sábado, 7 de maio de 2016

O Cristianismo Tem Futuro na Europa?

A Vénus de Arles, segurando uma maçã dourada do Jardim das Hespérides. Este tipo de arte, representando o nu feminino, é pura e simplesmente considerado escandaloso por todas as religiões abraâmicas. No caso do Cristianismo, foi por mera sorte que durante a Idade Média ou Moderna, estas estátuas e muitas outras obras de arte, não foram pura e simplesmente destruídas à martelada, como o Estado Islâmico hoje faz ao mesmo tipo de peças de arte no Médio Oriente.


"A intolerância e o fanatismo e as lutas religiosas só foram introduzidos na Europa com o culto do Deus único e exclusivista dos Judeus." - J. Andrade Saraiva in Perigos Que Ameaçam a Europa e a Raça Branca, Tomo III - Adulteração e Eliminação da Raça Branca, Lisboa, 1932, página 136

É um facto comprovado que antes da introdução das religiões abraâmicas em solo europeu, não existia o fanatismo religioso doentio, que está bem registado nos anais da história medieval e moderna. A Europa, ao permitir a substituição dos antigos cultos pagãos pela religião neo-judaica conhecida como Cristianismo, importou simultaneamente para dentro do seu seio, o fanatismo e a demência religiosa que tão bem caracteriza o Próximo Oriente.

Basta observar o que são as culturas que circulam em torno das três religiões abraâmicas, para se perceber que estas, para além de nunca terem tido nada de europeu na sua raiz cultural ou espiritual, são o produto de civilizações inferiores e que o próprio Império Romano sempre desprezou, precisamente por ter visto nas mesmas, aquilo que hoje continuamos a ver no Médio Oriente: a demência religiosa em forma pura.

Por exemplo, atente-se na obsessão que os abraâmicos em geral têm com o pudor. Se observarem a arte do Mundo Antigo, verão que a maioria das figuras femininas, surgem retratadas de forma a exibir a sua beleza natural e muitas vezes, surgem mesmo até nuas. Era até bastante comum, os gregos retratarem actos sexuais explícitos nas suas porcelanas. Pelo contrário, em todas as religiões abraâmicas, existe uma obsessão contra-natura com o pudor e o sexo é sempre visto como um pecado. Os muçulmanos então, levam isto ao extremo como se pode ver pela Arábia Saudita, onde um simples peito feminino à mostra, pode acabar em mortes por apedrejamento ou qualquer outro castigo, que os mentecaptos por aquelas bandas consigam congeminar.

O argumento cristão e em geral, o mesmo argumento que é utilizado pelos abraâmicos para se diabolizar o sexo, é o de que este se não for severamente regulado, pode colocar em causa a família e a natalidade. O problema é que este argumento da parte dos abraâmicos, não é credível e vai contra a própria história registada, pois tanto quanto se sabe, os pagãos romanos, gregos, celtas, germânicos, eslavos, etc... nunca tiveram esta obsessão com o pudor sexual e no entanto, não consta que alguma vez tivessem sofrido de crises de natalidade, ou que desprezassem a família de alguma forma.

As cruzadas são outro facto histórico que demonstra bem a loucura a que as religiões de origem semita podem conduzir quem as segue. Nunca, repito, nunca em toda a história da Europa pré-cristã, se fizeram expedições militares para espalhar uma dada religião, isso simplesmente era inconcebível e completamente ilógico para os nossos antepassados. A guerra fazia-se por motivos de defesa, expansão territorial ou por simples capricho do Imperador ou de algum Rei. Os deuses seriam apenas invocados como elemento auxiliar e de protecção, mas não era, nem nunca foi, com o intuito de "paganizar" um dado território, que os nossos antepassados faziam a guerra. Digamos que para os pagãos, a religião era apenas mais uma componente da vida. 

Ao invés, para os abrmicos, a religião assume uma centralidade na vida do dia a dia, que se transforma em verdadeira loucura fanática. Tanto judeus, como cristãos e muçulmanos, construíram ao longo do tempo elaboradas leis religiosas, que pretendem reger e governar todos os aspectos da vida civil e militar. Esta obsessão paranoica só é compreensível, se tivermos em conta que a concepção de Deus para os abraâmicos, é a de um Deus terrível, vingativo e castigador, que exige subserviência máxima, caso contrário, iremos todos arder e sofrer nas maiores profundezas do inferno para toda a eternidade. 

Esta concepção de Deus é aberrante e nunca existiu no Paganismo, onde os deuses, por norma, também podem castigar os homens, mas não exigem uma subserviência ao nível da auto-humilhação ridícula. Por exemplo, os gregos respeitavam Zeus, o "Pai" dos Deuses e faziam cerimónias pomposas em honra do mesmo, como os Jogos Olímpicos da Antiguidade. Porém, nunca existiu uma carga de fanatismo por Zeus, que colocasse os gregos em guerra para "espalhar a fé" de Zeus. Esta concepção de fazer a guerra para "espalhar a fé", seria até encarada como algo ridículo e inconcebível pelos antigos gregos, à semelhança de praticamente todas as restantes religiões europeias pré-cristãs. Os deuses do Olimpo faziam a guerra entre eles, não a deixavam para os homens, ao contrário do que acontece nas religiões abraâmicas.

Como é sabido, o Judaísmo em termos gerais é a base tanto do Cristianismo, como do Islão e é precisamente daqui que parte a loucura toda. Trata essencialmente de uma religião intolerante, racista e extremista. O Judaísmo é um produto ideológico-religioso, congeminado por um povo que sempre se pautou por um sentimento de soberba e superioridade em relação às demais religiões e etnias/raças. O Cristianismo por sua vez, conseguiu "humanizar" muitos aspectos do Judaísmo e Jesus Cristo foi na prática, um reformador judeu que quis "suavizar" a dureza da lei judaica. Apesar de ser mais humano e tolerante do que o Judaísmo, o Cristianismo mesmo assim, herdou a carga de fanatismo que esteve desde sempre inerente à crença no Deus único dos judeus, que é por sua vez o mesmo Deus dos muçulmanos.

Este Deus semita e direi mesmo até completamente tresloucado (leiam os textos religiosos dos abraâmicos e vão perceber porquê...), que nos foi legado pelos abraâmicos, constitui uma fraude e um atentado às próprias raízes religiosas da Europa. Isto porque, para começar, as tribos europeias na sua origem, nunca foram sequer monoteístas e todos os cultos religiosos da Europa pré-cristã, se pautavam por serem politeístas, havendo sempre e por norma, um Deus que era o "Pai" ou "Chefe" dos restantes. O Deus dos europeus nunca foi portanto o Deus dos judeus e nem pode sê-lo, pois este, precisamente por ter entregue o governo do Mundo à tribo de Israel, é por definição lógica nosso inimigo directo.

A actual crise que o Cristianismo enfrenta na Europa, é apenas a consequência lógica e natural de se terem substituído as antigas religiões nacionais europeias, por uma "coisa" importada do Médio Oriente e na sua essência, contrária a tudo aquilo que a Europa alguma vez representou. É óbvio, que não estando no seu meio natural, o Cristianismo só se consegue manter na Europa de duas formas: ou pela força bruta e usando os estados europeus como instrumentos de imposição dessa crença, ou então através do cultivo do fanatismo religioso.

Ora, hoje a larga maioria dos europeus já não aceita que o Estado tenha sequer uma "religião oficial", quanto mais permitir que este use a força bruta para impôr seja que crença for. Por outro lado, como a maioria da população já possui níveis bastante elevados de literacia, o clero cristão já não consegue cultivar o fanatismo religioso, que só pega facilmente em populações largamente iletradas e extremamente pobres. Não estando por isso o Cristianismo no seu meio natural e não tendo ao seu dispôr os meios de imposição e difusão que eu referi, é perfeitamente natural que comece a colapsar na Europa e vai continuar a colapsar até ao desaparecimento definitivo, com excepção de algumas pequenas seitas e comunidades cristãs, que eventualmente irão sempre subsistir, mas de forma muito residual.

O facto de a presença do Cristianismo se registar há cerca de 2000 anos na Europa, não significa absolutamente nada, pois sendo este contrário às raízes identitárias de todas as tribos indo-europeias, era apenas uma questão de tempo até o mesmo entrar na crise que actualmente é mais do que perceptível. Não acredito que no longo prazo, o Cristianismo tenha futuro na Europa e acreditem que não me dá absolutamente nenhum prazer dizer isto, pois temo que o vazio espiritual deixado pelo Cristianismo e os danos que esta religião entretanto provocou à psicologia e cultura dos europeus, possa facilitar a vida aos nossos maiores rivais e inimigos históricos...

João José Horta Nobre
7 de Maio de 2016
 

17 comentários:

  1. QUANDO CHEGARAM A ALEXANDRIA E DESTRUIRAM TUDO AINDA ERAM PROTO-CRISTÃOS QUANDO CHEGARAM A ROMA JA ESTAVAM EM PROTO-CATOLIZAÇÃO OU SEJA FUNDIDOS COM ELEMENTOS PAGÃOS DE CASCA QUE A PROPRIA IGREJA ADOPTOU COMO ÍCONES E REPRESENTAÇÕES

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  2. Um dos melhores artigos de sempre deste blogue, parabéns.

    Esses deuses tanto pagãos como o deus judeu, esses deuses eram deuses que cuidavam de determinados povos, da pólis, tinham uma função pragmática.
    Haviam deuses da guerra, da colheita, etc... cada povo tinha seu deus étnico.

    Esses Jeová, que os judeus escrevem YHVH, isso não é o suposto criador do universo, é um deus local que recebia sacrifícios de sangue bem primitivos e ajudava os judeus em suas guerras para tentar dominar o oriente médio. Um universo muito pequeno, nunca pensaram em termos de universo, nem sabiam que existia mais do que a terra e o seu continente.

    O cristianismo então... isso nem religião é, é uma alteração suavizante do judaísmo, que foi classificada como heresia pelos judeus, Jesus foi um rebelde reformador, um quase anarquista. Quem criou a religião foi Paulo de Tarso e posteriormente viram que a idéia se prestava para controlar a sociedade, como bem Nietzsche expôe em "o AntiCristo".

    Nunca tiveram pretensão de falar que há um deus do universo, se para os judeus YHVH era um deus local derivado dos cananeus e outros povos conquistados, então imagine o deus cristão que é o mesmo porém com caracteres modificados...

    e Alá então... uma invenção de um beduíno, talvez louco pelo sol, mais um mega-sistema de dominação social, criando um dos maiores impérios já conhecidos, o islâmico.

    Essa história de semitas e suas religiões, isso é atraso, isso é coisa de loucos.

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    1. «Um dos melhores artigos de sempre deste blogue, parabéns.»

      Obrigado.

      «O cristianismo então... isso nem religião é, é uma alteração suavizante do judaísmo, que foi classificada como heresia pelos judeus, Jesus foi um rebelde reformador, um quase anarquista.»

      Caro Renato Santon, é exactamente isso que os cristãos não metem na cabeça. Jesus Cristo não cumpre nenhum dos critérios necessários para ser o Messias. NENHUM!

      Portanto como é que se pode acreditar que Jesus é o Messias prometido?!?!

      Onde é que está a paz eterna na terra???

      O Messias tem por obrigação fundamental trazer a paz definitiva à Terra, caso contrário, não é o Messias, ponto.

      Ora, Cristo nasceu, morreu e nunca mais ninguém lhe pôs a vista em cima e paz na Terra, nem vê-la!

      Como é que alguém pode acreditar que uma figura assim é o Messias?!? Nem os próprios judeus acreditam, por isso mesmo é que continuam a ser judeus!...

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    2. Vamos lembrar de uma coisa, Jesus era um revolucionário judeu.

      As pretensões dele eram ao trono. A igreja manipulou muito a questão dos escritos bíblicos para branquear a opinião acerca de Jesus, de que o reino dele não era desse mundo. Mentira, Jesus era um descedente de Davi realizando uma revolução para tomar o trono de Israel.

      Jesus era racista e supremacista judeu como qualquer judeu da época. Lembrem-se do episódio em que ele se nega a curar uma cananéia dizendo que só ia ajudar os filhos de Israel.

      Olhe essa JJHN: Mateus 15.
      21. Partindo dali, Jesus foi para a região de Tiro e Sidônia.
      22. Uma mulher cananeia, vinda daquela região, pôs-se a gritar: “Senhor, filho de Davi, tem compaixão de mim: minha filha é cruelmente atormentada por um demônio!”
      23. Ele não lhe respondeu palavra alguma. Seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: “Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós”.
      24. Ele tomou a palavra: “Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel”.
      25. Mas a mulher veio prostrar-se diante de Jesus e começou a implorar: “Senhor, socorre-me!”
      26. Ele lhe disse: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos”.

      Cachorrinhos da na tradução moderna. O que Jesus disse na verdade foi Cães, ele não iria curar Cães, apenas judeus, sua ajuda era apenas para os judeus.

      Jesus era um renovador dentro do judaísmo e os Fariseus junto com Roma não permitiram que ele realizasse a revolução.

      Séculos mais tarde Roma percebeu que poderia usar a nova seita cristã para dominar os escravos fazê-los concordar com uma vida de miséria, mas com fé no pós vida.
      E as classes mais altas de Roma (mesmo após Constantino) eram cristãs na aparência e pagãs na essência continuando com o hedonismo e luta pelo poder pessoal.

      Que o cristianismo civilizou um pouco as doutrinas semitas e odiosas de Talião é verdade, porém para mim ele não é um modelo aceitável, quanto mais real em sua base histórica.

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    3. O Judaísmo é uma religião racista e exclusivista, isso parece-me indiscutível.

      «E as classes mais altas de Roma (mesmo após Constantino) eram cristãs na aparência e pagãs na essência continuando com o hedonismo e luta pelo poder pessoal.»

      Essa coisa de se rotular continuamente os antigos cultos pagãos como sendo seitas que cultivavam o hedonismo, é propaganda cristã. Os pagãos tinham cerimónias religiosas tal como os cristãos e tradições muito mais antigas do que a cristã, aliás, o Cristianismo para se conseguir implantar na Europa, teve de absorver muitos elementos do Paganismo e mesmo assim, nunca deixou de encontrar uma forte resistência por parte de pagãos que se recusavam a aceitar esse credo próximo-oriental.

      Mesmo durante a Idade Média e Moderna, é de crer que toda aquela paranoia cristã da "caça às bruxas", foi simultaneamente impulsionada por um receio da parte de Igreja, de que pudesse haver algum "renascimento pagão" ou coisa do género.

      «Que o cristianismo civilizou um pouco as doutrinas semitas e odiosas de Talião é verdade, porém para mim ele não é um modelo aceitável, quanto mais real em sua base histórica.»

      O Cristianismo é inegavelmente mais "humano" do que o Judaísmo e o Islão. Porém, o grande problema do Cristianismo a meu ver, é que os próprios cristãos não conseguem sequer provar que Jesus Cristo foi, de facto, o Messias. Este é que é o grande problema do Cristianismo e por isso mesmo é que muitos cristãos fogem desta conversa, como "o diabo da cruz", pois eles não têm forma absolutamente nenhuma de provar que Jesus foi o Messias anunciado na tradição judaica e a esmagadora maioria dos cristãos, nem sequer consegue enunciar um único critério necessário, para que alguém que anuncie ser o Messias, seja efectivamente o Messias.

      Não basta chegar à terra e dizer: "Eu sou o Messias"! Tem de haver provas e sinais concretos que provem a autenticidade do Messias e Jesus, nesse aspecto, falhou redondamente.

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  3. O Papa que enfie um crucifixo no cu e seja feliz!

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  4. Jesus Cristo chegou ao Japão, entrou numa tasca e disse: "eu rei dos judeus, eu querer comer bife de baleia".

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  5. http://youtu.be/SRwjdeGx6rg
    Nessa sua "cruzada" anti cristãos o que tem a dizer sobre José António?

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  6. http://youtu.be/aYHrMyDg1Nk
    E sobre este discurso de Blas Piñar?

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  7. http://youtu.be/JdWR3kWGyXg
    E já agora, mesmo para terminar, sobre os requetés?

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    1. «Nessa sua "cruzada" anti cristãos o que tem a dizer sobre José António?»

      Onde é que eu alguma vez disse que estava numa "cruzada anti-cristãos"?

      Se ler este blog, rapidamente poderá verificar que eu tenho sistemáticamente feito críticas a todos a religiões abraâmicas, sendo provavelmente o Islão, aquela que tenho criticado mais.

      Não julgo que seja uma "cruzada anti-cristã", dizer a verdade.

      O que me parece que muitos católicos não entendem, é que a questão nacional sobrepõe-se à questão religiosa. Tanto se me dá que sejam cristãos, ateus, agnósticos ou neopagãos. O que me interessa é que sejam bons cidadãos e bons patriotas.

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    2. Já agora, pergunto ao José Luís, que provas é que tem de Jesus Cristo é realmente o Messias?

      Diga-me por favor, o que é que Jesus Cristo fez, para demonstrar a todos os filhos de Israel, que ele era realmente o Messias prometido?

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  8. "Já te falei em post anteriores que estas ideologias católicas não tem nada a ver com o Cristianismo puro. Francisco não representa o Cristo"
    O que representa o Cristo e sua doutrina é e sempre foi a Igreja, não há outra fonte ou então estaria cada qual a fazer interpretações subjetivas do Cristo e teria a sua doutrina pessoal.

    São 2000 anos de tradição papal, ou quase. Se não quer seguir as regras melhor trocar de religião.

    Sem a Igreja não há religião, o próprio Jesus não criou religião e sim Paulo. De Jesus há apenas escritos que a Igreja usou para fazer dogmas.
    E sim, o papa é o porta-voz da doutrina cristã na terra, rejeite isso e rejeitará o culto em si.

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    1. «Sem a Igreja não há religião, o próprio Jesus não criou religião e sim Paulo. De Jesus há apenas escritos que a Igreja usou para fazer dogmas.»

      Nem isso há, Jesus Cristo nunca escreveu nada, os seus seguidores é que deixaram material escrito. De Cristo, tanto quanto se sabe, não há uma única linha escrita.

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    2. Sim, isso que quis dizer. Tem os 4 evangelistas que escreveram muito tempo após a história acontecer, talvez com acréscimos, talvez modificada.

      De Jesus só temos que era um revolucionário, quis mudar a lei dos judeus e por isso, foi morto.

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    3. «De Jesus só temos que era um revolucionário, quis mudar a lei dos judeus e por isso, foi morto.»

      Ele não foi morto só ter querido mudar a Lei dos judeus, ele também foi julgado e condeando por crime de lesa-majestade, precisamente por ter insultado o Imperador de Roma:

      http://www.dn.pt/globo/interior/jesus-teve-um-julgamento-justo-3533675.html

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  9. Hó Santon,
    Fala sério, tu achas que um ser humano só pode ser cristão se tiver a vislumbrar estátuas de madeira e está ouvindo aqueles padres a cantarolar coisas incompreensíveis ou a ouvir aqueles pastores hipócritas a pedir dinheiro?

    Queres me impor uma religião a força, é?
    Sabes o que é liberdade de escolha?
    Sabes o que significa liberdade de culto?
    "Não há nenhum intercessor entre Deus e os Homens que não seja o Cristo"
    "Ninguém vem ao pai senão por mim"-Jesus, o Cristo.
    "Eu estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos"-Jesus, o Cristo.
    "O Reino de Deus está dentro de Vós"-Jesus, o Cristo.

    Se uma voz se dizendo ser Deus, tentasse me impor o julgo de ter que seguir uma religião, seja budismo, catolicismo, judaísmo ou qualquer outra religião, Eu não a atenderia, porque Deus não pode contradizer ao próprio Deus e Deus é liberdade de consciência e tenho dito.

    "TODO ESQUERDALHA E TODO DEVASSO É UM PAGÃO, AFIRMO SEM MEDO DE ERRAR, MAS NEM TODO PAGÃO É UM ESQUERDALHA OU UM DEVASSO."

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