segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Estaline, a URSS e a Nova Ordem Mundial



«Glorioso seja o ano de 1937! Nesse ano, Estaline finalmente conseguiu compreender que era o Sionismo, não o Comunismo, que estava a ser construído na URSS e ele destruiu-o. Após 1937, Suvorov e Kutuzov, Nakhimov e Ushakov, Bogdan Khmelnitsky e o "Cavaleiro com Pele de Tigre" transformaram-se em símbolos nacionais. E os russos, ucranianos, bielorrussos -  todos aqueles que os sionistas haviam destruído e deixado a apodrecer em prisões, rotulados como "nacionalistas" ou "anti-semitas" - regressaram.» - General Viktor Filatov

É certo que Estaline foi um "psicopata paranoico", mas foi o "psicopata paranoico" que dizimou os agentes dos supremacistas judeus que estavam instalados no aparelho de Estado Soviético. Isto é um facto e contra factos não há argumentos. É também por este motivo que eu tenho muita dificuldade em categorizar Estaline, pois ele era realmente comunista por um lado, mas também era um nacionalista eslavo por outro. Estaline aderiu à Revolução Russa que foi desde o início impulsionada por judeus bem colocados no Mundo da alta finança, mas mais tarde é inegável que combateu ferozmente contra esses mesmos judeus e até os exterminou em larga medida. Foi Estaline que mandou assassinar aquele que havia sido em tempos o principal agente dos supremacistas judeus na União Soviética - Leon Trotsky - e isso só por si revela como Estaline nunca foi um lacaio da Nova Ordem Mundial. 

A judiaria internacional, isto é, o núcleo de supremacistas judeus sediados em Wall Street que havia financiado e apoiado em segredo a Revolução Bolchevique desde o início, sempre quis que fosse Trotsky a suceder a Lenine quando este último morresse. Trotsky, ele próprio um judeu, era o homem de confiança dos supremacistas judeus. Só pode por isso ter sido com espanto que os judeus patrocinadores do Bolchevismo, viram Estaline arvorar-se do poder em 1922, numa manobra política construída previamente nos bastidores e verdadeiramente genial. 

A resposta dos banqueiros judeus de Wall Street a isto, a este despautério do georgiano que em tempos havia sido ele próprio um assaltante de bancos, foi o respectivo financiamento e consequente rearmamento da Alemanha. Hitler que odiava visceralmente não apenas as elites judaicas, mas todos os judeus, foi ele próprio obrigado a mamar da teta judaica, de forma a conseguir consolidar o seu poder e preparar a Alemanha para a guerra.

Estou em crer que os supremacistas judeus julgavam que poderiam através desta sua colaboração com a Alemanha Nazi, provocar de seguida uma guerra com a URSS que derrubasse Estaline do poder e simultaneamente enfraquecesse a Alemanha de forma brutal. Como é sabido, apenas a segunda parte do plano funcionou, pois a Alemanha foi efectivamente "riscada do mapa" como potência beligerante. Porém, o "Tio Estaline" manteve-se férreamente agarrado ao poder.

Apesar de não terem conseguido afastar Estaline do poder, a Segunda Guerra Mundial foi a melhor coisa que podia ter acontecido aos supremacistas judeus, que assim ficaram com o caminho aberto não só para fundar o Estado de Israel, mas para darem mais um passo em frente no seu plano de erguer um governo mundial totalitário, através da criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) em 1952. Como se sabe, a CECA foi a precursora da actual União Europeia que é em tudo uma experiência de laboratório das elites mundialistas, onde estão a ser ensaiadas novas formas de engenharia social e controlo populacional. O plano dos supremacistas judeus, a ser executado por intermédio dos seus lacaios que pertencem à Superclasse Mundialista, é utilizar a União Europeia como uma ferramenta para por um lado destruir as nações e identidades nacionais da Europa e por outro, criar uma estrutura económico-política que seja um modelo a aplicar posteriormente a todo o globo terrestre. 

A União Europeia é portanto uma nova União Soviética, mas desta vez os supremacistas judeus foram mais inteligentes e trataram de garantir que ao contrário do que aconteceu na ex-URSS, não há meio, nem forma, de um ditador poder tomar o controlo de toda a estrutura política da União Europeia. O objectivo disto é simples de compreender: sob a capa da "democracia" vão-se mantendo os povos da Europa anestesiados com a ilusão de que eles têm poder apenas porque se realizam eleições, porém, na verdade tudo o que se passa na União Europeia é decidido por uma tenebrosa elite que em reuniões à porta fechada e no maior secretismo anda a "cozinhar" há décadas a melhor forma de exterminar os povos e as nações da Europa.
 
Voltemos agora à União Soviética. 

Quando a URSS chegou aos anos 1980, esta assemelhava-se mais a uma Itália Fascista em tons vermelhos, do que a qualquer utopia comunista. Foi por este motivo e apenas por este motivo, que os agentes da Nova Ordem Mundial decidiram começar a minar o regime soviético por dentro, primeiro através da Perestroika e da Glasnost e de seguida, através da queda do muro de Berlim que provocou um efeito dominó na Europa de Leste, tendo em última análise levado ao colapso dos regimes comunistas. Aproveito também para sublinhar que a destruição dos regimes comunistas a Leste, contou desde o início com o apoio da Igreja Católica que tem sido desde o Concílio Vaticano II, uma das melhores aliadas das elites judaicas no concerto internacional.[1]

O processo de democratização da Rússia nos anos 1990 foi, acima de tudo, um processo de captura da Rússia para a órbita da Nova Ordem Mundial e a consequente tentativa de levar à desfragamentação da mesma. Não é portanto ao acaso que Putin já descreveu a queda da União Soviética como tendo sido "a maior catástrofe geopolítica do século XX." Basta ver quem ficou a ganhar com o colapso da URSS e a consequente "democratização" da Europa de Leste, para se perceber que a mesma não passou de mais uma "revolução colorida", engenhada pelos rapazes da CIA e mais algumas agências secretas que estão alinhadas com as forças da Nova Ordem Mundial.

Uma vez derrubada a URSS, não tardou para que se iniciasse uma autêntica orgia de destruição do que sobrava da economia russa, que em pouco tempo foi totalmente colocada nas mãos de oligarcas corruptos, a maioria dos quais, certamente por "mera coincidência", eram judeus...

A União Soviética da década de 1980 não representava uma ameaça séria a nenhum País do Mundo. Apenas os supremacistas judeus é que se sentiam incomodados pela mesma, pois esta havia-se transformado num regime nacionalista vestido com as cores do Comunismo, mas na sua essência, era um regime nacionalista. Ora, como eu e aqueles que se interessam por isto bem sabem, se há coisa que a Nova Ordem Mundial não tolera, nem nunca tolerou, são nacionalistas. Isto porque o Nacionalismo quando colocado em prática, representa sempre um travão ao governo mundial totalitário. Por isso é que eu já o disse muitas vezes e insisto: os nacionalistas, por mais defeitos e desequilíbrios que eventualmente tenham, são hoje a última barreira de defesa que o Ocidente e em última análise, toda a humanidade, tem ao governo mundial totalitário que as elites judaicas pretendem erguer.

A URSS foi destruída porque passou a representar uma ameaça e um entrave aos planos da Nova Ordem Mundial. A queda do Muro de Berlim nunca teve nada a ver com "democracia" ou "liberdade", isso são apenas desculpas para enganar totós. O verdadeiro motivo que levou à destruição da União Soviética foi o facto de esta ter deixado de ser útil aos planos da Nova Ordem Mundial e por isso mesmo, os judeus que puxam os "cordelinhos" em Wall Street decidiram a sua dissolução. É tão simples quanto isto.

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Notas:
[1]Muito há ainda por dizer sobre a figura sinistra do Papa João Paulo II, que ao que tudo indica, foi um dos mais dedicados agentes do Supremacismo Judaico, tendo sido premiado pelos seus serviços para com Sião através da sua rápida elevação a "Santo" da Igreja. 

João José Horta Nobre
16 de Janeiro de 2017

10 comentários:

  1. Estou muito de acordo com essa análise(já tinha pensado de forma similar mas não tinha chegado a qualquer conclusão).A propósito do muro de Berlim cair,foi daí que a Alemanha reunificada foi infiltrada(estou a pensar numa certa frau em particular). Entretanto a alucinada que (supostamente) é governante da Alemanha falou e disse(em jeito de resposta a Trump que na entrevista ao Times e Bild disse que a dita cuja cometeu um erro catastrófico) http://expresso.sapo.pt/internacional/2017-01-16-Angela-Merkel-para-Trump-Europeus-sao-donos-do-seu-proprio-destino ---resta saber que europeus são esses não é?

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    1. «Estou muito de acordo com essa análise(já tinha pensado de forma similar mas não tinha chegado a qualquer conclusão).»

      Caro Bilder, basta juntar as peças do puzzle e encaixa tudo na perfeição...

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  2. Grande texto, caro JJHN!

    Concordo sobretudo com esta parte (não é que não concorde com o resto, mas esta parte é absolutamente certeira).

    «O objectivo disto é simples de compreender: sob a capa da "democracia" vão-se mantendo os povos da Europa anestesiados com a ilusão de que eles têm poder apenas porque se realizam eleições, porém, na verdade tudo o que se passa na União Europeia é decidido por uma tenebrosa elite que em reuniões à porta fechada e no maior secretismo anda a "cozinhar" há décadas a melhor forma de exterminar os povos e as nações da Europa.»

    Nem mais! Mas a grande questão agora é sabermos como é que poderemos contrariar esta grande farsa...

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    1. «Grande texto, caro JJHN!»

      Obrigado caro Afonso!

      «a grande questão agora é sabermos como é que poderemos contrariar esta grande farsa...»

      É preciso jogar pelas regras do "sistema" e miná-lo por dentro. No fundo, trata-se de combater fogo com fogo. Eu não sou nenhum lunátco que delira com um novo 28 de Maio miraculoso e "salvador da Pátria". Não excluindo obviamente que há sempre uma hipótese, por mais pequena que seja, de se dar um golpe militar a nosso favor, é preciso acima de tudo informar as pessoas sobre a grande farsa que é efectivamente o sistema e não desistir do combate nacionalista.

      O sistema já está em pânico connosco, aliás, a choradeira com as "fake news" durante os últimos tempos é revelador disso mesmo. Aconselho-lhe este video do David Icke que está muito bem conseguido e que versa precisamente sobre isto de que estou a falar:

      https://www.youtube.com/watch?v=c5Yhlo7vzT4

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  3. Claro que os EUA muito têm contribuido para denegrirem Estaline e a Russia pois a eles só lhes interessa bases militares com todos os países que façam fronteira com a Rússia, eu pergunto se eles EUA gostavam de ver bases militares Russas no México Canadá Cuba e Venezuela, etc. é só por essa razão que não estou de acordo com a politica americana que é de serem os policias e donos do mundo.

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    1. «Claro que os EUA muito têm contribuido para denegrirem Estaline e a Russia pois a eles só lhes interessa bases militares com todos os países que façam fronteira com a Rússia,»

      Não são os Estados Unidos. São os supremacistas judeus. Quem manda nos Estados Unidos são os supremacistas judeus:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/09/alguem-me-explique-o-que-e-que-os.html

      Pode ser que Trump consiga colocar um travão a isto. Vamos ver. A partir do dia é que vamos ver se realmente temos homem ou se a montanha voltou a parir um rato...

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    2. Lamento ser pessimista(e o homem ainda não entrou),mas a "montanha tem parido muitos ratos" e de ambos os lados ideológicos(se é que o partido republicano tem ideologia depois dos neocons do governo Bush).

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  4. Check http://averdadequeamidianaomostra.blogspot.pt/2013/10/nova-ordem-mundial-socialista-fabiana.html

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  5. Olá, gostaria de saber sobre o Holomodor? Foi mesmo culpa de Stalin? Tens algum artigo no sit sobre isso? A propósito, adorei este artigo ! Só você chegou a essa conclusão ou mais gente pensa assim?

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    1. Olá, sim, o Holodomor foi culpa do Estaline. No entanto, há mais cúmplices e culpados do que apenas Estaline, pois ninguém faz um genocídio sozinho.

      Obrigado pelo elogio. A conclusão é minha. É uma ideia minha que advém de muita leitura sobre o assunto. Porém, penso que não sou o primeiro a tocar no tópico em questão e a abordá-lo da forma que o abordei.

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