a espalhar o terror nos subúrbios de Paris? São os nacionalistas, as tais "forças políticas extremistas" que andam a fazer isto? Ou será que são os tais imigrantes e descendentes de imigrantes, maioritariamente de origem islâmica e/ou africana?...

Entretanto, o Vaticano também decidiu juntar-se à "festa" e disparou mais uma pedrada contra as forças patrióticas, alertando que está preocupado com o "alastramento do Nacionalismo". Resta-me apenas perguntar: se o Papa e o Vaticano gostam tanto dos alógenos terceiro-mundistas que todos os dias espalham o terror nos subúrbios de Paris e muitas outras cidades europeias, então porque não deixam de ser hipócritas e vão viver junto dos seus "irmãos" afro-islâmicos, em lugar de estarem encafuados como ratazanas atrás dos muros do Vaticano que, por sinal, estão muito bem protegidos e vigiados pela Guarda Suíça?!...

O "sistema" pode continuar a mentir e pode continuar a tentar iludir, que a cada dia que passa, cada vez mais cidadãos abrem os olhos sobre a grave situação que estamos a viver nesta Europa, que é na realidade, uma Anti-Europa. Temos contra nós o Vaticano e todas as igrejas protestantes, toda a elite cultural e política reinante, mais a maioria dos "jornalistas", mais os sindicatos, mais a elite intelectual, estão todos unidos e todos conspiram contra os nacionalistas e mesmo assim, mesmo face a todos estes inimigos muito bem financiados que nos cercam e atacam sem descanso, mesmo assim nós não paramos de somar vitória atrás de vitória. Uma a uma, as peças do dominó internacionalista vão tombando e com elas tomba a Nova Ordem Mundial, que há-de acabar a breve trecho soterrada nos seus próprios escombros.

Quanto aos traidores que nos arrastaram a esta miséria e desgraça, a esses, muito provavelmente irá restar-lhes escolherem entre a prisão perpétua com direito a trabalhos forçados, o fuzilamento (a corda também é opção...), ou simplesmente fazerem as malas e fugirem como ratos a saltar de um barco que se afunda, para fora desta Europa que tão laboriosamente andaram a tentar destruir ao longo das últimas décadas.

João José Horta Nobre
 15 de Fevereiro de 2017


30 comentários:

  1. NOS PAÍSES LIXOS DELES SE FIZESSEM FRAÇÃO DISSO ERAM METRALHADOS OESTE É MUITO TROUXA PEGA UM AVIÃO DA NATO E JOGA FOSFORO BRANCO EM CIMA DESSAS DISGENIAS

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    1. Nos tais "países lixos" que o CENSURADO AGAIN refere, eles nem iriam ter hipótese de piar... Pelo contrário, na França os carros da polícia até podem ser vistos a fazer marcha-atrás e a fugir das massas afro-islâmicas em fúria, como se pode ver num dos videos aqui:

      http://www.barenakedislam.com/2017/02/15/paris-burning-shouting-allahu-akbar-masked-muslim-rioters-turn-several-migrant-areas-into-no-go-zones/

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    2. Kkkkkkkkkk cadê a manifestação dos vaga Mulçumanos quando estrupam uma mulher européia?????

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    3. Enquanto isso os alucinados do catolicismo continuam entretidos/alienados com o papa Chico e outras fraudes "religiosas" https://oquedeusquer.blogspot.pt/2017/01/os-vendilhoes-de-fatima.html

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    4. http://www.dailystormer.com/le-lel-paris-riots-spreading-out-of-control-across-france/

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    1. Está fora de controlo. A situação por aquelas bandas está completamente fora de controlo.

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    2. Ao que a França chegou; não circular autocarros de noite porque podem ser atacados e percebe-se por quem, por aqueles que deviam estar agradecidos por serem acolhidos depois da fuga dos seus países onde passavam miséria. Deviam ser todos recambiados para os seus países de origem, há porFrança 'muito cão que não conhece dono'.

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    3. Sem dúvida, Helena. Mas, creio que os maiores caninos são de raça gaulesa. Nem para proteger as suas famílias e crianças servem. Puro lixo cobarde e versado na doutrina do costume.

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    4. Caro AdP

      A França está assim por escolha livre e democrática dos seus eleitores que durante anos votaram à esquerda e volta e meia continuam a fazer isso.

      Como não existe vontade política para implementar as reformas estruturais que irão ajudar a desmantelar as bases de sustentação da esquerda resta esperar pelo agravamento da pressão financeira para irem ajustando as medidas, só que entretanto, lá terão de suportar as consequências da falta de vontade política.

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    5. Caro Arquivista,

      Concordo inteiramente com o seu primeiro parágrafo.

      Discordo do segundo: a imigração é tão desejada pela esquerda como pela "direitinha" neoliberal. Uns querem votos, outros querem operários mal pagos. Não há patrão neste mundo que não seja favorável à imigração, sobretudo nas grandes multinacionais.

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    6. «Mas, creio que os maiores caninos são de raça gaulesa. Nem para proteger as suas famílias e crianças servem. Puro lixo cobarde e versado na doutrina do costume.»

      Caro Anónimo, em Portugal também temos por cá muitos animais de raça lusitana, que são uma cópia chapada dessa "raça gaulesa" de que fala...

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    7. «Não há patrão neste mundo que não seja favorável à imigração, sobretudo nas grandes multinacionais.»

      Claro, eles querem é escravos para trabalhar ao preço da chuva e viverem como cães.

      Conhecendo o que eu conheço do mercado laboral em Portugal, eu não tenho a mínima dúvida de que se pudessem, os patrões só pagavam 100, no máximo 200 euros de salário a cada trabalhador. Seria a exploração levada ao limite dos limites.

      Conheço o caso de uma lavandaria cujo dono pagava 500 euros ao motorista da carrinha da lavandaria que fazia as distribuições, a recibos verdes e sem qualquer subsídio extra. Nem o almoço eram capazes de lhes oferecer! Um dia, o patrão apareceu com as chaves de um carro topo de gama ao pé dele e disse-lhe: "gostas? É para a minha filha!"

      Isto é para verem bem o nível da filha da putice de certos patrões. O animal, que isto não tem mesmo outro nome, o animal tratava os trabalhadores abaixo de cão e pagava-lhes o mínimo possível, não porque não pudesse pagar mais, mas porque queria maximizar o lucro ao máximo.

      Eu até entendo que qualquer empresário queira tirar o máximo de lucro possível da sua empresa, mas há limites para tudo. Não é ético um patrão andar a viver uma vida de luxo e a comprar carros topo de gama, enquanto os trabalhadores vivem na merda. Isto simplesmente não é forma de se proceder, mas infelizmente, caso destes é o que há mais por aí e obviamente, é a esquerda que capitaliza mais com o descontentamento social que isto provoca.

      Na França, a Frente Nacional soube muito bem como conseguir comunicar com as classes trabalhadoras e roubar o eleitorado à esquerda. Está provado que hoje, a Frente Nacional é o partido dos operários franceses e não o partido comunista ou outra tralha qualquer de esquerda.

      Em Portugal, acredito que no dia em que um partido nacionalista - seja o PNR ou outro qualquer que entretanto surja - conseguir quebrar a barreira que separa os nacionalistas das classes trabalhadoras e levar o povo miúdo que voto no lixo dos PC's e Blocos, a votar em si, nesse dia, acabou-se a esquerda em Portugal.

      Continua...

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    8. Continuação do comentário anterior:

      Aliás, isto por cá é uma questão de tempo. Basta ver a tremenda taxa de abstenção e votos em branco que há sempre em cada eleição. O "sistema" em Portugal está preso por fios. A título de exemplo, vê-se a dificuldade do PS em conseguir formar governo, o PS já está tão descredibilizado como partido político, que nas últimas legislativas e apesar de tudo o que o PSD/CDS fizeram nos anos da troika, apesar disso, o PS mesmo assim teve uma extrema dificuldade em conseguir ganhar as eleições e só conseguiu formar governo fazendo uma coligação que é actual geringonça lunática.

      Ainda me lembro de ver a Ana Gomes na noite das últimas legislativas, na televisão, com ar quem lhe tinha acabdo de passar um camião por cima e a dizer que estava "chocada" com os resultados.

      AAHAHHAHAHAHAHHAHA

      A elite reinante em Portugal vive de tal forma afastada da realidade, que eles não têm a mínima noção do ódio que a maior parte das pessoas tem acumulado contra essa canalha. Daí o "choque" da Ana Gomes e certamente, essa senhora ainda vai ter muitos "choques" pela frente, pois isto daqui para a frente vai ser sempre a "chocar"!

      AHHAHAHAHAHHAHAH

      Os partidos políticos do "sistema" em Portugal, estão a ficar totalmente descredibilizados a cada dia que passa. Cada vez menos gente acredita ou vota nesses paspalhos. Como é óbvio, a extrema-esquerda só é alternativa para uma pequena fatia da população, pois a maioria não votando nos partidos mainstream do "sistema", também se recusa a votar na extrema-esquerda, dê por onde der. É portanto inevitável que este descontentamento acabe, mais tarde ou mais cedo, por se reflectir no crescimento da votação em partidos nacionalistas como o PNR.

      A mim, o que me interessa mais neste momento, é descredibilizar o "sistema" ao máximo. Fazer as pessoas compreender que os partidos do "sistema" não são alternativa a nada, antes pelo contrario, são a causa principal da desgraça do nosso País. Uma vez o "sistema" descredibilizado, aí sim, as pessoas já poderão começar a pensar em votar nas alternativas. Mas é como eu digo, em Portugal especialmente, o Nacionalismo só avançará politicamente se o "sistema" for devidamente descredibilizado.

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    9. "a imigração é tão desejada pela esquerda como pela "direitinha" neoliberal. Uns querem votos, outros querem operários mal pagos. Não há patrão neste mundo que não seja favorável à imigração, sobretudo nas grandes multinacionais."

      Caro AdP

      Faça o favor de utilizar os miolos: Multinacionais são grandes e investem em vários países, não precisam que cheguem imigrantes para empregar, investem onde as condições sejam mais competitivas sendo que uma delas são os custos laborais.

      As empresas precisam de ter lucros para sobreviver e assim gerar produtos, serviços, empregos e oportunidades; quando não têm lucros tendem a fechar e os trabalhadores que lá ganhavam o seu ganha-pão nem com isso ficam. O patrão vai procurar outra oportunidade aqui ou no estrangeiro.


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    10. Isto hoje é só teorias avançadas, avançadíssimas do Arquivista. Os grandes media são controlados por entidades "anónimas" e por esta lógica, toda a censura que fazem aos nacionalistas, será portanto uma mera "coincidência".

      Por sua vez, as multinacionais, nada têm a ver com as políticas de imigração em massa. Nadinha! Ainda há dias a Starbucks anunciou que quer dar emprego a 10 000 refugiados, como retaliação pelas medidas do Presidente Trump. Mas l+a está, as multinacionais não têm nada a ver com a imigração em massa. Nadinha! Nem pensem numa coisas dessas!

      AHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHA

      Este Arquivista é uma anedota. Uma anedota pura...

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    11. Caro JJHN

      Acções, accionistas, sociedades anónimas, empresas cotadas em bolsa, compra e venda de acções, capitalismo, etc. são realidades do dia-a-dia que o caro JJHN não compreende nem faz por compreender.

      Starbucks? Nunca ouviu falar de marketing? com esta "pseudo-polémica" dos "pseudo-empregos" aos "pseudo-refugiados" na comunicação social nem precisam de gastar dinheiro em publicidade.

      O caro JJHN precisa de analisar melhor o tempo em que vive.

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    12. Eu compreendo caro Arquivista, obviamente que não sou nenhum economista, mas tenho o domínio das noções básicas de economia, até porque não só fiz uma cadeira de Economia Política quando andava na Universidade, como eu próprio gosto de ler coisas sobre economia.

      Agora quererem que eu acredite que por mera "coincidência" os media "anónimos" decidiram todos atacar Trump em simultâneo, francamente, vão gozar com a cara de outro...

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    13. Arquivista disse...
      «Multinacionais são grandes e investem em vários países, não precisam que cheguem imigrantes para empregar»

      Ai, é? Então porque é que praticamente todas as multinacionais de Silicon Valley se opuseram à ordem executiva do Presidente Trump que impedia a imigração de sete países islâmicos, alegando, precisamente, que os imigrantes eram a base do seu sucesso e da sua força laboral?

      http://www.theverge.com/2017/1/28/14426550/silicon-valley-trump-immigration-response

      http://www.vox.com/world/2017/2/8/14547212/trump-executive-order-h1b-silicon-valley


      «investem onde as condições sejam mais competitivas sendo que uma delas são os custos laborais.»

      Ah, bom, ficamos assim a saber que o Arquivista acha perfeitamente legítimo que uma empresa ocidental desloque as suas fábricas para o terceiro-mundo para se tornar “mais competitiva”, deixando no desemprego os ocidentais! E isto nem é fazer a apologia do globalismo, nem nada, claro que não!


      «As empresas precisam de ter lucros para sobreviver e assim gerar produtos, serviços, empregos e oportunidades; quando não têm lucros tendem a fechar e os trabalhadores que lá ganhavam o seu ganha-pão nem com isso ficam. O patrão vai procurar outra oportunidade aqui ou no estrangeiro.»

      É precisamente por isso que a política de Donald Trump faz todo o sentido: se as empresas fogem para onde é mais barato produzir, então só resta aos governos impor taxas alfandegárias elevadas àqueles que produzem lá fora, para assim penalizar a concorrência desleal. Sim, Arquivista, produzir mais barato à custa da exploração laboral dos habitantes dos países menos desenvolvidos é, efectivamente, praticar concorrência desleal, mesmo que seja legal!


      «Acções, accionistas, sociedades anónimas, empresas cotadas em bolsa, compra e venda de acções, capitalismo, etc. são realidades do dia-a-dia que o caro JJHN não compreende nem faz por compreender.»

      São realidades, ponto e vírgula; o facto de uma empresa ser cotada em bolsa não justifica que os seus administradores sejam pró-imigração!!! Neste mundo não vale tudo, por muito que isso custe ao Arquivista!


      «Nunca ouviu falar de marketing? com esta "pseudo-polémica" dos "pseudo-empregos" aos "pseudo-refugiados" na comunicação social nem precisam de gastar dinheiro em publicidade.»

      E os milhões de funcionários estrangeiros ou naturalizados que trabalham não só na Starbucks mas em milhares de outras grandes empresas um pouco por todo o ocidente, também devem ser marketing, não é, ó Arquivista? O Sundar Pichai, o Muhtar Kent, a Indra Nooyi ou o Jen-Hsun Huang são todos marketing, não é? E quando nós vamos ao supermercado, à discoteca, Ao pronto-a-vestir ou ao restaurante e somos atendidos por um funcionário com sotaque luso-tropicalista, é tudo uma operação de marketing, não é?! NÃO É?!?!?


      «Faça o favor de utilizar os miolos:»

      Faça o favor de não se demagogo e de continuar a atirar insistentemente areia para os olhos das outras pessoas. Volto a repetir: a direita neoliberal é tão ou mais apologista da imigração do que a esquerda, ou para manter os custos de mão-de-obra em níveis baixos ou, como defendeu o "nosso" Paulo Portas, como forma de revigorar a vitalidade demográfica. Não há nenhuma figura de proa na direita neoliberal que não seja pró-imigração. E isto é um FACTO, por muito que custe ao Arquivista. E desafio desde já o Arquivista a provar que eu estou errado, trazendo aqui as declarações de um representante de direita neoliberal que seja assumidamente contra a imigração!

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    14. João José Horta Nobre disse
      «Eu compreendo caro Arquivista, obviamente que não sou nenhum economista»

      LOL! Como se o Arquivista não soubesse perfeitamente que não é preciso ser nenhum economista para ver claramente o que se está a passar! Aliás, o que não falta neste mundo são economistas que rejeitam as teorias da Escola de Chicago e da Escola Austríaca, dando a sua preferência aos dogmas do keynesianismo, o que demonstra logo à partida que este assunto não é tão transparente como o Arquivista nos quer fazer crer.

      A verdade, por mais que o Arquivista não goste, é que os neoliberais ficaram furiosos com a vitória do Donald Trump, chegando a vaticinar que o homem ia acabar com a economia mundial. Além disso, eles defendem a imigração com unhas e dentes, vociferam furiosamente contra com “populismo” e chamam ignorantes a todos aqueles que se opõem à globalização… aqui não há ambiguidade nenhuma. A posição deles é do mais claro que existe!


      «Agora quererem que eu acredite que por mera "coincidência" os media "anónimos" decidiram todos atacar Trump em simultâneo, francamente, vão gozar com a cara de outro...»

      Ahahahhaha sim, sim foi tudo uma grande coincidência! ;) Da mesma forma que o apoio em uníssono dos mé(r)dia à bruxa Hilária também tinha sido uma grande coincidência! ;)

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    15. Caro AdP

      Sobre Silicon valley nem sei se passa alguma alguma coisa, o normal é serem "bocas".

      É perfeitamente legítimo mas sobretudo é racional, assim como quem se deslocaliza para Portugal.

      As taxas alfandegárias são apenas um imposto que irá recair essencialmente sobre os consumidores americanos.
      A maioria das exportações mexicanas para os Eua, são de empresas americanas que deslocalizaram para lá muitas fábricas nomeadamente de construtoras de carros, agora em vez de exportar para os Eua irão exportar para outros mercados, os carros de gama alta irão ser produzidos nos Eua a custos mais caros e os de gama baixa simplesmente deixarão de ser exportados para os Eua porque irão encarecer com as taxas alfandegárias e tenderão a deixar de ser competitivos.

      Os administradores das empresas cotadas em bolsa regra geral têm muitos problemas para resolver.

      Ainda se recorda das reformas estruturais, da vontade política que é preciso existir para implementar medidas? Se abolirem o salário mínimo e seguintes achas que algum Singh, Baldé, Ahmed e Huang vêm para cá trabalhar?

      Aparentemente, Trump tem vontade política em relação à imigração, vamos ver se consegue bater o record da administração Obama que deportou mais de 3 milhões de imigrantes, porque alguns pseudo-refugiados já deram à sola para o Canadá e nem tiveram medo do frio e do gelo (há imagens).

      Não sou demagogo, pois aquilo que defendo sei justificar.

      Caro AdP, se os governos gastarem menos do que recebem já será um grande passo. É que para isso têm que haver vontade política para implementar medidas impopulares.

      Se os moribundos media atacam Trump é porque Trump ainda não implementou nenhuma reforma estrutural pois com a rápida implementação de reformas estruturais as pessoas nem teriam tempo para cagar, teriam de ser produtivos, trabalhando e/ou investindo.


      Caro JJHN

      Isso não é nenhuma garantia, há doutorados em economia que têm grandes dificuldades para perceber coisas básicas de economia, essencialmente por motivos ideológicos.

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  3. E apesar de tudo o que agita a Farnça ... o insufável Macron , o ex-ministro de Hollande, e candidadto apoiado pelo Establishment ( Lóbis, Canard Enchainé, oligarquias tradicionais, banqueiros, etc.) ... nada diz ! ..Sem ideias, sem programa, ... é em França o que a CLINTON era nos EEUU: o candidato do SISTEMA !!!

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    1. Macron é apenas mais um sabujo do sistema. Já trabalhou no banco Rothschild e tudo:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/02/emmanuel-macron-e-o-novo-sabujo-da.html

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    2. check https://geopolitics.co/2017/02/17/vault7-wikileaks-drops-new-bombshell-vs-deep-state/

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  4. Era fácil resolver isso .......
    Um auto-carro a viajar a noite, cheio de " CIVIS BEM ARMADOS "
    50 snipers bem colocados em local de emboscada programada.
    e parar o auto-carro numa zona bem quente fora do centro de Paris, proximo de onde eles vivem.
    Depois era uma festa, um 500 executados .....
    FIM, ELES PUNHAM TODOS O RABINHO ENTRE AS PERNAS ..... FIM.
    Não vejo outra solução !!!!!!!!
    Abraços João.

    Ramiro Lopes Andrade

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    1. Eu vejo a Europa a resvalar actualmente rumo a uma guerra civil que não pode terminar bem, pois as guerras nunca terminam bem, vença quem vencer.

      Isso de que o Ramiro Lopes Andrade aí fala, pode muito bem vir a ser a Europa daqui por duas ou três décadas - um retrato chapado da actual Síria, em que bandos armados tomam território, cada um à sua maneira e de acordo com as suas próprias guerras.

      E vamos a não esquecer que a França tem armas nucleares. Se estalar uma guerra civil por lá e as munições atómicas caírem nas mãos erradas, vai ser um grande "bico-de-obra"...

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  5. http://www.express.co.uk/news/world/767867/PARIS-riots-latest-fighting-barbes-metro-eurostar-gare-du-Nord

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  6. "Em Portugal, acredito que no dia em que um partido nacionalista - seja o PNR ou outro qualquer que entretanto surja - conseguir quebrar a barreira que separa os nacionalistas das classes trabalhadoras e levar o povo miúdo que voto no lixo dos PC's e Blocos, a votar em si, nesse dia, acabou-se a esquerda em Portugal."

    Não é líquido que seja assim.
    O eleitorado mais sedimentado é precisamente o de esquerda.
    Aos operários formatados no mito da esquerda amiga dos pobrezinhos e da direita nacionalista cheia de Hitlers junta-se um grosso pelotão de funcionários públicos que sabem que sob o manto dessa esquerda jamais perderão o direito de pernada sobre o OE, juntam-se as legiões de votos importados de pretos, ciganos e restantes moradores no bairro social. É na grande maioria eleitorado fixo.
    E é nesta perspectiva que devemos olhar para isto:

    http://www.esquerda.net/artigo/personalidades-reivindicam-politica-de-imigracao-decente-justa-e-humana/46988

    Os partidos de esquerda estão sempre no mercado a comprar e a importar votos.
    Os conservadores limitam-se a ser uma maioria ruminante que não dispõe de ofertas credíveis no mercado partidário.
    Algo de muito transcendente teria que suceder um Portugal para vencer a máfia instalada. Talvez o fim da UR e consequente desmame financeiro que leve a termos que viver com o que o país produz, como no regime anterior em que as contas eram saudáveis mesmo com guerras a decorrer nos territórios ultramarinos.

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    1. Como diz e muito bem no seu último parágrafo, «algo de muito transcendente teria que suceder um Portugal para vencer a máfia instalada. Talvez o fim da UR e consequente desmame financeiro que leve a termos que viver com o que o país produz, como no regime anterior em que as contas eram saudáveis mesmo com guerras a decorrer nos territórios ultramarinos.»

      Concordo totalmente com isto e eu próprio tenho dito que é essencial desmantelar a UE, para se poder salvar Portugal.

      Não há salvação nacional que seja possível de efectuar, sem primeiro retirar o País da UE. Aliás um dos motivos que me tem levado a apoiar tão entusiasticamente o Presidente Trump, tem sido exactamente esse:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/01/trump-so-precisa-de-nos-ajudar-rebentar.html

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  7. http://www.occidentaldissent.com/2017/02/15/paris-in-flames/

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