sábado, 24 de setembro de 2016

Alguém me Explique o Que é Que os Estados Unidos Têm a Ganhar Com Isto?



«Acordado maior pacote militar de sempre entre Estados Unidos e Israel»


Tenho uma prévia declaração de interesses a fazer. Sou irmão de um militar luso-americano que presta serviço nos United States Marine Corps e por isso mesmo, tudo o que afecta os militares americanos, especialmente os "marines", afecta sempre directa ou indirectamente a minha própria família. Posto isto, vamos ao que interessa. 

Israel é o País que discretamente, através do poderosíssimo lobby judaico[1], controla e dirige há décadas a política externa americana. O resultado disto é o triste espectáculo que está à vista de todos: por todo o Médio Oriente os Estados Unidos andam a combater há décadas guerras que são totalmente contrárias ao seu próprio interesse nacional, mas totalmente favoráveis ao interesse nacional de Israel, das elites judaicas e do lobby judaico. O jornalista Theo Horesh ainda há pouco mais de um ano e meio, escreveu esta peça interessante sobre a pouca-vergonha que se passa nos Estados Unidos e que apenas ocorre, porque o lobby judaico consegue colocar elementos seus em lugares-chave, na prática impedindo assim qualquer alteração do status quo:



And it is not as if Israel has been a loyal ally. According to the General Accounting Office, Israeli espionage against the U.S. is worse than that of any other ally. Their espionage is not only defensive but also involves stealing economic secrets, which give an advantage to Israeli over American firms. [5] Much of the espionage has occurred at the highest levels of government as well. The Bush administration’s Deputy Secretary of Defense, Paul Wolfowitz, and Undersecretary of Defense Policy, Douglas Feith, may have been the two officials most responsible for America’s 2003 Iraq War. And they were both investigated at one point in their careers for passing state secrets to Israel. [6] The Iraq War was brought to the American people by neoconservative pundits and officials, who gave unwavering support to Israel and often came to power through Israel lobby organizations. [7]

O problema para mim, nunca foi, nem é, a existência do Estado de Israel, pois eu acredito que os judeus, à semelhança de todos os outros povos, têm o direito a ter uma Pátria e essa Pátria deve estar localizada algures no Médio Oriente, pois é de lá que os povos semitas são naturais e portanto é lá que devem de viver. O "problema judaico", no fundo, é o lobby judaico e as elites judaicas e este problema, por sua vez, anda de mãos dadas com a religião judaica, pois é o Judaísmo que leva a que esta gente se comporte da forma que se comporta.[2] 

O Judaísmo é uma ideologia que advoga um racismo negativo, ou seja, a crença de que os judeus são "o povo eleito" e que por isso têm o direito a não só possuir um Estado etnicamente judaico[3], mas também o direito divino, isto é, outorgado por Deus, a reinar sobre todas as nações da Terra. É nisto que consiste essencialmente o supremacismo judaico.

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Notas:
[1] O lobby judaico possui o trunfo de conseguir controlar largamente a política, a alta finança e os media em simultâneo, tendo assim o poder para comprar os lacaios que o servem e quem se recusa a prestar vassalgam ou a deixar ser comprado, é prontamente destruído pelos media. Em casos extremos, recorre-se ao puro e simples assassinato como muito provavelmente fizeram a John F. Kennedy, por este querer interferir com o funcionamente da Reserva Federal Americana (vulgo "Fed") através da ordem executiva 11110. Pouco mais de cinco meses após ter assinado esta ordem executiva, Kennedy foi assassinado a tiro em Dallas e até hoje continua a ser muito pouco credível a "versão oficial" dos factos que nos quer convencer de que um mero amador na prática do tiro ao alvo, conseguiu acertar numa cabeça dentro de um veículo movimento, a uma enorme distância e empregando uma velha carabina italiana (6.5x52mm Carcano), que qualquer especialista em tiro vos poderá dizer não ser minimamente adequada para efectuar uma operação de assassinato deste tipo.   
[2]Aconselho seriamente todos os leitores interessados nesta temática, a meterem as mãos numa cópia da obra Jewish Supremacism: My Awakening to The Jewish Question, do historiador David Duke, uma obra que garanto que não vos deixará indiferentes e que estilhaça com factos inúmeras mentiras que têm sido largmente disseminadas pelo inenarrável lobby judaico.    
[3] Algo com o qual concordo totalmente, desde que haja reciprocidade no reconhcimento desse mesmo direito aos goyim. 

João José Horta Nobre
23 de Setembro de 2016

7 comentários:

  1. Os EUA como país supostamente independente e civilizado não ganhará nada,mas a associação criminosa/corrupta(que são americanos brancos em boa parte)que domina o governo e as instituições várias continua a ganhar muito,aqui https://pt.pinterest.com/pin/546202261030464107/ explica-se boa parte da "coisa".

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  2. No minimo 40% dos nascimentos em 2015 na frança continental foram de nao brancos.


    http://www.blancheurope.com/2016/09/24/remplacement-racial-france-saccelere/

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    1. http://www.blancheurope.com/2016/09/26/suisses-prouvent-de-plus-democratie-ne-vaut-rien/


      Suiços ,com apoio do partido de falsa direita UDC ,votam a favor do big brother da vida real.

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  3. Israel, a mão criminosa atrás do arbusto.

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  4. http://octopedia.blogspot.pt/2011/10/as-grandes-familias-que-governam-o.html esta é a parte económica/financeira dos EUA(com sua rede global),agora poderemos discutir se este poder controla ou não de facto o poder militar e governativo(há quem diga que é o militar que domina,e há quem diga que é o religioso(por meio de sociedades secretas e semi-secretas).

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  5. Ou então ainda mais fundo https://www.youtube.com/watch?v=Eak-wYWUiBk e atenção que eu não sigo nenhuma religião(até porque as principais religiões são parte do problema).

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  6. Voltando à questão das "familias" mencionadas acima.Gary Allen escreveu no seu livro "Ninguém Ousa Chamar Isso de Conspiração": Uma razão fundamental pela qual foi riscado da história o papel desempenhado pelos banqueiros internacionais na política explica-se pelo fato de que os Rothschild eram judeus. Os anti-semitas entregaram-se nas mãos dos conspiradores fazendo crer que a conspiração provinha somente dos judeus. Nada pode estar tão longe da verdade. As instituições bancárias tradicionais anglo-saxônicas de J. P. Morgan e Rockefeller tiveram, elas também, um papel primordial na conspiração. Entretanto não podemos negar o papel importante que os Rothschild e seus satélites representaram.Portanto, é muito injusto e absurdo fazer recair sobre todos os judeus a falta da qual os Rothschild são culpados. É como se nós julgássemos responsáveis todos os batistas pelos atos criminosos dos Rockefeller. Os judeus entre os conspiradores utilizam uma organização que se denomina Anti-Defamation League (ADL); essa organização lhes serve de instrumento para convencer qualquer pessoa de que o simples fato de falar negativamente dos Rothschild e de seus aliados é um ataque contra os judeus. Foi dessa forma que eles puderam abafar quase todas as informações autênticas sobre os banqueiros internacionais e fazer disso um tabu em nossas universidades. Todo o indivíduo ou todo o livro que busca saber mais a respeito é logo atacado por centenas de comitês da ADL que se encontram em todos países. A ADL não se deixa jamais desviar, nem pela verdade nem pela lógica, de sua tática perfeita de difamação. [...] Na verdade, ninguém tem mais direito de estar contra os Rothschild do que os próprios judeus. Os Warburgs, uma parte do império Rothschild, auxiliaram a financiar Hitler.Fim de citação http://conspireassim.wordpress.com/2008/09/09/ninguem-ouse-chamar-a-isto-conspiracao/

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