sábado, 12 de maio de 2018

Começo a Ficar Seriamente Convencido de Que José Sócrates é a Reencarnação Pimba do Afonso Costa...




«Há campanhas que podem ser poesia, mas governar é em prosa.» - José Sócrates (1957 - )

Começo a ficar seriamente convencido de que José Sócrates é a reencarnação pimba do Afonso Costa. No entanto, verdade seja dita que ao menos o Afonso Costa ainda tinha o mínimo de carácter e era um patriota, à sua maneira, é claro... Já o Sócrates, trata-se de um sujeito que parece ter prazer em primar pela baixeza e sem dúvida alguma, a meu ver, nunca teve qualquer interesse em servir Portugal ou os portugueses. 

Viu-se bem o tipo de gente que o foi defender às portas do cárcere de Évora, aquando da sua estadia por lá. Muitos (perdoem-me a expressão, mas é a verdade...) são os típicos idiotas úteis usados pelos partidos e foi completamente vergonhoso, desumano mesmo, ver um tal "Movimento Cívico José Sócrates, Sempre!", a aproveitar-se do povo mais ingénuo e inocente para o usar como arma política.  

Manuela Moura Guedes esteve bem na entrevista que podem ver acima. No fundo, foi mais uma vítima do regime socrático que sequestrou Portugal durante anos a fio e deixou o País nas lonas, com uma dívida impagável e a economia feita em cacos. Acredito que a justiça, a seu tempo, acabará por ser feita e o Agente Técnico de Engenharia, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, um dia destes há-de bater de novo com as costelas no cárcere de Évora.

João José Horta Nobre 
12 de Maio de 2018


37 comentários:

  1. Sócrates é e foi um dos maiores aldraboes e vigaristas que passou pelo governo português mas não tanto como foi Mário Soares, o pai da aldrabice e da roubalheira. Sócrates só afinou a máquina da desgovernação e pilhagem PS. Infelizmente para ele foi apanhado, agora como não tem as costas protegidas por o partido começa a espernear. Mas tudo isto é culpa do povo português que anda com os olhos tapados e ficam deslumbrados quando em campanha atiram-lhe migalhas nos olhos e em seguida votam nos mesmos corruptos que os teem andado a roubar há 40 e tantos anos. Mas não se preocupem, do que eu vejo e leio vocês ainda vão ser roubados mais vezes

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  2. Sócrates foi o primeiro-ministro que os portugueses mereceram e continuam a merecer. Porque um povo que vota tão à esquerda como o nosso merece ser roubado, espoliado, oprimido das formas mais cruéis e orwellianas que se possam imaginar! E não escrevo isto com ódio aos portugueses, mas sim com uma mágoa tremenda. Da esquerda à direitinha (porque nós não temos Direita), somos um povo incapaz de aprender as mais elementares lições da história. Votar na esquerda é votar na imigração, no Islão, no apagamento da história, na destruição da moral e da família, na aniquilação total da Civilização Ocidental. Votar na direitinha é votar na subserviência à alta finança, na submissão ao globalismo, na traição altiva à Pátria e à Nação, na diluição irreversível da mediocridade cosmopolita.

    Mas os portugueses não querem saber! Pelo contrário, recompensam a corrupção nos políticos (Isaltino Morais, Armando Vara, Valentim Loureiro, Narciso Miranda, Dias Loureiro, José Luís Judas,...). Enquanto houver dinheiro para telemóveis, roupas e carros de marca, festivais de música, e futebol, telenovelas e casas dos degredos na televisão, os "tugas" vão comendo e calando...

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    1. Rui Diogo Fernandes13 de maio de 2018 às 15:38

      Excelente análise, mas apenas óbvia.

      Falta-te mencionar soluções.

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    2. Bem, o Rui Fernandes (assumindo que existe mesmo um Rio Fernandes e não estou a lidar com um troll) não me conhece, senão saberia que eu ando há já vários anos a pregar a única solução que considero viável: os nacionalistas têm de fazer aquilo que os marxistas culturais têm feito desde há já quase um século, travar uma guerra cultural para reverter a "longa marcha através das instituições" de Gramsci, têm de recapturar ideologicamente os média, o sistema educativo, os tribunais, a banca, as forças armadas. Nada mais resultará!

      A democracia não resultará porque está viciada, os pulhíticos são escolhidos a priori por uma elite obscura que actua por detrás das cortinas, pelo que votar adianta pouco, como se está a ver presentemente com Trump. Não quero com isto dizer que devemos deixar de ir votar nos partidos nacionalistas, pelo contrário, é necessário continuar a votar neles para trazer as ideais nacionalistas para a ribalta mediática.

      Uma revolução também não resultará, pela simples razão de que é inviável. Mesmo que conseguíssemos juntar gente suficiente, não temos as forças armadas do nosso lado, para além de que a superclasse globalista jamais permitiria que um país europeu tomasse as rédeas do seu próprio destino. Repare-se na guerra que está a ser feita à Polónia e à Hungria, sendo que os seus governos foram democraticamente eleitos. Imagine-se se não tivessem sido! E também temos o caso do Brexit, cuja concretização está cada vez mais ameaçada...

      Há também nacionalistas líricos e imaturos que acreditam que o povo vai acabar por abrir a pestana e revoltar-se. Imbecis! Se isso não aconteceu no Brasil nem no resto da América Lat(r)ina, nem na África do Sul e no Zimbabué, como podem esperar que aconteça na Europa, onde as pessoas são muito mais covardes, acomodadas e materialistas?! E ainda por cima, estão cada vez mais desarmadas!!! Nada disso, o que vai acontecer é que a imigração massiva vai continuar à grande e as nossas mulheres vão procriar cada vez mais com alógenos, à medida que a formatação feminista e o complexo de culpa histórica impingido aos ocidentais vai castrar cada vez mais homens europeus nativos. Mais duas gerações e seremos, em termos étnicos, indistinguíveis do Brasil.

      Portanto, sim, guerra cultural é a única solução que eu vejo como viável para salvar Portugal e o Ocidente. Mas se o Rui Fernandes tiver uma solução melhor, faça favor de dizer. Sou todo ouvidos... ou, neste caso em concreto, olhos!

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    3. «os nacionalistas têm de fazer aquilo que os marxistas culturais têm feito desde há já quase um século, travar uma guerra cultural para reverter a "longa marcha através das instituições" de Gramsci, têm de recapturar ideologicamente os média, o sistema educativo, os tribunais, a banca, as forças armadas.»

      Concordo plenamente! No entanto, não estou a ver como é que vamos fazer tal, tendo em conta que não possuímos a estrutura de apoio que os marxistas culturais tiveram. Essa gente teve atrás de si em peso o poder do alto capital financeiro de Wall Street que patrocinou tudo, desde a fundação de "institutos de pesquisa" (aka "think tanks"), a universidades inteiras. Para além disto, o marxismo cultural tem contado sempre com um subtil, mas certeiro, apoio dos media que são controlados pelo "sistema" e mesmo até a Revolução Bolchevique teve atrás de si a "mão invisível" do alto capital financeiro:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2013/08/wall-street-revolucao-bolchevique-e.html

      Ora, os nacionalistas não possuem nada disto. O "sistema" odeia-nos e quer-nos destruir a todo o custo. Não temos qualquer apoio dos media. Não temos universidades inteiras ao nosso dispor e as poucas e pequenas editoras que servem a nossa causa, estão sujeitas a constante perseguição. Nós não temos nem sequer 1% do apoio que os marxistas culturais tiveram para fazer avançar a sua agenda sinistra. A tal "longa marcha através das instituições" proposta por Gramsci, na verdade, só foi possível porque houve gente muito poderosa que discretamente "puxou os cordelinhos" nesse sentido, caso contrário, os marxistas culturais também nunca teriam conseguido chegar a lado algum. Sem dinheiro, não há "guerra cultural" alguma que se possa fazer. O Marxismo Cultural tem do seu lado patrocinadores como o George Soros e o Sheldon Adelson, entre muita outra escumalhinha do mesmo clube. Ora, nós temos o quê??? Uns tostões amassados à custa de muito suor e alguns contributos voluntários de gente bem intencionada?!! A verdade, é que estamos do ponto de vista financeiro brutalmente em desvantagem contra as forças da Nova Ordem e assim não há "guerra cultural" alguma que se possa travar com sucesso...

      «A democracia não resultará porque está viciada, os pulhíticos são escolhidos a priori por uma elite obscura que actua por detrás das cortinas, pelo que votar adianta pouco, como se está a ver presentemente com Trump.»

      A meu ver, o que aconteceu com Trump bem vistas as coisas, foi excelente, pois serviu para demonstrar a quem ainda tinha dívidas, que o "sistema" tem um controlo total sobre o desfecho das eleições ditas "democráticas" e o resultado é sempre o mesmo, votem no partido A, B ou C. Claro que existem pequenos partidos genuinamente anti-sistema que lutam contra esta corrente, mas esses estão sujeitos a uma barragem mediática de desinformação e difamação de tal forma intensa, que é praticamente impossível fazê-los conseguir ganhar uma eleição. Se, porventura, milagrosamente um partido anti-sistema conseguir vencer, o "Deep State" entra logo em acção e trata de arranjar forma de destruir esse mesmo partido o mais depressa possível. Inventam-se escâdalos com provas fabricadas, corrompe-se, passam-se subornos, fazem-se ameaças e no limite, o "Deep State" recorre mesmo ao assassinato. Não há volta a dar, isto está tudo armadilhado de alto a baixo. Simplesmente não há hipótese de vencer o "sistema" pela via normal e dita "democrática".

      «Uma revolução também não resultará, pela simples razão de que é inviável.»

      Uma revolução pode resultar, mas apenas mediante apoio externo. Apenas com apoio militar externo é que uma revolução poderá triunfar na Europa. Os europeus podem começar essa revolução, mas se não houver uma ou várias forças externas que forneçam armas e munições, pelo menos até ganharmos terreno suficiente, não haverá qualquer hipótese de vencer.

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    4. «No entanto, não estou a ver como é que vamos fazer tal, tendo em conta que não possuímos a estrutura de apoio que os marxistas culturais tiveram.»

      Gramsci concebeu a maior parte da sua estratégia na prisão, numa altura em que não tinha apoios nenhuns. É verdade que os marxistas culturais tiveram muitos apoios ao longo da história, mas a sua grande virtude foi terem pensado sempre a muito longo prazo, perceberem que o mundo com que sonhavam era algo que eles próprios não veriam concretizar-se nas suas vidas, mas sim os seus netos ou bisnetos. Isto é algo que os nacionalistas pura e simplesmente não têm conseguido fazer, pensar a várias gerações de distância! O movimento feminista, por exemplo, não convenceu as mulheres a abortar e a divorciar-se por tudo e por nada de repente. Foram precisas várias décadas e várias gerações de feministas a bater na mesma tecla para mudar a cultura até aos níveis grotescos a que assistimos hoje.

      O dinheiro é importante? Sem dúvida. Mas vivemos na era da internet e casos como o do Prof. Jordan Peterson mostram-nos que é possível financiarmo-nos de formas alternativas. O mais importante é espalhar a mensagem e chegar ao maior número de pessoas. É isso que tem falhado no caso dos nacionalistas, muito por nossa culpa, porque temos sido demasiado arrogantes para perceber que isto é mesmo um jogo de números, por mais que os “intelectuais” da nossa praça insistam que o “povinho é burro” e não tem qualidades.


      «A tal "longa marcha através das instituições" proposta por Gramsci, na verdade, só foi possível porque houve gente muito poderosa que discretamente "puxou os cordelinhos" nesse sentido, caso contrário, os marxistas culturais também nunca teriam conseguido chegar a lado algum.»

      Discordo. Como disse acima, o dinheiro foi muito importante, mas a chave para o sucesso dos marxistas culturais esteve na tomada gradual de posições dentro das instituições e dos média. Nos primórdios da Escola de Francoforte, os marxistas culturais não tinham mais recursos do que os seus opositores. Mas foram tomando posições nas universidades, na indústria do entretenimento, nas universidades, etc. Os tradicionalistas ocidentais não foram capazes de perceber que era aqui que estava a chave para o sucesso a longo prazo. Nem mesmo algumas honrosas excepções, como o Henry Ford, compreenderam o verdadeiro problema -e não foi por falta de dinheiro, foi por falta de visão: a cultura só se muda lavando as mentes das populações de forma massiva e continuada.

      Mais: nem mesmo o “nosso” Salazar, tantas vezes louvado e glorificado pelos nacionalistas portugueses, foi capaz de perceber a perversidade daquilo com que estava a lidar. O marxismo apela ao que de mais primitivo há no ser humano: a inveja e o ressabiamento. Isso não se contraria censurando os comunas e metendo-os na prisão, porque a inveja e o ressabiamento são como o fogo na palha, espalham-se rapidamente. É preciso contrariar o marxismo e seus derivados no plano ideológico, desmontá-los com argumentos concretos que apontem as suas consequências de uma forma inequívoca.


      «O Marxismo Cultural tem do seu lado patrocinadores como o George Soros e o Sheldon Adelson, entre muita outra escumalhinha do mesmo clube. Ora, nós temos o quê??? Uns tostões amassados à custa de muito suor e alguns contributos voluntários de gente bem intencionada?!!»

      Não creio que a diferença de recursos financeiros seja assim tão brutal, por dois motivos:

      (1) Eles têm mais milhões, mas nós temos mais gente. Se conseguirmos convencer um número suficiente de pessoas a contribuir, é possível contrariá-los. Basta olhar para o que se está a passar no YouTube, há várias personalidades de direita e da esquerda moderada a viver dos donativos da sua audiência:

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    5. (2) As ideias dos marxistas culturais requerem uma insistência constante na lavagem cerebral para terem aderência, as nossas não; uma vez nacionalista, nacionalista para sempre. Os únicos nacionalistas que mudam de opiniões são os broncos que engoliram a propaganda nazi sem pensarem duas vezes.


      «Uma revolução pode resultar, mas apenas mediante apoio externo. Apenas com apoio militar externo é que uma revolução poderá triunfar na Europa. Os europeus podem começar essa revolução, mas se não houver uma ou várias forças externas que forneçam armas e munições, pelo menos até ganharmos terreno suficiente, não haverá qualquer hipótese de vencer.»

      Mestre Nobre, muito sinceramente, não entendo como pode pensar assim. Ponto por ponto:

      1. Se o caro JJHN entende que não temos dinheiro para vencer no plano cultural, onde vamos arranjar dinheiro para vencer no plano militar?

      2. Apoio externo? De quem? Quem poderia estar interessado em ajudar os nativos europeus e o Ocidente em geral? A Rússia e a China não são de certeza! Por eles, quanto mais depressa ardermos, melhor! A China aliás está bem contente com a onda globalista actual… os accionistas da REN e da EDP que o digam!

      3. “Os europeus podem começar essa revolução”? O Mestre Nobre acredita mesmo nisso?!?! Os nossos europeus covardes, acomodados e efeminados, que passam a vida mais preocupados com o novo telemóvel de marca ou o próximo festival de verão do que com o seu futuro? Mestre Nobre, o único partido nacionalista português nem sequer passa dos 0,5%!!! Se as pessoas nem sequer se mexem para votar, como vão pegar em armas para lutar?!?! Se nem mesmo os brancos brasileiros e os fazendeiros brancos da África do Sul e do Zimbabué, muito mais homens e muito mais perseguidos do que os europeus actuais reagiram, como é que o Mestre Nobre acha que os homens europeus vão reagir?!

      A maioria dos portugueses nem sequer quer saber de raça para nada! Não digo isto para desanimar ninguém, digo isto porque é necessário ter a noção da realidade e daquilo que pode acontecer a quem eventualmente tentar uma aventura dessas. Se houver 1000 pessoas em Portugal dispostas a fazer uma revolução nacionalista já será muito! Entretanto, as nossas forças armadas estão cheias de “jovens” e de outras “minorias” que, confrontados com uma revolução, abraçariam de imediato a empreitada de perseguir e abater os revolucionários como cães! O 25 de Abril só teve sucesso porque os oficiais estavam descontentes, senão a comunada não teria tido nenhuma hipótese!

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    6. Rui Diogo Fernandes14 de maio de 2018 às 12:56

      Afonso, não leio soluções, apenas panaceias.

      As soluções são concretas, exequíveis no curto prazo e que produzem efeitos imediatos e que se prolangam no médio e longo prazo.

      Não vale a pena fazeres textos longos se não tiveres nada a dizer (soluções efectivas).

      Até pareces um político que fala, fala, fala e não dizes nada.

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    7. Tu não lês soluções porque és um troll ridículo, nada mais! As soluções estão lá e são bem claras, tanto a minha como a do Mestre Nobre! Só mesmo uma pessoa absolutamente desonesta é que pode afirmar o contrário! E a tua solução, já agora, onde é que ela está, anormalzinho de merda?! Quem és TU para criticares os outros quando nem sequer tens nada para mostrar, seu grandsssíssimo filho da puta?! Quem tu julgas TU para exigir sem dar, seu invertebrado nojento?!

      Era só o que faltava eu permitir a um troll desonesto como TU, que não faz nada de nada, só exige sem dar nada dizer-me como devo ou não escrever! Eu faço as minhas postas com a dimensão que eu entender, não com a dimensão que vocês, filhos da puta nazis, entenderem! Vocês, filhos da puta nazis ridículos, precisam de aprender o vosso lugar de uma vez por todas!

      Político és tu, aliás, pulhítico, seu grandessíssimo filho da puta! És tu que vens para aqui exigir soluções sem apresentar as tuas, cretino do caralho!!! Tu aqui não és mais do que os outros, seu verme desprezível! Se as soluções dos outros não servem, TU TENS de dizer porquê e apresentar alternativas, seu badameco castrado armado em gente!

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    8. Até porque só um demagogo pode afirmar que há uma solução exequível no curto prazo que seja viável! As únicas soluções viáveis são todas de muito longo prazo! Repito, só um demagogo pode pensar o contrário!!! E é precisamente isso que tu és, um demagogo de merda, um troll sem vergonha no focinho, uma pessoa ridícula que não está realmente interessada em resolver nada, apenas em deitar abaixo o trabalho e as ideias dos outros! Vai mas é para o caralho, seu grandessíssimo filho da puta! És um gigantesco atraso de vida, mais nada!

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    9. «As soluções são concretas, exequíveis no curto prazo e que produzem efeitos imediatos e que se prolongam no médio e longo prazo.»

      Isso é pura e simplesmente falso! Uma solução é uma resposta ou receita para um problema concreto, mais nada! Não tem obrigatoriamente de ser "exequível no curto prazo", muito menos de produzir efeitos imediatos! Essa parte é mera invenção tua, porque és um cretino extremamente desonesto e sabes perfeitamente que os problemas que enfrentamos não podem ser resolvidos nos próximos 50 anos!!! Não se remove uma elite global do poder de repente!...

      Por isso repito: ou apresentas a tua solução viável e "exequível no curto prazo" (LOL) ou bem podes ir para o raio que te parta com o teu pedantismo indigente!

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    10. «É verdade que os marxistas culturais tiveram muitos apoios ao longo da história, mas a sua grande virtude foi terem pensado sempre a muito longo prazo, perceberem que o mundo com que sonhavam era algo que eles próprios não veriam concretizar-se nas suas vidas, mas sim os seus netos ou bisnetos.»

      Caro Afonso, isso aí é uma conversa que "dá pano para mangas" e é muito difícil eu conseguir explicar-me sobre este tema numa caixa de comentários, pois eu poderia passar horas a falar deste assunto. Muito sucintamente, para se entender as origens do Marxismo Cultural, é preciso perceber primeiro o que foi e em que consiste o Socialismo Utópico da primeira metade do século XIX. Lá está, isto é tema que "dá pano para mangas", tal é a sua magnitude e complexidade...

      «Nos primórdios da Escola de Francoforte, os marxistas culturais não tinham mais recursos do que os seus opositores. Mas foram tomando posições nas universidades, na indústria do entretenimento, nas universidades, etc. »

      A Escola de Frankfurt foi financiada desde muito cedo pelo judeu milionário Felix Weil, que foi um autêntico "patrono da esquerda". O apoio de Felix Weil foi de tal forma crucial, que no início da década de 1930 a Universidade de Frankfurt (local de origem da Escola de Frankfurt) era já considerada como sendo um "bastião da esquerda":

      https://www.europeandefenceleague.com/2018/04/04/the-political-agenda-of-the-frankfurt-school-of-social-research/

      «Se o caro JJHN entende que não temos dinheiro para vencer no plano cultural, onde vamos arranjar dinheiro para vencer no plano militar?»

      Nem eu alguma vez disse que tínhamos de "arranjar dinheiro para vencer no plano militar"! Só se eu fosse algum retardado mental é que eu alguma vez proporia uma borrada dessas! O que eu disse foi que pode haver hipótese de derrubar os regimes ditos "democráticos" que dominam a Europa Ocidental, mas apenas mediante apoio externo. Nada mais.

      «Apoio externo? De quem? Quem poderia estar interessado em ajudar os nativos europeus e o Ocidente em geral? A Rússia e a China não são de certeza! Por eles, quanto mais depressa ardermos, melhor!»

      Depende. Os políticos da Rússia e da China devem de saber com certeza absoluta que a cada nação que cai na teia destruidora da Nova Ordem Mundial, o cerco em seu torno aperta-se mais um pouco. Se a Rússia e a China quiserem no futuro continuar a ser países livres, então devem mesmo de começar a investir com tudo o que têm no sentido de derrubar os actuais regimes demo-liberais que reinam na Europa Ocidental, pois estes regimes não passam de vassalos das forças da Nova Ordem Mundial.

      «“Os europeus podem começar essa revolução”? O Mestre Nobre acredita mesmo nisso?!?!»

      Poder, podem. A potencialidade existe. Simplesmente não o fazem porque foram "anestesiados" e têm sido culturalmente programas desde o fim da Segunda Guerra Mundial no sentido de odiarem o Nacionalismo e em última análise, a sua própria Civilização.

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    11. «Muito sucintamente, para se entender as origens do Marxismo Cultural, é preciso perceber primeiro o que foi e em que consiste o Socialismo Utópico da primeira metade do século XIX.»

      Caro Mestre Nobre, eu fui a primeira pessoa a falar no Marxismo Cultural na blogosfera nacionalista portuguesa, já em 2008, ainda nem sequer tinha criado o TU! Ao contrário de muitos na nossa praça que dizem saber o que o Marxismo Cultural é para depois demonstrarem que, na prática, não sabem do que estou a falar (não me estou a referir ao caro JJHN, mas sim a outros idiotas do nosso meio que nem sequer conseguem explicar o que é a Teoria Crítica), eu estou perfeitamente a par da origem e da evolução do Monstro.

      Não há aqui nada de extraordinariamente complexo: o marxismo original falhou, aprendeu a lição e readaptou-se, tomando conta todas as estruturas e instrumentos necessários para doutrinar a população. Já os nacionalistas falharam, não aprenderam nada, não se readaptaram e, pelo visto, insistem em não querer readaptar-se! Não se vence uma revolução sem primeiro vencer a guerra cultural! Essa é uma lição imprescindível da História que os nacionalistas teimam em não querer aprender!


      «A Escola de Frankfurt foi financiada desde muito cedo pelo judeu milionário Felix Weil, que foi um autêntico "patrono da esquerda".»

      Repito o que disse acima: Gramsci não foi financiado por ninguém e foi um dos ideólogos que fez mais estragos nos primórdios do marxismo cultural; os marxistas não tinham mais recursos do que os capitalistas ocidentais. A diferença foi que os primeiros souberam canalizá-los devidamente, enquanto os segundos não souberam e continuam a não saber, ou melhor, a não querer saber! Os ocidentais todos juntos têm bem mais dinheiro do que os judeus. A esmagadora maioria dos homens mais ricos do mundo não são judeus, são mesmo ocidentais, embora haja cada vez mais orientais endinheirados.
      O argumento da escassez de recursos não me persuade: quando a mensagem é convincente, as pessoas aderem e o número de aderentes compensa a sua baixa capacidade financeira.


      «Nem eu alguma vez disse que tínhamos de "arranjar dinheiro para vencer no plano militar"! Só se eu fosse algum retardado mental é que eu alguma vez proporia uma borrada dessas!»

      Mas Mestre Nobre, sem dinheiro não há armas, nem mantimentos, nem logística de guerra! É tão simples quanto isso! Mesmo que a China e a Rússia nos apoiassem, seria preciso sempre algum dinheiro para pôr a máquina de guerra a funciona, alimentar e vestir os combatentes!

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    12. «Os políticos da Rússia e da China devem de saber com certeza absoluta que a cada nação que cai na teia destruidora da Nova Ordem Mundial, o cerco em seu torno aperta-se mais um pouco.»

      Tenho de discordar, com todo o respeito. Putin e Xi Jinping até podem não pertencer à NOM, mas pertencem à sua própria versão da NOM! Não é do seu interesse que haja governos nacionalistas fortes no Ocidente, porque isso significaria o fim dos seus interesses nos nossos países! A China está a comprar o Ocidente aos bocadinhos. A UE, apesar de toda a sua retórica anti-Putin, continua a comprar o gás natural à Rússia… para quê destruir algo que está a funcionar tão bem para eles?


      «Se a Rússia e a China quiserem no futuro continuar a ser países livres»

      A Rússia e a China, países livres? Uma coisa é estarem livres da NOM, outra coisa é serem livres! Putin governa a Rússia com mão de ferro, prendendo todos os dissidentes! E Xi Jinping tornou-se recentemente um presidente vitalício… isso são países livres?

      Sejamos sérios: se a NOM começar a comprar os políticos e dirigentes nesses países, tal como fez com os traidores aqui no Ocidente, será apenas uma questão de tempo até que esses países fiquem totalmente sob seu controlo! As elites são iguais em todo o lado, só querem saber de poder e dinheiro, não querem saber de países, raças e identidades!


      «(…)não o fazem porque foram "anestesiados" e têm sido culturalmente programas desde o fim da Segunda Guerra Mundial no sentido de odiarem o Nacionalismo»

      Infelizmente, eu julgo que a realidade é muito mais funesta do que isso. Nós não fomos apenas anestesiados, fomos mesmo castrados! As novas gerações de europeus não sabem nem querem lutar e não se revêem sequer nos objectivos do combate nacionalista. Mas pronto, sobre isto teremos de concordar em discordar. Não se preocupe, caro Mestre Nobre, que eu não pretendo prolongar esta conversa. Não responderei mais a não ser que o troll acima o faça.

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    13. "As novas gerações de europeus não sabem nem querem lutar e não se revêem sequer nos objectivos do combate nacionalista."
      Verdade, mas posso provar que se tivessem sido educados e sensibilizados pelos paizinhos ou por quem vivia com eles, de certo seriam diferentes, não tenha a mais pequena dúvida. Ainda é possível educar segundo determinados paradigmas.
      No entanto, o problema do Nacionalismo, e da defesa do mesmo, ultrapassa já as fronteiras de cada Pátria, a meu ver só se pode voltar ao Nacionalismo se se combater em primeiro lugar, em conjunto com forças, países, que se oponham à NOM. Só depois desse passo se pode acertar o próximo.
      Neste momento só com união, a quem tem o mesmo inimigo, é possível fazer avançar a resistência e a mudança.

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    14. ... e para ser ainda mais confuso, acredito que muitos nacionalistas não se sentem sequer com coragem de defender algo com o qual já não têm nada em comum, os países perderam a magia da identidade própria.
      Que me interessa a mim, defender Portugal só porque sim, que me interessa defender Portugal se a sua maioria é idiota... e por aí fora.
      Mesmo que isso fosse exequível como poderíamos sobreviver rodeados de grandes inimigos? Portugal foi mutilado, já não somos grandes e temos uma população adulterada.
      Culpa nossa, ou talvez não, passou o tempo dos Nacionalismos do tamanho do quintal e nós somos, hoje em dia, um quintalinho desprovido de todo e qualquer meio de subsistência.
      Talvez só nos reste deixar algum testemunho e, isso sim, aderir ao lado que luta e faz frente à NOM.

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    15. "A Rússia e a China, países livres? Uma coisa é estarem livres da NOM, outra coisa é serem livres! Putin governa a Rússia com mão de ferro, prendendo todos os dissidentes! "
      Ainda bem que o grande Sr. Putin prende os dissidentes e espero que se esqueça deles... o primeiro passo para não ter "primaveras marcelistas".
      Ora bem, depois te tanta parvoeira mundial com o caso do espião russo em terras islâmicas, perdão, em terras de sua majestade, nota-se bem que todo e qualquer estafermo que queira prejudicar o doce Putin deve ser impedido de dizer e fazer mais disparates.
      Ainda não consegui acreditar que adultos governantes(?) entraram em histeria com algo que nunca foi provado, demonstrando que mais uma vez agem apenas contra a Grande Rússia, essa sim, Nacionalista e livre.
      Ser livre não é dizer o que nos apetece, ser livre não é querer que tudo funcione conforme as nossas vontades, ser livre, entre muitas coisas, é poder deixar um país decente aos filhos e netos onde as aberrações, a vários níveis, não se propaguem.
      Ser livre não é o que se passa neste mundo ocidental desgovernado por quem sabemos onde a escravatura tem o nome de demo cracia.

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    16. Rui Diogo Fernandes15 de maio de 2018 às 17:13

      Afonso, o mesmo para ti em relação aos insultos.

      "travar uma guerra cultural para reverter a "longa marcha através das instituições" de Gramsci, têm de recapturar ideologicamente os média, o sistema educativo, os tribunais, a banca, as forças armadas. Nada mais resultará!"

      Isto são panaceias, soluções são outra coisa.
      Os jornais estão a dar o berro, há milhares de canais de tv e cada vez mais blogs.
      A informação está diluída.

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    17. Este comentário foi removido pelo autor.

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    18. Cara Helena, esse tal "Rui Diogo Fernandes" é nada mais, nada menos, do que o Arquivista que já foi banido por mim deste blog aqui há uns meses e que desde então, se dedica a inventar novos nicks para vir aqui comentar quase todos os dias. Ele julga que é mais esperto que toda a gente, mas mal sabe ele que eu o identifico na perfeição de cada vez que ele aparece por aqui. Aliás, ele também é o "Manuel Silva" que me acusa de ser do KGB, entre uma miríade de outras identidades que vão sendo fabricadas quase a nível diário por esse tarado neoliberal. De preferência, não lhe dêem conversa, pois é isso mesmo que ele quer, como qualquer outro troll...

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    19. Cara Helena BC,

      Antes de mais, obrigado pelas suas respostas. Concordo com tudo o que escreveu, excepto na questão do Putin. Não acho que o regime do Putin seja genuinamente nacionalista, nós aqui no Ocidente é que estamos tão mal habituados que qualquer regime moderadamente patriótico nos parece nacionalista. Putin já mandou prender milhares de nacionalistas, sobretudo nacional-socialistas. Durante o seu "reinado" a composição étnica da Rússia deteriorou-se seriamente, com a entrada massiva não apenas de muçulmanos do centro e sul da Ásia mas também centenas de milhares de africanos.

      Quanto ao "Rui Diogo Fernandes", vou seguir o conselho do Mestre Nobre, que já não tenho paciência para aturar atrasos de vida...

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    20. Obrigada Caro João Nobre, saudações.

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    21. Caro Afonso, não sei que nacionalistas Putin mandou prender, nem faço a mais pequena ideia se com razão ou sem ela, quanto a nacionais-socialistas não sei nada sobre isso e como toda a gente sabe nunca fui fã, embora mal conheça a doutrina NS para me poder pronunciar, o que sei não gosto. Não sou NS nem nunca ninguém me viu defender tal doutrina. Também não sou racista, posso não concordar com certas invasões mas não têm a ver com o tom de pele mas sim com a sua matriz cultural.

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    22. "" Mas Putin tem ido mais fundo: não embarca na subversão da sociedade através do ataque à família e dos valores tradicionais da sociedade, do ateísmo, a homossexualidade, o feminismo, o laxismo e muitos outros "ismos" que têm destruído a sociedade ocidental e que tem ajudado também à hostilidade dos povos muçulmanos, que vêm tudo isto como uma ameaça aos seus valores teocráticos.
      Está de bem com a Igreja Ortodoxa Russa.
      E TAMBÉM ATACA A CHAMADA "NOVA ORDEM MUNDIAL" OU "GLOBALIZAÇÃO" ..." João Brandão Ferreira
      "BC Helena
      13/4 ·
      PUTIN É A ÚLTIMA GRANDE LINHA DE DEFESA QUE A CIVILIZAÇÃO EUROPEIA AINDA TÊM.
      "Isto não tem nada a ver com ser de esquerda ou ser de direita. Bem pelo contrário, eu pessoalmente e acho que também muitos dos fãs de Putin, estamos já todos para lá da esquerda e da direita.
      O Mundo hoje divide-se entre aqueles que apoiam a Nova Ordem Mundial (NOM) e colaboram com as forças ao serviço da mesma e os que resistem e contra-atacam.
      Ora, Putin combate a NOM, isto é uma evidência e quem disser o contrário vai ter muita dificuldade em conseguir justificar-se, uma vez que as acções práticas de Putin atentam directamente contra os interesses e objectivos da NOM.
      Neste contexto, Putin é a última grande linha de defesa que a Civilização Europeia ainda tem.
      A heroica e exemplar resistência de Putin e do povo russo contra as sinistras forças da NOM, é o que está neste momento a impedir em última análise o triunfo desta. Se a Rússia cair e o "sistema" conseguir concretizar o seu velho sonho de provocar a fragmentação da mesma, nada impedirá a partir daí o triunfo total das forças da NOM a nível mundial e será uma questão de tempo até termos um governo mundial totalitário a comandar os destinos da Humanidade."
      JJHN
      Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Mestre em História Contemporânea pela mesma instituição.

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  3. Respostas
    1. Respondo ao comentário anterior para que não apareça aqui nenhum cretino a atribuir-me coisas que eu não disse. Se o caro JJHN entender, pode apagar este comentário e o comentário apagado.

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  4. Já há zaragata, outra vez, vou ler.

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    1. Leia e já agora dê a sua opinião, sff, que a Helena parece ser uma pessoa razoável. Se não quiser dar, também não faz mal...

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    2. Desculpe, Afonso só vi agora.
      Muito gostava eu de me reunir convosco.(Pensem nisso)
      Saudações !

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    3. Caro Afonso, digo-lhe o mesmo que acabei de dizer à Helena: esse tal "Rui Diogo Fernandes" é nada mais, nada menos, do que o Arquivista que já foi banido por mim deste blog aqui há uns meses e que desde então, se dedica a inventar novos nicks para vir aqui comentar quase todos os dias. Ele julga que é mais esperto que toda a gente, mas mal sabe ele que eu o identifico na perfeição de cada vez que ele aparece por aqui. Aliás, ele também é o "Manuel Silva" que me acusa de ser do KGB, entre uma miríade de outras identidades que vão sendo fabricadas quase a nível diário por esse tarado neoliberal. De preferência, não lhe dêem conversa, pois é isso mesmo que ele quer, como qualquer outro troll...

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    4. Cara Helena BC,

      Pela minha parte, reunir-me consigo seria um prazer, mas julgo sinceramente que ambos tiraríamos poucas vantagens dissa. É que, corrija-me se eu estiver errado, mas a Helena é da zona da Grande Lisboa e pertence à NOS. Eu sou militante do PNR e vivo no Porto. Ou seja, temos o mesmo objectivo comum de salvar a Portugal e a Europa, mas já escolhemos caminhos diferentes...

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    5. Caro Afonso de Portugal, eu pertenço a quê ? não pertenço, nem nunca pertenci, pode esclarecer isso a quem lhe passou tal mensagem, NUNCA pertenci à NOS, onde raio, permita-me dizer, foi buscar essa informação, é que agora fiquei bastante preocupada, a não ser que se refira à NOS TV e internet, isso pertenço mas pgo 70 euros por mês...
      Não levo a mal ter dito isso até foi óptimo.
      Em tempos também diziam q eu pertencia ao MON coisa que nunca aconteceu até porque quando me fizeram o convite, no escritório do pai do VL eu recusei, e posso dizer quem lá estava.
      Mas ao NOS é que é novidade para mim.

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    6. Palavra de honra que fiquei preocupada com esse mal entendido, onde é que foram buscar essa ideia ? eu nem o MM conheço, posso eventualmente ter conhecido algumas pessoas que hoje são da NOS mas eu sei lá quem são, é extremamente grave essa afirmação por ser mentira.
      Agradeço que pelo menos passe a informação a quem achar e/ou me transmita quem anda a alimentar um boato dessa dimensão. Pode utilizar o meu mail, sff.
      Já agora se descobrir mais alguma coisa a que pertenço muito lhe agradecia que me informasse, passam a vida a fazer-me sócia de coisas às quais sou e estou alheia assim como arranjarem-me namorados fictícios, apre que é sina ou inveja ou sei lá.
      Um dia destes também passo a pertencer ao KGB querem ver...

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    7. Quanto ao Porto, devo ir brevemente ao Porto, por acaso. Com sorte este fdsemana.

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    8. Cara Helena, ninguém me disse nada, foi apenas um engano da minha parte. Não sei porquê, estava convencido que a Helena pertencia à NOS, provavelmente por tê-la confundido com outra pessoa. Por isso mesmo é que que lhe tinha pedido para me corrigir em caso de erro e ainda bem que o fez.

      Por favor, aceite as minhas desculpas. Prometo que não volta a acontecer...

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  5. Esses gajos que foram apoiar o 44 junto à prisão de Évora deveriam levar uma boa carga de porrada.

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    1. Caro Paulo Lopes, a maioria dos tais "gajos" são uns pobres ignorantes, é tão simples quanto isto. Os partidos aproveitam-se desse tipo de idiotas para os manipular e usar a seu belo prazer. É a "democracia" dos "amanhãs a cantar" em acção...

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