segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

O Eixo Anti-Sionista Nunca Foi Tão Forte Como Hoje



«Há-de chegar o dia em que todas as mentiras colapsarão sob o seu próprio peso e a verdade triunfará de novo.» - Joseph Goebbels (1897 - 1945)

A guerra que o Império Anglo-Sionista lançou em 2011 contra a Síria, levou ao aprofundamento das relações e alianças entre vários países, que não tardarão a fazer Israel e os sionistas pagarem os olhos da cara pela sua arrogância criminosa.

Vejamos, a Síria hoje possui mísseis com capacidade e precisão para atingir qualquer edifício ou instalação militar em Israel. A somar a isto, Bashar al-Assad conta hoje com um sistema integrado de defesa anti-aérea que é inúmeras vezes superior e mais capaz do que aquilo que o seu regime possuía em 2011. As defesas anti-aéreas da Síria em 2011 estavam reduzidas a antigos sistemas de origem soviética, que pouco ou nada conseguiam fazer contra a moderníssima Força Aérea Israelita. Hoje, muito por culpa da sua arrogância que os levou inclusive a provocar o abate de um avião militar russo em Setembro passado, os caças israelitas que se atreverem a penetrar no espaço aéreo da Síria, irão ver-se confrontados com todo um conjunto de novas tecnologias anti-aéreas, que vão desde os modernizados Buk M1 e M2 aos extremamente capazes S-300 e Pantsir S-1. A somar-se a todo este arsenal que já não é pouco, os sírios contam ainda com poderosos meios de guerra electrónica com os quais apenas podiam sonhar em 2011.

Por sua vez, o Hezbollah (Oi vey!) tem hoje preparadas bases subterrâneas em zonas montanhosas onde armazena um incalculável número de mísseis de médio e longo alcance que possuem um elevado grau de precisão. Os generais israelitas sabem que o Hezbollah nunca foi tão forte como hoje e que em caso de uma nova guerra no Líbano, não haverá uma única cidade israelita que consiga escapar à ira bélica do movimento xiita libanês. A guerra na Síria criou um laço de irmandade entre o Hezbollah, a Síria e o Irão, que teria sido impossível de forjar sem o conflito. Mais do que nunca, o eixo anti-israel que se estende de Teerão a Beirute, (passando discretamente por Moscovo...), está determinado em acabar de vez com o regime de terror judaico-sionista que há décadas só faz é trazer guerra e sofrimento ao Médio Oriente.

O Iraque, em tempos governado pelo sunita Saddam, está hoje sob o controlo firme de um regime xiita e naturalmente aliado do Irão. A guerra contra o Estado Islâmico veio apenas reforçar os laços entre os sírios e os iraquianos que sabem perfeitamente bem que quem esteve directamente por detrás da invasão do Iraque em 2003, da Primavera Árabe, da suposta "revolução democrática" na Síria e da criação do Estado Islâmico, foi a "mão invisível" do Sionismo Internacional. A aliança dos sírios com os iraquianos criou uma situação inédita em que pela primeira vez na história, a Força Aérea Iraquiana tem liberdade total para bombardear alvos do Estado Islâmico em solo sírio e o Exército Iraquiano pode entrar na Síria para combater o jihadismo em qualquer momento que julgue oportuno fazê-lo e sem necessitar de autorização prévia da parte do regime de Bashar al-Assad.

Israel está hoje a perder em todas as frentes e pouca ou nenhuma margem de manobra resta aos sionistas para inverter o rumo da grave situação que eles próprios criaram. A judiaria internacional bem que pode aplicar todas as sanções e mais algumas contra o Irão, a Síria e a Rússia, que isso não irá alterar nem um pouco a realidade da situação no terreno. Trump, e agora o aventureiro Bolsonaro, podem igualmente mudar as embaixadas que quiserem para Jerusalém, numa vã tentativa de apaziguar o lobby sionista que tanto temem[1], que nada disto irá também alterar qualquer aspecto da crua realidade que se está a concretizar no Levante. O facto é que o eixo anti-sionista nunca foi tão forte como hoje. Este foi o resultado directo da guerra que o Império Anglo-Sionista lançou contra a Síria em 2011.

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Notas:
[1] No caso de Bolsonaro, o que ele teme principalmente é o lobby evangélico que, por sua vez, não passa de uma correia de transmissão dos interesses sionistas.

João José Horta Nobre
07 de Janeiro de 2019


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O Fascismo e a Religião - Parte I



«O nosso dever é continuarmos a segurar a posição perdida, sem esperança, sem salvamento, tal como aquele soldado Romano cujos ossos foram encontrados em frente a uma porta em Pompeia, porque, durante a erupção de Vesúvio se esqueceram de o render e por isso o mesmo morreu no seu posto.» - Oswald Spengler (1880 - 1936)

Quando Mussolini escreveu o panfleto anti-religioso que dá pelo título de Deus Não Existe, em 1904, o mesmo era ainda um activo e destacado militante de extrema-esquerda e por esse motivo, o texto deve ser lido tendo em conta esse mesmo factor. No entanto, parece-me inegável que este ateísmo declarado por parte do "pai do Fascismo", é uma peça essencial para se perceber mais a fundo a própria ideologia fascista, que, diga-se de passagem, nunca deve ser analisada sem se estudar primeiro o Futurismo, movimento cultural este, que foi o verdadeiro pai ideológico do Fascismo em termos de estética, linguagem e estilo.

Pode-se dizer que todo o fenómeno político-ideológico fascista emerge directamente a partir do Futurismo e uma leitura do Manifesto Futurista de Filippo Marinetti pode confirmar isto mesmo. O culto da violência, da agressividade revolucionária e da acção bruta, elementos essenciais do Fascismo ortodoxo politicamente organizado, foi uma das marcas de todos os regimes fascistas ou para-fascistas. Este culto e apelo à violência como meio de transformação radical da sociedade, ao contrário do que muitos hoje julgam, não foi algo "copiado" aos marxistas, mas foi introduzido pelo Manifesto Futurista de Marinetti. Deixo-vos aqui algumas passagens do referido manifesto, só para que tenham uma mínima noção daquilo de que estamos aqui a falar:

«Nós [os futuristas] queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.»

«Não há mais beleza, a não ser na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças desconhecidas, para obrigá-las a prostrar-se diante do homem.»

«Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher.»

«Nós queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de toda natureza, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.»

«É da Itália, que nós lançamos pelo mundo este nosso manifesto de violência arrebatadora e incendiária, com o qual fundamos hoje o "Futurismo", porque queremos libertar este país da sua fétida gangrena de professores, de arqueólogos, de cicerones e de antiquários. Já é tempo de a Itália deixar de ser um mercado de belchiores. Nós queremos libertá-la dos inúmeros museus que a cobrem toda de inúmeros cemitérios.»

Julgo que o que ficou transcrito acima, basta para se perceber a "massa" de que eram feitos os futuristas. Foram estes mesmos futuristas, com Marinetti à cabeça, que vieram posteriormente a ser os verdadeiros fundadores da doutrina fascista. Sem Futurismo não haveria Fascismo e é também inegável que sem Marinetti, provavelmente também nunca teria havido Mussolini. Escusado será dizer que do ponto de vista religioso e em termos gerais, os futuristas eram bastante avessos ao Cristianismo e viam mesmo a Igreja Católica como sendo apenas mais um "museu" que tinha de ser abatida a todo o custo, através da tal "violência arrebatadora e incendiária", que os mesmos tanto apregoavam.

Constitui, naturalmente, um desafio para a mente entender a admiração que homens como Franco e Salazar - que todos sabemos terem sido profundamente católicos - tiveram por Mussolini e pelo Fascismo. Vale a pena reflectir um pouco sobre esta estranha relação que inúmeros católicos e cristãos mantiveram com o Fascismo, que era de raiz uma ideologia tão ou até ainda mais anti-cristã do que o próprio Marxismo. 

A meu ver, creio que a aproximação da Igreja aos regimes fascistas e vice-versa foi meramente uma aliança de conveniência, impulsionada pelas circunstâncias sociais da época. Isto é, muitos católicos das décadas de 1920 e 1930 viram nos Camisas Negras de Mussolini uma guarda que os poderia proteger dos avanços do Marxismo e os Camisas Negras, por sua vez, ficaram felizes por ter a Igreja assim do seu lado, sendo que passava a ser menos um inimigo que teriam de enfrentar. Esta "trégua" com a Igreja foi algo que aliviou a pressão sobre o movimento fascista e permitiu que o mesmo se concentrasse exclusivamente no combate contra o Comunismo e a Democracia Liberal, que eram e ainda são, de longe, os dois grandes némesis ideológicos do Fascismo. 

Por outro lado, controlar os púlpitos das igrejas também era estrategicamente muito importante para os fascistas, pois assim passavam a ter um imenso poder de propaganda sobre a população. Cada padre era um potencial propagandista do regime fascista e um enaltecedor das virtudes do Duce. Esta aliança de conveniência entre fascistas e católicos era, portanto, "ouro sobre azul" e também não foi ao acaso que, posteriormente, durante a Segunda Guerra Mundial e à medida que os desastres militares italianos se acumulavam, aumentava também na mesma proporção a proximidade do regime fascista italiano para com a Igreja.

No caso muito específico de Portugal, é legítimo perguntar se o Professor Salazar[1] e muitos dos católicos que por cá admiravam Mussolini e o Fascismo, alguma vez tiveram uma noção correcta do nível do desprezo que muitos fascistas italianos nutriam pela religião e por tudo aquilo que "cheirasse" a passado?[2] Creio que não...  

O Fascismo, na sua fórmula ideológica original, advoga o culto da violência pela violência e a guerra pela guerra. Isto são, obviamente, conceitos absolutamente incompatíveis com a doutrina cristã. Ao passo que a filosofia de Cristo nos ensina que "quem vive pela espada, morre pela espada", a doutrina do Fascismo - que bebe directamente do Futurismo - ensina-nos que o tal "viver pela espada" é não apenas uma virtude, como também uma forma de se preservar a necessária "higiene" social.

O Fascismo é, no fundo, uma antítese do Cristianismo. À "moleza humanitária dos sermões de Cristo" como o nosso Ricardo Reis os descreveu, o Fascismo contrapôs a acção violenta como meio de transformação do homem e da sociedade. No entanto, o Fascismo não é, nem nunca foi anti-humanitário. Aquilo que o Fascismo advoga é algo que pode ser descrito como um "humanitarismo belicista" em que o homem e a Civilização são esculpidos e aperfeiçoados pela guerra e pela violência, que são encaradas pela doutrina fascista não como algo maligno ou inerentmente mau, mas sim, como elementos necessários para se conseguir atingir e preservar a "pureza" e "higiene social".

Julgo que não é muito difícil de se entender porque é que o Fascismo, que é sob todos os pontos de vista a mais espartana de todas as ideologias, seduziu a juventude italiana em massa e criou raízes por toda a Europa que duram até aos dias de hoje.

Muito há ainda por se dizer sobre a estranha relação que os fascistas tiveram com a religião e as inúmeras tendências religiosas que existaram dentro do movimento fascista, desde os adeptos de um renascimento neopagão/esotérico, aos ultra-católicos, de tudo houve no seio ideológico dos fascismos. Quando a minha paciência (e o tempo...) assim o permitir, espero de voltar a este tema deveras interessante. Por ora, fico-me por aqui.  

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Notas:
[1] Salazar não foi um fascista ortodoxo, mas teve, especialmente durante as décadas de 1920 e 1930, uma clara admiração e proximidade para com a ideologia fascista que durou pelo menos até ao fim da Segunda Guerra Mundial, ponto a partir do qual se afastou definitvamente do Fascismo italiano.
[2] De há uns anos a esta parte, soma e segue por aí uma ideia falsa de que os fascistas eram "tradicionalistas", no entanto, só profere tamanha asneira quem não conhece minimamente a ideologia fascista por dentro e desconhece as raízes futuristas da mesma. Que fique bem claro que o Futurismo é uma antítese do Tradicionalismo e por isso mesmo, o Fascismo na sua fórmula ideológica original nunca quis recuperar nenhuma utopia passada, mas sim, reinventar a própria Nação e o Nacionalismo de forma violenta e radical. Por este mesmo motivo o Fascismo não é, nem nunca foi tradicionalista.

João José Horta Nobre
26 de Dezembro de 2018
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Sim, o Nacionalismo Está Vivo e Recomenda-se




"Nenhum Rothschild é Inglês... Nenhum Baruch, Morgenthau, Cohen, Lehman, Warburg, Kuhn, Kahn, Schiff, Sieff ou Solomon alguma vez nasceu Anglo-saxão. No entanto, é por este lixo imundo que vocês lutam. É por este lixo imundo que vocês assassinaram o vosso Império. É este lixo imundo que escolhe e elege os vossos políticos." - Ezra Pound (1885 - 1972)

O "sistema", para além de já ter perdido a noção do ridículo, está neste momento desesperado para travar a emergente onda nacionalista que está a varrer a Europa e o Mundo Ocidental. As poderosíssimas forças ao serviço do Sionismo Rothschild que comanda o cartel globalista/mundialista, possuem o apoio descarado dos media que já nem sequer se dão ao trabalho de esconder a sua parcialidade. No entanto e apesar de toda a imensa campanha que o "sistema" tem levado a cabo no sentido de asfixiar e matar o renascimento nacionalista à nascença, apesar disto, os nacionalistas têm-se mantido firmes e recusam-se a recuar.

Os traidores, tanto à esquerda, como à direita, que estão aliados aos parasitas da Civilização que nos fazem a guerra, terão a seu tempo a justiça devidamente servida.

A direita "conservadora", monárquica ou não, sempre teve pavor dos nacionalistas e aliada à Igreja Católica, sempre nos quis destruir. Esta canalha pseudo-conservadora é discretamente sustentada por uma certa "mão invisível" e serve única e exclusivamente para criar confusão e espalhar o engano por entre a população.  

Ainda há poucos dias a Igreja Católica, organização que é directamente financiada pela judiaria internacional, criticou publicamente o governo italiano por este rejeitar o pacto sobre as migrações. Ninguém deve por isso ficar surpreendido com a hostilidade demonstrada pela Igreja em relação aos partidos e movimentos nacionalistas, pois a Igreja está apenas a fazer aquilo que sempre fez, ou seja, perseguir, denegrir e difamar toda e qualquer oposição ao "sistema" e às forças do "sistema". Este último ponto permite perceber porque é que a Igreja regularmente ataca os nacionalistas mas, ao invés, muito raramente ataca a esquerda ou a direita que estão ao serviço do "sistema".

O facto de o Nacionalismo e os nacionalistas serem alvo de um ódio contínuo tanto da parte da Igreja, como de todas as forças do "sistema", sejam elas de direita ou de esquerda, é o principal argumento contra a categorização do Nacionalismo como uma ideologia de esquerda ou de direita. Os nacionalistas não são, nem nunca foram de esquerda ou de direita. Pelo contrário, os nacionalistas são apenas isto mesmo... nacionalistas!

O facto de o Nacionalismo não se encaixar nem no campo da direita, nem da esquerda, deve ser motivo de orgulho para todos os nacionalistas, pois é isto que nos torna diferentes de todos os outros. O "sistema" bem que pode berrar na imprensa por si controlada que nós somos de "extrema-direita" ou de "ultra-direita", ou o raio que os parta, que isso só ajuda a provar aquilo que os nacionalistas dizem há muito, ou seja, que nós estamos a ser alvo de permanente perseguição por parte das forças do "sistema", porque nós somos simplesmente a única força que realmente incomoda, ameaça e combate o "sistema" de forma séria.

A canalha globalista está hoje a tentar destruir a Civilização Ocidental por via da imigração maciça e descontrolada que, nos seus sinistros cálculos, deverá levar à natural diluição das identidades nacionais, das fronteiras, do género humano e por fim, das próprias nações. O Nacionalismo e não tenham a mínima dúvida sobre isto, é a única doutrina que pode derrotar este maquiavélico plano e o "sistema" sabe disto, aliás, é exactamente e principalmente por este mesmo motivo que o "sistema" empenha tantos recursos para nos destruir. É que o "sistema", ou seja, a Estrutura de Controlo Sionista, sabe que no dia em que os nacionalistas tomarem o poder será game over não só para o cartel globalista, mas para toda a máfia internacionalista, seja ela de direita ou de esquerda.

Os ventos da mudança rumo ao despontar de uma nova alvorada, após décadas de hipnose, estão progressivamente a varrer o Mundo Ocidental e inevitavelmente, acabarão por chegar também a Portugal. A "nossa" elite, tanto a da direita liberal e católica, como a da esquerda internacionalista, pode ter a certeza de que tem os seus dias contados e nada neste Mundo a poderá salvar da "limpeza" a fundo que está para vir. 

João José Horta Nobre
12 de Dezembro de 2018


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Hitler Tinha Razão: O Sionismo Internacional e a Derrota Alemã na Primeira Guerra Mundial



"Escutem - não existe nenhuma guerra que acabe com todas as guerras." - Haruki Murakami (1949 - )

Comemorou-se no passado dia 11 de Novembro o centenário da assinatura do Armistício que colocou fim ao banho de sangue que ficou conhecido na historiografia como a "Primeira Guerra Mundial". Como já é costume nestas situações, repetem-se os velhos argumentos e são lançados nos grandes media controlados pelo "sistema", inúmeros documentários e reportagens de toda a espécie que analisam, sem ir verdadeiramente ao fundo da questão, o que se passou há cem anos. Digamos que, há uma "versão oficial" da história da Primeira Guerra Mundial e esta versão historiográfica, politicamente correcta e muito chique, de forma a estar de acordo com os parâmetros daquilo que é permitido pela Nova Ordem Mundial, entra directamente em contradição com aquilo que os caros leitores irão ler de seguida, isto é, claro, se desejarem conhecer o lado oculto daquilo que verdadeiramente se passou durante a Primeira Guerra Mundial, ao invés de continuarem a acreditar na estória oficial colocada em circulação pela imprensa e pelas academias sob a influência e controlo do Sionismo Internacional.

A Primeira Guerra Mundial foi uma guerra desprovida de qualquer espécie de sentido ou causa pela qual valia verdadeiramente lutar e muito menos morrer. Este simples facto, torna ainda mais incompreensível todo o horror e sofrimento provocado por este conflito, pois não se vislumbra no campo da racionalidade um único argumento válido que justifique a barbárie que durante quatro longos anos atirou europeus contra europeus, num massacre inútil que apenas serviu os interesses da judiaria internacional organizada, que tem sido, desde o tempo do Império Romano, o mais terrível, capaz e audaz inimigo com que a Europa já se defrontou. Aliás, não foi ao acaso que o próprio Hitler descreveu o povo judaico no Mein Kampf como sendo uma "super-raça"...

Foi em finais de 1917, o ano mais determinante da Primeira Guerra Mundial, que o Secretário de Estado Para os Assuntos Estrangeiros do Reino Unido, Arthur Balfour, escreveu uma carta ao Barão Walter Rothschild, que era então o principal líder do Sionismo Internacional organizado.[1] Na carta em questão, que ficaria conhecida como a famosa Declaração Balfour, era prometida a entrega da Palestina aos sionistas em troca de determinados favores da parte do imenso poder económico-financeiro judaico e foi assim que se lançou a primeira pedra na criação do futuro Estado de Israel.

Antes de pedirem a concessão da Palestina à parte britânica, os sionistas tinham já feito o mesmo pedido ao Kaiser da Alemanha, Wilhelm II e em troca prometeram ao mesmo que o ajudariam a vencer a guerra, caso este auxiliasse a causa sionista. O Kaiser, apesar dos seus muitos defeitos, era um homem honrado e de palavra e por isso mesmo explicou aos sionistas que não poderia dar-lhes a Palestina, pois tal território pertencia ao Império Otomano que era à época um fiel e bom aliado da Alemanha. Os sionistas, certamente furiosos com o Kaiser, juraram vingança contra a Alemanha por esta se recusar a trair um aliado e foram fazer aos britânicos a mesma proposta que haviam feito aos alemães.

Foi apenas devido ao compromisso que selaram com os sionistas através da infame Declaração Balfour, que os britânicos enviaram para o Médio Oriente um dos seus mais capazes generais, o general Edmund Allenby, para a partir do Egipto organizar uma força expedicionária, cujo único verdadeiro objectivo era roubar a Palestina ao Império Otomano e cumprir assim a promessa britânica de entregar a Palestina nas mãos do Sionismo Internacional. Não fazia qualquer sentido, do ponto de vista militar, que os britânicos alocassem tantos recursos para conquistar a Palestina numa altura em que a frente europeia estava desesperadamente a precisar de mais homens e armas, de forma a que os aliados conseguissem manter o esforço de guerra contra a Alemanha. Porém, da perspectiva sionista, tudo isto fazia não apenas sentido, como era logicamente o mais correcto a fazer, pois permitia não apenas um alastrar da guerra ao Médio Oriente, com o consequente enfraquecimento do Império Otomano, como permitia também garantir que a Palestina passaria a estar sob o controlo sionista assim que o triunfo britânico sobre a coligação germano-otomana estivesse garantida.

Previamente à chegada do General Allenby ao Médio Oriente, os únicos combates relevantes que os britânicos tinham levado a cabo neste teatro de operações limitavam-se a terem rechaçado uma ofensiva otomana no deserto do Sinai e a uma desastrosa ofensiva do Exercito Britânico-Indiano no Iraque, que terminou com o humilhante Cerco de Kut Al Amara e a captura da totalidade das forças britânico-indianas por parte dos otomanos. Os britânicos, aproveitando-se das históricas rivalidades e divisões entre árabes e turcos, lançaram ainda as sementes da revolta árabe contra o Império Otomano por via de um agente secreto que acabaria por ficar mundialmente conhecido como o Lawrence da Arábia. Como se percebe facilmente, todo o esforço militar britânico no Médio Oriente que precede a promessa de Balfour de entregar a Palestina aos sionistas, limitava-se a algumas escaramuças de baixa intensidade com os otomanos e a ataques à bomba contra a Linha Ferroviária do Hejaz, projecto último este em que Lawrence da Arábia se especializou.




A Declaração Balfour veio alterar radicalmente a postura britânica em relação ao Médio Oriente, que passou assim a ter uma importância muito maior, pois era vital que os britânicos assegurassem a Palestina para os sionistas, se desejavam em contrapartida não apenas vencer a Primeira Guerra Mundial, mas também derrotar e humilhar totalmente a Alemanha, algo que só era possível de se fazer com o auxílio crucial do tremendo poder económico-financeiro judaico.

A entrada do general Allenby no Médio Oriente levou, como já foi explicado, a um incremento imediato dos recursos militares para a região e isto teve consequências directas para a Revolta Árabe que Lawrence da Arábia estava a tentar fazer alastrar a todo o custo pelo Império Otomano adentro. Quase de um momento para o outro, os árabes que eram apoiados pelos ingleses passaram a dispor de imensos recursos em termos de armas e munições e isto, como é óbvio, teve pesadas consequências para os otomanos que se viram assim acossados por forças inimigas tanto a partir do exterior, como do interior do seu Império. 

Apesar de enfraquecido, o Império Otomano ainda continuava a ser em 1915 uma força militar relevante e capaz de resistir muito mais do que aquilo que os ingleses alguma vez julgaram ser possível. Depois de terem sido batidos pelos otomanos na fracassada Campanha dos Dardanelos, os britânicos decidiram concentrar as forças que lhes restavam no Médio Oriente e empenhar as mesmas na Campanha do Sinai e da Palestina, de forma a cumprir o que haviam prometido aos sionistas na Declaração Balfour. O general Allenby levou até ao fim de 1918 para conseguir conquistar Jerusalém e posteriormente entrar em Damasco, cidade onde foi decidido que era altura de travar a ofensiva, pois o objectivo de assegurar a Palestina para os sionistas havia sido atingido com sucesso.

O Sionismo Internacional, de forma a honrar a sua parte do acordo com os britânicos e assegurar assim que a Alemanha perdia a Primeira Guerra Mundial, colocou então em marcha o seu programa de destruição do Império Alemão. Tendo em conta que o Sionismo Internacional gozava de um insano poder e influência na área das finanças, economia e banca, com tentáculos espalhados por todo o globo terrestre, não terá sido muito difícil para o mesmo assegurar o embargo total contra a Alemanha que visava impedir a mesma de importar matérias-primas e alimentos. Não bastando isto, a judiaria internacional não descansou enquanto não arrastou os Estados Unidos para a guerra contra a Alemanha. A cabala sionista estava em marcha a todo o vapor contra o Império Alemão.

É necessário que se tenha em conta que a Alemanha só tinha conseguido manter o esforço de guerra até 1916-1917 sem grandes problemas de maior, porque tinha acesso quase ilimitado a todos os recursos de que necessitava para armar, alimentar e vestir as suas Forças Armadas. A tropa alemã era alimentada com carne importada, as fardas eram fabricadas por fábricas alemãs, sim, mas com têxteis importados e a sua indústria militar precisava de importar os químicos necessários para fabricar munições. Toda esta dependência em mercados externos constituía um terrível "calcanhar de Aquiles" para o Império Alemão, pois bastava um embargo mais severo contra o mesmo e este ficaria incapaz de aguentar um esforço de guerra prolongado contra grandes potências como a França e o Reino Unido.

Anteriormente à entrada em vigor do embargo total contra a Alemanha empreendido pelas forças organizadas do Sionismo Internacional, já existia um bloqueio dos portos alemães por parte da British Royal Navy, que reduziu à insignificância económica os portos de Hamburgo e Kiel. Apesar destas aparentes dificuldades para importar aquilo de que necessitava, o Império Alemão conseguia contornar este embargo através da utilização de navios com bandeira neutra ou até mesmo com bandeira britânica, que descarregavam a sua carga em países neutros como a Suécia, a Holanda e a Dinamarca. Posteriormente, esta carga era transportada por via terrestre até chegar ao interior do Império Alemão. Foi desta forma que os alemães conseguiram aguentar o esforço de guerra até 1917 sem quaisquer problemas de maior. Não restam dúvidas de que a Alemanha poderia ter continuado a guerra muito para lá de 1918, se não fosse o embargo total que o Sionismo Internacional lançou contra a mesma.

Um dos principais argumentos dos nacionais-socialistas sempre foi o de que a Alemanha havia perdido a Primeira Guerra Mundial, porque esta tinha sido cobardemente "esfaqueada nas costas" pela judiaria internacional. As forças do "sistema" têm empenhado imensos recursos para desmentir esta acusação que oficialmente dizem ser apenas um "mito". Segundo a tal estória oficial da "Carochinha e do João Ratão" que é propagandeada nas academias pelos Rosas e Pimentelas da nossa vida, a acusação de que foi o Sionismo Internacional que verdadeiramente provocou a derrota e humilhação da Alemanha em 1918, não passa de um "mito" e "propaganda nazi" desprovida de escrúpulos. Ora, este argumento até seria aceitável se não fosse o facto de a história registada, ou seja, os FACTOS registados, demonstrarem claramente que o Sionismo Internacional organizado conspirou no sentido de em troca do empreendimento de um embargo total contra a Alemanha e a entrada dos Estados Unidos na guerra, os britânicos entregarem a Palestina nas mãos da judiaria internacional. Toda esta cabala contra o povo alemão foi denunciada e com razão pelos nacionais-socialistas e é por isso que só é justo reconhecer-se que Hitler tinha toda a razão quando o mesmo acusava a judiaria internacional e internacionalista organizada, de ter dado uma "facada nas costas" da Alemanha e assim ter forçado a mesma a aceitar um Armistício absolutamente humilhante, aquando da sua capitulação a 11 de Novembro de 1918. 

Até 1917 a Alemanha havia-se mantido firme perante o assalto continuado dos seus inimigos, sendo que foi só a partir do Inverno de 1917-1918 que a situação começou a assumir contornos que só podem ser descritos como catastróficos. Na frente interna, a fome, fenómeno ao qual o povo alemão já não estava habituado, começou a fazer-se sentir e largos sectores da população começaram a alimentar-se quase exclusivamente de nabos ao ponto do inverno de 1917-1918 ficar conhecido como o "Inverno dos nabos". Por sua vez, na linha da frente começavam a faltar bens essenciais como ligaduras, café e pior do que tudo - carne e munições. É impossível manter um exército em combate quando o mesmo não tem acesso às proteínas e munições necessárias para se conseguir manter minimamente apto. Foi este factor que levou a que quando a guerra terminou em 1918, o Exército Alemão estava reduzido a uma força de homens com notória falta de peso e claramente subnutridos em larga medida.




Não restam dúvidas de que este processo de desgaste pela fome sofrido pela tropa alemã, foi o que determinou em larga medida o fracasso da grande ofensiva de Primavera lançada pelos alemães em 1918. Quando a Stoßtruppen penetrou nas linhas de defesa aliadas, a mesma não tardou a deparar-se com enormes quantidades de rações de combate e outros "luxos" como chocolate, biscoitos, queijo, compota, gin, rum, etc... Obviamente, a tropa alemã fez aquilo que a natureza humana sempre fez nestas situações e deleitou-se a comer como já não comia há anos. Inesperadamente, o maior inimigo dos alemães na ofensiva de Primavera de 1918, acabou por ser não as balas e a artilharia inimiga, mas sim, a comida que os soldados alemães capturaram. Os oficiais alemães bem que imploravam com a tropa para que a mesma prosseguisse no assalto, porém, de pouco ou nada adiantou, pois a tropa alemã estava esfomeada e recusava-se a avançar sem primeiro ter o seu estômago bem abastecido com a comida recém-capturada ao inimigo. O resultado disto, como não podia deixar de ser, foi que esta "pausa para comer" que nunca havia feito parte dos planos do general Ludendorff, acabou por dar aos aliados tempo precioso para se reorganizarem perante a ofensiva alemã e prepararem assim uma defesa em profundidade adequada. 

Hitler, o então ainda desconhecido cabo, assistiu e viveu pessoalmente tudo isto que se estava a passar com o Exército Alemão e certamente que não deixou de reparar em como a força da tropa alemã estava a diminuir de dia para dia à medida que esta ficava cada vez mais magra e as doenças se espalhavam por entre as desastrosas condições de vida nas trincheiras. A falta de munições em quantidade adequada foi, digamos, apenas o "último prego no caixão" para os alemães, que assim se viam numa situação desesperada perante o avanço de um inimigo implacável. 

Durante os últimos meses da guerra, o Exército Alemão, esfomeado e carente de munições, colapsou literalmente perante os avanços dos aliados. Hitler sabia perfeitamente bem que do ponto de vista militar, era impossível para o Império Alemão manter o esforço de guerra, porém, Hitler sabia também e com toda a razão, que as Forças Armadas Alemãs não haviam sido derrotadas no campo de batalha, mas sim, através da traição levada a cabo pelo Sionismo Internacional organizado. Foi, de facto, a "mão invisível" judaico-sionista que usando de muita astúcia e diplomacia de duas faces, traiu a Nação alemã e a "esfaqueou nas costas" de forma fatal. 

Hitler tinha razão. A Alemanha perdeu a Primeira Guerra Mundial porque foi cobardemente traída e "esfaqueada nas costas" pela judiaria internacional. Esta verdade pode incomodar a muitos, mas é a verdade e por mais que a Nova Ordem Mundial e as forças do "sistema" continuem a tentar ocultar aquilo que fizeram à Alemanha na guerra de 1914-1918, por mais que censurem e persigam quem ousa expor o que verdadeiramente se passou há cem anos atrás, a verdade, tal como o azeite, acabará sempre por vir ao de cima...[2][3]

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Notas:
[1]É daqui que deriva o termo "Sionismo Rothschild", que é apenas um sinónimo da expressão "Sionismo Internacional". O fenómeno sionista, de facto, germinou, cresceu e espalhou-se pelo Mundo principalmente devido aos esforços da família Rothschild. No entanto e é preciso que isto fique claro, o Supremacismo Judaico antecede em muito o conceito de Sionismo Internacional/Rothschild. O Supremacismo Judaico é a designação que descreve a postura segundo a qual o povo judaico é superior a todos os outros povos e que por isso e também devido ao facto de ser "o povo eleito" pelo seu Deus, tem o legítimo direito a subjugar e governar todos os outros povos. O conceito de Supremacismo Judaico é central à religião judaica e é preciso que não se confundam os conceitos de Sionismo Rothschild/Internacional, com o conceito de Supremacismo Judaico, pois tratam-se de conceitos que apesar de se inter-relacionarem, são diferentes e têm origens completamente diferentes. 
[2] CONSETT, M.W.W.P. - The Triumph of Unarmed Forces (1914-1918): An Account of The Transactions by Which Germany During The Great War Was Able to Obtain Supplies Prior to Her Collapse Under The Pressure of Economic Forces. Williams and Norgate, London, 1923. Link: https://archive.org/stream/triumphofunarmed00consuoft/triumphofunarmed00consuoft_djvu.txt
[3] GREENHALGH, Ian - Hitler Was Right: Germany Was Stabbed in The Back. Veterans Today, 12 de Novembro de 2018. Link: https://www.veteranstoday.com/2018/11/12/hitler-was-right-germany-was-stabbed-in-the-back/

João José Horta Nobre
14 de Novembro de 2018


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

A Maior Força de Bolsonaro é Simultaneamente a Sua Maior Fraqueza




«A luta contra o absurdo religioso é mais do que uma necessidade hoje em dia.» - Benito Mussolini (1883 - 1945)

É inegável que a maior força de Bolsonaro, do ponto de vista eleitoral, são os diversos grupos cristãos que tanto se têm esforçado para promover a sua candidatura. Sem a sua base evangélica e católica que o apoia fanaticamente, Bolsonaro estaria certamente condenado a perder a 2ª volta das eleições presidenciais do Brasil, que se realizam no próximo dia 28 de Outubro.

O grande problema para Bolsonaro é que o facto de o mesmo estar tão dependente do apoio de grupos religiosos judaico-cristãos, vai simultaneamente dificultar qualquer verdadeira política nacionalista da parte de Bolsonaro, pois os grupos religiosos em causa são e sempre foram aguerridamente anti-nacionais e anti-patrióticos na sua essência

Em todos os tempos e todos os lugares, salvo raras excepções, os cristãos sempre fizeram a guerra contra os nacionalistas e foram aliados dos interesses judaico-sionistas. A Igreja Católica, por motivos de doutrina, odeia e despreza as nações de forma visceral e pelos dias que correm, já nem sequer se dá ao trabalho de disfarçar que é directamente financiada por George Soros e quejandos. É por este motivo que eu não hesito em afirmar que os cristãos são a maior fraqueza de Bolsonaro e creio eu, irão inevitavelmente sabotar a sua presidência se o mesmo não souber colocar este bando de fanáticos religiosos no seu devido lugar.

Bolsonaro tem neste momento praticamente garantida a sua vitória no próximo dia 28 e isto, por sua vez, significa também uma vitória do lobby evangélico. Há neste momento fortes indícios de que grupos evangélicos dos Estados Unidos estão activamente não só a apoiar a candidatura de Bolsonaro na retaguarda, como também estão a tentar exportar a sua agenda político-ideológica para o Brasil. Para quem não saiba, a criminosa agenda destes cristãos é exactamente a mesma agenda que minou a presidência de Trump desde o início e o reduziu de forma humilhante a uma mera marioneta dos interesses judaico-sionistas na Casa Branca.

Qual então o objectivo dos evangélicos que apoiam Bolsonaro? Ora bem, em primeiro lugar há que compreender que os evangélicos, à semelhança dos católicos e protestantes, estão sob o controlo das sinistras forças da Nova Ordem Mundial, isto é, da judiaria internacional e internacionalista. O objectivo imediato desta gente é em primeiro lugar servir Judeia que na sua versão contemporânea se chama "Estado de Israel". Em segundo lugar e sob a capa de um conservadorismo postiço, o gangue judaico-sionista pretende o desmantelamento progressivo das nações e eventualmente, a sua substituição por um governo mundial totalitário cuja capital será Jerusalém.

Tudo o que as forças do "sistema" fazem tem como finalidade atingir estes dois objectivos e desengane-se quem julgar que o "sistema" no Brasil se reduz apenas às forças do agora infame Partido dos Trabalhadores e do Foro de São Paulo. O "sistema" não é, nem nunca foi apenas de esquerda ou de direita, mas sim, de Sião e é apenas perante as sinistras forças da judiaria internacional organizada que as forças políticas do "sistema" respondem.

Os evangélicos e a restante turba cristã que apoia Bolsonaro, irão ser inevitavelmente a principal ameaça à sua presidência, isto caso Bolsonaro não saiba meter esta gente no seu devido lugar logo de início e acima de tudo, deixar de apaziguar e bajular as elites judaicas, pois isso simplesmente não lhe vai adiantar de nada.[1] Marine Le Pen e Trump também recorreram à estratégia do apaziguamento das elites judaicas e o que ganharam foi ainda mais ódio da parte judiaria internacional. Duvidam disto? Então observem apenas o veneno que a lügenpresse controlada pelas elites judaicas cospe a nível diário contra Trump, Le Pen, Duterte, Putin, Bolsonaro, Órban, Salvini e qualquer outro político que se atreva a prosseguir uma agenda minimamente nacionalista. 

As forças da Nova Ordem Mundial odeiam visceralmente o Nacionalismo independentemente da forma que o mesmo assuma. O Nacionalismo não é tolerado pelo "sistema", porque o Nacionalismo é, em última análise, o principal inimigo ideológico dos globalistas e do seu projecto diabólico para aniquilar as nações e escravizar os povos. Espero que o Capitão Bolsonaro tenha isto presente na sua mente no dia em que assumir o cargo de Presidente do Brasil e acima de tudo, que governe com o coração, pois os caminhos indicados pelo coração serão sempre os mais justos.

_______________________________________________

Notas:
[1] No máximo compra-lhe algum tempo, nada mais. 

João José Horta Nobre
25 de Outubro de 2018

domingo, 7 de outubro de 2018

A Primeira Entrevista que Vladimir Putin Deu Logo Após a Sua Tomada de Posse Como Presidente da Federação Russa no Ano 2000


A primeira entrevista dada por Putin poucos dias após tomar posse no ano 2000 e numa altura em que a Rússia estava literalmente à beira do precipício em todos os sentidos. Aproveito para agradecer aqui à Inessa S. pela oportuna recuperação e divulgação do material em questão.

A pequena, porém, muito interessante curiosidade histórica que podem ver no video acima, é alegadamente a primeira entrevista que Vladimir Putin deu logo após a sua tomada de posse como Presidente da Federação Russa no ano 2000. À margem algumas perguntas idiotas (e inúteis...) feitas por quem conduziu a entrevista, trata-se de uma peça bastante reveladora no sentido em que exibe um Putin ainda muito diferente daquele que o Mundo hoje conhece. É também notório como Putin no ano 2000 ainda não se sentia muito seguro, nem confortável à frente das câmaras.

Certamente, não tenho a menor dúvida de que no ano 2000 o Império Anglo-Sionista e os supremacistas judeus que infestaram (e destruíram...) os governos de Boris Yeltsin, julgavam ainda que poderiam continuar a dominar Putin e a Rússia como se nada se passasse. Mal sabiam eles como estavam enganados e creio que nem nos seus piores pesadelos a judiaria internacional alguma vez imaginou o quão difícil este antigo Coronel do KGB eivado a Presidente da Rússia lhe iria fazer a vida. Aliás, se imaginasse, provavelmente tê-lo-ia assassinado antes do mesmo conseguir tornar-se Presidente. “Tob shebbe goyim harog”, não é assim que diz o Talmude?...

Poucos em Portugal terão noção do verdadeiro estado de ruína em que a Federação Russa se encontrava no ano 2000 e da desgraça pegada que Putin herdou de Yeltsin. O fim do Comunismo, ao invés de trazer a tal "prosperidade maravilhosa" tão prometida pela chusma demo-liberalóide, o que trouxe foi caos, violência, pobreza extrema e a exploração humilhante do povo russo às mãos da pior escumalha que alguma vez existiu. Por sua vez, os judeus em controlo das estruturas de poder do Ocidente aproveitaram a oportunidade para mais uma vez tentarem fragmentar e destruir a Rússia de uma vez por todas. Já o tinham tentado fazer anteriormente aquando da Revolução Bolchevique em 1917, que foi inteiramente patrocinada e apoiada a partir dos bastidores por plutocratas judeus radicados em Wall Street. Nos anos 1990, o Comunismo foi substituído pelo Neoliberalismo e a elite globalista não tardou a transformar esta ideologia na sua nova arma para destruir nações. O Comunismo ortodoxo da URSS havia-se tornado demasiado nacionalista e no fundo, foi esse o motivo pelo qual a URSS foi dissolvida à força pela elite globalista.

O dinheiro e as "impressões digitais" da judiaria internacional estiveram por detrás de praticamente todas as actividades e campanhas anti-russas do virar do milénio. Desde a guerra na Chechénia à máfia que dominava largos sectores da sociedade russa, passando pela economia que estava a ser gerida de acordo com as directrizes de "conselheiros" oriundos de Washington, a "mão invisível" da judiaria internacional foi a principal força impulsionadora de toda a orgia de destruição que tomou conta da Rússia na década de 1990. Os oligarcas que dominavam então a economia russa (quase todos judeus...), receberam toda a espécie de apoios da parte do Ocidente e não houve um único País da NATO que tivesse a coragem de denunciar a autêntica conspiração com ramificações internacionais de que a Rússia estava a ser alvo.

Aproveitando-se do marasmo em que se encontravam as Forças Armadas Russas que estavam em muitos aspectos próximas do colapso, o Império Anglo-Sionista em conjunto com os seus sabujos da NATO, ainda atacou e mutilou a pequena Sérvia sem qualquer espécie de provocação e tratou de ir sempre "apertando o cerco" em torno da Rússia com a criação de cada vez mais bases militares em torno do "urso russo". Putin assistiu a isto tudo e certamente que não o esqueceu, nem nunca vai esquecer. A desgraça periclitante que o antigo Coronel do KGB herdou no ano 2000, estava muito próxima do ponto de não retorno e creio que terá sido mesmo por obra e graça de algum milagre que a Federação Russa não se fragmentou então em pedaços. Ainda é muito cedo para se fazer escola do "Putinismo", no entanto, creio que qualquer governante que seja minimamente sério e bem intencionado, só tem a ganhar em olhar para Putin e tentar aprender como é que contra todas as expectativas se consegue arrancar um País da beira do precipício e restaurar-lhe a honra perdida e se não muita, pelo menos alguma prosperidade. 

João José Horta Nobre
7 de Outubro de 2018

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Israel Vai Pagar um Preço Muito Elevado Por Ter Deliberadamente Assassinado Militares Russos




"Tiveste sede de sangue, e eu de sangue te encho." - Alighieri Dante (1265 - 1321)

Israel cometeu um grave erro no passado dia 17 de Setembro. Muito sucintamente e para quem ainda não sabe, o que se passou foi que os israelitas decidiram atacar mais uma vez a Síria e muito ao estilo do típico chico-espertismo que tanto caracteriza o "povo eleito", os pilotos dos F-16 israelitas esconderam-se na proximidade de um IL-20 russo que se preparava já para aterrar na Base Aérea de Hmeimim. Em resultado da manobra israelita que nada teve de acidental e que visava propositadamente usar o IL-20 russo como um "escudo", os militares sírios encarregues da defesa anti-aérea do seu País, acabaram por abater não os F-16 israelitas, mas sim o IL-20 que para desgraça da sua tripulação, acabou vitimado por um míssil anti-aéreo S-200.

Não há desculpa para este comportamento da parte de Israel. Quinze militares russos estão agora mortos devido ao comportamento da Força Aérea Israelita e muito sinceramente, eu não sei o que é que os sionistas pensam que vão ganhar em assassinar assim de forma deliberada a tropa russa, porém, posso-vos garantir que a Rússia fará Israel pagar um preço elevadíssimo por este atrevimento despudorado. Duvidam?! Então atentem nas palavras do Ministro da Defesa da Federação Russa, Sergey Shoygu, que já deixou claro que a Rússia "reserva a si o direito a responder" adequadamente à agressão israelita. Mais interessante ainda foi a afirmação do Presidente Vladimir Putin, que garantiu que a Rússia irá tomar medidas nas quais "todos irão reparar". Que medidas serão essas ainda ninguém sabe, no entanto, podem todos ter a certeza de que essas medidas serão tomadas e a consequência de tais medidas pode muito bem vir a ser a definitva perda de liberdade de acção para os israelitas nos céus da Síria. Aliás, Israel já devia de ter percebido o recado em Fevereiro passado, quando os sírios abateram um F-16 Israelita com um míssil anti-aéreo S-200




A Síria pode e deve defender o seu espaço aéreo e vale a pena destacar que as capacidades de defesa anti-aérea da Síria hoje, são muito superiores ao que eram em 2011. Apesar da guerra que tem devastado o País, os sírios com a preciosa ajuda russa têm conseguido não só recuperar, mas também melhorar significativamente as suas capacidades de defesa anti-aérea. Mesmo sem o S-300 e o ainda mais moderno (e caro...) S-400 ao seu serviço, a Força de Defesa Aérea da Síria tem conseguido realizar um notável trabalho graças à modernização de antigos sistemas de defesa anti-aérea como o S-200 e o Buk M1. Este último sistema de defesa anti-aérea, a par do espectacular e muito eficaz Pantsir, destacou-se em Abril passado quando os ianques, a pretexto de um ataque químico fabricado, decidiram lançar mais de uma centena de mísseis Tomahawk contra o território Sírio, a maioria dos quais, diga-se de passagem, acabou abatido pelos "obsoletos" sistemas de defesa anti-aérea da Síria made in USSR. Para além destes feitos que já não são poucos e que só elevam o prestígio do equipamento de defesa anti-aérea de origem soviética, está ainda por explicar o muito estranho incidente em que alegadamente e segundo alguns rumores, um F-35 israelita com tecnologia stealth, teria sido atingido e danificado por um míssile S-200 disparado pelos sírios no início de Outubro passado. Oficialmente, os israelitas alegam que o F-35 em questão foi apenas atingido por pássaros, eu, como é óbvio, por agora vou fazer de conta que acredito...

Aconteça o que acontecer, podem todos ter a certeza de que Israel vai pagar um preço muito elevado por deliberadamente ter assassinado militares russos. O desejo de retaliação contra Israel está a aumentar nas fileiras das Forças Armadas Russas e Putin sabe muito bem que ele não pode mostrar fraqueza perante a ofensiva judaico-sionista que está em curso contra a Rússia e muito menos pode deixar passar em branco o assassinato deliberado e premeditado de militares russos. Nos últimos dias têm aumentado e muito os apelos da parte de oficiais russos no sentido da retaliação imediata contra Israel e uma das vozes que mais se destacou foi a do General Leonid Ivashov que apelou aberta e explicitamente à expulsão imediata do embaixador israelita em Moscovo e ao abate de todo e qualquer avião israelita que de ora em diante viole o espaço aéreo sírio.

Os sionistas estão "a brincar com o fogo", porém, na típica arrogância que os caracteriza, eles próprios não têm noção nem de com quem se estão a meter, nem daquilo que eventualmente lhes pode vir a acontecer. A verdade nua e crua é que a Rússia pura e simplesmente não vai tolerar mais humilhação às mãos da judiaria internacional e da cáfila sionista. Por mais que a máquina de propaganda sionista tente agora colocar as culpas do que aconteceu em cima dos sírios e iranianos, a verdade é que a esmagadora maioria do povo russo sabe que não foram os sírios e iranianos que assassinaram os seus compatriotas ao serviço da Pátria no passado dia 17 de Setembro, mas sim, a escumalha israelita que para além de estar activamente a armar e patrocinar grupos radicais islâmicos na Síria, está também a fazer uso dos seus lacaios da NATO para continuamente ameaçar e provocar a Rússia. Se nada mudar e se a elite lunática que está aos comandos do Ocidente não for arredada do poder, a seu tempo eu creio que existe uma fortíssima possibilidade de os sionistas arrastarem as potencias ocidentais numa guerra contra a Rússia, que redundará inevitavelmente em destruição mútua assegurada para ambas as partes. Pelo menos tudo assim o indica.

João José Horta Nobre
21 de Setembro de 2018


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Os Nacionalistas Não se Irão Esquecer de si, Caríssima Senhora Eurodeputada Ana Gomes




«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» - Alfredo Pimenta (1882 - 1950)

O Parlamento Europeu votou ontem a favor da aprovação de uma sanção histórica contra a Hungria de Viktor Órban. Paradoxalmente, isto acaba por ser uma excelente notícia para todos os nacionalistas, pois para além de expor mais uma vez o espírito totalitário que reina na União Europeia, demonstra também como a União Europeia não passa de um instrumento utilizado pela estrutura de controlo sionista, para destruir os povos autóctones da Europa. Oxalá que isto, finalmente, convença os húngaros de uma vez por todas a dar início ao processo de saída da União Europeia, uma vez que tal organização internacionalista não serve os interesses do povo húngaro ou de qualquer outra Nação que pertence à mesma.

Profundamente excitada e claramente desejosa de mostrar (ao seu patrão, o famoso magnata judeu George Soros?...) o seu empenho em atacar Viktor Órban por proteger o seu povo, a caríssima senhora eurodeputada Ana Gomes, fez questão de afirmar alto e bom som em pleno Parlamento Europeu que "nunca teríamos chegado a este estado se a Comissão tivesse agido há muito tempo." Obviamente, aquilo que Ana Gomes pretende dizer com isto e que pode ser subentendido na sua afirmação insolente, é que nunca teríamos chegado à actual manifestação de poderio nacionalista na Europa, se a actual elite reinante na União Europeia tivesse começado a sancionar e a atacar nacionalistas como Viktor Órban mais cedo. O atrevimento da canalha pesporrente não poderia ser maior.

Ora, nada disto é novidade para os nacionalistas, pois nós estamos habituados a isto e muito mais. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial que os nacionalistas passaram a ser o "saco de pancada" da elite reinante demo-liberal e "xuxalista" que saiu vitoriosa da guerra. As perseguições, os insultos, as ameaças, o ódio e a humilhação pública a que os nacionalistas têm sido sujeitos por parte do "sistema" e da comunicação social ao serviço do "sistema", tornaram-nos imunes a praticamente tudo e mais alguma coisa. Já diz o velho ditado que "aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes", creio que no que ao Nacionalismo diz respeito, tal parece ser certamente o caso.

O "sistema" tem-nos tentado destruir de todas as formas que se podem imaginar, no entanto, tal situação de guerra permanente ao Nacionalismo, para além de estar destinada ao inevitável fracasso, não poderia ser sustentável para sempre. A elite reinante certamente que julgou que a utilização de um misto de lavagem cerebral por via dos apócrifos media, com um intenso programa de abolição das identidades nacionais, seria o suficiente para acabar de uma vez por todas com os impulsos nacionalistas e consequentemente, abrir o caminho para o governo mundial totalitário do qual a União Europeia é já um protótipo. Falharam. A elite reinante falhou e o "sistema" fracassou na sua tentativa para exterminar de uma vez por todas as nações e os nacionalistas.

Os ventos da mudança estão novamente a soprar e a situação na Europa, a médio/longo prazo, ameaça tornar-se extremamente tóxica para a actual elite reinante e para os colaboradores e lacaios da mesma. Podem ter a certeza de que os nacionalistas não se irão esquecer de quem é que andou durante anos a atacar-nos e a fazer-nos a guerra por todos os meios. Sim, os nacionalistas não se irão esquecer de si, caríssima senhora eurodeputada Ana Gomes. Nem de si, nem de todos os seus colegas que diariamente nos fazem a guerra a partir de Bruxelas. Na hora devida e podem estar certos de que essa hora vai chegar, saberemos como agir e suas excelências terão a devida "recompensa" por todo o ódio, todos os ataques vis e toda a patifaria que têm cometido contra os povos da Europa.

João José Horta Nobre
13 de Setembro de 2018


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