terça-feira, 4 de julho de 2017

O Roubo de Armas em Tancos e Algumas Considerações Que Ajudam a Perceber Porque Chegámos ao Que Chegámos




Como já praticamente todos sabem, há alguns dias houve um misterioso "sumiço" de material de guerra em Tancos. Quem acompanha o que eu regularmente escrevo, provavelmente já reparou que eu pouco escrevo sobre Portugal e isto deve-se ao simples motivo de que tenho nojo daquilo em que o meu País se transformou. Não há nada, repito, absolutamente nada que se aproveite no actual regime e na actual classe política. Das elites, que na verdade são uma anti-elite, dessas nem vale a pena falar. 

O mal que nos assombra, esse, agravou-se sobremaneira a partir do momento em que se aboliu a pena de morte em Portugal, pois o povo português, precisamente devido à sua natureza indisciplinada e propensa ao compadrio e à corrupção (ou não fossemos nós latinos...), necessita de ter constantemente uma espada de dâmocles a pender sobre a sua cabeça, de forma a garantir um mínimo de bom comportamento e disciplina social. Quando correctamente disciplinado e amestrado, o povo português é capaz de atingir grandes feitos e produzir magníficas realizações, porém, se deixado "à rédea solta" o mesmo não tarda a mergulhar na mais profunda e humilhante decadência, que no limite, pode terminar mesmo com a sua própria auto-destruição. O famoso "respeitinho" imposto pelo Estado Novo de Salazar, não foi portanto um capricho do antigo Estadista de Santa Comba Dão, mas uma necessidade vital para a orgânica do Estado Nação. Nem Salazar, nem o incompetente do Marcelo Caetano - muito possivelmente por serem cristãos - tiveram a coragem de restaurar a pena de morte e esse foi talvez o seu maior erro, pois permitiram que o inimigo interno continuasse vivo e a conspirar. O resultado directo disto foi o 25 de Abril de 1974, que poderia perfeitamente ter sido evitado se o regime tivesse fisicamente eliminado a tempo e horas os militares conspiradores e os agitadores dos partidos políticos então ilegalizados. 

Não é imoral, nem eticamente errado matar o nosso inimigo. Imoral e eticamente errado é permitir que o nosso inimigo continue vivo e a conspirar na sombra para nos destruir. Isto sim, é que é imoral e eticamente errado. Todas as gerações têm o dever de tomar as providências necessárias no sentido de garantir a segurança e a dignidade das gerações futuras. Isto significa que todo e qualquer governo tem a obrigação de matar - se for preciso matar - aqueles que criminosamente pretendem usurpar o futuro às gerações futuras. 

Instaurado o regime de traição nacional que dá pelo nome de Terceira República "Portuguesa" em consequência da abrilada de 1974, não tardou a que se regressasse à bandalhice a que o País já havia assistido durante a vigência da Primeira República. E isto já era mais do que de esperar, pois quando se colocam bandalhos e "irmãos" aventaleiros a governar uma Nação, é inevitável que a seu tempo a bandalhice seja transformada em regra. 

O actual regime e os respectivos actores político-militares que actuam (e engordam...) dentro do mesmo, de tudo têm feito para destruir Portugal ao longo dos últimos 43 anos. Não lhes bastando a descolonização criminosa e genocida que empreenderam, trataram logo de seguida de tomar as providências necessárias para mergulhar o País na sinistra distopia internacionalista que dá pelo nome de União Europeia. A esta pouca vergonha que configura claramente um crime de alta traição, assistiram serenamente a esmagadora maioria das chefias militares e hoje, chegámos aparentemente a um ponto em que os chefes militares nem os seus próprios paióis de armas conseguem guardar e proteger adequadamente. Se faz favor, ganhem vergonha e se não têm "tomates" para afrontar o regime traidor que sequestrou Portugal, então demitam-se todos de uma vez por todas e entreguem as insígnias que têm pregadas na farda porque os senhores não as merecem.

A classe política, com a conivência da larga maioria das chefias militares, tem andado a envolver-nos a todos em supostas "missões de paz" e "exercícios da NATO" que mais não são do que uma capa para objectivos bem mais sinistros que nunca foram, nem serão, do interesse de Portugal e dos Portugueses. Nunca foi do nosso interesse andar a participar em missões no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Mali ou quaisquer outros cenários de guerra que sempre foram apenas do interesse do lobby sionista que controla quase por inteiro a política que se faz nos Estados Unidos e na União Europeia. Mas isto já são outras histórias que por ora não são para aqui chamadas. Depois da tragédia infernal de Pedrógão Grande e deste escandaloso roubo de armas em Tancos, aguardemos então tranquilamente para ver qual é a próxima desgraça que vai atingir este amaldiçoado jardim à beira-mar plantado.

João José Horta Nobre
4 de Julho de 2017

19 comentários:

  1. BRAVO !
    Saudações.
    Ainda tenho duas mãos para ajudar...

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  2. Instaurado o regime de traição nacional que dá pelo nome de Terceira República "Portuguesa" em consequência da abrilada de 1974, não tardou a que se regressasse à bandalhice a que o País já havia assistido durante a vigência da Primeira República. E isto já era mais do que de esperar, pois quando se colocam bandalhos e "irmãos" aventaleiros a governar uma Nação, é inevitável que a seu tempo a bandalhice seja transformada em regra. "................Ora aí está a fonte de todas as desgraças e humilhações actuais(e vindouras senão houver quem seja capaz de limpar a casa)

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  3. "Por outras palavras, poucos dirigentes políticos actuais percebem (desde 1982) que um País só é respeitado se tiver Forças Armadas capazes, bem equipadas e com um número de elementos suficientes, para dissuadir qualquer intenção de agressão, por parte dos inimigos potenciais ou reais, internos ou externos.

    Ou seja, ter Forças Armadas que pela sua dimensão e capacidades façam os potenciais inimigos pensar duas vezes antes de tentar atacar o País ou Instalações Críticas, e que ponham em causa a Soberania de Portugal.

    Ora tal capacidade de dissuasão já não existe nas FA’s Portuguesas. "mais aqui https://mattoschaves.blogspot.pt---------------A seguir o meu coment ao post do sr Matos Chaves(: -- Parece-me que a questão não se resume ao entendimento(ou falta dele)no que respeita ao papel importante das FA,trata-se de uma escolha de prioridades políticas e de interesses que não passam pela defesa da soberania mas sim(isso parece-me evidente)pela "diluição" da soberania no dito "mundo global"(seja através da nato,da UE ou da Onu).

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  4. Uma defesa a favor de Salazar.
    Tirando os palavrões, Você vai gostar.
    https://www.youtube.com/watch?v=LVeqQpR3edc

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  5. Esta malta a guerra deles no meu tempo no ultramar era no ar-condicionado!! O mato era coisa baixa e destinada a soldados e milicianos, fomos a carne para canhão, so eu tenho em cima do coiro duas minas anticarro que me roubaram os melhores anos da minha vida a minha juventude!!! ! Agora querem- nos convencer que o material foi roubado pela vedação e levado á mão dos paióis para fora da referida vedação!! Que grande filme!!!

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  6. "Não é imoral, nem eticamente errado matar o nosso inimigo. Imoral e eticamente errado é permitir que o nosso inimigo continue vivo e a conspirar na sombra para nos destruir. Isto sim, é que é imoral e eticamente errado."

    Caro JJHN

    O verdadeiro inimigo é a esquerda com os seus esquerdalhos e esquerdopatas.

    Pinochet juntou-os num estádio e metralhou-os mas passados pouco mais de duas décadas eis que os canalhas dos eleitores chilenos voltaram a elevar os esquerdistas ao poder.

    Aqui não se faz nada nem sequer implementam as reformas estruturais que iriam ajudar a desmantelar as bases de sustentação da esquerda.

    Eis a lista actualizada:

    Abolição do salário mínimo
    Liberalização dos despedimentos
    Abolição dos descontos
    Pagamento do verdadeiro custo da água e energia pelo utilizador
    Pagamento do verdadeiro custo de educação e saúde pelo utilizador
    Liberalização (facilitação, desregulamentação) do acesso às profissões liberais
    Liberalização das rendas
    Sujeição a IRC a todas as pessoas colectivas
    Simplificação do IRS com sujeição individual, taxa única, sem deduções e abatimentos
    Taxa única no Iva
    Desmantelar o sistema escolar com o e-learning
    Varrer a função pública
    Extinção das juntas de freguesia
    Redução do número de deputados
    ...
    ...
    ...

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  7. Só por curiosidade, qual é a teoria do Mestre Nobre em relação ao destino do armamento roubado?

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    1. Meu caro Afonso, pessoalmente penso tratar-se de uma rede de tráfico de armas com ligações dentro das Forças Armadas, pois o que aconteceu só pode ter ocorrido mediante informações fornecidas por alguma toupeira infiltrada.

      Agora há é um perigo real dessas armas irem parar às mãos de algum grupo terrorista. A meu ver o armamento mais perigoso que foi roubado foram os mísseis anti-tanque e o explosivo plástico. Isto sim é material que pode provocar muitos e graves danos...

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    2. Terroristas, certamente!.

      E não esperem muito para ver atentados por todo país. A UE não quer que um de seus membros fiquem fora da New Age Islamic. Já que até a cantora pop star dos globalistas e fã dos sionistas, Madona, vai morar na terra Lusa. Bem-vindos à Hollywood meus caros.

      Eduardo

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    3. João José Horta Nobre,

      De uma coisa eu tenho a certeza: quem fez isto sabia muito bem àquilo que ia... e isso não augura nada de bom!


      Eduardo

      Essa também é a minha teoria. Espero bem que estejamos enganados, mas as notícias sobre "interesses económicos" não me convencem...

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  8. Todas as hipóteses irão ser levantadas ...mas há uma certeza que importa nunca esquecer de que a Instituição Militar deixou desaparecer material de guerra...denotando grave incompetência institucional e em que as chefias revelaram desleixo e falta de espírito de missão... não há desculpas possíveis nem mesmo o facto do poder político ter-se marimbado para os problemas de falta de recursos apresentados sistematicamente pelo Exército...não nada disso desculpa a atitude dos comandos do Exército...se o Exército tivesse apenas 30 homens (embora o triplo deste efetivo sejam só generais) então punham os generais a guardar os paióis porque era essa a sua obrigação primária e não andarem a bajular os políticos nos gabinetes onde sempre andaram desde que saíram da Academia Militar, a maior parte dos generais não sabe o que é um soldado (trata-se apenas de uma chatice) ...

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    1. Exactamente,e para cúmulo o chefe do ramo do Exército diz(veiculado hoje no CM e nos média em geral)que se sente humilhado.O que andam a fazer afinal estes generais(além de aparecerem regularmente na "foto" com o Marcelo de Belém/cascais)??

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  9. Concordo com quase tudo.

    Estamos de tal forma desgraçados que nem com uma revolução nacionalista isto vai ao sitio. Mesmo que por milagre do espírito santo conseguíssemos regenerar Portugal, a máfia internacional encarregava-se de meter cá quem quisessem.

    Mas regenerar o que? Mais de 90% do país está podre, eu acho que devíamos pensar mais em termos de deixar arder o que tem de arder e não nos preocuparmos em salvar o que não pode ser salvo.

    João, atenção que o 25 Abril foi o resultado sobretudo de forças externas. Claro, usaram os bandalhos, a escumalha do exercito para atingir o resultado final mas a decisão foi externa. Não houve oposição forte à queda do regime porque o regime era uma bela merda. Era melhor que a abrilada mas abril deu algo que o povo precisava; esperança. Enganaram a populaça.

    Pelo que se sabe hoje, os EUA determinaram o fim da guerra do ultra-mar, o Caetano encenou o "golpinho" de março de 73' para afastar o Américo Tomas. A coisa correu mal, ficou fora de controlo, o resultado foi a instauração de um regime controlado pela mediocridade da sociedade Portuguesa.

    Não tenho a visão mundialista mestiça do J.Hermano Saraiva, mas ele aqui diz tudo que tem de ser dito:

    https://www.youtube.com/watch?v=8IdVyAO2E34&t=1558s

    O nacionalismo em Portugal já não faz sentido, Portugal tornou-se num país não-sério, uma republica das bananas. Ser Português é ser mestiço, alguém desprovido de orgulho étnico. Sem unidade racial e étnica não faz sentido falar em nacionalismo. Falta essa dimensão ao nacionalismo em Portugal. A bem da verdade, nunca tivemos essa vertente, nem no estado novo.
    E não me digam que são as elites que pensam assim, é o próprio povo que na generalidade não tem orgulho identitário. Isto foi uma transformação lenta mas que nos últimos anos se acentuou imenso.

    *conheço tugas que basta estarem 30 minutos a falarem com brazucas que já lhes estão a imitar o sotaque brazuca e 1 dia depois a comer as mulatas da favela. Há muitos Portugueses que não dobram a coluna, mas a atitude que eu descrevi não é rara.

    Se lerem escritos de relatos de estrangeiros do século XVI, percebem que os Portugueses eram um povo ultra nacionalista e racialista. Os estrangeiros costumavam-se queixar que os Portugueses tinham a mania que eram os melhores do mundo.

    Essa atitude já não está presente na sociedade, em geral, os Portugueses substituíram essa cultura à raça pelo orgulho ao status social e progresso individual.

    Eu creio que esta transformação aconteceu devido a abastardamento da população em Portugal, à medida que a população se foi misturando cada vez mais, mais bastardos se foram tornando as atitudes e maneirismos.

    Claro que a mundialização do império e a propaganda do século XX e XXI, assim como o sistema de educação também tiveram muito peso.

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    1. "atenção que o 25 Abril foi o resultado sobretudo de forças externas. Claro, usaram os bandalhos, a escumalha do exercito para atingir o resultado final mas a decisão foi externa. Não houve oposição forte à queda do regime porque o regime era uma bela merda. Era melhor que a abrilada mas abril deu algo que o povo precisava; esperança. Enganaram a populaça.

      Pelo que se sabe hoje, os EUA determinaram o fim da guerra do ultra-mar, o Caetano encenou o "golpinho" de março de 73' para afastar o Américo Tomas. A coisa correu mal, ficou fora de controlo, o resultado foi a instauração de um regime controlado pela mediocridade da sociedade Portuguesa."------------------------Tenho de concordar,a decadência vem de longe e o regime anterior não conseguiu a partir de certa altura(nomeadamente após a 2 guerra)inverter as coisas e acabou por "abrir as portas" àquilo que sempre disse combater(a subversão marxista e neomarxista).Quanto às forças externas,mais que os EUA(ou os soviéticos) teremos de apontar para os globalistas,a alta geopolitica e alta finança reunida no Bilderberg e afins.

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    2. "O nacionalismo em Portugal já não faz sentido, Portugal tornou-se num país não-sério, uma republica das bananas. Ser Português é ser mestiço, alguém desprovido de orgulho étnico. Sem unidade racial e étnica não faz sentido falar em nacionalismo. Falta essa dimensão ao nacionalismo em Portugal."

      Caro Anónimo

      Até parece que ser francês, alemão, russo, inglês, etc. é ter apenas uma identidade racial.

      Em Inglaterra passaram por lá Celtas, Vikings, Normandos, Romanos, Saxões, etc.

      Em França: Celtas, Gauleses, Francos, Romanos, Normandos, Bascos, Mouros, várias povos Bárbaros, Hunos, etc.

      Na Alemanha: Celtas, Vikings, Bálticos, Eslavos, Tribos Germânicas (Godos, Visigodos, Suevos, Alanos, etc.), Saxões, Romanos, Hunos, etc.

      Rússia: Eslavos, Bálticos, Vikings, Romanos, Turcos, Germânicos, Hunos, Mongóis, etc.

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  10. Apesar do cristianismo ser uma merda pegada e ser nocivo, não explica a atitude anti identitária dos Portugueses porque senão no século XV e XVI, o povo também seria anti-identitário.

    Com certeza que muitos de nós ao falar com compatriotas sobre estes temas já ouviram a resposta: Epaaa mas nós somos misturados e tal...

    Pois, já percebeu João, onde quero chegar.

    Então, o caminho seria o de preservar a nossa unidade racial e isso ser algo inegociável e sagrado, mas não nos estou a ver a ir nesse caminho, vejam só a postura de grande parte dos nacionalistas, a maioria segue a linha da continua e progressiva do abastardamento.

    Em 2017, um português em média deve ter uns 70% dos genes das gerações de há 4 ou 5 séculos, com a a continuação do abastardamento, daqui a uns séculos, os futuros habitantes terão apenas resíduos do povo autóctone. Que sentido faz então falar em nacionalismo se não há sequer nação para preservar.

    Bem, é por esta motivo que eu acho que o nacionalismo não colhe em Portugal e um bom exemplo disso é o "fenómeno" cristiano ronaldo.

    Ele não é Português em termos raciais, não é um exemplo de virtude, letras ou bravura. Mas é tratado como um herói nacional. Chega ao extremos de encomendar crias mais bastardas ainda do que ele. É um comportamento repugnante mas tipos como este são o que de melhor se faz em Portugal pelos vistos.....

    É precisamente a atitude individualista e egoísta que sobressai em Portugal, portanto João, se impusessem a pena de morte em Portugal não iria resolver nada, só a iriam usam para perseguir os poucos nacionalistas em Portugal.

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    1. Ao ler este seu coment lembrei-me logo do livro(autor inglês)"O dia do fim" o qual relata o antes,o durante e pós terramoto de 1755,pois o autor já relata uma Lisboa multi-racial devido aos negócios mercantis,o "abastardamento" e decadência começou antes do século 18 mas parece-me evidente que o "golpe fatal" foi com este rei aqui http://correio-mor.blogspot.pt/2012/03/nos-tempos-do-senhor-d-joao-v.html

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  11. Sérgio Lemos Figueiredo8 de julho de 2017 às 23:14

    Uma coisa é certa, como é possível roubarem armamento militar de uma base militar em pleno século 21.....só mesmo por incompetência ou desleixo. O dinheiro para vedações ou câmeras de segurança não é justificação. Quando os militares que fazem a segurança nem balas tinham nas armas.

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    1. Caro SLF

      Os roubos de armas às forças armadas também existem noutros países, mas o que se passa aqui é consequência do Estado gastar mais do que recebe.

      Como é preciso haver cortes, PPC cortou nos rendimentos das pessoas (salários e pensões), AC foi repondo os cortes mas teve que cortar noutro lado: educação, saúde, polícia, forças armadas, justiça, bombeiros, outros serviços públicos, etc., são as chamadas cativações.

      Ainda iremos chegar ao cúmulo de os bombeiros não terem gasolina para deslocarem os seus carros para combater um fogo.

      E tenham o cuidado de não adoecer que pode nem haver ambulância, por estarem todas em manutenção.

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